12 oops - bônus
- Eu quero ir na casa dos tios! Papais... – Jeonghwa prolongou o "papais" enquanto pulava na cama dos pais, que dormiam... ou tentavam dormir.
Jeonghwa parou de pular quando não obteve resposta, então a mesma engatinhou para perto dos pais dorminhocos, sentando sobre os tornozelos e os observando. Jeong aproximou a mão pequenina do rosto de Jeongin, prestes a toca-lo, mas foi surpreendida quando o mesmo abriu a boca rapidamente, e esticando os braços para a agarrar. Jeonghwa gritou assustada, mas seu grito se tornou em gargalhadas altas e gostosas quando Jeongin passou fungar em seu pescoço, a causando cócegas.
- P-papai me salva d-do papa! – Jeonghwa pediu entre as risadas, vendo o maior com a cabeça apoiada no braço, olhando a cena com um sorriso nos lábios.
- Venha roubar meu tesouro, e você virará um pirata sem mão... – Jeongin ameaçou Hyunjin, que riu sacana.
Hwang pulou sobre o corpo de Jeongin, os dois esmagando a filha que ria como nunca, espalmando as mãos fofinhas no rosto de pai maior, que gargalhava alto.
Talvez, mesmo em todos os sonhos e imaginações de Jeongin e Hyunjin, momentos como esse não se comparam a qualquer outra coisa. Era quente, era confortável, era uma melodia, era uma arte, era bom, era perfeito. Sinceramente, o que mais os seria melhor e importante do que aquilo? As gargalhadas, os sorrisos, o sol quente da manhã, os passarinhos e o vento cantando, o amor vivendo, a felicidade vertendo... nada era mais importante que aquilo.
A filha escapou do aperto dos pais, sentando ao lado deles, pois os mesmo mantinham-se parados um sobre o outro, os olhos e a respiração tão perto e lenta, que podia-se duvidar se estavam realmente respirando. Os feixes de luz que entrava pela cortina dá grande e larga janela iluminavam algumas partes do rosto dos mesmos. Jeongin caminhou a mão para a nuca de Hwang, erguendo a própria cabeça e trazendo os lábios de Hyunjin de encontro ao seu, iniciando um beijo calmo e apaixonado.
Ele amava todas suas manhãs desde que conheceu Hyunjin e esqueceu de tomar a pílula.
- Eeeew! – Jeonghwa resmungou, franzindo o rosto e o tapando em seguida.
Ambos riram entre o beijo, antes de selarem os lábios uma última vez. Jeongin rastejou para fora da cama, deixando amostra seu pijama de patinhos, assim como o da filha e de Hyunjin. Sim... eles eram esse tipo de família, mas bem, os pijamas são confortáveis.
Parou com a mão na cintura e outra coçando a cabeça enquanto observava as suas coisas mais lindas, ambos agora atirado sobre a cama o encarando com sorrisos bobos. Jeonghwa era tão parecida com Hyunjin, que o assustava. Mas era igualmente encantador, seu nariz pequenino, os olhos grande e os cabelinhos agora curtos na altura do queixo, como ela tanto pediu. Sua pele era clara e continha as adoráveis pintinhas como as de Hwang, os lábios e mãos gordinhas como as de Jeongin. Mas... ela tivera a sorte que Jeongin não tivera, ser alto.
- Vocês me afrontam. – disse, os olhando com uma cara dolorosa.
Hyunjin gargalhou junto com a filha, os dois expondo os grandes dentes e a risada idêntica.
Ah, Jeongin tinha problemas em dobro agora.
Um sorriso confortável se abriu em seus lábios e ele caminhou até o lado dá cama onde Jeonghwa estava, a pegando no colo e sentindo a mesma o abraçar como um bebê coala enquanto ainda ria. Hyunjin agora se encontrava sentando na cama, observando a parede com uma expressão indecifrável. É, algumas coisas não mudam nem quando se tem vinte e nove anos.
- Papa, nós vamos na casa dos tios? – a pequena perguntou mexendo nos cabelos ruivos do pai, que a pôs sobre o balcão da pia.
Jeongin fez um bico pensativo com a mão no queixo, assistindo a mesma com uma expressão ansiosa.
