Capitulo Vinte e Três


Rafaela (on)

....Vejo uma sala muito estranha, com a porta entre-aberta, paro um pouco e a observo de longe,

Júlia-- É... Vamos logo o pessoal esta nos esperando.

Ela fala com um pouco de preocupação na voz e me puxando.

Eu-- Espera ai.

Paro ela.

Eu-- O Que tem dentro daquela sala.

Falo apontando para a tal sala,

Júlia-- É n...nada é so uma sala qualquer, vamos logo estão todos nos esperando.

Ela diz me puxando, eu fui com ela mas algo me dizia que aquela não era uma sala qualquer, vou com ela para a sala,

Já estavam todos lá, nos sentámos e esperámos a comida ser servida, fico observando a redor, vejo o Diego caidinho por a Jéssica, com a mão no queixo e olhando para ela, e ela de cabeça baixa com a cara feia, olho para o outro lado e vejo que o Caio esta me olhando, tiro o olho dele e olho para o outro lado, logo eles servem a comida, como sempre a mesa cheia,

S.Carlos-- Então como estão as noivas, com o casamento proximo?

Keli-- Eu estou otima, e também muito ansiosa.

Jéssica-- Eu tambem estou ansiosa, espero que chegue logo este dia.

Ela fala meio forçado.

S.Carlos-- E você Rafaela, tambem esta ansiosa?

Paro de comer e o observo.

Eu-- Sim. Claro que estou.

Falo um pouco fingido.

S.Carlos-- É bom ver que as futuras mulheres dos meus filhos estão todas felizes e animadas com esta nova vida, principalmente você Rafaela que não cresceu conosco e esta aceitando bem nossos costumes.

Não falo nada apenas sorrio, "Aceitando" eles estão me obrigando a ficar aqui e a casar-me com um quase estranho, eu não chamaria isso de aceitar.

Termino de comer e saio da mesa junto com as meninas amanhã cedo vamos comprar os vestidos, entro no meu quarto e continuou lendo o livro, "Vendida para casar"

Eu me indentifiquei com a historia e quero saber como acaba.

Faltava só o último e decisivo capitulo, quando o alarme do meu celular toca indicando 15h00, meu encontro com o Luca é as 17h00 então tenho que me apressar-se.

Largo o livro na cama e vou para o banheiro, tomo um banho e visto

Esta roupa.


Saio do meu quarto e vou andando normalmente pelos corredores, eles não podem me impedir de sair e se me perguntarem a onde vou eu falo que irei passear por aqui mesmo no vilarejo.

Passo pelo corredor dos quartos e desço a escada, vou até a porta da frente e coloco a mão na maçaneta...

Xxx-- A onde você vai?

Me viro rapidamente com o susto enorme que levei, olho para a porta e vejo o Caio encostado a parede, muito proximo a mim.

Eu-- Ha...eu so.. Vou passear.

Falo gaguejando, ele da um leve sorriso por minha reação, mas logo depois muda seu semblante. Esse cara é estranho.

Caio-- So não saia do vilarejo.

Só concordo com a cabeça e saio dali depressa antes que ele fale mais algo, não posso deixar que ninguém saiba que eu estou saindo do vilarejo. Vou até o motorista, ele estava parado em frente a porta dos fundos, vou até lá com um enorme sorriso e uma cara de convencida.

Eu-- Oii. Preciso sair novamente.

Ele me olha sem nenhuma reação.

Motorista-- Senhorita eu não posso levá-la a lugar algum sem a permissão do Senhor Caio ou de outro da familia.

Eu-- Há mais o Caio permitiu ele até disse que era para você me levar a qualquer lugar sem questionar.

Motorista-- Ok. É só mandar ele vir aqui me dizer.

Depois de muita discussão ele não quis me levar e eu decidi ir andando mesmo, os vigias do portão demoraram um pouco para me permitir passar, mais foi só mentir que o Caio liberou que eles me deixaram ir.

(...)

Depois de muito, muito, muito e muito andar cheguei a praça, estava exausta com as pernas bambas, vou até o banco e vejo que o Luca já estava lá, olho o relógio e são 16h35, as vezes ele era pontual até demais, após me ver ele corre e me da um forte abraço.

Luca-- Eu tava com tanta saudades.

Ele fala me largando do abraço e me olha nos olhos.

Eu-- Nos vimos a pouco tempo sabe?

Falo rindo.

Eu- Mais também estava.

Agarro suas mãos frias, seu corpo inteiro tem este tom frio, mesmo quando esta quente, de acordo com ele é uma doença de família.

Vamos até o banco e nos sentamos, ficamos conversando sobre varios assuntos e depois de um tempo ele pergunta.

Luca-- Então como ta a sua vida de "casada"?

Eu-- Ai para com isso, eu nem me casei e nem vou, pelo menos não com ele.

Luca-- Eu tenho um presente para você.

Ele coloca a mão no bolso e retira um papel, e me entrega.

Eu pego e estou preste a abri.

Luca-- Não so abra quando chegar em casa, é uma surpresa.

Eu-- Tabom se você quer assim.

Luca-- Bom mais fora o casamento como vai sua vida?

Eu-- Estou bem, não é como a vida que eu tinha antes mais é bem bacana, os Edwiarts me tratam muito bem e...

Luca-- Quem... Os Ed...wiarts.

Ele fala quase em pânico, ele se levanta do banco rapidamente e fica olhando de um lado para o outro.

Eu-- Luca calma o que aconteceu?

Luca-- Nada desculpa Rafa eu tenho que ir, não posso ficar aqui.

Eu-- Mais por que isso tudo?

Luca-- Eu não posso te falar nada agora mais eu prometo que ainda te conto tudo, eu tenho que ir realmente.

Ele sai correndo feito um louco e me deixa lá sozinha, abro o papel que ele me deu e vejo dois lindos desenhos.

Era nós dois nos abraçando, o outro estavamos de costas, ele sempre desenhou muito bem, estava perfeito.


Estou muito confusa, por que o Luca saiu assim? O que ouvi de tão sério?

Pego um taxi e peço para ele me deixar em casa, desço perto do vilarejo, entro e vou direto para a mansão vou para o meu quarto mas antes de entrar dou de cara com....

Continua...

E ai por que o Luca saiu daquele jeito?

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