Capítulo 1 - O Fim é só o Começo
Eram tempos sombrios em todo o universo, embora o planeta Terra não soubesse por nunca terem se comunicado com outras formas de vida, uma guerra universal estava prestes a se iniciar em busca do poder ilimitado.
Na constelação de leão havia uma estrela chamada Gamma Leonis e ao redor dela havia dois planetas, um já identificado pelos seres humanos e outro ainda não identificado, planeta esse que era Pyrus.
Pyrus era um planeta como qualquer outro nós padrões universais, ele era habitável, possuía uma gigantesca população e sua tecnologia era extremamente avançada. Os habitantes de Pyrus eram chamados Pyrianos e eram extremamente parecido com os humanos, a única diferença era que os Pyrianos conseguiam usar 100% do cérebro e isso os dava poderes mentais.
No planeta havia um único e gigantesco reino onde quase todas as criaturas racionais do planeta moravam, chamado Genesis, e em seu centro um gigantesco castelo onde morava o rei com o seu filho recém nascido, sua mulher havia os deixado após o nascimento do bebê e o Rei todas as noites chorava escondido dos seus súdito, ele a amava e não entendia o porquê ela havia o deixado.
Pyrus levava um dia como qualquer outro, as pessoas andavam alegremente pela rua indo a lojas e lugares de entretenimento, crianças corriam pelas calçadas e outros adultos trabalhavam na contrução de mais edifícios. Tudo estava normal na estação de observação planetária de Pyrus, não havia nada para se preocupar já que nada ameaçava a vida em seu planeta, pelo menos foi o que pensaram.
Era 22:44 da noite quando os alarmes da estação tocaram, havia algo grande como um planeta adentrando o seu sistema solar, o objeto tinha até mesmo gravidade própria e a estação não pensou duas vezes antes de virarem todos os seus telescópios em direção ao objeto cujo achavam ser um planeta mas o que eles viram foi outra coisa, uma grande nave esférica com o símbolo de Jenova.
O responsável imediatamente pegou seu comunicador e ligou para o castelo, ele soava frio e tremia.
— Rei... é Jenova! Ela... retornou... — Soluçou o homem desacreditado e assustado.
— Executem o plano! Nós nos preparamos a anos para este momento. Vá! — Respondeu o rei em um tom sério e autoritário, no fundo ele sabia que no máximo conseguiria atrasar Jenova pois seu exército era o maior do universo.
O rei imediatamente pegou seu filho do berço e correu com ele em seu colo até uma sala que ficava abaixo do castelo, enquanto isso a nave de Jenova abre uma pequena escotilha e dela milhares de naves começam a sair indo em direção ao planeta Pyrus.
Em reação ao ataque, os canhões espaciais foram apontados em direção as naves e começaram a disparar consecutivamente, todas as naves de combate disponíveis em Pyrus levantaram vôo e foram para o espaço onde iniciaram um grande combate contra as naves de Jenova.
Em um telão, alguém estava assistindo a batalha que ocorria entre as naves pequenas no espaço, era Jenova em seu trono, ela encarava o monitor enquanto sorria desprezando a tática de batalha que estava sendo executada pelos Pyranos.
— Ele não tem vergonha na cara de sacrificar seu próprio povo pra poder sobreviver. — Sorriu Jenova satisfeita.
Ao lado de Jenova, havia um homem de cabelo curto e branco. Sua pele era clara, seus olhos azuis cristalinos e ele tinha algumas cicatrizes no rosto.
— Eu irei buscá-las, mestra. — Falou o homem com um leve sorriso.
— Vá, Spectros. — Sorriu.
Jenova concordou movendo a cabeça e em seguida o homem desapareceu da nave em um teletransporte e reapareceu nas ruas de Pyrus vestindo uma capa preta.
Estava tudo um caos devido ao ataque de Jenova, pessoas corriam para todos os lados em direção aos abrigos enquanto pisoteavam umas as outras sem pena e Spectros começou a caminhar de forma calma em meio aquela multidão em direção ao castelo que estava localizado no centro da cidade.
