Agora
Cara cerração, caro nevoeiro,
Estes que me rodeiam o dia inteiro,
Tereis que ceifar vossa essência,
Para dedicar-me por fim a ciência.
A ciência de mim mesmo,
Usufruirei ao analisar,
Não me permitirei deslizar,
Irei além de um simples torresmo.
Viajarei além de minha cela,
Porei em minha mente uma sela,
Cavalgarei até o fim do mundo,
Em milésimos de milésimos de segundos.
Largarei meu ser céptico,
E erguerei um insano senso,
Far-lhe-ei talvez um censo,
E ascenderei meu ser esquelético.
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