Capítulo 30

Emmica narrando...

Tomo um rápido banho coloco uma camisola azul bebê e me deito ao lado de Mack.

— Você fica tão linda com pouca roupa. — ruborizo.

— Amanhã você terá que me levar aos Lazarus. — digo manhosa.

— Isso de novo! Já disse que não é seguro ir novamente trabalhar naquela casa. Por quê insiste? — ele diz sem muita paciência.

— Preciso contar para o Joshua sobre o perigo que o cerca. Enteda Mack, e você também precisará ouvir.

— Argh! Ninguém merece. — ele bufa.

— Está com ciumes? — sorrio maliciosamente.

— Eu...? De quem? — ele brinca.

— Da empregada Anne, ela suspira pelos cantos por você. — pirraço.

— Ah é? Então tenho um motivo para ir lá amanhã. — sorrio. — Só tenho olhos para você, Emi. — ele beija minha testa.

— Bom mesmo. — sorrio.

— Agora quem ficou com ciumes foi você. — ele me cutuca.

— Eu...? De quem? — rio.

Ele me puxa para mais próximo dele e me beija, com desejo e amor. Beija levemente meu pescoço e volta a minha boca.

— Mack, melhor irmos dormir. Amanhã temos que acordar cedo. — digo quando ele se afasta recuperando ar. Ele suspira.

— Quando é que vamos repetir a noite de ontem? — ele pergunta.

— Talvez quando a Maggie me embebedar de novo. — sorrio.

— Não gostei... — ele diz como se fosse criança.

— Brincadeira, qualquer dia. — mordo o lábio inferior.

— Que tal hoje?

— Menos hoje. — adverti.

— Está bem... — ele beija minha testa e eu me aconchego em seus braços.

                                     ❤❤❤

Entro na mansão dos Lazarus com Mack ao meu lado.

— Vou perguntar para Celeste se ela sabe onde está o...

— Soldado Mackenzie, o que devo a honra de sua presença? — Joshua desce as escadas vindo em nossa direção.

— Olá senhor Lazarus. A Emmica precisava conversar contigo e a trouxe para isso. — Mack diz frio.

— Se ainda me lembro, ela ainda trabalha aqui, e é mais do que obrigação dela vir para cá. — ele fala rispidamente.

— Não precisa falar desta maneira seu trouxa! — Mack diz furioso.

— Acalme-se Mack. — digo tentando acalmá-lo.

— Calma nada! Esse cara é um ignorante! — Mack diz furiosamente.

— Olha aqui soldado Mackenzie, você serve ao meu pai como a Emmica também serve e como filho dele você me deve respeito. — Joshua diz.

— Para Josh! Você não está agindo da maneira correta. Está parecendo uma criança! — digo tentando ser autoritária.

— Desculpa, senhora. — ele diz ironicamente.

— Não vim aqui para brigar, mas sim para conversar algo que lhe interessa e que diz respeito a você e principalmente sua família.

— Sério? — ele diz seco.

— Por favor Josh. — digo.

— Vamos à biblioteca, e que não me faça perder tempo. — ele diz subindo as escadas.

— Como se ele tivesse algo melhor para fazer. — Mack me diz no ouvido.

Mack e eu continuamos logo atrás de Josh. Mack segurava firme em minha mão para me passar segurança, algo que me ajuda muito.

Nunca vi o Joshua tão frio como nesta manhã, está parecendo o General Edmundo.
Ele abre a porta da biblioteca e senta na mesa central na cadeira principal, eu e Mack o seguimos e fecho a porta.

— Fale... — ele diz.

Sento-me na cadeira a frente da mesa e Mack senta ao meu lado.

— Você abriga um terrorista em sua casa. — digo de uma vez. Joshua salta da cadeira, e Mack vira-se olhando para mim.

— Como assim?! — os dois dizem em uníssono.

— E para ser exata, o assassino de minha mãe. — digo já sentindo meu rosto molhado.

— Emi, meu amor. — Mack diz me abraçando.

— Me explique isto direito, Emi. — Joshua exige.

— Alguns dias atrás eu estava limpando o jardim... — engulo minhas lágrimas, mas elas voltam. — o vento estava impiedoso levando tudo que ele encontrava pela frente. — Joshua arquea uma sobrancelha. — O jardineiro Billboard estava lá fazendo seu trabalho de sempre, então o vento leva o seu chapéu.

— Não há nexo nesta história, Emmica. — Joshua diz perdendo a paciência.

— Deixe ela continuar, Joshua! — Mack fala rispidamente.

— Eu corro e apanho o chapéu dele e quando o entrego... — engasgo. — Ele não é quem todos pensam, ele é o Rodof, o assassino de minha mãe. — Joshua arregala os olhos e Mack aperta minha mão.

— Sua acusação é muito séria senhorita, não é algo de se brincar. — Joshua diz.

— Eu não estou brincando!— digo, várias lágrimas escorrem de meus olhos.

— Amor, você tem certeza? Talvez esteja se...

— Nem você acredita em mim, Mack?!

— Não é que...

— Eu não tenho motivos para mentir, eu não estou enganada. Eu reconheceria aquele desgraçado a distância!

— Se o que diz for verdade, ele só pode estar arrecadando informações sobre meu pai.

— É isso que ele está fazendo. Com certeza. — digo.

— Precisamos ir prendê-lo. — Mack se levanta e vai em direção a porta.

— Jackson! Não seja bobo. Mesmo que o que a Emi falou seja real, não temos provas para acusá-lo. Se apreendemos ele, sem nada concreto, só irá causar mais confusão. — Joshua diz com razão.

— E você espera o quê? Que fiquemos aqui esperando ele agir? — Mack diz.

— Não, mas também não podemos sair por aí prendendo qualquer um.

— Ele não é qualquer um, ele é o assassino de minha mãe e um terrorista. — digo.

— Está certo, mas irei investigar antes de qualquer coisa. — Joshua diz.

— Mas e enquanto isso? Sua família corre perigo. E a Emmica também. Afinal ele deve te reconhecido ela.

— Improvável. Mas estarei de olhos abertos.

— Enquanto isso ela não ficará aqui. — Mack diz com firmeza.

— Não, ela continuará sim.

— Nem pensar...

— Está decidido soldado! — Mack se cala.

— Meu amor, não se preocupe. — o abraço.

— Uma reunião e nem me convidaram. — uma voz entra na biblioteca.

— Pai. — Joshua diz.

— Posso saber o que está acontecendo aqui? — ele fala ríspido.

— Sim, é que a Emmica...

— A Emmica estava explicando o motivo de seu atraso. — interrompe Mack.

— Soldado Mackenzie... O que você é da senhorita Spring? — ele pergunta com a sobrancelha arqueada.

— Estamos namorando, senhor. — Mack diz e o general suspira.

— Jovens. — ele bufa. — Bom, então da próxima vez venham explicar diretamente para mim.

— É que achamos melhor não incomodá-lo, senhor. — Mack diz.

— Está bem. Agora se retirem, irei fazer uma reunião aqui na biblioteca. Você também Joshua.

— Sim, pai. — Joshua diz.

Assim que saímos Joshua pergunta furioso:

— Por que não falou a verdade para o meu pai?!

— Pensa, ele não sabe que a Emmica é a garota que ele tentou matar há alguns anos. Como se explicaria o conhecimento dela sobre o terrorista sem dizer esta informação? — Mack diz com razão, deixando Joshua sem palavras.

— Volte aos seus serviços, Emmica. — Joshua diz saindo de nossa presença.

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