Capítulo 09 🎈🧚🏼♀️
Sorri levemente passando minha língua por meus lábios, continuei com meu braço pela cintura de Aleksander e me virei erguendo meu outro braço e segurando a cintura de Yago também trazendo ele para o meu lado.
— Vocês querem ficar? — questionei beijando a bochecha de Yago, que tremeu e ficou vermelho.
— Como assim ficar? — Aleksander questionou e eu olhei em seus olhos, sua mão colocando uma mecha de meu cabelo para trás.
— Ser meus, eu quero vocês e se vocês me aceitarem, não poderei deixá-los ir — digo seriamente e Yago suspirou me fazendo olhá-lo.
O loiro se afastou de mim e parou na minha frente com os olhos sérios e as bochechas ainda levemente avermelhadas.
— Não posso aceitar Alyda, não sabemos nada sobre você e aparentemente tem coisas que você quer esconder — Yago diz meio nervoso e eu sorri sem mostrar os dentes, beijo a ponta do nariz de Alek e o soltei me sentando na cama.
— Eu posso dizer a vocês o que quiserem, eu só queria ter certeza de que iriam ficar comigo idependente disso — murmuro sentindo meu peito se apertar, eu sei que eles irão fugir assim que souberem.
— Não perguntaremos, pode só nos falar o que tem que falar — Aleksander diz abraçando Yago pelos ombros e eu assenti respirando fundo.
Bom, como dizer para eles que eu como crianças? E que eu tenho poderes que não me deixam mais envelhecer? E que além de ser extremamente forte e diferente da minha mãe consigo me transformar em uma víbora?
— Eu...não sei por onde começar, a história é bem longa — murmuro coçando minha testa e suspiro me sentando com as pernas estilo índio.
Bati na cama ao meu lado e Alek pegou Yago no colo se sentando com ele virados em minha direção, sorri levemente.
— Promete que não vão sair correndo? — questiono meio preocupada e Aleksander e Yago me olharam meio confusos.
— É tão ruim assim? — Yago questionou se encolhendo no colo de Alek, pego minha coberta e lhe entrego já que a temperatura da casa está abaixando.
— Para humanos é nojento, completamente antiético e repugnante — digo sincera e Aleksander ergueu a sobrancelha me fazendo rir de nervoso. — Okay, vamos lá...
Contei tudo para eles, que eu comia crianças e que podia me teleportar, que tinha poderes que nem eu entendia as vezes e não sabia quantos eram. As expressões deles não saíram do neutro ou de um franzir de sobrancelhas, até Yago se mantinha da mesma forma, contei a história dos meus pais e sobre tudo até agora. Não queria esconder nada.
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