Doce Vingança



Depois do beijo, Enzo ficou sem jeito, não esperava que ela aceitasse, ele sempre gostara dela, desde os quatorze anos quando se conheceram, o mesmo um garoto cheio de amigos, era muito feliz, desde sempre a compaixão por seus pais fora ser grande. Até o trágico dia em que eles se foram, nesse mesmo dia, conversou pela primeira vez com ela - a doce e bonitinha Caroline Forbes -, e no mesmo momento viraram amigos, Lorenzo ficou com sua prima, após a morte de seus pais. Não era tão difícil sobreviver com a perda, já que tinha uma loira que o fazia rir nas piores horas.

-Certo, começo o plano amanhã. - ele fala tentando quebrar o silêncio pós-beijo. A mesma apenas olhava para um canto qualquer pensando e logo olha para o melhor amigo, nunca havia notado como era belo, com seus olhos escuros, um castanho escuro. Seus cabelos negros, e um sorriso de lado bonito, fofo e cativante.

-É... Bem, pare aqui, ligarei para Elena e Davina, para elas virem nos ajudar com o plano, eu tenho umas ideias para o começo da vingança, primeiro vai ser fácil, e ainda simples, mas depois o plano iria se completar, e um final triunfal. - Enzo apenas concordou, era estranho ver Caroline Forbes, a doce e fofa, agora estava vingativa e malvada.

Eles desceram do carro e foram para o Mystic Grill, em seguida se sentaram em uma mesa qualquer, a frente pode ver Tyler Lockwood e Matt Donovan conversando. Tyler logo piscou para Caroline, fazendo a mesma sorrir envergonhada.

-Um canalha. - sussurrou Enzo empurrando a amiga para o lado. E se sentando numa mesa no canto direito da entrada. Em seguida Caroline se senta em sua frente.

-Mas um tremendo gato.

-Não acredito que pegou ele. - Enzo falava para Davina, após eles falarem sobre tudo que ocorreu na cidade, até agora. Davina estava do lado de Caroline e Elena ao lado de Enzo. - Tipo, você pegou um Mikaelson, um garoto que é irmão do demônio que maltratou sua melhor amiga.

-Acredite, nem eu acredito ainda. - Ela falava se conformando na possibilidade de se tornar cunhada de Klaus Mikaelson. A mesma estava com o braço direito apoiado na mesa, nem havia tocado na comida. Ela apenas olhava disfarçadamente para o celular, a cada um segundo a espera de que Kol Mikaelson mandasse alguma mensagem. Caroline suspirou, não queria que a amiga fosse forçada a ficar ao seu lado, mas agora iria precisar disso. Enzo perguntou onde tudo começou, e ela começou a falar. - No jantar na casa da Caroline, ai teve aquele negocio que ocorreu no banheiro.

-Como é que é? - Perguntou Caroline confusa, não sabia de nada, Elena se aproximou melhor para ouvir a conversa, que também não sabia. Davina havia guardado aquela noite em seus sonhos mais obscuros e secretos, não queria contar os detalhes importantes: De como tudo começou, mas sabia que as amigas iriam a encher de perguntas, então logo se lembrou do que aconteceu e começou a falar.

Davina andava pela casa, contando os passos, todos os lugares que morou, ela sabia exatamente quantos passos tinham do quarto até a sala, da sala até a cozinha, da porta de entrada aos fundos e todas as possíbilidades possíveis. Assim que o Jantar com os Mikaelson acabou, Klaus, Rebekah, Kol e seus pais conversavam animadamente, na sala de estar. Caroline pediu para se retirar pois estava cansada da viagem.

Davina, começou a anotar em um bloco de notas quantos passos tinham de tal distancia até a outra, ela sempre fora feliz com pouca coisa, desde pequena foi criada em um orfanato, pois seus pais haviam abandonado-a. Ela agora estava no jardim, decidira parar de contar um pouco, e observar as belas estrelas.

O céu brilhava, como a cidade era pequena e era noite, luzes estavam apagadas, permitindo que pudesse ver no céu as belas estrelas brilhantes e a radiante lua cheia. Davina respirava aquele ar, era tão puro. Em Chicaco o cheiro era de fumaça, comida, e lenha sendo queimada, não era coisas tradicionais de fazenda e lugares pequenos.

