11 A Volta.

E para surpresa de Adelaide, Drucila do Amparo acabara de chegar com o filho.

Olá querida como vai você ? feliz aniversário, meus parabéns minha querida, te desejo de todo o meu coração, felicidades, sabe que eu te amo né amiga ? Adelaide a beijara agradecendo.

Te confesso Adelaide, que estou radiante de alegria, porque recebi uma correspondencia do Rômulo Emanuel, me convocando para uma pré seleção, e Adelaide disse...

Os negócios dele deram certo, a mãe dele será uma nova sócia, me parece que mais de sessenta por cento é da dona Dalva, e ambos tem o comércio no sangue.

Drucila estava se sentindo abençoada, com a graça de Deus.

Gloria Deus amiga, também quero te dizer que aquela casa la na Rua Anchieta, a dona Isabel guardou para você, e aquela proposta também ainda está de pé, no caso tem como o seu pai trazer a sua mudança ?

Claro amiga ? Drucila estava emocionada com tantas emoções, e as lágrimas de felicidades rolaram pelo o seu rosto, mas aproveitando uma chuva repentina que caira, durou quase toda a madrugada.

Muitos foram embora, se arriscaram sair assim mesmo, alguns dançavam, outros conversavam, sob os prelúdios aconchegante de uma chuva fina caindo no telhado de uma varanda.

Mas algo inexplicavelmente ainda estava para acontecer, quando alguém naquele momento tocara o interfone, e como a hora era imprópria, ambos se sentiram recuados em atender.

Insistentemente de novo tocara, e Cecília era a mais invocada, depressa foi atender.

Bom dia moça ? era uma mulher de salto alto, traços finos, vestido elegantemente, em baixo de uma capa de chuva, mas aquela hora ? educadamente Cecília a colocara para dentro, porque ela queria falar com a Rosana.

Quem é a senhora ?eu sou Clarice Marília, e você ? eu sou Cecília , um copo caíra das maõs de Adelaide, que ficara trêmulas das pernas.

Tia Rosana está dormindo, mas eu posso chama-la, espere um momento por favor.

Rosana aparecera, e ambas choraram abraçadas, emoções, fortes emoções,muitas das pessoas que ali estavam não estavam acreditando na mulher estranha aquela hora.

A chuva deram uma trégua, e Rosana amanhecera o dia conversando com sua irmã, muitos assuntos foram revelados, muitas tristezas jogadas a limpo, muitas coisas iriam se resolverem nesta sua aparição.

As meninas fizeram muitas pergunta para Clarice, e de algum modo ela se esquivava, mas nas profundidades dos assuntos ela sempre respondera calorosamente sorrindo.

Até que Adelaide exclamou muito convincente, quando dissera a ela..

Nossa mamãe ? as vezes quero entender o seu lado ? mas na época não tinha motivo para você nos abandonar, já que as brigas eram constantes entre papai, você poderia ficar aqui com a gente né ?

Certo filha ? eu não tinha como cuidar de vocês, sem emprego, eu era simplesmente dona de casa, o que Ernesto ganhava, ele gastava pelas ruas com bebidas e mulheres sem classes, quando ainda me batia amedrontando a vizinhança.

Muitas vezes chamara a policia para ele, e quando voltava para casa, meu tormento era sem fim, eu porém não resistí, quis largar tudo,, fui morar com uma amiga sacoleira, e que viajava muito.

Muitas vezes largara o prato de comida pensando em vocês, chorava, entre quatro paredes, só que tem uma coisa ? todo estes tempos, eu guardei as minhas economias, pensando no melhor para vocês.

Hoje eu só quero uma coisa de vocês ?

O vosso perdão, por favor, perdoe-me.

    

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