1.3
E vamos de mais uma att!
Como não tardava muito para o sol se aproximar do oceano, eles tiveram que acelerar as coisas, tentando chegar ao topo do vulcão antes das seis e meia da tarde – hora em que o sol beijava o mar.
Subiram caminhando por uns quinze minutos, e quando chegaram a outra área plana do vulcão, viram uma pista de pouso de helicóptero, onde já se encontrava os quatro, parados.
O guia levou Harry e Louis para o primeiro deles, um helicóptero lindo e branco, não os de passeio, mas sim os que usam para fazer gravações aéreas e fotografias.
O piloto já estava posicionado, assim como o copiloto. Harry e Louis não haviam trocado nenhuma palavra desde quando se ofereceram para sobrevoar o vulcão, e agora não estava sendo diferente, até que o maior decidiu falar.
- Quer ir de que lado? – Louis, ocupado demais mexendo nos dedinhos, nervoso, encarou o maior com os olhos azuis arregalados, causando risinhos da parte de Harry.
- Tanto faz. – com um bico, Louis olhou para cima, já podia quase ver o topo do vulcão, e em instinto, seu estômago embrulhou.
- Prontos, rapazes? – o piloto disse, virando o corpo para a janelinha, olhando para os dois.
- Pronto? – Louis perguntou para Harry, o nervosismo sendo tomado pela adrenalina, o sorriso maroto já se apossando de seu rosto. Harry encarou os lábios de Louis se abrirem em um sorriso de dentes, e em seguida, se sentiu no ar, mesmo nem tendo entrado no helicóptero ainda.
- Só se você estiver. – Louis apenas o encarou, fixa e significativamente, e entrou no helicóptero enorme.
Harry entrou e afivelou o cinto, assim como Louis, ambos exalavam adrenalina e excitação. Como já estavam alto – haviam caminhado até a metade do vulcão – o ar abafado batia contra seus rostos, soltando o cabelo de Harry e o esvoaçando para todos os lados. Louis não se conteve e riu de leve, vendo Harry sofrer para domar os fios.
O guia checou os cintos várias vezes, e após entregar os fones, para proteger os ouvidos do vento absurdo e para ajuda-los a conversar enquanto estiverem lá em cima, uma vez que o microfone preso ao fone tinha retorno em todos os outros, fechou a porta e a trancou, acenando para os dois, dentro da cabine e prontos para subir.
Após a autorização, o helicóptero começou a ganhar altitude. A perna de Harry, ridiculamente grande, estava pressionando a de Louis para o outro lado, fazendo com que ficassem apertados na pequena cabine.
Conforme iam se afastando do chão, os corações iam acelerando gradativamente. Louis não parava de sorrir, igual a um idiota, e Harry, o encarando, estava fazendo o mesmo. O menor, o encarando de volta, suspirou.
- Por que se ofereceu para vir comigo? – O helicóptero começou a virar, com altitude o suficiente, iria subir para o topo do vulcão, ficando vertical. Harry colocou a mão sobre a coxa de Louis, a apertando suavemente.
- Fazer o que der na telha, lembra? – Louis sorriu, os olhos de Harry brilhavam. Não sabia se o frio na barriga era do voo em si ou se era devido ao fato que Louis pegara sua mão, apertando-a em sua coxa.
O Koko Crater, sendo o décimo maior vulcão inativo no mundo, era – obviamente – estrondosamente grande, mas com o helicóptero, o que era centenas de quilômetros, se tornaram alguns metros, quando se deram conta, estavam no topo.
Louis estava maravilhado, seu coração batia tão forte que estava até zonzo; podia ouvir os suspiros de Harry pelo retorno do fone, sabia que ele estava sentindo o mesmo.
A parede rochosa do vulcão afundava em uma cratera, enorme e densa, podia ver cactos ali no meio, era coberto por plantas exóticas e afrodisíacas, e ao redor – apenas água cristalina. Ali de cima, via golfinhos nadando em direção à enseada. Pássaros voavam juntos e pousavam nas plantas da cratera, mal podia se conter, era um verdadeiro paraíso.
Harry estava chorando – legitimamente chorando de emoção, não um choro doído e forte, apenas suaves e felizes lágrimas descendo de seus olhos. Tudo que havia passado e estava passando, tudo fora esquecido. O que mais queria era voltar a ser o antigo Harry, aquele que fazia todos rirem com suas palhaçadas e piadas sem graça, esse Harry. Nunca, em toda sua vida, iria pensar que estaria em um helicóptero, vendo um vulcão inativo coberto de vida selvagem, jurava ter visto uma zebra ali no meio. E de fato não iria, prometera a si mesmo que a viajem de helicóptero seria para os parentes, familiares interessados, mas ao ver Louis se oferecendo para ir, não pensou, apenas fez. E fez o certo, sentia isso. E ali em cima, no topo do mundo, apertando sua mão, não podia negar que tudo parecia certo novamente.