-Uma bela noite, não? - A morena pode ouvir uma bela voz, vindo de seu lado, a mesma estava sentada na grama, não estava se importando caso se sujasse de terra. A mesma pode ver quem era. Kol Mikaelson, dois anos mais novo que os gêmeos, mas mesmo assim tinha a fama de seu irmão Klaus. Caroline havia contado para Davina sobre Kol, a maioria das coisas era que, ele apenas ajudava Klaus em certos detalhes em troca de balas.

-É muito bonito.

-Ainda estamos falando do céu Senhorita Davina? - ele pergunta se sentando de seu lado, sem nem ao menos pedir, ela apenas se afasta para o lado, fazendo ele rir. - Não continue assim, é provável que eu me apaixone.

-Você não me ama.

-Amar é um sentimento único, você não simplesmente o confunde. Aposto que você me ama. - ele fala se deitando na grama, e em seguida ela faz o mesmo, era engraçado sentir a grama úmida em seu cabelo, em seu pescoço, em sua pele.

-Errado, não posso afirmar te amar, se nem ao menos gostar de você. - ela fala sendo curta e grossa, o mesmo apenas solta algo com a boca, que Davina nem deve ter percebido.

-Está falando por falar? - ela nem o responde, o mesmo se senta virando para ela e a encarando. - Você nunca se sabe o dia de amanhã, mas posso ter certeza que amanhã você acordará na minha cama. Já que nunca irá se apaixonar por mim, que tal, somente uma noite? - ele fala se levantando e estendendo a mão para a garota, na esperança dela aceitar.

A mesma pega em sua mão, e levanta, ele sorri e ela apenas abaixa a cabeça envergonhada, ela estava prestes a ficar com ele, e isso era algo que não estava em seus planos.

-Vamos para meu quarto, mas cuidado, Caroline não ficará nada feliz em saber que transei com o irmão deles. - ela fala puxando o garoto, subindo as escadas lentamente para os outros na sala não perceber.

-O que quis dizer com: Caroline não ficará nada feliz em saber que transei com o irmão deles. Caroline conhece meus irmãos? - ele pergunta e Davina logo o beija, pois era o único assunto capas de esquecer o primeiro. Ele logo se separa dela, puxando ela para o quarto de hóspedes, a mesma tranca a porta. Kol sendo mais rápido, joga a mesma na cama, ficando por cima dela. No shorts da mesma, algo vibra, o celular.

-Preciso atender. - Ela fala se afastando dele, ele apenas concorda, a mesma vai para o banheiro, encostando a porta e ajeitando a roupa, mesmo que soubesse que a pessoa do outro lado da linha não iria ver ela.

A mesma atendeu a ligação, era Elena. Assim que ela atendeu, Elena começou a falar desesperada que tinha visto, era até que engraçado o desespero de Elena ao falar.

-Não, Davina. Pare de rir, não tem graça, agora não posso andar mais na minha própria casa? Não, não posso, e sabe o por que? Porque Damon Salvatore está pelado na cozinha. C O Z I N H A. Não posso nem tomar um copo d'água e o encontro lá. Sério, não é só por que Jeremy está na casa daquela namorada, a Bonnie. Que significa que Katherine pode trazer qualquer um. Ele acabou de ir embora, e vai voltar amanhã de manhã, sério me tira daqui. - Davina ria desesperadamente por causa da amiga. No mesmo momento, Kol entra no banheiro e encosta a porta.

-Sai daqui. - ela sussurra para ele. E o mesma parte para cima dela, arrancando sua blusa. - Elena, então, irei ter que desligar, estão me chamando. - o mesmo em um instante tira sua camisa. - Nossa.

-O que? Davina, você ta com alguém? - Elena pergunta, enquanto Kol espalhava beijos do pescoço da garota, até a barriga.

-Não. - ela fala mordendo os lábios para não gemer. - Preciso ir, tchau. - ela fala desligando o celular e encarando o mesmo, ele logo sorri, beijando ela. E a empurrando para parede com toda força.

-Espera, você viu Damon Salvatore pelado? - Enzo perguntava cada vez mais interessado em conhecer esse tal Salvatore. Caroline estava de boca aberta, não acreditava que estava no quarto ao lado e não ouviu absolutamente nada. - E você Davina, nunca pensei isso de você. - a mesma apenas estava bebendo seu suco e fingindo não ter falado nada.

