Beijam-Se Em Breve
Caroline e Klaus andavam de mãos dadas, sem nem perceber. Eram como ímãs. Opostos. Se atraem. E sempre voltam um para o outro. Pensando por esse lado, Caroline se esquecia completamente do seu plano inicial: A. Nunca se apaixone e nem namore. B. Descubra o motivo de Camille te odiar. C. Amigos são mais importantes que paqueras.
Os dois - ainda de mãos dadas sorrindo que nem idiotas -, bateram na porta dos Salvatore, na espera de Lily atender. Caroline queria de verdade viajar logo, desde que sabe contar praticamente sonha em conhecer aquelas maravilhosas e perfeitas praias, as montanhas, a areia clara, o mar limpo, aquelas viagens no qual você aproveita pra caramba. Nadar com golfinhos, ir ao casino, museus de artes, saber toda a história. Só de pensar nessas coisas, Caroline se animava cada vez mais.
Damon - no qual estava indo a procura de Klaus -, abriu a porta se deparando com o casal. O mesmo apenas sorriu suspirando. Klaus, se controlava para não bater no melhor amigo, mas a história era passada, Klaus nem ligava por ele ter comido Camille, afinal todos sabiam que ela era uma vaca, puta oferecida, mas o que machucou o garoto, foi saber que o amigo não era verdadeiro.
— Olá, Klaus... Caroline... O que devo a honra da vossa visita? — o mesmo diz irônico como sempre, ao abrir a porta para que eles entrassem.
— Oi Damon! — diz a garota de olhos azuis entrando pela porta. — Vim falar com sua mãe, ela está?
— Sim! Eu vou chamar ela, a mesma deve estar em seu quarto vendo aquelas novelas mexicanas na qual tanto gosta. Sintam-se a vontade. — o mesmo diz fechando a porta com uma expressão engraçada e curiosa no rosto.
— Dá uma chance pra ele se explicar, Klaus! — Care diz ao se sentar na poltrona em frente a lareira. — Por mim, por favor!
A mesma somente faz uma carinha de pena, na qual fez Klaus suspirar e concordar se sentando no sofá preto ao lado. Os dois esperavam Damon e Lily aparecerem.
— Sabe... acho que eu preciso... Eu já volto. — diz Caroline saindo da sala. Ânsia de vomito. A mesma corre o mais rápido possível para o banheiro, os passos pareciam lentos. A cabeça latejava, seus movimentos eram borrados.
Ao entrar no banheiro, encosta a porta, se agachando o mais rápido possível na frente da privada. Vomitando tudo que havia comido na parte do dia.
— Merda... — ela reclama ao lembrar que odiava o cheiro do vômito. — Que nojo. — a mesma sussurra apertando a descarga. — Que isso não se repita, nunca mais.
Ela encosta na parede do banheiro, respirando fundo com olhos fechados, tentando controlar a dor de cabeça, como se funcionasse.
Em minutos, ouviu uma voz do outro lado da porta, Klaus. O mesmo havia perguntado se estava tudo bem e se ela estava viva. A garota respondeu que somente precisava respirar uns segundos, o que fez Klaus estranhar mas não dizer absolutamente nada.
Caroline se levanta lavando o rosto e as mãos, em seguida se olhou no espelho, ajeitando os fios que se recusavam a ser arrumados.
Saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido. Indo em direção da sala - onde encontrou Klaus a olhando preocupado -, Damon - encostado na parede de braços cruzados -, e Lily - sentada de pernas cruzadas no sofá sorriu.
— Caroline Forbes! Que agradável! O que veio fazer aqui, minha querida??! Está tudo bem?! — a mesma abraçou a garota, considerada como afilhada.
— Estou bem, tia. Saiba que estou aqui, por causa da carta de minha mãe! A da viagem, estou super animada e bem, acho que você já sabe. — a mesma sorri.
— Sei! — Lily diz passando a mão nos cachos loiros de Caroline — E acredite ou não, você pode ir quando você quiser, você pode escolher a data, meu amor.
— Sério?! Que tal daqui uma semana? Pra da tempo de comprar roupas, e tudo assim sabe? — a mulher de meia idade concorda sorrindo e planejando tudo com a loira.