- Vamos... – a animação da menina não a deixou conter palmas alegres e um sorriso enorme de coelho. – Mas só se você me deixar pentear essa juba de leão, bebê. – propôs, vendo um bico emburrado se formar nos lábios da mesma.
Jeongin riu da filha, prensando suas bochechas gordas e beijando seu rosto inteiro, a sentindo franzir o rosto com uma careta. Hyunjin apareceu na porta, agora só com a calça do pijama, expondo o corpo um pouco trabalhado, não tão exagerado.
- Jinnie, penteie os cabelos de Jeong? – apelou para o maior, e Hyunjin assistiu a filha negar desesperadamente atrás de Jeongin.
- Penteio sim, amor. – piscou para Jeong antes de dar um beijo nos lábios de Jeongin, acompanhando de um aperto na bunda avantajada do mesmo.
Pegou Jeonghwa e carregou a mesma no ombro como um saco de batatas, ao mesmo tempo que a pequena de quase seis anos gritava, fazendo Jeongin balançar a cabeça negativamente enquanto tirava a roupa para tomar um banho.
Jeongin suspirou, encostando a porta do banheiro e retirando as últimas peças de roupa. Uma música qualquer fluía de seus lábios num tom baixo, mas logo sua voz se tornou inaudível assim que sua atenção correu para seu reflexo no espelho. Seus dedos correram para a cicatriz ainda um pouco visível no final de seu abdômen, e ele sorriu com as lembranças da primeira vez que pôs os olhos na filha. Aquele fora, sem dúvidas, o momento mais marcante de sua vida.
Ligou o chuveiro para em seguida sentir a água quente se chocar com sua pele gelada, o choque término veio acompanhado de uma sensação boa, o fazendo fechar os olhos com a sensação relaxante. Mas para sua não surpresa, como em todas as manhãs desde alguns dias, o enjoo o atingiu também.
Bem, ele talvez soubesse o que é.
Dessa vez ele não acha que Hyunjin vai ter um ataque ao saber, ele tem certeza. Não por que ele não quer mais um filho, mas por receio de que Jeongin não consiga. Em hipótese alguma ele dúvida das capacidades de Jeongin, claramente não, por que Jeongin sempre dá o melhor de si para tudo, absolutamente tudo. Mas... ah, sempre a um mas. Mas e se? E se algo de errado? Hyunjin tem medo de o perder.
Jeongin deixou de lado os pensamentos sobre o que poderia ser, por mais que ele tinha certeza do que realmente fosse, e continuou seu banho.
...
Jeonghwa se encontrava sentada dentro do cesto redondo de frutas, que estava vazio, enquanto Hyunjin preparava algo para comerem.
Com certeza Jeongin sempre brigava com Hwang por ensinar a filha a ficar dentro do cesto desde que tinha quatro meses. Pois Hyunjin sempre a botava ali quando a mesma acordava de madruga, e ele tinha que preparar a mamadeira dá mesma. Então toda vez que Hwang fazia algo na cozinha a pequena sempre sentava ali, mesmo que encolhida.
- Papai, você sabe que dia é amanhã? – a pequena perguntou, ainda com os cabelos bagunçados e os pijamas de patinhos. Brincava com as frutas que havia no cesto ao lados, pois aquele que ela está é dela.
- Huh... Dia Do Chá Dos Unicórnios? – perguntou receoso, virando-se com uma tigela com alguns legumes para a garotinha dentro do cesto.
- Papai, você é muito boboca! – a mesma fez uma cara decepcionada, usando uma das palavras engraçadas que o tio Changbin o ensinou.
Hyunjin arqueou a sobrancelhas, segurando o riso para manter uma expressão séria. Amanhã ela teria uma apresentação na escola.
- Jeonghwa, que modos são esses? Pensei que você fosse educada, huh? – cruzou os braços, tentando arduamente conter a vontade de rir ao ver a cara de desdém dá filha. Realmente filha de Jeongin.
- Eu sou é linda. – rebateu, cruzando os braços e levantando o queixo.
Hyunjin não conteve a gargalhada alta, sua filha é tão... sua filha. Sim, com certeza, uma alto estima incomparável.
