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Capítulo corrigido, mas caso tenha algum erro me avisem.
Votem e comentem💛 Façam uma autora feliz.
Fiquei sem internet ontem e tive que reescrever algumas vezes até se encaixar com a história original.
Obs: As falas entre aspas é tirada do livro Relíquias da Morte só mudei algumas coisas.
“After all this time?”
•Harry
A casa da Andrômeda e do Teddy, pais da Tonks, estava decorada com balões e outros objetos de festa com várias cores. Havia um bolo com glacê escrito “Parabéns Teddy". O local tinha poucas pessoas, a maioria da Ordem da Fênix.
Chegamos mais cedo para ajudá-los no que precisasse e a Tonks me ensinou a como segurar o garotinho direito. Eu até conseguia andar com ele no colo sem parecer um robô.
A Hermione arrumou minha camisa para poder tirar uma foto minha com o Teddy. A garota fazia graça para que o bebê olhasse para a câmera, mas ele parecia mais interessado em puxar meus cabelos.
– Hermione! – a Pansy aparata na sala e vejo ela segurar a mão da cacheada.
A sonserina parecia nervosa e falava rapidamente. A Mione ajeitava o cabelo liso atrás da orelha da garota pedindo que ela tivesse calma.
– Pessoal! – a cacheada fala alto.
– O que aconteceu Pansy? – o Ron pergunta preocupado ao ver a expressão nervosa que ela tinha no rosto – Cadê o Draco? Ele iria vir com você.
– Os comensais descobriram que o Harry estaria aqui – a Mione explica.
– Draco ficou para tentar atrasar eles – a Parkinson explica – Precisamos sair daqui antes que eles cheguem.
– Como descobriram? – ouço alguém perguntar.
– Não temos tempo para pensar nisso – o Lupin fala sério – Todos precisam aparatar agora.
– Pode ser para a minha casa – o Sr. Weasley sugere.
– Vamos – a Molly apressava seus filhos – Rápido.
– Nós ficaremos aqui – a Andrômeda diz – Se eles chegarem aqui e não tiver ninguém vão desconfiar.
– Você tem certeza? – o auror kingsley shacklebolt questionou.
– Sim – a Tonks concorda – Daremos conta.
Vejo o Lupin fazer a decoração desaparecer no momento em que a Luna segura minha mão e me leva junto com ela.
Ficar esperando sem saber o que estava acontecendo deixava todos nervosos. O Sr. Weasley olhava para o relógio trouxa no pulso a cada minuto como se aquilo fizesse o tempo passar mais rápido.
A Pansy estava sentada numa poltrona bebendo um chá e a Hermione estava ajoelhada em sua frente acariciando a sua coxa.
– Não sei como o Draco consegue – a garota suspira – Eu simplesmente travei e ele pensou em tudo tão rápido.
– Ele é mais corajoso do que pensa – eu digo.
– Mas você foi bastante corajosa hoje, Pan – a Mione sorri de canto – Obrigada por vir nos avisar.
– Fiquei com medo do que poderia acontecer com todos... Com você – acaricia a bochecha da cacheada e deixa um beijo casto no canto da boca.
Como? Eu olhava surpreso para a cena que acontecia em minha frente, mas volto minha atenção para a cabeça que aparece na lareira e reconheço o Lupin em meio às chamas verdes.
– Tudo certo – o homem sorri – Podem voltar.
A Pansy e a Mione conversavam baixinho. E o Ron me manda parar de ser curioso me puxando para aparatar com ele.
A decoração que havia sido retirada estava de volta ao lugar e todos respiravam aliviados. O som das vozes se tornaram altas e a sala encheu de pessoas. Agora mais animados para a comemoração.
O Lupin tentava impedir que o Teddy se jogasse no bolo tão encantado pelas cores, enquanto a Tonks, a Andrômeda e a Molly traziam os pratos preparados para o jantar. Tudo parecia delicioso e o cheiro estava ótimo.