-Espera, você pegou Kol Mikaelson no quarto de visitas, e você viu Damon Salvatore pelado? Tipo, literalmente? - Caroline pergunta e Davina concorda e Elena coloca a mão no rosto. - Gente do céu. Mas você não disse que Damon te beijou?

-Isso foi no dia seguinte. Ai assim que ele foi embora, eu achei que ele tinha voltado, pois ouvi mais gemidos, então na manha seguinte, descobri que era Stefan Salvatore. - Enzo apenas sorria ao pensar que esses irmãos deveriam ser uma comédia.

-Tá, mas voltando ao plano, já sabem o que fazer? - Caroline pergunta e eles concordam. - Então o plano começa agora, quero tudo pronto hoje.

-Já irei ligar para a peixaria. - Davina comenta pegando o celular e discando, saindo do Mystic Grill. Iria comprar um pouco de peixe.

-Bem, eu vou para a minha parte, irei ao mercado. E logo em seguida, irei convencer a Katherine a me ajudar. - Dizia Elena se levantando e se despedindo dos dois. A mesma pegou suas coisas, e saiu pela porta, a caminho do supermercado.

-Eu irei achar um hotel para dormir. - Enzo fala, e no mesmo momento Caroline segurou a sua mão, para o mesmo não sair. Ela apontou para a bancada, onde estava Hayley e Camille. No mesmo instante Enzo bufou. - NÃO SOU OBRIGADO, CAROLINE. - gritou o mesmo, atraindo olhares de todos. - Sua briga, não minha, não preciso aturar suas infantilidades, eu tenho mais o que fazer, além de ser um idiota ao seu lado, disposto a aguentar isso. Para mim chega.

-Mas... - a voz da mesma havia saido fraca e triste. - Pensei que fossemos amigos. - ela já chorava. - Sério Enzo? Você não percebe o quanto esta perdendo a mim, a todos e a sim mesmo? Fazendo toda essa brincadeirinha?

-E você não percebe que eu nunca me importei com você? Acha que quero ser amigo de alguém como você? Chora por tudo, uma idiota babaca, deveria voltar a ficar invisível. E eu aproveitarei o meu máximo na cidade. - ele fala saindo de perto da mesma e indo para bancada, disposto a contar todo plano para Camille.

Anônimo: Deveria me preocupar? Pois essa cena foi linda, mas ai a questão, ela foi planejada ou é verdade?

Caroline: Já que você sabe tudo, me diga, porque eu deixaria meu próprio ex-melhor amigo falar assim? EXATO, não deixaria. Por favor, não me incomode, estou cansada demais para falar agora.

Anônimo: Certo, mas sobre o que tinha no pendrive, alguma nova informação? Algo que possa nos ajudar?

Caroline: Ainda não, mas agora irei tentar deixar a imagem com mais qualidade, para conseguir ver melhor e tentar achar algo que me ajude a identificar qual hospital é.

-Me seguindo, Gilbert? - Elena suspira, ela sabia de quem era a voz, e por mais que tentasse negar um sorriso veio ao rosto, se virou para a pessoa, lentamente e respirando fundo.

-Damon. Adoraria dizer que é bom em te ver, mais acontece que não é. - ela se vira novamente, dessa vez se abaixando e pegando a vodca, a tequila e o whisky, em seguida colocando no carrinho, ela pegou no mínimo umas nove garrafas de cada.

-Pretende beber tudo isso? Ou eu posso ajudar? Ah, e estou pensando em algo: Depois de bebermos tudo isso, poderiamos ir ao cinema, tá passando um belo filme de mafia em finlândes.

-Não, obrigada. E eu nem falo finlândes, Damon. - ela fala empurrando o carrinho para frente e logo viraria ao corredor da direita, para ir comprar a comida. - Vai me seguir mesmo?

-Mas, não é para ver o filme. - Elena revirou os olhos e continuou a andar, dessa vez virando a direita. Ele logo a alcança. - A gente senta no fundo e joga pipoca nos outros. - ela riu.

-Talvez um dia, mas se vai ficar aqui do meu lado, pelo menos me ajude. Pretendo fazer uma festa hoje a noite, e ainda não comprei nada, já são seis da tarde, e aposto que Katherine não irá deixar lá em casa. Preciso ainda achar um lugar.

-Fácil, eu te ajudo, se você me prometer algo.

