Malebolge
É tanta gente em prantos ao redor
Que isto já não me causa empatia…
Não é mais possível saber se tanta dor
É dor mesmo ou humana hipocrisia…
Por isso, caminho indiferente os mirando:
Seus corpos trêmulos e tão encolhidos,
Cada qual crendo, no seu canto,
Que o mundo gira no entorno do umbigo…
E quanta dor e amargura em tudo!
Quem será que forjou este mundo falso
E o estendeu neste abismo escuro?
E eu sigo como quem passa ao largo,
Neste vale de lágrimas, vagidos e insultos!
Mero condenado, entre condenados!
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