Namore Comigo ? Parte 1


 

Caroline e Klaus entraram no carro de Rebekah, a Forbes decidiu que iria sentar na frente, fazendo Klaus ter que sentar atrás. 

— O que está rolando entre vocês? — perguntou Rebekah curiosa, afinal, qualquer um que olhasse, podia ver que realmente tinha algo. 

— Nada. Não tem nada. — os dois responderam juntos. Como falas decoradas, mas naquele momento como uma simples coincidência.

— Tá, vou fingir que acredito. — respondeu ela ligando o carro e começando a dirigir.

— Não pergunte sobre nós, e eu não pergunto sobre seu novo namoradinho barman. — responde Klaus enquanto fingia olhar algo super interessante no celular. Mas estava, estava prestes a enviar uma mensagem para Caroline.

Klaus: Sweet, você não está falando nada, tá mó silêncio!!

Caroline: Não tenho culpa, Sr. Niklaus.

Klaus: Tá brava comigo ou está me tratando com respeitando?

Caroline: Brava, não acredito que chamou o Matt de barman.

Klaus: E o que ele é? Editor chefe? Não, ele é um barman. Não brigue comigo.

Caroline: Com uma condição eu te perdoo.

Klaus: Qualquer uma, amor, qualquer coisa pra ter seu perdão.

Caroline: Deixa ela namorar ele.

Klaus: Não.

Caroline: Sim.

Klaus: Nunca.

Caroline: Por que? Deixa, por favorzinho!!

Klaus: Não, não e não.

Caroline: Tá bom Klaus. Adeus então.

Caroline fala desligando o celular, e vendo que já tinham chegado na casa dos Mikaelson. Rebekah nem havia chamado eles, já que conversavam tanto.

— Vadia, me deixou sozinha ontem no quarto. — Elena aparece, abrindo o porta-malas, e pegando as sacolas de supermercado, Caroline ajudou. 

— Desculpa, minha morena.

— Não, vai lá com seu namorado e me deixa aqui sozinha. A única do grupinho que não beija ninguém a quase dez anos.

— Não exagera, amiga. E tenho novidades, mais tarde te conto, descobri que um certo par de belos olhos azuis gosta de você.

— ESPERA, PARA TUDO! — Elena grita surtando. — QUANDO EU FALAVA QUE VOCÊ E ELE ERAM UM CASAL, VOCÊ NEM NEGOU, AI MEU DEUS, VOCÊ TÁ COM ELE.

— Não, não estou.

— Se quer mentir, tampa primeiro essas marcas no seu pescoço de chupões. — Elena fala andando para dentro da casa rindo e chamando Davina para contar as novidades.

Caroline revirou os olhos pegando as compras e entrando, indo em direção da cozinha, colocando tudo em um balcão. 



— DAVINA! MINHA FOFA! AMOR DA MINHA VIDA, ONDE VOCÊ ESTÁ? — Elena gritava pela casa a procura da amiga, logo se lembrou que ela poderia estar no quarto de Kol.

A mesma entrou sem bater. Se deparando com os dois quase sem roupa.

— Achava que essas coisas se faziam de noite gente, e usem camisinha por que não quero ser madrinha agora.

— Porra, Elena. — Kol fala se cobrindo com o cobertor, assim como Davina.

— Desculpinha, Kolzinho. E podem sair de baixo desse cobertor, a gente vai fazer um churrasco e ficar na piscina! 

— Você está no quarto, Elena! — Davina diz.

— Como se você já não tivesse ficado pelada na minha frente. Em Chicago você vivia andando de toalha pela casa a procura do seu pente favorito. E Kol, eu não quero você não, podem sair agora pois tenho um babado.

— Qual? 

— Nem vai acreditar quem tá com marcas de chupões no pescoço. Caroline, e sabe onde ela passou a noite? Na casa dela, com o Klaus. KLAUS, MEU DEUS, VOCÊ TÁ ENTENDENDO?

— AI MEU DEUS! — Davina sai de baixo da coberta. — Por que não disse antes? Vamos achar ela, a gente precisa saber de tudo agora.