-E o que seria? - ela fala, não porque queria, mais sim porque precisava. Era questão de tempo para o festeiro Damon Salvatore, conseguir lugar, comida, bebida e ainda convidados.

-Um encontro. Eu escolho, amanhã a noite, pois sabemos que ninguém acorda em um sábado ao meio dia. - Ela suspira fundo concordando com o que ele havia falado. - Ótimo, a festa pode ser lá em casa, chamo todos, e vamos você precisa ter algo apimentado para ficar perfeito.

Ela apenas segue as ordens dele, e logo os dois começam a sair ganhando, Damon ganharia uma grande festa, ainda um encontro com sua preciosa "Katherine" e Elena apenas iria fazer a festa que tinha prometido para Caroline.

Rebekah estava em seu quarto entediada, não tinha muito o que fazer, apenas tentava ligar para Davina, no caso dava na caixa postal, assim como o de Caroline e agora tentava o de Elena, mas a tentativa foi falha também. Deitada na cama, pode observar que se sentia vazia, mesmo tendo tudo o que queria.

-KLAUS, VEM AQUI, AGORA, POR FAVOR! - a mesma gritou e em menos de minutos, o mesmo abre a porta desesperado, e logo ve que era somente mais um capricho de sua irmã. Ele suspira fundo, e logo fecha a porta, saindo. - Sério, fica aqui comigo.

-ESTOU OCUPADO, ACHE OUTRA PESSOA PARA TE DISTRAI ENQUANTO NÃO TEM NINGUÉM. - Ele grita, já estando em seu quarto, e voltando para o que fazia. Ele em segundos tinha conseguido voltar toda a atenção para o que fazia. Pintar.

O mesmo fazia traços perfeitos na folha, apenas com lápis de desenho, ele fazia algo, muito bonito. Estava tão concentrado, que nem percebeu quando Rebekah entrou em seu quarto. Ele desenhava cada detalhe que se lembrava, as retas formavam um rosto, Caroline Forbes.

-Que lindo desenho. - então o mesmo fechou os olhos, se concentrando em não gritar com a irmã, e logo a ignorou e traçou a boca, se lembrando daquela boca, macia, doce e viciante. Voltou a desenhar, e por mais que tentasse negar, ele poderia falar que gostava dela. Como uma criança da quarta série fala para a melhor amiga que gosta do garoto da sala. Algo passageiro, rápido, sem importância e não profundo.

-Eu sei, eu que estou desenhando, e poderia não ficar na luz? Atrapalha minha visão. - ela logo dá um passo para o lado, saindo de perto do raio de luz que entrava pela janela de seu quarto. - Obrigado.

-O que pretende fazer hoje a noite? - ela pergunta na esperança dele falar que iria ao shopping e a convidar, mas a mesma sabia exatamente que isso, seria impossível. O telefone dele vibra, ele apenas pega o celular, que estava no canto da mesa, e olha a mensagem, era Damon.

-Bem, parece que terei que ajudar a montar uma festa agora. - ele fala pegando seu casaco e saindo com as chaves no bolso. Rebekah indignada, segue o irmão até o primeiro andar da casa.

-Por que eu não estou sabendo da festa? - ela pergunta. - Nik, me responda.

-Não sei, Rebekah, ainda nem está pronta, somente a noite, e você não vai, não se recorda da última, como foi desastrosa? De como eu quase matei o Stefan?

-Certo. Vá, tenho uma ideia melhor para essa noite. - ela fala se despedindo do irmão, e subindo para o andar de cima, onde ela iria fazer algo.

Chegou em seu quarto, entrou e trancou a porta, em seguida abriu seu notebook, colocando a senha. Em seguida carregou todas as mensagens, e depois de tudo isso, apenas abriu o chat online, chamando alguém. Stefan.

Rebekah: Heey, Stefan. Está ai?

Ela esperou um tempo, na verdade, haviam se passado dois minutos, a mesma apreensiva, olhando para tela, na esperança de que o mesmo respondesse ela logo. Em dez minutos depois, o mesmo não havia dado nenhum sinal de vida, então somente adormeceu.

-Certo. Acha que isso ainda está bom para usar? - perguntou Caroline para Davina, as duas estavam no porão da casa dos Salvatore. Elas somente estavam começando a aprontar, hoje seria um dia histórico para todos, e isso mudaria exatamente tudo.