Fiquei conversando com a Ginny, filha mais nova dos Weasley. A garota me contava como andava o campeonato de quadribol em Hogwarts, nós falávamos sobre as novas manobras que haviam sido aprovadas recentemente.
– Você deveria tentar carreira – a ruiva me incentiva – O Ron me falou que você voa muito bem.
– Não penso muito no futuro – dou de ombros.
– Você vai conseguir Harry – a garota afirma sorrindo.
– Eu espero – suspiro.
O Ron, a Mione, a Pansy, o Neville e a Luna se juntam a nós. Ficamos conversando e tomando suco de abóbora quente.
– Tá tudo bem? – olho para a sonserina sentada ao meu lado que movimentava a perna nervosamente.
– Estou preocupada com o Draco – ela responde e respira fundo. Mas se surpreende ao ver o loiro aparatar na sala – Draquinho! – a morena corre para abraçá-lo.
– Ainda bem que deu tempo – o Malfoy penteia o cabelo com os dedos e suspira – Atrasei o máximo que pude.
– Conseguimos tirar todos daqui a tempo – o Lupin diz – Obrigado.
– Não precisa agradecer – o loiro fala para o casal – Me desculpem – pede.
– Não é sua culpa – a Tonks garante – Você não é culpado pelo o que o seu pai faz – fala olhando nos olhos do loiro para que ele entendesse.
O observo de longe vendo ele começar a ficar mais tranquilo. O Malfoy fala com a tia e pega o pequeno Teddy no colo e fala um pouco com a melhor amiga.
[...]
Juntamos todos em volta da mesa do bolo e cantamos parabéns para o Edward que estava completando um ano. Muitas fotos foram tiradas da família.
– Além da pequena festa – a Tonks começa – Queríamos apresentar os padrinhos do Teddy... Nós finalmente escolhemos – dá uma risadinha.
– Draco e Harry venham aqui – o Lupin nos chama e ouço o som de comemorações e palmas.
– Vamos cuidar dele e protegê-lo sempre – prometo.
– Estaremos aqui quando não estiverem e o ajudaremos a se tornar um grande bruxo – o Draco diz.
Era uma promessa.
O Malfoy ficou com o bebê no colo e eu passei a mão em volta da sua cintura para ficarmos mais próximos para uma foto juntos.
O Draco ria largamente enquanto o bebê de cabelos azuis passava bolo em meu rosto e eu tinha uma expressão surpresa.
Guardaria essa foto com todo carinho.
Jantamos a comida deliciosa que havia sido preparada com hidromel para os adultos, suco para os mais jovens e comemos o bolo como sobremesa. O Teddy estava completamente sujo de doce e achava extremamente divertido sujar as pessoas, eu que o diga.
– Tudo bem carinha – afasto suas mãos do meu cabelo – Sei que meu penteado não é dos melhores, mas não é desse tipo de gel que eu preciso.
– Alguém precisava dar um jeito nesse cabelo – o Draco provoca com um sorrisinho convencido e o as bochechas completamente sujas.
– Vem Teddy – a Tonks o pega dos meus braços- Hora do banho – se afasta com o garotinho no colo.
– Você parece meio quieto hoje – comento cruzando os braços na altura do peito o analisando.
– Tentando me acalmar ainda – sorri fraco – Achei que tudo fosse dar errado.
– Quer sair? – aponto para a varanda.
– Preciso de um ar – concorda com a cabeça.
Caminhamos juntos para a varanda da casa que ficava numa tranquila rua trouxa. Conseguíamos ver as luzes acesas nas casas, onde provavelmente as famílias assistiam o jornal ou viam sua série favorita na TV.
O vento frio bagunça nossos cabelos e eu vejo o loiro respirar fundo.
– A Pansy e a Hermione...? – questiono entrando num assunto aleatório para que ele se sentisse mais confortável e que eu estava curioso para saber.