A batalha no espaço ficava cada vez mais intensa, um grupo de soldados consegue destruir as naves em sua frente enquanto voam em alta velocidade em direção a nave de Jenova e até mesmo conseguem se aproximar. Os soldados disparam contra a mega nave de Jenova mas notam que seus tiros apenas acertaram um campo de força que a nave possuía.
Um dos canhões da estação espacial se viraram contra a nave de Jenova e dispararam uma grande rajada de energia que foi atravessando todas as naves pequenas em seu caminho até colidir com o escudo da nave de Jenova que por um momento riu.
— hahaha isso e inútil! Meu... O que?! — Jenova que estava confiante, agora usava com um tom e expressão de surpresa enquanto observou o escudo da sua nave ser desativado.
— Mestra! Todos os projetores do escudo apresentam uma sobrecarga temporária, 25 minutos até a reativação do escudo! — Afirmou o Alien a frente de Jenova que estava sentado junto a milhares de outros em frente a monitores de computador.
O grupo que voava na nave mais uma vez tenta fazer o ataque aproveitando a brecha que o disparo havia criado quando destruiu as naves em seu caminho.
O grupo de naves pyrianas voam contra a nave de Jenova e dispara criando grandes explosões na superfície da nave e no centro interior dela Jenova gritava furiosamente.
Já na sala localizada abaixo do castelo, o rei colocava seu filho em uma das três cápsulas que ali haviam e em seguida foi até um pilar com uma caixa.
O rei a abriu e observou que haviam 12 pedras que tinham a forma de cristais, elas brilhavam intensamente e o rei pegou todas elas e as colocou na segunda cápsula, e então, se direcionou em direção a terceira cápsula quando derrepente ele notou a presença de alguém naquela sala.
O rei se virou para trás e lá estava o homem de cabelo curto e branco que removeu a capa que usava enquanto encarou o rei com um leve sorriso.
— Spectros... — Encarou o rei mantendo-se próximo a cápsula.
Spectros direcionou o olhar para o bebê dentro de uma das cápsulas e o por alguns segundos, o bebê também olhou para Spectros.
— Não tente fugir. Você sabe o que Jenova quer, e ela não vai descansar até que consiga! — Afirmou Spectros em um tom de voz tranquilo enquanto seus olhos voltam a fitar o rei.
— Ela jamais terá as Gemas do Universo! — Gritou o rei pegando sua espada.
O rei e Spectros iniciaram um árduo combate onde Spectros acabou sendo derrotado apenas porque uma grande rocha caiu sobre seu corpo, devido o castelo estar desmoronando.
A gravidade da nave de Jenova estava afetando o castelo negativamente e o rei olhou para Sephiroth pela última vez, vendo ele soterrado.
O rei adentrou a última cápsula e ambas as três entram em contagem regressiva para lançamento, seu destino era o planeta Gaia, também conhecido como Terra.
Spectros se transformou em uma gosma, que fluiu saindo da gosma e se materializou novamente. Ele se comunicou com Jenova, a colocando a par da situação e sem pensar duas vezes, ela ordenou um ataque massivo a Pyrus.
A nave de Jenova que parecia um planeta se abre ao meio mostrando um grande canhão em seu interior e em seguida o mesmo disparava um fino feixe de energia que adentra a crosta de Pyrus até chegar ao seu núcleo.
Spectros alguns segundos antes, roubou uma nave de soldados pyrianos e escapou do planeta.
Terremotos se iniciam no planeta enquanto magma era expelido do interior em grandes pilares, o solo do planeta começou a esquentar até que então o planeta inteiro explodiu e a força da explosão foi o suficiente para destruir todas as naves no espaço.
Jenova havia conseguido reestabelecer seu escudo a tempo e por isso a sua nave saiu ilesa da explosão.
