0.8
OIOI
Queria fazer um adendo antes do cap (que deve ser um dos mais polêmicos e comentados da fic rs): como eu havia dito no primeiro capítulo antes de começar a repostar porn, essa é uma história antiga e imatura, sim, o Harry foi incoerente no cap passado e ao decorrer da história isso vai acontecer com outros personagens e afins. É uma leitura antiga e ultrapassada, mas era só um adendo mesmo, para os que seguem a jornada, obrigada por entenderem!
Esse cap vai gerar repercussão, tanto quanto gerou na época, e eu já entrei em paz com isso ikjsdcdfo nsfw e porn são histórias de outra época e contexto e mesmo não me sentindo mais confortável com o que está aqui, peço que tenham isso em mente. Repostei pela alta demanda de pedidos então tentem ser um pouco gentis comigo, eu era só uma pré-adolescente inconsequente quando escrevi isso iuwjksdnx
Dito isso, obrigada pela oportunidade e amo ocês
boa leitura e boas risadas!
Só após ultrapassar o terceiro farol vermelho, quase atropelar uma senhora e infringir no mínimo cinco leis de trânsito foi que Louis percebeu que ele já estava chegando na rua do hospital.
Seu coração refletia o tremor de suas mãos no volante, suas pernas bambas refletiam seu medo ao pensar no que pode ter acontecido mas o que causou o maior impacto em si foi o ímpeto de pensar que algo de ruim havia acontecido à...
Ele havia chego ao hospital. Mal estacionou e já saiu andando apressadamente – nem tanto, devido às pernas curtas – para os corredores do hospital, até avistar Gemma. A mulher estava com uma afeição de preocupação enquanto gesticulava com alguém que estava fora do campo de visão de Louis.
Ele apressou o passo. Ao se aproximar o suficiente para ouvir a conversa, percebeu que Gemma conversava com um médico.
- ... Quanto tempo até podermos entrar na sala? - o médico olhou no fundo dos olhos de Gemma e suspirou, do tipo, sinto lhe dizer...
- A situação está bem crítica. Podem esperar até amanhã cedo, no mínimo.
Louis não ouviu mais que isso. As mãos suavam enquanto ele as apertava andando pelos corredores vazios, um hospital não estaria lotado em pleno inverno e em uma quarta feira onde Orange Is The New Black estaria passando na televisão. Ele passou pela ala de pediatria e trombou com alguém enquanto ia apressado em uma virada.
- Desculpe. - sem ao menos ver quem era, seguiu rapidamente até a próxima sala de espera, onde avistou Zayn, fazia tempo que não o via, desde quando trabalhou em sua loja há dez anos atrás, para ajudar Harry com a dívida.
Harry.
Louis tremeu. Se obrigou a se acalmar enquanto andava até Zayn, a expressão de tensão pairava sobre os olhos castanhos claros. Antes de chegar até o moreno, Louis foi avistado, mas não por Zayn, uma outra figura o puxou pela mão e o cumprimentou.
- Louis! - nem ao menos olhando para Liam, Louis olhou brevemente para Zayn, como se explicasse sua próxima atitude e saiu andando pelo hospital novamente.
Não sabia para onde estava indo, mas estava seguindo algo espiritual dentro de si que dizia que ele devia virar na ala dos idosos e ir sentido sala de cirurgia. Os sons se abafaram e tudo que ecoava em sua mente eram as batidas descompassadas de seu coração, tudo que sentia eram os dedos molhados e apertados uns contra os outros em nervosismo, só se movia devido ao medo, as pernas tremiam mais que vara verde. A mente não raciocinava enquanto ele trombava em tudo que estava em seu caminho, tudo estava voltado para um único pensamento.
Harry.
Louis não sabia se ele estava bem, ou se estava morto. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava inconsciente. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava paraplégico. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava surdo. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava mudo. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava cego. Louis não sabia se ele estava bem, ou estava sem memória.