– Ahhh – ele sorri para mim – Elas já namoraram.
– O que? – olho surpreso para ele – Eu achava que ela e o Ron... Estavam juntos.
– Ela e o Weasley são muito amigos – o loiro responde – Nada mais do que isso.
Então ele me conta sobre o relacionamento que começou ainda em Hogwarts e o término conturbado no momento em que todos conseguiam ver a guerra começando a qualquer momento.
A guerra não começou, ainda, mas o relacionamento delas tinha acabado.
– As duas pareciam bem mais próximas hoje – sorrio ao lembrar.
– Espero que elas voltem – o Malfoy diz sincero – É uma graça vê-las agindo apaixonadinhas – o Draco sorri e fica um tempo em silêncio observando a rua vazia – Hoje foi a primeira vez que eu senti medo disso tudo.
Disso tudo.
Eram poucas palavras, mas entendi o que ele quis dizer.
– É normal sentir medo – o abraço.
– Quantas pessoas estariam em perigo se a Pansy e eu tivéssemos dado um passo errado? – o sonserino questiona baixinho.
– Mas vocês conseguiram – sussurro – Nós vamos vencer – falo para ele e também para mim mesmo. Talvez se eu repetisse aquilo se tornaria verdade – Vamos mudar de assunto – sugiro.
– Falar sobre o que? – questiona ao se afastar do meu abraço.
– A gente não se conhece muito – dou de ombros – Contar algo... Um jogo de perguntas e respostas.
– Tudo bem – o Malfoy concorda.
– Seus melhores amigos? – começo.
– Pansy e Blaise – o sonserino nem pensa para responder.
– Não conheço o Blaise – comento.
– Ele está viajando – explica – Você vai gostar dele... Divertido, bem protetor e ama me zoar.
– Já gostei – sorrio.
– O que você mais gosta de fazer? – ele me pergunta.
– Andar de moto – respondo sorrindo de canto – A moto que eu ganhei do meu padrinho.
– O Sirius – ele afirma – Era meu primo de segundo grau – conta.
– Sério? – questiono animado.
– Não o conhecia muito bem – ele me diz.
– Sua matéria favorita? – continuo a conversa.
– Fácil – ele sorri – Poções e a sua?
– Literatura – falo sincero – Eu conhecia diversos mundos ali... Nos livros é claro – acrescento.
– Nada de magia, certo? – questionou.
– Eu aprendi lutar, serve? – brinco. No St. Brutus a gente precisava aprender a se defender – O que mais gostava na infância?
– Fingir que lançava feitiços – o loiro divaga – O Blaise, a Pansy e eu vivíamos correndo pela mansão inteira... E você?
– Quando os meus tios saíam de casa e eu podia ver TV – lembro daquele momento tão distante – Seu momento mais feliz?
– Entrar para a sonserina – responde convicto – E o seu foi descobrir que era bruxo, certo?
– Sim – concordo. Ele havia acertado – Já namorou uma garota?
– Já – afirmou com a cabeça – E você namorou garotos ou garotas antes?
– Não – dou de ombros.
– Como? – o Malfoy me olha espantado.
– Nunca namorei – explico – Mas já fiquei com garotos e garotas.
Conversamos por um tempo e descobrimos mais um pouco um sobre o outro. Estávamos sentados no chão da varanda rindo das histórias que contávamos e das tantas coisas que tínhamos em comum.
Até mesmo provocando o outro por causa de algo que a gente descobria.
– Quer me beijar? – o loiro pergunta próximo a minha orelha.
– Sim – respondo perto dos seus lábios.
Seguro seu queixo e junto nossos lábios num ósculo lento, meio estranho por estarmos sentados um do lado do outro, mas gostoso. Sem outras intenções, além de sentir a textura dos nossos lábios e saborear aquele beijo calmo.
•
Foram três meses de treinos intensivos. Eu já conseguia aparatar sozinho e havia aprendido muito mais sobre duelos.
