Obra de arte

Luz da lua que invade
A penumbra do meu quarto
Toca seu corpo nu
Na cama repousado
Após o prazer satisfeito
Realizado

Observo você, cada curva
cada canto, espaço do seu corpo
Com ardor beijo sua boca
procurando em cada parte explorada
A inigualável arte do ser
Que é você!

Pobre poeta que sou
Envolto por sua beleza
Volúpia e sedução
Inebriado com seu sabor
Ardendo em meus lábios

Ah... Quem me dera
ser eterno esse Agora!
Enternecer nos seus braços
Na aurora de nossas vidas

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