A Liberação é a Vingança

E lá vamos nós?

O que estão achando?

Farei provavelmente um desenvolvimento menos, embora mais rápido noz próximos capítulos.

Espero que gostem.

Estava pensando se postava esse ou uma surpresa que tinha planejado, mas como todos estão mostrando gostar dessa história, decidir trazer a surpresa depois.

Aproveitem o capítulo!!!

Bjs...

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"Morte..."

Rhaenyra proferiu, sentindo o vento gelado, uma ocorrência incomum devido às terras que ocorre camada profunda de vento persistente sendk forçada a subir as planícies.

O ar parecia ser a resposta. Uma representação do Deus da Morte simplificada pelo gelo, pela frieza...

Ela quase poderia imaginar aeu rosto, a representação das histórias infantis valirianas sobre um homem com a pele de dragão. Dura e áspera.

Com Metade do rosto faltando. Nenhuma atadura, apenas carne derretida pendurada em seu crânio.

Mostrando pele branca imaculada de seu corpo...

Ela poderia imaginar o rosto dele se contorcendo a sua frente, em uma carranca séria enquanto olhava para a mesma.

" Chegou a hora..."

Rhaenyra simplesmente assentiu no silêncio do cômodo. Não podendo fazer nada além disso.

E então... levantou.

Gentilmente, seus olhos se abriram, e lá estava ela, na extensão da sacada, seus pés descalços afundando no frio piso de mármore.

Conforme os primeiros raios de sol se estendiam pelo horizonte, uma sinfonia de cores pintava o céu acima dela.

A tela antes escura se transformou em uma obra-prima de tirar o fôlego de tons dourados e rosados, lançando um brilho cativante sobre o mundo abaixo.

Conforme o tempo passava, a rua antes tranquila abaixo lentamente se agitava; mercadores estavam se movimentando, ocupados montando suas barracas, enquanto os moradores da cidade emergiam de suas moradas, realizando suas tarefas diárias. Rhaenyra se inclina contra o parapeito, observando silenciosamente a cena diante dela.

Mais um dia amanheceu, oferecendo mais uma chance de recomeçar.

Uma brisa suave, carregando o perfume de flores beijadas pelo orvalho, acariciou seu ser, fazendo seu vestido de seda balançar com seu ritmo. Com um toque delicado, ela estendeu a mão para prender uma mecha prateada perdida atrás da orelha, sentindo a maciez dos fios contra as pontas dos dedos.

Um e Vinte longos anos se passaram como fios de fumaça, deixando para trás o eco tênue de sussurros distantes. O lugar antes familiar que ela chamava de lar agora parecia uma tapeçaria desbotada, suas cores opacas pela passagem do tempo. Mas as memórias, oh, como elas se agarravam à sua mente como o cheiro persistente de um amor há muito perdido pelo sangue.

Foram anos... incríveis.

Ela havia escapado dos olhos curiosos da descoberta. O gosto da liberdade, antes um sonho distante, agora dançava em sua língua, tentador e doce.

Não mais acorrentada pelo peso da corte corrupta, ela pode vagar pela vida em seu lazer, seus passos guiados pelos ventos de seus próprios desejos.

Sem sombra de dúvida, Dragonstone, e o Norte, haviam garantido a ela e aos seus o senso de pertencimento e a família que eles tanto buscavam dentro de seus próprios parentes.

Certamente pode abraçar essa nova vida, desfrutando de uma felicidade desimpedida pelo resto de seus dias.

No entanto, se Rhaenyra fosse completamente honesta consigo mesma, essa existência idílica estava longe do que ela realmente desejava. Embora ela genuinamente se importasse pouco com a coroa, ela abrigava ambições próprias, assim como qualquer outro homem.

Ambições que seu pai não percebeu.

Deixar os Seis para trás tinha sido sua salvação, talvez. Uma fuga da desgraça iminente que a esperava, novamente.

O caminho à frente se desdobrou como uma tapeçaria vibrante, acenando para ela a cada passo. Uma onda de gratidão surgiu em suas veias, sabendo que nada disso teria sido possível se não fosse pela decisão iludida de seu pai de suplantá-la com seu filho tão esperado.

Neste novo capítulo de sua vida, ela abraçou o mundo de braços abertos, seu coração batendo com um renovado senso de propósito.

O passado pode tê-la moldado, mas não a prende mais. O futuro, antes definido, sujo e violento, agora era incerto, mas brilhava em possibilidades. Para ela, e para os seus.

Ela sabia que uma guerra pelo trono seria imparável. Com ela ou não. Era do desejo dos homens alcançar o poder, e ninguém estava isento disso.

Manteve um ouvido atendo nas coisas. E sabia da discórdia entre os seus meio-irmãos, sobre a bebedeira e vida desolada do Príncipe Aegon, da agressividade do Príncipe Aemond, e da tristeza obscura da Princesa Helaena.

Talvez a última fosse a quem ela tinha algum resquícios de sentimentos positivos. Manchados de pena e culpa pelo que lhe ocorreu na vida passada, mas ainda assim estava lá.