Aulas praticamente o dia inteiro.
Até mesmo o Lupin estava me dando aula de defesa contra as artes das trevas, ele era um ótimo professor e eu aprendia muito rápido. Consegui conjurar um patrono e era um dos feitiços mais difíceis, não era qualquer bruxo que conseguia este feito.
Sempre mudávamos o local para que os comensais não me achassem, pois a caça havia realmente começado. Eles arrumavam um motivo para invadir a casa de alguém da Ordem toda semana a minha procura.
O Draco e eu estávamos cada vez mais próximos. Passamos boa parte do tempo juntos, nos beijamos e saímos para encontros, mas não oficializamos nada.
A Hermione e o Ron queriam conversar comigo o que me deixou bastante nervoso pelo tom sério que eles usavam.
– O que foi? – sento no sofá do apartamento que nós dividimos enquanto a cacheada estava em pé com os braços cruzados andando de um lado para o outro e o ruivo estava sentado na poltrona mordiscando o polegar.
– Não temos mais tempo – a minha amiga fala direta – Os comensais já começaram a se organizar há um tempo e você sabe.
– Achamos que você está pronto – o Ron fala incerto.
– Já? – olho nervoso para eles – Tem tanta coisa que eu preciso aprender... Aquele feitiço de levitar com certeza é útil – tento convencê-los. Não falo o nome, pois sei que erraria e a Mione iria me corrigir.
– Sabemos Harry – minha amiga suspira triste – Mas é o jeito... Quando o Dumbledore morreu, ele nos deixou uma carta explicando o que fazer e confiou uma missão a nós.
– E nos deu alguns presentes – o Ron completa – Um desiluminador para mim, Os contos de beedle o bardo para Hermione e essa pedra que deveria ser sua se estivesse vivo, mas não nos disse para que isso iria servir.
– Que legal uma pedra – comento irônico – Mas o que temos que fazer questiono?
– Aí que entra a parte difícil – a Mione suspira.
A cacheada me fala sobre as Horcruxes. Objetos que você guarda partes da sua alma.
Ela me contou de qual forma o Voldemort, ainda como o garoto Tom fez para criar essas Horcruxes e como aquilo é horrível.
– Como vamos destruí-las? – questiono. Parecia algo indestrutível.
– Deve ser uma coisa tão destrutiva que a Horcruxe não possa se restaurar – a morena explica – Lágrimas de Fênix, veneno de Basilisco.
– Como o diário do Tom? – o ruivo parece lembrar – Perfurado pela presa do Basilisco.
Então eles me contam quais já haviam sido destruídos e como. O diário e o anel de Servolo. E o Dumbledore havia deixado um medalhão, que a Mione havia guardado por um tempo.
– Precisamos destruir cada uma dessas coisas para poder derrotar o Voldemort – afirmo.
– Sim – o ruivo concorda.
– O que estamos esperando? – questiono corajoso, mas uma parte de mim tinha medo de não estar pronto para aquilo.
•
A Hermione já tinha tudo preparado, só faltava uma boa explicação para eles dois se ausentarem do ministério por um tempo.
O Ron conseguiu uma visita ao Carlinhos na Romênia. E a Hermione precisava ver os pais com urgência.
Iríamos hoje a noite, então a Mione iria encontrar a Pansy, o Ronald não estava em casa. E o Draco viria me encontrar.
– Preciso te contar algo – falamos ao mesmo tempo. Ambos pareciam nervosos.
– Fala primeiro – o Malfoy diz deixando uma caixa sobre a mesinha de centro.
– O Dumbledore deixou uma missão que nós temos que cumprir – explico – Precisamos fazer isso para derrotar o Voldemort.
– Uma missão? – o loiro me olha preocupado – É muito perigoso. Tem muita gente procurando você, Harry.
– Eu sei – suspiro – Mas é preciso. Quero acabar logo com isso...
– Potter... – fala meu sobrenome em forma de reclamação.
