Me chame de senhor poesia

Solene e idiota,
Ele permanece sem inspirações,
Mas uma solução estúpida,
Há de brotar,
Resolveu então colocar seu bloqueio no papel,
E assim eu nasci.

Queria ele que fosse-me breve,
Mais uma fita do que a cura,
Mas guardo em mim uma loucura,
E quem sabe uma lição importante,
Até mesmo do nada,
Podemos filtrar ideias,
E insanamente seguir adiante.

Agora ele olha profundamente,
E admira a coisa que acabou de criar,
Pois ela foste além do esperado,
E continua a se digitar.
Recusando tal fim indiferente,
Ela resolve aprofundar sua mente.

“Não estaria indo longe demais”
Eu sei que é isso que ele pensa,
“Já perdeste todo o sentido
Meu esforço não compensa”
Mas no fundo ele sabe,
Que dependendo dele,
Pode-se evitar tal sentença.

Mas adiantará adiar o inevitável?
Por que não?
Continue poetizando,
Crie-me um novo irmão,
Pois no fim seremos eternos,
E seremos cada um de nós que também o tornaremos tal.

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