No final Lily disse que voltaria a assistir sua novela, beijando a testa de Klaus e Caroline, subiu as escadas da grande casa, deixando somente os dois e Damon.
— Então quer dizer que vai viajar, Barbie? — Pergunta Damon tentando ser o mais amigável possível.
— Nós vamos, esqueci de citar. Eu, você, o Klaus a Davina, o Kol e a Elena. — Caroline diz e Damon sorri abaixando a cabeça ao ouvir o nome de Elena, só de pensar em estar no mesmo lugar com ela... Era bom e ruim ao mesmo tempo.
— Interessante, mas sinto que devo recusar, Forbes! — diz o mesmo. Afinal, ele não queria forçar ninguém a levar ele, pois o mesmo sabia que ele somente iria por causa da promessa tola que Caroline fez para sua mãe na forma de carta.
— Não, você não pode.
— Posso sim, não quero ficar perto da Gilbert, e se vocês me fizerem um favor, não toque mais nesse assunto, vocês vão e acabou. — diz o mesmo pegando uma folha dobrada de seu bolo e entregando para Nik, no qual somente desentendido pegou a folha.
— O que é isso?! — diz Klaus finalmente olhando na cara de Damon. O mesmo apenas sussurra um "Abra", e foi o que Klaus fez, encarando aquele tal papel.
EXAME DE DNA
O PACIENTE DAMON SALVATORE, GENETICAMENTE NÃO É O PAI BIOLÓGICO DA CRIANÇA, POIS NO EXAME NÃO CONSTA NENHUM DNA POSSÍVEL.
ASSIM DECLARANDO QUE O TESTE É NEGATIVO.
DA DIRETORIA DE ENSINO DA FACULDADE DA VIRGÍNIA.
— Ah, e o que eu tenho haver com isso?? — Klaus diz jogando o papel em cima da mesa. — Isso não volta atrás cara, eu era seu brother, você não podia ter feito isso.
— Eu sei, me desculpe, mas cara, eu tinha treze anos, peito e bunda era a única coisa da qual eu me importava. E Camille tinha isso e era oferecida.
— Podia ter pelo menos me falado, não?! — diz Klaus se aproximando de Damon e o abraçando. — Eu sempre vou te perdoar pelas porcarias que você faz, não é?!
— Espero que sempre seja assim.
Haviam se passado três dias, e Caroline já fazia contagem regressiva, faltavam apenas quatro dias para se ver indo para a melhor viagem de sua vida.
Ela estava em sua casa já, na qual morava com Elena, Davina e Rebekah. As quatro conversavam sobre a viagem e sobre as novidades.
— De verdade, eu gosto do Enzo, mas vou pedir pra ele sair dessa cidade se realmente se importou alguma vez comigo. — diz Elena enquanto pintava a unha de rosa.
— Acha que ele faria isso? — pergunta Davina agarrada com uma a mofada.
— De verdade? Eu só vou tentar. Pois eu odeio olhar para cara de alguém e não suportar essa pessoa. Enzo é tão estupidamente idiota, que me faz querer beijá-lo.
— Como assim?! — questiona Rebekah sem entender.
— Pessoas que fazem atos estúpidos excitam ela. — Caroline fala enquanto tentava ficar acordada, a mesma estava morta de sono.
— Credo.
— Nojo.
— Então você gosta do Damon?
— Como assim? — questiona Elena da pergunta de Rebekah, se fingindo de desentendida. — De verdade eu não seu, ele é um idiota, e ao mesmo tempo sexy, mas ele machucou a Care, mas ele tem uma bunda que senhor... Mas.
— Amiga, um conselho. — diz Care. — Em primeiro, se você quiser ficar com ele, fique, não vou impedir. E em segundo, se você ficar com "mas" ou "e se", você nunca vai saber.
— É verdade. — concorda Davina.
Caroline disse que iria dormir, assim como Elena, deixando somente Rebekah e Davina conversando, depois de muito tempo, as duas decidiram uma das piores e melhores coisas que poderiam fazer.
— Vamos juntar o Damon e a Elena?!
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top