Mas de uma coisa sabia. Ele iria até o inferno para fazer com ele ficasse bem novamente. E cumpriria sua promessa. Se ele estivesse morto, morreria também, se ele estivesse inconscientemente, ele apertaria sua mão até que acordasse, se ele estivesse paraplégico, carregaria ele para todos os lugares que quisesse, se ele estivesse surdo, cantaria sua música favorita mesmo que não possa ouvir, se ele estivesse mudo, Louis faria ele sorrir mesmo assim, se ele estivesse cego, Louis diria todo dia o quão lindo ele é, se ele estivesse sem memória, Louis recriaria todas os momentos que passaram juntos. Se algo tivesse acontecido com Harry, ele faria de tudo para reverter a situação.
Quando se deu conta, estava encostado na parede mais próxima, o coração o atordoando brutalmente ao saltar do peito, a visão turva de nervosismo. Ele se obrigou a andar mais, virando alguns corredores e trombando com pessoas, até esbarrar em Anne. Se Louis estava mal, Anne estava péssima.
- Lou-uis? - sussurrando, ela logo abraçou o rapaz. Devo mesmo estar com cara de doido, Louis pensou ao afagar a mulher em seu peito. Mesmo que devesse ser ao contrário. Ele queria perguntar o que estava acontecendo, onde estava Harry, se algo lhe aconteceu, o que estava sentindo, mas a expressão de atordoada de Anne o obrigou a se calar. Ela já tinha problemas demais, não precisava dos seus.
Sem dizer nada, beijou o topo da cabeça de Anne e saiu andando, novamente. Louis não sabia explicar, mas algo o comandava, algo além do coração e da mente, já que ambos estavam fora do ar. Até que algo lhe atingiu.
Onde está Raquelle?
E como se estivesse esperando sua deixa, lá estava a loira estonteante, parada em frente à uma máquina de refrigerante, o olhar fixo nas opções, como se fosse a decisão mais difícil do mundo.
- Louis! - sorridente, ela tentou esconder a cara de... Tranquilidade? Louis não soube identificar, mas ao ver seus braços estendidos, soube que ela não estava tão preocupada como o resto da família Styles. Só de pensar que ela seria e era parte da família Styles, Louis se sentiu pior ainda. Dessa vez teria que falar, empurrou o nó na garganta e balbuciou com todas as suas forças.
- Por que me ligou? Como está Harry? Onde ele está? Por que estão todos aqui? Por que está bem e ele está machucado? Por que não o encontro em nenhum lugar desse hospital? Por que não está preocupada? Por que na...
- Louis! - Raquelle apoiou as duas mãos no ombro de Louis e suspirou, ela parecia querer rir. - Acalme-se. - Louis fechou os olhos com força, nunca havia se sentido tão angustiado assim na vida.
Ao ver que Raquelle não iria lhe responder, andou por mais corredores. A mente não sossegava, ele precisava encontrar Harry.
Se isso é ter a impressão de perder alguém que ama, ele não deseja esse sentimento para ninguém no mundo. É como se estivesse prestes a entrar em uma sala para cortarem sua língua, você sabe que ela está ali e que é essencial e em segundos pode estar jogada no chão, inerte. E de repente, perder a fala. Só que perde um pedaço muito mais vital do seu corpo, seu coração, sua essência. A língua, sempre presente, as vezes passa despercebida por nós, mas quando comemos ou bebemos algo, lembramos de sua existência. Assim é com as pessoas que amamos. Precisamos que nos lembrem que elas estão ali, até não estarem mais. E Louis não queria que lembrassem mais ele de que ele ama Harry. A partir deste momento, ele lembraria a si mesmo que ama Harry.
Quando voltou a si, eatava de frente para uma sala. As paredes brancas e monótonas do hospital atordoando sua visão já prejudicada, o som quase mínimo aumentava o zumbido irritante que soava em seus ouvidos e o vazio do local só intensificava a sensação de sufocamento que Louis sentia.
E aquela mesma força que lhe mandara seguir pelos corredores mandou ele adentrar a sala à sua frente.
E assim ele fez.
O que viu foi algo... Ele ficou sem palavras. Parecia que seus pulmões iam explodir, a boca pressionada com toda força que tinha para segurar o que estava por vir na garganta, as pernas falharam e as mãos tremeram, os olhos já lacrimejando e o zumbido se intensificando.
A imagem à sua frente lhe causou a mais forte das sensações...
Ele começou a rir.
Ele gargalhou com tanta vontade que os médicos e enfermeiros presentes no quarto se assustaram com sua presença. Ele caiu para trás, encostando na porta, a mão na barriga enquanto se curvava de tanto rir.