Rodando, puderam ver todos os familiares na metade do estrondoso vulcão, apenas algumas formiguinhas – e em seguida, Louis pôs-se a rir. Não é que o irlandês estava certo, isso é um formigueiro grande da porra.
Harry o encarou, os cabelos esvoaçando em seu rosto, e como se soubesse, Louis o encarou de volta, o sorriso idiota ainda pintado em seus rostos, se ao menos o coração deles sossegasse.
- Só consigo olhar pra você e pensar em uma coisa. – falando alto, para que Louis possa ouvir claramente pelo retorno do fone, Harry sorriu mais abertamente, as covinhas quase perfurando suas bochechas.
- Que coisa? – Louis, com a voz dois tons mais baixo, a garganta fechada, entortou a cabeça para o lado, carinhosamente.
- Jake Bass. – e em seguida, explodiram em risadas. Harry sentiu seu coração ser preenchido em felicidade enquanto Louis gargalhava encostado em seu ombro, as mãozinhas cobrindo-lhe a boca.
- Estamos sobrevoando um vulcão, e tudo que consegue pensar é em pornô gay? – Harry assentiu, o sorriso idiota dificultando sua fala.
- O Louis que me mostrou os pornôs do Jake Bass. – Harry, com a mão livre, já que uma estava na coxa do menor, colocou os longos dedos nas bochechas de Louis, acariciando ali. – Este Louis, está na minha frente agora. – com os olhos arregalados, o coração falhando batidas, Louis sorriu mais abertamente, virando o rosto de modo que encostasse sua boca na palma de mão de Harry, selando ali. – Como eu sentia falta desse Louis.
Soltando a bochecha do menor, Harry curvou-se para o lado de Louis, olhando pela sua janela, apontando os peixes no mar, os animais na cratera e as formiguinhas que na verdade eram pessoas, tentando adivinhar quem era cada uma delas. O piloto, por meio do retorno do fone, avisou que iriam pousar.
- Só mais alguns minutos, por favor. – Harry implorou, parando de conversar com Louis sobre a formiguinha que não parava de se mexer no chão, na qual concordaram que era Anna. O piloto fez um sinal de positivo com os dedos e virou o helicóptero, dando mais uma volta.
O pôr-do-sol estava próximo, e com Louis chamando a atenção de Harry, viram juntos o sol beijar o oceano, mudando-o de água cristalina para água alaranjada, onde os golfinhos se tornaram mais visíveis, o céu se tornou mais escuro, com tons de laranja, vermelho, rosa e roxo e a enseada se tornou um paraíso tropical.
Deitando a cabeça no ombro de Harry, Louis sentiu como se o universo estivesse finalmente sendo justo com eles, e só talvez, tenha dado-lhes uma nova chance.
+++
Ao entrar na área dos restaurantes, palmas explodiram. As pessoas sorriam e parabenizavam todos que haviam voado – todos menos Harry e Louis, que não haviam chego ainda.
Após pousarem, foram conversando na caminhada de volta para a metade do vulcão, ambos e o guia, que ia mexendo no celular e preenchendo coisas na prancheta.
- Faz tempo que não vejo se ele postou novos. Época de Natal ele sempre coloca algum, em breve deve estrear. – Louis dizia enquanto andava ao lado de Harry, que mexia no cabelo, tentando arrumá-lo depois do vento estragar.
- Ele postou um sim, semana retrasada acho... – Harry o encarou confuso, e em seguida, seu rosto clareou. – Postou sim, foi o "Dia de Ação de Graças com Bass", ou algo do tipo.
- Sério? – estalando a língua no céu da boca, Louis revirou os olhos. – Ah, cara, perdi. Me conta, como era?
- Tinha a mesa de Ação de Graças e ele era o peru, e todos na mesa comiam ele e... – o guia olhou para trás, os olhos arregalados. Harry parou de falar e o encarou, assim como Louis, e em seguida, os três caíram na gargalhada. – Desculpa, estávamos falando meio alto.
- É Jake Bass, não se fala baixo quando o assunto é Jake Bass. – Louis revirou os olhos, sorrindo mesmo assim. O guia assentiu confuso e talvez até assustado e continuou andando, distanciando-se mais deles.