Jeongin apareceu no fim dá escada, vestindo um macacão azul claro e uma blusa amarelo pastel por baixo, seus cabelos recém tingidos de ruivo o deixavam com uma imagem jovial e bela. Jogou a toalha a que usava para secar o cabelo sobre o corrimão e andou em passos lentos em direção o marido e a filha.
- Você é linda mesmo, meu bebê. – beijou o rosto da mesma. – Assim como todas outras criancinhas do mundo, certo?
A pequena assentiu, retribuindo o beijo na ponta do nariz de seu pai. Hyunjin se virou novamente para continuar o café, com um sorriso no rosto.
Era claro que Jeongin sabia que Hwang não iria pentear o cabelo de Jeong. Pois Jeong sempre persuadia Hyunjin com os olhinhos grandes e um bico. Mas Jeongin também tinha seu dom de persuasão.
- Oh, meu Deus! Jinnie, você viu essa coleção nova de livros de dinossauros? Hyejin e Yoona vão gostar tanto! – perguntou com a revista na mão, observando o olhar surpreso de Jeong.
Ela ama dinossauros.
Hyunjin espreitou o olhar para Jeongin, confuso, mas assim que viu a expressão emburrada dá filha sentando no cesto, se conteve para não rir dá maldade de Jeongin.
- Bom, vamos passar no shopping pelo caminho para comprar para elas. – largou a revista sobre o balcão e se direcionou para a filha chateada. – Quer um também, bebê?
- Quero! – seus olhos brilharam e só faltou ela pular em cima do pai ruivo.
- Então vamos pentear esses cabelos. – sorriu simplista.
- Mas, papa... – manhou, o biquinho e os grandes olhos brilhosos eram irresistíveis.
- Eu sabia que você não queria os livros...- falou baixo, e Jeonghwa cedeu, com uma expressão emburrada.
Jeongin realmente não entendia a birra dá filha para pentear os cabelos, mas Chan contou que as suas pequenas também são assim, e Felix e Changbin deram essa tarefa para ele. O que resultava vários prendedores de cabelo em sua roupa e cabelo, enquanto ele tentava arrumar as duas pestinhas.
Jeongin levou a mesma para o andar de cima, arrumou seus cabelos e a vestiu com moletom de girafa e uma calça escura.
Hyunjin em grande parte das vezes era sempre o primeiro a acordar, para ir para a empresa, então ele vestia Jeonghwa também. As coisas eram tão equilibradas, não era apenas Jeongin que cuidava de Jeong, e não era apenas Hyunjin que fazia o trabalho mais difícil, tanto com a filha ou com a empresa.
Jeongin começara a trabalhar um ano depois que Jeonghwa nasceu, ele trabalhava em um orfanato dando aulas de educação física e dança nas terças e quintas. Hyunjin ia para empresa alguns dias dá semana também. E Jeong ia para a escola ou ficava na casa dos amigos do casal, tios da pequena.
Jeongin voltou para o andar de baixo, com a filha atrás de si, cantarolando alguma música sobre goma de mascar.
A mesa estava posta e Hyunjin voltava dá rua com um cesto de roupas limpas nas mãos, enquanto escovava os dentes.
Que bagunça.
- Vá se arrumar, Jinnie. – depositou um beijo demorando no queixo do marido, pegando o cesto dá suas mãos.
Hyunjin assentiu, tirando a escova da boca e beijando o rosto de Jeongin, o fazendo resmungar enquanto limpava o rosto.
Jeongin largou o cesto na sala e voltou para a cozinha, vendo sua filha em cima dá cadeira alta, tentando alcançar o pacote de cereais. Se apressou até ela e alcançou o cereal para a filha, em seguida se sentou a sua frente, servindo um copo de suco para si e um para Hyunjin.
Jeongin ficou conversando com a filha sobre as criancinhas do orfanato, o quanto elas eram preciosas e boas crianças. Ele admirava o respeito de sua filha, ela não tinha ciúmes quando Jeongin falava das criacinhas de lá, ela tinha carinho. Toda vez que Jeongin comentava algo sobre lá, ela pedia para ir a qualquer dia para levar seus brinquedos para eles brincarem juntos.
Tão preciosa.
