Isto é e não é uma poesia romântica
Cara senhorita inexistência,
Que meus versos e criatividade roubas por um inverso espelho,
Estarás tu novamente recriando tal paradoxo?
Mesmo ignorando teu ser ortodoxo?
Reflito e penso em tua perfeita existência,
Esta que possivelmente reflete sobre a minha,
Contudo estou a eras da perfeição,
Terias tu a mesma opinião?
Cara senhorita inexistência,
Estarás tu escrevendo sobre amor?
Certamente não, faça o favor,
Este já perdeste todo nosso louvor.
Mas oculto sempre estará,
Talvez tu há de concordar,
Embaixo, encima ou dentro de uma canforeira,
Usaremos tal de nossa peculiar maneira.
No fim alguém além de nós notará tal perfeição?
Que nasceste de uma lunática e confusa imaginação,
Mais que provável que não,
Seremos eternamente uma alucinação.
Mas quem há de se importar?
Ser compreendido nunca foste nosso forte,
Apenas delirar com palavras e sorte,
És o bastante para nos fazer gargalhar.
E por fim refletiremos nossa loucura,
E talvez na perfeita formosura,
De nossos versos e pensamentos,
E assim iremos além de nosso tempo.
Cara senhorita inexistência,
Estarás, ao mesmo tempo, acabando tal poesia?
Em seu rosto estarás estampado semelhante alegria?
E, neste trabalho, magnifica essência?
Não sei se lhe admirar seja minha própria doença,
Contudo, caso seja,
Ficarei eternamente enfermo.
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