- Louis, posso te fazer uma pergunta? – Louis não era vidente, mas apenas a mudança no tom de voz de Harry já denunciava que o assunto era Fred. Assentindo, o menor encarou o chão. – Está mais feliz?
Louis franziu a testa. Achou que Harry iria perguntar coisas como "Terminaram?", "Brigaram por quê?" e "Foi por minha culpa?", mas na verdade, parecia não ligar para o acontecimento.
- Como assim mais feliz? – Louis o encarou, os olhos verdes do maior estavam ainda mais lindos neste final de tarde meio azulado meio alaranjado.
- Estava feliz com Fred, estou perguntando se agora, está mais feliz. – Harry suspirou, os ombros de Louis batendo nos seus – quer dizer, quase nos seus, uma vez que era maior.
- Ele te contou que ia terminar comigo, não foi? – após um tempo em silêncio, Louis perguntou, a voz rouca mas calma, serena. Harry assentiu, franco.
- Ele me chamou e... – limpando a garganta, Harry olhou para o horizonte, as ondas quebrando na enseada, o barulho calmo do mar e da brisa. – Disse que o clima estava pesado, que sentia que você estava sobrecarregado, no limite... Disse que... – Harry parou, ficando de frente para Louis, os rostos alinhados e os olhos conectados. – Disse que não estava o mesmo.
Louis apenas manteu o contato visual, o coração acelerado e apertado. Harry, entortando a cabeça para a direita, fazendo fios de cabelo caírem sobre seus olhos, piscou os longos cílios para o menor e o fez suspirar.
- Quero voltar a ser o antigo Louis, Harry. – a voz rouca e profunda do menor causou arrepios em Harry. – Hoje, lá em cima, foi só o começo. Fred me deu um tempo para pensar, mas na verdade, o que preciso fazer é me reencontrar. Agradeço muito a ele por isso, e daqui em diante, sou o antigo Louis, aquele que faz as pessoas lembrarem de pornôs gays, este Louis é quem quero ser. – Harry sorriu, junto com o menor. E de súbito, o abraçou.
Os enormes braços de Harry se enrolando na cintura de Louis, enquanto os bracinhos deste se entrelaçavam em seu pescoço, afagando seu cabelo longo e cacheado, um emaranhado de fios. Ficaram assim por segundos, até minutos. E então Harry se pronunciou.
- Isso é culpa minha. – apenas desencostando a cabeça do vão do pescoço de Harry, Louis o encarou. – Não deveria ter batido de frente com o pai de Raquelle. Teria evita...
- Aposto que Raquelle que disse que a culpa foi sua. – sorrindo provocador, Louis riu ironicamente. Harry apenas assentiu, sorrindo ao ver a reação do menor. – Harry, já não acha que está bom de ser obrigado a fazer as coisas? – sorrindo, Harry o abraçou mais forte ainda.
- Acho, acho sim. – ainda afagando o cabelo do maior, Louis se manteve na ponta dos pés, para que Harry não precisasse se abaixar. – Andei conversando com vovó...
- Amo aquela mulher. – murmurando, Louis riu.
- E entrei em um acordo com Raquelle. – Louis o encarou novamente, ainda entrelaçados pelos braços uns dos outros. – Ela disse que estou confuso comigo mesmo e que... – Harry fechou os olhos. – Louis, ela acha que não vai dar certo.
O coração de Louis parou, junto com o de Harry. E subitamente, sentiu-o pesar em si, como se estivesse prestes a cair. Apertando as mãos ao redor do pescoço do maior, afagou seus cabelos.
- O casamento?
- Sim. Acho que Pearl encheu a cabeça dela de paranoias e tal. Apenas uma noite dormindo com ele e ela já vem me atacando com coisas desse tipo, só pode ser ladainha dele.
- Mas ela sempre foi tão compreensiva, eu... não estou compreendendo. – ainda de olhos fechados, Harry respirava rápido.
- Ela sempre deixou claro que contava as coisas para a mãe dela e tal...
- Coisas tipo... o guarda-chuva, a marcha...
- Sim. – franzindo a testa, Harry apertou os olhos. – Acontece que acho que a mãe dela andou falando essas coisas para Pearl, e agora, ele acha que sou o cara errado para ela.
Louis estava confuso, atordoado. Sabia que Harry estava deixando de lado muitas coisas para abrir-se com ele deste jeito, assim como fizeram sobre Fred, e iria apoiá-lo em tudo. Independentemente se ele saiu andando da Sala de Recreação, depois de fuder com o relacionamento dele.
