Só se vive uma vez
O relógio come meu tempo
Seu tic-tac implacável
Essa pressão do finito
Não me tira do transe de sua beleza
Sua luz é tão forte e me incentiva a lutar
Mostra que tenho meu próprio brilho
A escuridão vem de qualquer maneira
Já não posso escutar a sua luz
Brilhando.
Fico esperando por ela no breu silencioso do desespero
Vejo uma mariposa fluorescente deixando um rastro
Um caminho
Sigo.
Já não tenho tanto medo de ser ferida
A lembrança do seu brilho é tão forte
Ilumina a escuridão de cada um
E aquece a minha.
Tenho luminescência própria
Clareio minha sombra
Desvelo meu eu
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