– Vou ficar um tempo longe – digo triste e acaricio sua bochecha.
– Antes de você sair nessa missão tem algo que eu preciso te mostrar – o loiro respira fundo.
– O que? – aperto sua mão e sinto como elas estavam geladas.
– Lembra que eu te disse que o Snape tinha me explicado tudo antes de morrer? – o Malfoy pergunta.
– Lembro – falo convicto.
– Ele escreveu uma carta – conta – E deixou isso – me mostra um vidro com um fluido dentro.
– Isso é? – questiono sem entender.
– Uma lembrança – o loiro diz – Podemos tirar da nossa cabeça e guardar em algum lugar. Depois podemos rever o que aconteceu numa penseira... Para nunca esquecer.
– Não estou te entendo, Draco – falo sincero.
– Eu estava procurando isso desde que vi você no caldeirão furado, mas tinha perdido – ele me explica – Tinha um bilhete escrito “ao filho da Lilian”
– E você encontrou – respiro fundo.
– Ontem a noite – diz.
– Preciso ver – falo apressado.
– Por isso eu trouxe isto aqui – o Malfoy abre a caixa.
Havia uma penseira com algumas coisas entalhadas. O que facilitou muito. Peguei a bacia de pedra e despejei o fluido dentro antes de mergulhar a minha cabeça e várias cenas começaram a acontecer como se eu tivesse dentro.
A amizade do Snape com a minha mãe.
Cenas de um garoto com cabelo escorrido, minha tia Petúnia e minha mãe ainda crianças. Consegui ver meu pai e seus amigos em Hogwarts.
Partes de uma história que eu não conhecia...
Uma conversa do Dumbledore depois da morta da minha mãe.
“Pensei que fosse mantê-la segura”
Vi eles falarem sobre o Draco ter que matar o Dumbledore e eles discutirem pelo anel de servolo que estava na mão do mais velho.
Aquele que a Mione me mostrou destruído.
O senhor explicando o que havia acontecido. falando do contato de almas que eu tinha com o Voldemort.
“Harry não poderá saber não até o último momento, não até que seja necessário... Na noite em que Voldemort tentou matá-lo quando a maldição da morte ricocheteou no momento em que Lilian serviu de escudo uma parte da alma de Voldemort se prendeu ao Harry e vive nele até hoje...
Voldemort não poderá morrer enquanto o garoto viver..
Ele deve ser morto e Voldemort tem que matá-lo”
“Achei que o protegemos por causa da Lilian”
“O protegemos para que ele fosse ensinado a experimentar sua própria força”
“Você o manteve vivo para morrer na hora certa?”
“Não fique chocado homens e mulheres já morreram por isso”
“Espionei por você, menti por você para que ele vivesse em segurança”
“O filho do James?”
“Expecto Patronum!"
Uma corsa prateada saiu da sua varinha e os olhos do homem ficaram cheios de lágrimas.
O mesmo Patrono da minha mãe, lembro do Lupin ter me contado.
“Depois de todo esse tempo?”
“sempre"
Então aquela cena se dissipou.
Dumbledore sabia que eu ainda estava vivo.
Essa pedra seria sua se estivesse vivo ha ha
Grande piada.
Eu tenho que morrer.
Me dou conta e tiro minha cabeça de dentro da bacia.
– O que ele queria que você soubesse? – o Draco questiona.
– Algumas histórias – murmuro – sobre a minha mãe.
– Você está estranho – segura em minha mão acariciando levemente.
– Não é nada – deixo um beijo casto em seus lábios e outro em sua testa – Toma cuidado.
– Harry... Volte – o loiro pede.
– Tchau Malfoy – me despeço.
Eu estava com medo.
•••
O capítulo ficou fácil de entender?
Espero que estejam gostando💛
Não vou narrar a buscar pelas Horcruxes, já é bem conhecida. Vou focar em pontos específicos. Okay?
-Ella
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