Hyunjin voltou, abotoando a camisa azul escura enquanto descia as escadas. O olhar sério enquanto retirava a toalha que Jeongin deixara no corrimão, e a outra mão passando entre os fios do cabelo escuro.
Tão gostoso.
Jeongin fechou a boca, sem nem ter se lembrado que tinha a aberto. Em seguida desviou o olhar de seu homem, pigarreando baixo e tomando um pouco do suco. Pensamentos impuros.
Tão apaixonado.
Hyunjin observou Jeonghwa roubar um biscoito de Jeongin e molhar em seu cereal, sem que Jeongin visse. O mesmo mastigava alguns biscoitos e tomava o suco ao mesmo tempo, as bochechas gordas infladas enquanto encarava Hwang novamente.
Sorriu com a imagem serena da sua família antes de se dirigir para ali, roubando um beijo dos lábios de Jeongin, que tinham um gosto saboroso do suco de laranja e biscoitos de chocolate. E roubando também uma colherada do cereal de Jeong.
...
- Hwang Jeongin você tá fodido! – Felix e Changbin gritaram com os olhos arregalados em emoção.
Parece que ele já tinha escutado aquilo, e bem, ele já tinha escutado.
- Obrigada, vocês sempre melhoram as coisas. – Jeongin ironizou, jogando o teste de gravidez em algum canto do quarto dos três maridos, e se jogando sobre a cama espaçosa.
Ele começou a chorar como a seis anos atrás. Mas dessa vez era de felicidade, um pouco de medo também. Quer dizer, Hyunjin iria desmaiar.
- Jeonjin? – a voz de Hwang soou do fim das escadas.
Jeongin se apavorou, olhando nervoso para os dois a sua frente, que deram de ombros, saindo do quarto e chamando Hyunjin.
Filhos da puta.
- Ele está aqui, Jinnie. Vamos, Binnie. – abraçou o marido por trás, o guiando para escada, dando uma piscadela e um dedo positivo para Jeongin que se encontrava sem reação sentando sobre a cama.
Hyunjin subiu as escadas, ele tinha um sorriso adorável lábios, mas o sorriso desapareceu aos poucos ao ver Jeongin com o rosto vermelho e algumas lágrimas.
- Jeongin, o que houve? – perguntou preocupado, apressando-se para sentar em frente a ele, o vendo tampar o rosto com as mãos gordinhas. – Amor? Eu estou ficando preocupado, Deus!
Jeongin pensou se deveria deixar para mais tarde, e chutar o teste que estava bem embaixo do seu pé, ou, contar para ele de uma vez.
- Huh... e-eu... – Jeongin mordeu o lábio, olhando nervoso para a expressão ansiosa e preocupada de Hwang.
Suspirou fundo, arrastando o teste embaixo de seu pé para baixo dá cama, lentamente.
- Calma, tem algo em baixo do seu pé... – Hyunjin murmurou quando sua atenção foi para os movimentos de Jeongin, se abaixando para pegar.
- Não! Não é nada, deixa, deixa... ah... droga... – fechou os olhos quando Hwang foi mais forte em empurrar suas mãos para longe de si, e finalmente pegar o objeto branco.
Jeongin pensou em correr para o banheiro, mas o olhar a chocado de Hyunjin o parou.
- Oops... – Jeongin deixou escapar, encolhendo ombros e o olhando com um sorriso sem jeito.
- Eu não sei o que dizer... quer dizer, eu estou pronto para ter um ataque cardíaco, mas depois eu vou gritar com você. – avisou, antes de suspirar pesado e esfregar as mãos no rosto.
Sim, ele queria poder gritar com Jeongin, mas bem, simplesmente aconteceu, novamente. E ele estava sem dúvidas, feliz. Mas queria gritar com Jeongin por que sabia que o mesmo não o contaria tão cedo. Talvez ele tenha esquecido do preservativo uma vez ou outra... mas Jeongin também nunca lembrava!
Ah, mas ele não conseguiu conter o sorriso que apareceu em seus lábios, ao lembrar de Jeongin barrigudo, suas manhas e até mesmo seus desejos estranhos. Mas então... seu sorriso desapareceu ao lembrar do corpo de Jeongin dando sobressaltos na cama do hospital, enquanto os enfermeiros tentavam o reanimar.