- E o que resolveram? – abrindo os olhos, Harry suspirou.
- Raquelle me deu até o dia do casamento para me ajeitar. Disse pra procurar saber se realmente quero isso, e acho que ela está fazendo o mesmo. Pearl andou apresentando uns caras para ela...
- Na sua viajem de casamento? Com ela? – Louis exaltou-se, rindo de descrença. Harry assentiu, ainda abraçando o menor.
- Acho melhor assim, sinceramente. Anne anda conversando bastante comigo a respeito e quem sabe Raquelle esteja certa? – Louis balançava negativamente a cabeça, incrédulo. – De qualquer forma, sabia que ela não suportava as minhas... loucuras.
- Acho que ela realmente curtiu a do guarda-chuva. Só uma opinião. – com uma cara de afetado, Louis fez graça, fazendo com que Harry risse.
- Quem não curtiu a do guarda-chuva?! – olhando para os lados, Harry encarou Louis confuso. – Cadê o guia?
E quando perceberam que o guia havia os deixado para trás, partiram a correr, lado a lado, o mais rápido que puderam. Louis, sem camisa, e Harry, com o cabelo bagunçado, rumo aos restaurantes.
+++
Quase meia hora depois de todos, Harry e Louis chegaram. Raquelle já estava quase arrancando a cabeça do guia por tê-los deixado para trás. Anna perguntava para todos sobre Louis, e quando o viu, saiu correndo para alcança-lo, ainda na trilha.
As pessoas começaram a comentar e a rir, Harry e Louis pingavam suor. Já de noite, todos estavam esperando-os para retornar ao hotel para descansar.
- Nunca mais o senhor faça isso. – Niall apontava o dedo para Louis, que ofegava enquanto afagava Anna em seu colo, que nem reclamou de ser molhada por suor.
- Foi mal, me distraí.
E realmente se distraiu. Olhando para o fundo do restaurante, viu Fred, sentado em uma mesa. Conversando com um cara, sem camisa e com uma prancha ao lado, loiro e bronzeado. Louis não sentiu ciúmes, mas algo dentro de si o incomodou.
- Cara, han, para de olhar, cara. – olhando para Niall, Louis sorriu aliviado, retomando o fôlego.
Raquelle, ao ver Harry chegando, parou subitamente de reclamar com o guia e apenas sentou-se ao lado de seu pai e de sua mãe. Harry passou reto, indo para a mesa onde Anne, Gemma e o namorado estavam.
- Desculpa a demora, mãe. – sorrindo, Anne deu de ombros.
- A música estava ótima, e a comida então. – sorrindo de volta, Harry beijou-a na testa.
O guia, indo a frente e chamando a atenção de todos, sorriu, mesmo após o esporro que levou de Raquelle.
- Não iremos retornar ao hotel, agora. – as pessoas reclamaram, uma vez que passaram o dia fora e estavam com sono e agoniadas de tanto calor. – Calma, senhoras e senhores. Iremos para o hotel aqui ao lado para que possam se arrumar, e em seguida, partiremos para um luau. – todos gritaram e comemoraram, como se fossem uma enorme e unida caravana de férias. – O que? Realmente acharam que viriam para o Hawaii e não iriam para um luau?
+++
No ônibus, Louis retornou com Niall e Anna novamente, Fred, sozinho, dormiu. O que não era nada demais, uma vez que quase todos dormiram no percurso – percurso este de 15 minutos para menos.
O hotel que iriam ficar era bem perto do Koko Crater, cerca de 9km, ou seja, nem deu tempo de tirar um cochilo bom. Ao desembarcarem do ônibus, Louis já carregava Anna no colo, uma vez que ela dormia – uma criança de catorze anos no colo era O exercício.
Chamado The Kahala Hotel & Resort, sendo na beira da praia, havia cadeiras e guarda-sóis na baía toda, onde se estendia até a entrada, um prédio com vidraças enormes e brilhantes, era o paraíso no paraíso.
Os quartos foram aleatórios, uma vez que só se arrumariam ali. E como não avisaram que deveriam trazer roupas, o próprio hotel forneceu-lhes os trajes.
Louis ficou com Niall e uma Anna dorminhoca no quarto, e mal sabendo onde e com quem Fred estava, apenas se concentrou em colocar Anna para dormir confortavelmente.
Tinham quarenta minutos para se arrumar, já que eram quase oito e meia da noite, e com Anna capotada, tinham que dar um jeito de acordá-la e arrumá-la.
