Esta flor...
A tua beleza é esta flor...
esta flor orvalhada e fresca,
Toda ela juventude e espontaneidade,
Vem de ti com riso e com imaturidade,
Cheia de um ímpeto que se não
refreia…
Ah! É só tua, vária, estrangeira…
E por isso brincas, provoca-me e te
mostras
És livre, és a fertilidade da vida, és
matreira,
E tens…
tens a fome que quer e devora!
Olhos de gueixa quando me olhas,
Mistérios da tua pele trigueira,
A canção da tua voz que me roga…
A tua beleza que ante mim desabrocha,
Esplêndida e sagrada quando me beija
Profana e humana quando me toca…
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