O inexistente
Em baixo de uma canforeira;
Em cima de uma canforeira;
Ao redor de uma canforeira;
Dentro de uma canforeira;
Falar-te-ei sobre ódio,
Este em seu sentido contrário,
Aquele se sentindo finado.
Apenas eu, o milênio indigno.
Que nunca ergueu nenhum martelo,
Que copiosamente brinca com o paralelo,
Apenas aceitando seu eu maligno.
É uma lástima que as palavras mudaram seu rumo;
Indo agora do cérebro para fora.
Meu nariz eu tampo, evitando a morbidade do fumo.
Pergunto-me onde sua existência mora.
Agora direta-indiretamente, ou como desejar,
Presenteio-te com o meu mais profundo odiar,
Este novamente carregando seu sentido contrário,
Receberei agora o meu corolário?
Na verdade prefiro um simples abraço.
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