Enquanto Niall tomava banho com a porta do banheiro aberta, para conversar com Louis, este ia arrumando as roupas de cada um – afinal, não podia esquecer as roupas sujas no hotel que iriam ficar apenas para o luau.
- Conversou com Harry, não foi? – pelo tom de Niall, Louis sabia que ele sorria pervertido. Explicando a situação para o rapaz, Louis falou o suficiente para que Niall saísse do banho.
Louis mal via a hora de tomar um banho gelado e gostoso, e quando o pôde fazer, ficou satisfeito.
- Cara, vou acordar Anna. – gritando um sim para Niall, Louis pôde ouvir o resmungo manhoso de uma sonolenta Anna sendo acordada.
+++
Louis sempre pensou que luau fosse mulheres de saias de palha e sutiãs de coco e homens com pinturas afrodisíacas e varetas como arma dançando ao som de musicas exóticas.
E ele estava completamente certo.
Mesas posicionadas ao redor de uma enorme piscina, onde um palco invisível fora montado e o show de dança havia começado. Todos estavam conversando, comendo petiscos feitos na brasa em tempo real, e aproveitando a dança. Até que chamaram algumas pessoas para dançar junto com os profissionais.
Vovó Styles foi a primeira a levantar a mão, se voluntariando. Niall foi empurrado por Louis e teve de ir também. Por último, Raquelle se voluntariou sorrindo.
Foram guiados pelo locutor e sumiram por um instante, apenas para aparecerem no palco com saias de palha e sutiãs de coco – Niall também usava um sutiã de coco.
- O desafio é: quem rebolar mais, ganha. O público que irá decidir. – como não havia apenas os familiares de Harry e Raquelle no hotel aquela noite, as duzentas pessoas presentes iram julgar. O locutor sorriu e colocou uma música estilo Oahu e os participantes começaram a dançar e rebolar.
Louis tinha que admitir, Raquelle estava bonita – ela era bonita. Sua cintura se remexia junto com a batida, a saia balançava conforme sua bunda levantava e abaixava, rebolando.
Niall – fazia o que Niall sempre faz, gracinha. Todos riam com seus chiliques por causa do sutiã de coco, que pinicava seus mamilos sensíveis.
Vovó Styles, surpreendia a todos com seu corpo. Ela pode não usar seu dinheiro para cirurgia de visão mas que retirou umas peles para não ficar com pelancas, ela retirou. Sua barriga era tão lisa quanto a de Raquelle, e sem nenhuma pele sobrando, rebolava até melhor que a noiva-a-ser.
O público aplaudia, ia ao delírio, e quando a música parou, todos levantaram e gritaram. Louis quase jogava Anna para cima – uma vez que esta gritava o nome de Niall.
- Muito bem, muito bem. Temos um trio e tanto aqui esta noite. – o locutor subiu ao palco invisível, e sorriu. – Vamos votar. Aplaudam quando for o seu favorito, tudo bem?
Apontando para Niall, o público gritou e aplaudiu bastante, Louis quase se jogou na piscina. Quando foi a vez de vovó, Harry ajoelhou no chão e "rendeu-se" à ela, como se fosse a rainha, causando mais gritos e risadas, ele sorria abertamente, feliz. O ambiente estava muito festivo, como sempre deveria ser. Quando o locutor apontou para Raquelle, todos aplaudiram novamente, gritando e bagunçando nas mesas, chamando a atenção.
- Acho que estamos empatados aqui. – indo em direção à Niall, o locutor bateu de leve em suas costas. – Não foi dessa vez rapaz, mas gostei da sua dancinha. – sorrindo, Niall saiu aplaudido de pé, e com Louis gritando "marmelada", causando mais risadas. – Moças, vamos dançar de novo, e no final, quem for mais aplaudida, ganha!
Começando outra música, vovó Styles e Raquelle continuaram a dançar, desta vez, com aqueles panos de dança do ventre, na intenção de sensualizar.
Vovó estava arrasando, causando muitos gritos e histerias, e quando Raquelle foi usar seu pano, ele enganchou no zíper da saia de palha, arrancando-a.
O recinto ficou quieto, a música parou – já que era ao vivo – e todos olhavam incrédulos. Raquelle, apenas com o sutiã de coco e uma calcinha, mostrava para todos o porque dava certo com Harry.
Louis virou para Niall, um sorriso maroto no rosto.
- E não é que o viado gosta mesmo de pau. – tapando o rosto de Anna, Louis não parava de encarar o pênis sobressalente na calcinha de Raquelle.
E Harry, do outro lado da piscina, apenas fixava o olhar em Pearl, que ao ver o pênis da filha, quase desmaiou.
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