Não tende compreender isso
A eras ele repousa, distante, sonolento, sem vinculo, nem com a vida, nem com o mundo, nem mesmo com essa poesia, ele não é perfeito, ele não força em si o que forçam nele, ele é estranho, ele é solitário, mas ao mesmo tempo não, ele é idiota, um pouco, talvez muito, mas ele é humano, possivelmente, ele é incerto, ele é perdido, ele é insano, nunca entendeu as diversas direções, ou não aceitou, nem mesmo as mais básicas, agora ele repousa, como essa poesia, no fim de várias, vez ou outra pula uma página, mas acaba sendo atirado de volta por si mesmo, ele é aleatório, não seria bastante um velório, por fim ele permanece, confuso.
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