Caroline havia escolhido um biquíni azul escuro, com detalhes de prata. A mesma penteava o cabelo, quando Davina e Elena entraram no quarto, e trancavam a porta.

— Me deixem sair. — Caroline fala mas as duas não permitem, fazendo a mesma se sentar na cama. — O que vocês querem?

— Conta tudo, desde o começo até essas marcas no seu pescoço. — Davina fala tirando a chave da porta.

— Não tenho nada para falar.

— Não minta. — Elena diz com um olhar desafiador.

— Nada demais, não houve nada.

— Por que foi pra sua casa? — Davina pergunta se sentando do lado da amiga.

— Ai sério, não rolou nada do que vocês estão pensando. A gente foi lá em casa, porque eu queria ver o quarto da minha mãe, pela última vez antes que Tia Lily tirasse tudo. — mentiu ela, afinal, não poderia falar que sabia quem era o tal "Anônimo".

— E esses chupões ai?

— Foi sem querer, acabei falando de manhã algumas coisas para ele, e a gente se beijou, as coisas foram ficando mais quentes e isso explica as marcas.

— Mas você chegou a transar com ele? — Elena pergunta diretamente para loira, que apenas negou, falando que Rebekah havia ligado bem na hora.

— Ai!!! Minha menininha tá crescendo e já tá mocinha. — diz Davina abraçando a amiga. Enquanto elas riam. — Vou contar para, Rebekah.

A mesma saiu correndo para fora do quarto. Deixando Elena e Caroline sozinhas.

— Damon gosta de você, ele realmente te ama, vai atrás dele.

— Co-como? 

— Damon gosta de você, não perca essa oportunidade. Ele só finge ser um babaca, vai atrás.

— Não vou mais atrás dele, Care. Eu agora sou uma menina nova, acho que vou me envolver com o Enzo, ele é educado e legal comigo, coisa que o Damon não era.

— Faz tempo que não falo com ele. Mas vá atrás de Enzo então, ele é uma boa pessoa. 



Enquanto Kol preparava o churrasco, Davina e Rebekah faziam o arroz e a salada. Elena ficou responsável de arrumar a mesa, Klaus cortava e tirava a gordura da carne, enquanto Caroline fazia um bolo de chocolate de sobremesa.

— Caroline, posso falar com você? — apareceu Klaus na cozinha, chamando a mesma. As garotas apenas se olharam e sorriram maliciosamente, enquanto Caroline concorda, colocando a massa de bolo no forno.

— O que foi, Klaus? — pergunta ela, assim que chegaram na área do jardim do fundo, no qual ficava perto da piscina. 

— Eu deixo. — ele fala e a mesma fica sem entender. — Eu deixo Rebekah namorar o Matt, não aguento estar brigado com você. 

— Ai obrigada! A Bekah vai adorar saber, e eu também não gosto de brigar com você.

— Percebeu? Nós parecemos namorados. Brigamos, ficamos juntos, conversamos, rimos, é essa a função de namorados.

— Bem... A gente não namora. Você nunca me pediu em namoro oficialmente.

— Que não seja por isso então. Namora comigo? — ele pergunta fazendo ela gargalhar.

— Não, você não pode estar me falando sério. — ela diz pensando em tudo que ele fez, e ainda no pedido de repente.

— Namora comigo, amor?

— Klaus... Para de brincar. — ela diz gargalhando junto dele. — Sério...

— Vamos, responda. Eu não estou brincando. Preciso me ajoelhar pra fazer isso? Namora comigo, meu amor!

— Klaus...

— Agora é sério, eu nunca falei tão sério em minha vida toda, eu estou muito nervoso de levar mais um fora seu. — ele se ajoelha bem na frente dela. — Mas, irei falar assim mesmo. Te farei a pessoa mais feliz enquanto ficarmos juntos, eu nunca vou te magoar ou te deixar sozinha, eu vou estar do seu lado, a sua disposição cem porcento do tempo, poderei falar quantas vezes o que você quiser, sempre serei a pessoa em que você poderá contar, quero saber como foi seu dia, quero ouvir você. Eu posso ter te magoado muito, mas isso é passado, eu gosto muito de você mesmo! Aceita namorar comigo, Caroline Forbes?

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