Em outras ameias, ela teria lutado por sua irmã. Uma vítima disso como ela. Mas em como tudo estava, infelizmente o mundo era cruel demais e todos deveriam aprender que estavam sozinhos para lutar e se proteger.

Rhaenyra observava o céu de sua varanda quando Sara Snow fora anunciada.

" Rhae..."

Ela sabia qual seria a notícia, d embora pudesse ser desconcertante para muitos, em seu intimo, não havia nenhum sentimento em relação ao falecido.

" O Rei Viserys I, foi declarado morto a dois dias. O corvo chegou esta manhã..."

Ela assentiu, unindo as mãos em frente a sua cintura.

" A Corte... convida a Princesa Rhaenyra, junto a sua família, para o funeral, e pede sua presente para que seja feito sua sepultura seguindo as tradições da casa Targaryen."

Ela zomba com um bufo. Convida? Oh... eles não poderiam ser mais óbvios.

" Alem disso, eles pedem sua presença na coroação do Príncipe Aegon II Targaryen, como Rei dos Sete Reinos, afirmando a necessidade de uma imagem de união entre o sangue."

Rapidamente encontrando o olhar afiado da mulher do norte, a mesma sorri.

" Envie um corvo com meus sentimentos. Mas afirme que a presença da Princesa Suprema das ilhas Dragonstone e dos Mares Estreitos não poderá prosseguir com sua família. Lembre-os tambem que o rei, embora meu falecido pai, era un Targaryen de Porto Real, e eles seguem suas próprias tradições, se reconhecível, a Fé dos Sete, assim não há a necessidade de nosso auxílio."

Poderia ser considerada mesquinha, mas então lembre-a qualquer coisa que seu pai verdadeiramente o que seu pai já fez de bom para ela?

Lhe dar a Ilha? Isso foi uma exigência sua, e principalmente impulsionada por culpa. Além disso, Viserys sabia que se não lhe desse, isso não a impediria de sair e simplesmente desaparecer.

Além disso, qual o sentido de tentarem lhe arrastar para Kingsland se não fosse para embosca-los ou tentar humilha-la? Estabelecer seu poder acima dela e a suplantar em qualquer objetivo que pudessem.

Isso o fato de poderem tentar pressionar por dragões. Talvez até os atacar e prender para poderem se aproveitar das circunstâncias.

Não.

Ela não tinha nada para si em Porto Real e em nenhum outro lugar do reino além do Norte, e do Vale Arryn.

Este último do qual estava para levantar armas e lutar contra os Targaryen Verdes pela independência pela falta de apoio ao seu povo, e inação as situações de seu governo.

Casar seus filhos com casas de Westeros era arriscado, mas considerando que ela foi considerada senhora suprema de suas terras, fora da linha de sucessão e que seus filhos também estariam, fazer qualquer ataques contra eles nessas circunstâncias seria um suicídio moral.

Apesar que duvidava que qualquer um presente na corte tivesse uma moral verdadeira...

O falecido rei sabia o que havia feito. Oh, ele sabia...

As cartas cada vez mais desesperadas que enviou a partir daquela visita amaldiçoada.

Das tentativas desesperadas de a alcançar e consertar as coisas... fazer o certo.

Ela riu muitas vezes ao ler as cartas. Outras enviaria fechadas de volta.

Viserys Targaryen fez isso a si mesmo, e ao reino, e precisava aprender a lidar com as consequências de seus próprios atos.

Sempre cego e confortável em ignorar as consequências de suas ações e as empurrar para os outros. Não... ela não aceitou mais isso.

E aparentemente, o mesmo sofreu com isso até sua morte.

Muito mais tarde do que sua antiga vida, mas tão angustiante quanto, aparentemente.

Ela não tinha dó. Poderia ser considerada cruel por isso. Mas foi pelas decisões daquele mesmo homem que els e seus filhos morreram. Que foram humilhados e atacados em sua própria casa e foram forçados a se defender.

Então não, não tinha pena ou amor perdido pelo falecido rei.

Ele deixou de ser seu pai a muito tempo. Antes mesmo desta segunda chance.

Durante vinte e um anos, enquanto os Sete Reinos celebravam o nascimento e a perspectiva da ascensão de Aegon ao trono, ela construiu um reino próprio, um lugar seguro, amável e rico, um que seria ainda melhor do que o reino que haviam deixado para trás, mesmo sem o nome de um.

Ali, eles construíram um lar, um lugar onde finalmente poderiam pertencer. Rhaenyra havia curado as feridas de seu passado, criando uma família própria, uma que genuinamente a amava e a apreciava por quem ela realmente era.

Ela não tinha mais que arcar com o fardo de ser o peão em um jogo de tronos; em vez disso, ela era simplesmente Rhaenyra, uma esposa, uma mãe, uma mulher que havia encontrado seu verdadeiro propósito na vida.

Essa era a vingança dela.

Viver.

Livre.

Feliz.

Amada.

Enquanto eles se matavam e brigavam pelo fardo obscurecido às escondidas pela ganância de uma falsa grandeza.

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