Jeongin logo notou, suas mãos se apressaram a tocar o rosto de Hyunjin o fazendo o olhar com os olhos medrosos em sua direção.
- Jinnie, não pense nisso, por favor... – seus dedos escorregaram pela bochecha de Hwang, então o abraçou, sentindo os braços fortes de Hyunjin se apertarem ao seu redor.
- Mas, Innie... – suspirou, apertando Jeongin contra seu peito.
- Eu vou dar meu melhor, Innie, eu prometo. E-eu vou conseguir. – segurou as lágrimas, ao lembrar de sua angustia por não ter sido o suficiente para Jeonghwa, tendo que os médicos a tirar de si.
- Eu sei que você vai, amor. – afirmou, beijando o topo de sua cabeça.
Mais um bebê era algo que Jeongin estava querendo a um tempo, e ele sabia que Hyunjin também, por que a alguns meses o maior o sugeriu adoção, já que Jeongin trabalhava em um orfanato. Mas, Jeongin queria tentar mais uma vez.
Hyunjin queria chorar de emoção e medo, ele com certeza nunca esquecerá o que viu no hospital, no dia do nascimento de Jeong.
Mas ele sabia que Jeongin conseguiria.
- Eu quero muito fechar aquela porta e tirar suas roupas. – Hyunjin contou baixo, seus dedos fazendo um carinho sutil no rosto de Jeongin, seus rostos cada vez mais próximos.
Jeongin assentiu, fechando os olhos lentamente, sua boca se entreabrindo até sentir os lábios quentes de Hwang nos seus. As mãos de Hyunjin foram para cintura de Jeongin, o trazendo com facilidade para mais perto.
Porém, o beijo foi quebrado quando um choro alto ecoou pela casa. Jeongin levantou rápido assim como Hyunjin, preocupado com as garotas, porém a preocupação de tornou maior quando ouviram o choro manhoso dá filha.
Jeongin correu pelas escadas com Hwang ao seu encalço. Assim que chegaram no final das escadas, puderam ver a pequena vindo em direção a eles com as bochechas vermelhas e os lábios tremendo, junto com as lágrimas dançando em seu rosto.
- O que foi, filha? Onde machucou, meu bebê? – Jeongin perguntou aflito, sentindo as lágrimas queimaram em seus olhos ao ver a filha chorando.
Jeonghwa tropeçou pela pressa, e Hyunjin a pegou a tempo, limpando as lágrimas do rostinho lindo dá filha. Viu Jeongin a examinar preocupado, visto que a mesma não havia falado nada pelo choro.
Em seguida os namorados junto com as filhas apareceram, todos com olhares assustados.
Havia um corte em seu dedo. Jeongin suspirou aliviado.
- Jeonghwa, quantas vezes eu já falei que você não pode mexer nas coisas do jardim dos seus tios? – Jeongin perguntou, sua cara após o susto era irritadiça.
Jeonghwa adora assusta-los.
Jeong apenas fungou, escondendo o rosto no ombro de Hyunjin, que apenas suspirou.
Jeonghwa gostava das várias flores do jardim, mas as ferramentas sempre estavam em algum lugar ao redor, e a pequena era curiosa demais para não pegar as coisas.
- Cinco vezes... – murmurou entre as lágrimas arrependidas.
- E então?
- Desculpa, papa... não vou mexer de novo. – fungou entre as desculpas, olhando nos olhos do pai ruivo que aliviou o olhar, depositando um beijo na testa da pequena.
Hyunjin a ajeitou no braços, a levando para a cozinha para lavar o dedo enquanto conversava com a filha coisas do tipo "seu papa uma vez me bateu por ter mordido a boca dele muito forte, então, não duvido que ele lhe de alguns tapas nesse sua bunda branca", fazendo a filha gargalhar.
Após o pequeno susto, foram para o jardim brincar com as crianças. Jeongin estava sentado na casinha dá árvore de Hyejin e Yoona, moldando alguns bonequinhos de massinha com Yoona.
Changbin e Hyunjin preparavam sucos e sanduíches, rindo dá época que se odiavam, mas Changbin não deixou de esfregar limões nos olhos de Hyunjin, e enquanto o mesmo reclama, ele ria compulsivamente.