Jenova estava prestes a mandar uma busca pelas Gemas do Universo ao redor dos destroços quando derrepente seu radar detectou três cápsulas saindo do sistema solar, sua rota era a terra e Jenova iria persegui-los, quando derrepente um único feixe de energia saiu dos destroços do planeta e acertou sua nave. Eram os quatro magos anciões que haviam sobrevivido dentro de uma cápsula.
Os magos estavam conectados diretamente as gemas e não precisavam ter elas em mãos para acessar seus poderes. Eles usaram seus poderes para explodir a nave e banir Jenova através do tempo em um planeta ao qual achavam que jamais iria possuir vida, sacrificando suas vidas no processo.
As três cápsulas do rei agora estava adentrando o sistema solar e passava por diversos planetas antes de chegar a terra e quando finalmente chegam, algo da errado.
Uma das cápsulas se distância da outra enquanto começa a dar defeito tendo todos os seus sistemas queimados. Era a nave do bebê do rei, que não explodiu mas caiu perto de uma estrada próxima a cidade de Midgar.
Um casal que estava voltando de sua lua de mel, parou a limousine após ver algo se impactar contra o solo perto da estrada, e imediatamente sairam do automóvel e foram checar. Eles observaram que havia um bebê dentro da cápsula e não pensam duas vezes em abrir e retirá-lo de la.
— O que um bebê faz dentro disso? — Indagou o homem para sua esposa.
— Eu não sei, mas eu não vou deixá-lo aqui. Nós vamos cuidar dele como se fosse nosso filho. Nós vamos levar este bebê as autoridades locais, e se ninguém for buscá-lo, nós iremos adotar ele! — Afirmou a mulher segurando o bebê no colo enquanto uma lágrima escorreu pelo seu rosto.
O casal andou junto até a limousine colocando o bebê enrolado em uma blusa e logo ouvem um forte som vindo do céu.
O casal saiu da limousine e observaram no céu duas bolas de fogo caindo em alta velocidade em direção a um lugar distante. Assustados, o casal voltou novamente para a limousine e o motorista pisou fundo, indo em direção a grande cidade.
Na atmosfera, as duas cápsulas restantes continuam seu trajeto até o local escolhido, mas a segunda cápsula acaba explodindo no céu e era justamente onde as gemas estavam.
As gemas em chamas começam a cair em alta velocidade parecendo estrelas cadentes, atingindo locais diferentes. Elas começaram a perder seu brilho gradativamente, se tornando apenas pedaços de pedra.
As pedras adentraram o solo nas diferentes regiões em que cairam e dentro dele, uma estrutura foi gerada. Cada estrutura subterrânea era moldada especialmente para representar cada uma das pedras.
A última nave que restou, pousou em segurança em uma estação subterrânea que Pyrus possuía na terra, que ficava milhares de metros abaixo do solo da floresta de Midgar, e era altamente tecnológica.
O homem deixou sua cápsula e imediatamente saiu de lá para ir em busca de seu filho, mas ao chegar encontrou apenas a cápsula vazia, caindo de joelhos no chão logo em seguida.
— Não... — Falou o homem desacreditado, deixando escorrer uma lágrima do canto de seu rosto.
O homem achava que algo de ruim poderia ter ocorrido com o seu filho, e que poderia até mesmo estar morto. Ele não sabia o que a raça humana podia ser capaz de fazer, apesar de serem parecidos com os pyranos em relação a aparência.
O homem voltou para a estação subterrânea de Pyrus, mas a dor de sua perda era indescritível. Tudo o que ele poderia fazer agora, era focar encontrar as gemas, ou não seria só o seu filho que iria perder.
O homem ativa o radar presente no monitor, mas não encontra nenhuma sinal delas o que indicava que as gemas haviam entrado em um estado de hibernação. Ele não poderia fazer nada além de esperar elas acordarem para poder ir atrás delas e por isso, ele construiu um robô para auxiliá-lo quando isso ocorresse.
O homem deixou o robô no controle da estação de comando e imediatamente se direcionou a uma sala onde havia cápsulas criogênicas, onde adentrou e se congelou para preservar seu corpo, aguardando o retorno das Stones.
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