Capítulo 4:O amuleto
Brasil:São Paulo.
??? On
Já está de madrugada e eu aqui acordada investigando.
Já se passaram três meses desde que encontrei esse bendito amuleto, mas continuo sem nenhuma resposta até agora. Mas algo dentro de mim dizia que eu estava perto de encontrar a verdade por trás disso.
Flashback on
Tudo começou num dia nublado, o céu estava fechado parecendo que o dia estava de mau humor, mas aquilo não me impediu de fazer minha caminhada matinal. Coloquei um moletom, vesti uma calça de ginástica e coloquei meu tênis. Estava pronta para sair, só faltava o meu fiel companheiro Noki, meu gato de estimação.
Mas aquele dia não parecia ser igual a outros, estava sentido um pressentimento ruim. Mas eu ignorei e sai para caminhar sendo acompanhada por Noki logo atrás de mim, na grande cidade de São Paulo.
Fazendo o mesmo trajeto que eu fazia todos os dias, me inquietei quando passei por um beco e ouvi um choro de bebê. Não pensei duas vezes, voltei e entrei no beco seguindo o choro da criança que levava até uma lata de lixo. Levantei a tampa e não vi nenhuma criança a não ser um amuleto reluzente. Peguei o amuleto e olhei para os lados procurando o possível dono, quando Noki se esfrega na minha perna e me olha com os seus olhos verdes. Então coloquei o amuleto no meu pescoço e voltei a caminhar. Ao chegar no apartamento tirei ele do meu pescoço e o jogando em cima da mesa fui beber água. O resto do dia eu fui para escola e nada demais, a não ser minha mente se perguntando de onde veio o choro do bebê. Ao chega em casa eu fui descansar, e foi aí que os problemas começaram.
Acordei ouvindo os mesmos choros de criança. Levanto-me da cama e vou em direção à sala de onde vinha o choro. Ao olhar para o sofá, vejo o colar em cima do mesmo.
Eu pergunto para mim mesma "O que diabos estava acontecendo!? Será que eu estou ficando louca!? Não, deve ser coisa da minha cabeça..."
Volto para cama e adormeço. Acordo ouvindo vozes vindas da sala de novo. Então olho para escrivaninha que ficava do lado da minha cama, que agora não estava mais lá. Olho para as mobílias no meu quarto e nada daquilo era meu, tinha apenas velhas mobílias. Levanto-me da cama e vou novamente à sala. Todas as minhas mobílias não estavam mais lá apenas umas caretas e antigas. Parece que o cenário havia voltado no tempo. Olho para janela e vejo um homem de costas pra mim, ele esfrega a mão no rosto como se estivesse limpando um choro.
Até que eu ouço uma voz de uma mulher. Olho para trás e vejo-a vestindo um vestido amarelo.
-John, você está bem?
Ele se vira e responde:
-Sim, apenas estou pensando em algo.
Então a moça perguntou:
-Quando nós iremos voltar para minha cidade natal?
Então o John olhou para chão, e voltando o olhar para ela respondeu com um grunhido de insatisfação.
-Tenho uma notícia boa para você!
Então ela chega a seu ouvido e diz:
- Sei que você ainda está incomodado com os seus pesadelos, mas tem uma coisa que quero te contar.
Então perguntou o veterano:
-O que?
Ela responde:
-Estou grávida.
John lhe abraçou e beijou. Então o veterano decidiu voltar para cidade natal da sua amada camponesa, prometendo que iria sair de manhã cedo.
Mas o mundo não é um mar de rosas, e como a vida dá,ela também tira.
Então as luzes se apagam e o cenário fica escuro, olho para janela e vejo John olhando para a outra janela com uma garrafa de vinho na mão. Parecia que ele já tinha bebido várias garrafas.
Quando sua esposa chega, toma a garrafa da sua mão e diz:
-Chega! Eu não aguento ver você desse jeito! Isso não vai resolver os seus problemas!
-Rose, devolva essa garrafa!-Ele eleva a voz e vai se aproximando de Rose
-Não!
Ela tenta recuar quando ele corre e a derruba, batendo sua barriga no chão. O sangue escorre e ele sai de cima dela desesperado, começando a chorar.
-M-me desculpe!
Rose não reagiu e não ficou com raiva, apenas. A dor era maior que a raiva a dor era maior que tudo naquele momento.
-Desculpe... Iremos amanhã para cidade de Algum lugar... -Ele se vira e vai para o quarto.
Rose pega o seu filho entre os braços e o leva para o mesmo beco onde eu encontrei o colar de prata.
Então o casal acabou perdendo o seu primeiro filho.
Quando ouço uma voz dizendo:
"Deixa eu viver"
Flashback off
Eu acordo ofegante e vejo Noki em cima da cama.
Desde então, estou nessa pesquisa. Mas algo me diz que estou perto de achar as respostas que falta.
Que estão num bilhete que encontrei que fala, estar escrito o a cidade é o endereço de uma casa e a da cidade
Cidade de Em algum lugar lá vamos nós.
Dor:Todo mundo vai passar ou já passou isso na vida, ela sempre estar nos esperamos em algum momento da vida e nós acompanha até a onde você permite,não deixe a dor ser sua companheira.
Fim do primeiro diário de investigação de Ágata 12 de abril de 2019.
Capítulo corrigido por MarcelDark.
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top