Felix e Chan brincavam de pique esconde com Hyejin e Jeonghwa, rezando para as mesmas não os encontrarem na estufa, enquanto ele e Chan davam amassos calorosos, derrubando as plantas de Changbin. Chan estava fazendo de propósito, se vingando de quando o mesmo insistiu para o mesmo o foder quando ele estava atrasado para o trabalho, e ainda gozou na sua roupa de propósito, fazendo com que quando Felix saísse do banho, visse a sua roupa suja e fizesse drama até que Chan o fodesse também, e Changbin não deixou de aproveitar a situação, sendo chupado por Lix.
Chan não foi trabalhar aquele dia.
Ainda bem que aquele dia as meninas estavam com os amigos.
Minutos depois todos estavam reunidos no jardim, uma grande toalha azul xadrez esticada pela grama, alguns sanduíches e limonada. As crianças derrubando suco na toalha, Hyunjin roubando os lanches das garotinhas, Felix e Changbin contando coisas vergonhosas de Chan e Jeongin comendo mais do que o devido.
O dia nunca fora tão bom.
...
- A quanto tempo vocês não transam? – Changbin perguntou enquanto se apoiava em Chan, que cheirava os fios negros do mais baixo. – Eu não transo faz três semanas. – falou num tom mais alto, fazendo Chan revirar os olhos e beliscar sua bunda. Changbin o deu uma cotovelada, o encarando emburrado.
Hyunjin gargalhou, e Jeongin que se encontrava agarrado a sua cintura riu baixo, seu olhar preso nas crianças na sala junto de Felix que contava alguma história. Jeonghwa se encontrava abraçada em Hyejin, sua cabeça deitada no braço dá mesma enquanto elas estavam atentas em Lix, Yoona agarrada nas costas do pai enquanto cheirava os cabelos ruivos do mesmo.
Yoona tinha Hiperatividade, e isso não era um mau aos olhos de ninguém ali, porém algumas pessoas na rua e coleguinhas de escola a tratavam mal por isso. Era cômico o fato dá mesma sempre estar aprontando algo para os três pais, ou até mesmo os preocupado pela madrugada.
Houve um dia em que Chan e Felix estava discutindo sobre as fraldas terem acabado e Chan esquecerá de comprar enquanto voltava do trabalho, quando a pequena tinha apenas um ano de idade. Então enquanto Felix gritava como um doido, Yoona literalmente escalava seu corpo, o fazendo o suspender pela roupa por alguns segundos enquanto gesticulava com a bebê, que ria por estar sendo balançada no ar.
Jeongin riu com a lembrança de Changbin o contando quando entrou no quarto e encontrara a cena.
- Você tá rindo do que, palhaço? Tá rindo por que tem um musculoso desse pra te fod-
- Changbin! – gritaram, fazendo o mesmo se calar e cruzar os braços.
As crianças, inclusive Lix olhavam para os mesmo na cozinha, com uma expressão confusa.
- Lix, aproveita e faz elas dormirem que hoje eu quero transar! – Changbin gritou sem paciência, fazendo Felix rir entre a história que contava paras as crianças entretidas.
- Meu Deus, nem com duas filhas a pessoa melhora, então não tem salvação mesmo. – Hyunjin retrucou, vendo Jeongin segurar o riso.
- Fica na tua, bobocão. Se prepara pra segunda rodada de vômitos na sua cara e cocô embaixo de suas unhas. Trouxa, camisinha mandou abraços. – debochou, rindo dá cara de tacho de Hyunjim.
- Não lembro de Felix ter usado camisinha com você aquela vez...-Chan murmurou, fazendo Changbin o encarar por alguns segundos, encarou a sala vazia, sem sinais de Felix e das crianças, em seguida varreu o cômodo todo com o olhar, tentando se recordar do dia.
Changbin caiu desacordado no chão, fazendo Hyunjin rir alto enquanto Jeongin e Chan pareciam aflitos, sacudindo o corpo desmaiado do moreno sobre o chão.
Ah, quem não gosta de crianças? Mais alguns bebês, fraldas, desejos estranhos, sentimentos a flor da pele, dores... quanta coisa boa.
O amor é simples, e quanto mais pessoas para você amar, mais simples ele será.
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