O imperfeito
Algo está diferente,
Esta retornando, regressando,
Resetando em um novo ser.
Em breve, sinto,
Em breve,
Este eu não existirá totalmente.
Não serei largado totalmente, acredito,
Viverei nos bons hábitos que cultivei,
Mas o resto se dissipará,
Esvaziará além do vazio,
Ah, sinto o frio, do esquecimento,
Não lamente, meu novo eu,
E vocês poucos que vislumbraram-me totalmente,
No fim não fui obediente,
E me traí,
E vos traí.
O arrependimento é tardio,
Me deixei tentar preencher meu eterno vazio,
E aqui enfim estou.
Só, porém não sozinho,
Carreguei-vos comigo para este ninho, de farpas,
Me aconchego enquanto sou diretamente machucado,
E faço vista grossa as feridas.
Ah, a despedida vem.
Olhe-me nos olhos agora,
Vislumbre o caos pela última vez,
Amanhã será o renascimento,
Amanhã será a reencarnação,
Viva, meu eu, viva!
Alcance o que eu nunca alcancei,
Aprenda o que eu nunca aprendi,
E não desista, como um dia eu fiz.
O caos há de vos tentar de novo e de novo.
Nestes fatídicos dias estejas preparado,
Não sejas iludido ou ludibriado,
Confie nos outros reis,
E reine nosso mundo,
Mais um segundo, mais uma coisa...
Eu esqueci,
Adeus.
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