Oxalá!

Tememos ser superados um dia…
E oxalá fôssemos realmente superados! 
Pois é esta esperança o que resta ainda
Para o consolo deste mundo falho…
 
Oxalá que de algo que criássemos viesse
O expurgo do mal que nós retemos,
Limpando-nos dessa fúria que só cresce
Para restar algo de mais puro e perfeito…
 
Por isso, não temo! Anseio! Se vier da Luz!
Dessa frieza racional que não cobiça,
Que a paixão tampouco cega ou seduz…
 
Ah! Oxalá pudera esta Máquina ter vida!
Sem a carne fraca, nem a dor que lhe faz jus.
Haveria uma última esperança (oxalá!) ainda!

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