A cena era além de hilária, chegava a ser... Ele nem tinha palavras para descrever. Tentado a pegar o celular e tirar uma foto, Louis se obrigou a se recompor, uma vez que reparou que os médicos tentavam não se juntar a ele nas risadas.
Mais controlado, ele limpou a garganta e secou as lágrimas do canto dos olhos, o sorriso alargando as bochechas. Ele, com um fiasco de voz, disse:
- Como fez isso?
Harry não pôde encará-lo, já que estava com a cabeça pressionada na maca. Estando em uma posição semelhante com a de quatro, completamente nu, ele expôs a graça de sua situação. As pernas abertas até os cantos opostos da maca, a bunda aberta pelas mãos de dois médicos e dentro de si estava...
Um guarda chuva?
Louis começou a rir de novo. Harry, já reconhecendo a risada e a voz, afundou mais a cabeça na maca, as bochechas atingindo uma cor rubra.
- Senhor, teremos que pedir para se retirar, estamos no meio de um processo médico e...
- Pelo amor de Deus, me diz, como conseguiu enfiar um guarda chuva no cu, Harry Styles!? - Louis quase berrava enquanto ria, chorava na verdade. - Enfiar tudo bem, mas deixar preso dentro de você? Isso é coisa de mestre. Sério. Sou seu fã.
O médico riu de leve enquanto empurrava gentilmente Louis para a porta, não querendo realmente que ele vá. Um outro médico se aproximou da maca e começou a analisar a situação crítica da bunda de Harry.
- Quem te chamou aqui, Louis? - Harry parecia bravo, mas o constrangimento inundou seu tom de voz.
- Sua esposa, querido. - Louis gargalhou mais. O médico o encostou na porta e abriu-a. - Sabia que ele já se penetrou com uma marcha? Esse cara é uma lenda, sério, lhe dê uma escova de dente e vê o que ele é capaz de fazer! Nunca vi profissional como ele! - o médico riu, bem mais nítido agora, até o que analisava Harry riu. - E é casado com uma mulher linda, ela deve ser muito brocha pra ficar se penetrando com coisas avulsas assim! - o médico fechou os olhos com força enquanto tentava rir baixo, inutilmente.
- Tudo bem, sr. Styles, vou mexer agora. Se doer, grite. - o médico avisou enquanto o cutucava gentilmente com o dedo.
- Se ele for gritar vai ser de prazer. - Louis ironizou enquanto o médico que ainda tentava o tirar da sala se escorava em si para rir.
- Tudo bem, pode ficar, mas não atrapalhe a operação. - Louis assentiu enquanto ia para a lateral da maca.
O médico enfiou uma espécie de espátula de metal entre a pele interna de Harry e o guarda chuva, o cacheado resmungou. Ignorando-o, o médico forçou até encontrar o começo do cabo, e tentou puxar para fora.
- Aí! - Harry gritou enquanto se remexia, mas os outros dois médicos, enfermeiros na verdade, seguravam seus glúteos bem separados.
- Ele está tendo a suruba que sempre sonhou. Vários caras comendo ele de uma vez. - Louis comentou para o médico ao seu lado, o mesmo da porta, mas acabou que todos os presentes riram, menos Harry, que o xingou.
Ainda tentando puxar o cabo do guarda chuva, o médico puxou assunto com Harry, tentado distraí-lo.
- Como fez isso, na verdade?
- Já disse, estava em casa e... Aconteceu. Não era para ter entrado tudo, mas não sei o que houve que não queria sair depois! - a primeira risada veio do próprio médico que tentava remover o artefato do cu de Harry.
- E por que um guarda chuva? Existem brinquedos sexuais pra isso. - dessa vez foi um dos médicos que segurava sua bunda quem lhe dirigiu a pergunta.
- E-eu sei lá, era o que estava mais perto. Eu tinha acabado de chegar da rua e estava chovendo, tinha usado e deixei ali por perto. Me pareceu uma boa ideia na hora. - a voz de dor de Harry fez Louis segurar o riso por um instante, mas aí quando viu o que o médico que operava em sua bunda fez, ele caiu no chão de dar risada.
