A Criatura sem Nome.
Lembro me de quando era pequeno, de ouvir historias de um monstro. Criatura gigante e aterradora devoradora de homens. Eu considero-me setico quanto a este tipo de mitos e lendas, e cria que tal criatura, dado as poucas provas que existem, não existe.
A lenda era muito simples, um tanto simploria. Segundo ela, qualquer homem que se aventura se pela floresta à noite, teria uma chance de avistar a criatura.
Eu mesmo queria averiguar isso tudo. Esperei o por-do-sol e sai de casa. Já na orla da floresta eu trepei uma arvore. Estava frio.
Espero uns minutos. Não tardou até ouvir algo por baixo da arvore. No entanto. Eu estava no topo da copa da arvore, e esta, era muito densa para eu conseguir ver o que era.
Ah infortunio meu. A tentar descer a arvore caí. O embate não fez muito ruido mas eu tinha a certeza de uma coisa. A criatura havia escutado. Mas algo não estava bem. De certo a criatura ouviu mas ainda não me tinha atacado. Abro os olhos e perdi me no olhar dele. A criatura estava mesmo em cima de mim. Os nossos olhos cruzam-se. Os seus olhos eram grandes e vermelhos. No entanto, eles não emanavão raiva, ódio, ou qualquer tipo de agrecividade. Eram simplesmente vazios e tristes. Tento me levantar mas este poisa uma de suas patas sobre o meu ombro mantendo me deitado.
A lua esconde se atrás de uma nuvem. Tudo ao meu redor fica escuro.
Caio num sono profundo.
Acordo de ssobressalto. Estava deitado na minha cama. Nenhum sinal da criatura. De subito, oiço um grunhido longicuo. Desde esse dia, sinto me observado, perseguido, sempre preocupado que algo me vá atacar.
Algo em mim mudou nesse dia.
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