-Não sei, isso tem cara de que não é usado pelo menos nas ultimas dez décadas. - Caroline riu do comentário da amiga. - Não vamos usar essa tinta mesmo, não é? Você dessa vez pegou pesado demais.

-Você sabe tudo o que ela fez, sabe que isso não é o melhor jeito, mas ficarei melhor se fizer isso, e principalmente hoje, afinal, você irá me ajudar, não é? É minha amiga, certo?

-Sou, e nada vai mudar, mas olha, não me responsabilizo se ela te odiar para sempre, depois disso. - Caroline apenas riu, era exatamente o que ela queria. Ser odiada mais por Camille, e ainda ela poderia aguentar qualquer coisa, afinal, havia a suportado por mais de três anos.

-Para falar a verdade, nem ligo, então, onde paramos? - Davina apenas riu da dedicação da amiga, em seguida, apenas pegou o peixe que estava dentro do liquidificador, estava todo moído, em seguida despejou no pote de tinta verde. Ela pegou alguns peixes inteiros e colocou no pote, enquanto Caroline usava um pedaço de madeira para misturar aquele negócio. - Isso fede demais.

-Eu sei.

Anônimo: Sério, esse seu plano foi tão genial, que somente descobri ele agora. E sério, sei que ela vai ficar muito brava, mas vai valer a pena, afinal, o plano é muito infantil e deu certo, qual a segunda parte dele?

Caroline: Você irá descobrir em breve, consegui algo útil, o vídeo é de uma câmera de segurança, na cidade vizinha, a somente setenta quilômetros. E descobri que fica ao lado de uma faculdade, já facilita as coisas.

Anônimo: Amanhã você irá para lá?

Caroline: Sim.

Caroline estava pronta, havia colocado um simples vestido preto curto com um grande decote. Deixou o cabelo solto apenas e passou uma leve base. Davina colocou um vestido vermelho, era solto e bonito, em seguida foram para casa dos Salvatore, onde ocorria já, a maior festa da semana. O plano até agora dava tudo certo. Caroline andava pela festa sorrindo e falando oi para todos, como políticos.

-Belo casaco. - disse ela.

-Pelo decote. - Ela apenas abaixou a cabeça corando violentamente. Ele levantou seu rosto, fazendo ela encarar ele. - Estou brincando, linda. Sou Tyler, se lembra? Eu emprestava meu giz de cera para você, na segunda série.

-Lembro. - ela fala sorrindo. Mas logo sentiu algo em seu braço, a puxando para longe dele, ela apenas olhou para ver quem era. Klaus. - Me solta, você não tem esse direito.

-E nem você, de usar esses vestidos, bem, se é que podemos chamar isso de vestido. - Ele fala puxando ela até a cozinha, onde não tinha ninguém.

-E você não manda em mim, não é meu pai e nem meu irmão para me obrigar a vestir o que você quiser. - ela fala sendo um pouco grossa. A mesma se solta, mas logo ele puxa ela para um beijo, que foi retribuído, mas logo ela se lembra do que precisava fazer. - Ridículo. - A mesma bate na cara dele de leve, apenas saindo da cozinha.

-Estava te procurando, Enzo me avisou que eles estão lá fora, vamos? - Elena fala e em seguida puxa a amiga, Davina já estava lá. As três corriam contra o tempo, na esperança de uma bela vingança. Mesmo sendo injusta e suja.

Assim que chegaram na frente da casa, puderam ver apenas algumas pessoas, dentre elas, estava Camille sentada em uma cadeira, observando as estrelas, segurando um copo de vodca. Enzo estava em sua frente, conversando com ela. Como ela não vinha quem chegava por trás, nem reparou que Caroline, Elena e Davia se aproximavam.

Caroline logo foi para frente de Camille, e começou a falar:

-Você me machucou, fisicamente e mentalmente, me fez sentir dor, tristeza, angustia, mas eu superei, não sou mais aquela garotinha que você feriu, e agora, saiba que seu inferno, apenas começou.

Em seguida, Elena e Davina viraram aquela água velha, com uma tinta verde e o peixe, picado e não picado. Muitos que estavam do lado de fora riram, atraindo olhares de quem estava dentro de casa. Era apenas o começo da dor e do sofrimento.

Anônimo: Acho que temos uma nova rainha.

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