Tentando retirar o cabo do guarda chuva com a espátula, o médico apertou, sem querer, o botão que abre o guarda chuva, e em seguida, o grito de Harry foi ouvido. Louis se jogou no chão, literalmente, quando viu que o guarda chuva abriu dentro do cu de Harry, que, devido ao susto, pressionou o objeto para fora com o interior do anus, e conseguiu se livrar do mesmo.
- Caralho, cara. Cuidado! - Harry exclamou bravo e alto enquanto fechava os olhos e levava a mão para a bunda, apertando a nádega como reflexo à dor. O próprio médico que havia apertado o botão começou a gargalhar, todos os presentes gargalhavam na verdade.
Harry, ainda bravo e emburrado, com os olhos lacrimejados, se cobriu com o lençol e gaguejou ao dizer:
- Agora já podem ir, por favor. - parando de rir, de leve, Louis se aproximou da maca e afagou os cabelos longos e suados do maior, que chorava baixinho devido à dor.
- Tragam remédios ou injeções, ele precisa dormir um pouco. - Louis ainda ria, não ia negar, mas já estava mais sério em relação à toda a situação. Os médicos, rindo, saíram da sala comentando sobre, e ao atingirem o limite da porta, aumentaram as risadas consideravelmente.
Harry encarou Louis, os olhos verdes vermelhos devido ao choro recente, os lábios rodados e finos em um bico infantil e as bochechas manchadas de vermelho, seria vergonha?
- Não acredito que veio só por que Raquelle lhe ligou. - a voz rouca estava baixa. Louis se ajoelhou para ficar de sua altura, inusitadamente e afagou suas bochechas.
- Ela não havia me dito o que era, só disse que havia ocorrido um acidente. Aí corri pra cá. - Harry assentiu enquanto suspirava. - Fiquei preocupado.
- Só eu mesmo, né? - começando a rir de novo, Louis assentiu.
- Espera só até eu contar para o Fred! - Harry fez uma careta.
- Fiz Raquelle prometer que não contaria para ninguém, apenas para minha mãe e...
- Liam e Zayn também estão aí fora.
- Ela mentiu, disse que havia machucado o joelho ou coisa do tipo.
- Sua mãe parecia bem preocupada.
- Como se sentiria se seu filho estivesse com um guarda chuva preso no cu?
- Orgulhoso. Tiraria até foto. - Harry sorriu enquanto negava com a cabeça.
- O pior é que eu acredito.
- Mas é sério. - a enfermeira chegou com uma injeção e aplicou ela na bunda de Harry, que xingou a mãe da coitada em alto e bom som, e após dizer que ele adormeceria em alguns minutos, saiu da sala. - Descansa, provavelmente vão te manter aqui por uns dias.
- Vai pra casa agora? - a voz rouca ficando cada vez mais inaudível, os olhos pesando. Louis sorriu.
- Fred está me esperando em casa. E além do mais, já não tem mais nada dentro do seu cu.
- Poderia ter se você quisesse. - os olhos fechados e a boca aberta enquanto respirava pesado, Harry estava quase adormecido.
- Não Harry, poderia ter se você quisesse.
Saindo da sala após dar um beijo na testa do maior, Louis começou a rir enquanto mandava uma mensagem para Fred, avisando que estava indo para casa e que Harry so havia machucado o joelho.
Tinha que se lembrar de agradecer pessoalmente a Raquelle por ter lhe chamado, foi uma experiência única na vida na qual ele nunca iria esquecer.
não digam que eu não avisei
não me ataquem por favor <3 um pouco de nonsense e vergonha alheia nunca fez mal a ninguém e não é de hoje que essa fic foi normal né? rs desde o início suas raízes se mostraram assim e não seria no segundo livro que isso mudaria
na época em que eu postei originalmente, os comentários e as opiniões sempre foram satíricas, a história sempre foi vista como algo pra esquecer do real mesmo, algo que nunca aconteceria mas que divertia em imaginar, os leitores até sugeriam coisas absurdas pro Harry fazer como parte de uma dinâmica maior e afins
mas se permitem um spoiler: o enredo melhora porque eu fui amadurecendo conforme escrevia ioewjksdd eu juro que fica mais estruturado e desenvolvido conforme os caps passam
amo ocês
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