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Sete anos depois
— E então, meu amor, gostou? — perguntei, enquanto olhava Jennie admirar a nossa nova casa. — Eu mandei construir ela para nós. Pensei em cada detalhe pra ficar tudo perfeito.
— Ficou perfeito, Lis — caminhei até ela, abraçando-a por trás. — Eu tô tão feliz que estamos conseguindo conquistar tudo o que queremos.
— Pois é. Nos formamos na faculdade, temos uma casa, um carro, trabalhamos em empregos descentes e muito bons... — ela levou suas mãos até as minhas, que estavam rodeadas em sua cintura.
— Vamos entrar? — seu rosto virou para mim, e eu não pude evitar de deixar um beijo esquimó nela, logo selando nossos lábios lentamente. — Eu te amo.
— Eu também te amo — sorri enquanto me afastava dela. Peguei sua mão e nos guiei até dentro de casa.
Bom, eu e Jennie fizemos as faculdades que queríamos. Ela de moda, e eu de fotografia. Agora, eu estou trabalhando como fotógrafa na empresa da Calvin Klein, onde Jennie também trabalha como estilista e desenhista de roupas do local.
Eu estou com 29 anos e Jennie com 26 anos atualmente, não temos filhos ainda, porém temos o Kuma... o Love infelizmente veio a falecer há dois anos atrás.
— Amor, essa casa é linda — ela disse, boquiaberta enquanto caminhava até a cozinha americana, observando cada detalhe do local.
Eu fiquei sorrindo, vendo-a saltitar como uma criança feliz. Percebi que seus olhos começavam a brilhar conforme ela voltava caminhando até mim. Murchei meu sorriso e a encarei, percebendo que eram lágrimas. Ela abriu os braços e eu ri, recebendo um abraço junto com um choro de emoção.
— Não chora, meu amor.
— Obrigada por não desistir de mim, vida. Muito obrigada mesmo — afastei ela do abraço para selar nossos lábios, logo a abraçando de novo.
— Não precisa chorar. Você sabe que eu te amo e nunca desistiria de você. Inclusive, temos que conversar sobre algo muito importante.
— Claro, o que foi? — ela perguntou, enquanto eu a puxava até a sala, para nos sentarmos no sofá.
Encarei-a, virando um pouco o meu corpo. A garota me olhava atentamente, me deixando meio nervosa, pois eu não sabia como falar aquilo.
— Já temos 29 e 26 anos, certo? — ela assentiu. — Temos uma casa aconchegante, um carro espaçoso e um quintal grande, não é verdade? — ela assentiu, deixando uma lágrima escorrer sem querer. — O que acha de conversamos sobre dar mais um passo na nossa vida?
— Acha que está na hora de termos um filho?
— Bom, eu estou preparada e quero isso, mas e você? Você quer?
— É óbvio que eu quero, meu amor. O que eu mais quero é ter um bebê, e você sabe disso. Eu só estava esperando você dizer que estava pronta, porque eu já estou desde que comecei a trabalhar.
— Rápida você, viu — ela riu, assentindo. — Sabe que dia é hoje?
— Uhum. Estamos completando 5 anos de casadas, né!?
— Tá esperta hoje, Ruby Jane — sorri maliciosamente, percebendo que ela entendeu o que eu queria.
— Nem um café antes, Manobal? — neguei. — Você só me chama de Ruby Jane quando quer transar.
— Exatamente... Eu acho que estou muito ansiosa pra saber o que nos espera daqui a nove meses — empurrei-a no sofá, fazendo-a deitar no mesmo, ficando por cima de seu corpo pequeno e seduzente.
Aproximei meus lábios dos seus, porém fui impedida de beija-la pela mesma.
— No quarto — ela cochichou. — Com aquele item, Manobal...
— E se eu não quiser?
— Você não tem que querer. Na cama quem manda sou eu, não você.
— Você manda na cama e fora dela. Meio injusto, né?
— Manda quem pode e obedece quem tem juízo — sorri enquanto me levantava, observando a garota que pareceu não se mover. — Você realmente acha que eu vou gastar as minhas energias caminhando até lá encima — ela perguntou, sínica.
— Você e mandona, sabia? — ela riu enquanto eu a pegava no colo, deixando uma perna de cada lado da minha cintura. — Sorte sua que eu faço academia.
— Tá me chamando de gorda?
— Hum, talvez... Talvez você precise perder algumas calorias de um jeito mais... sexy, sabe? — perguntei, maliciosamente, recebendo um sorriso pervertido da garota.
— Seja a minha personal trainer, então, Manobal — ela cochichou no meu ouvido, mordendo meu lóbulo logo em seguida.
A sua voz em inglês é tão sexy, tão seduzente que me deixa excitada apenas com isso. Aquilo foi como uma melodia para os meus ouvidos, causando-me um frio inesperado na barriga, junto com a necessidade de tê-la só para mim.
Segurei seu corpo firmemente e comecei a subir as escadas, indo em direção ao nosso quarto. Porém, no meio do caminho Jennie começou a beijar o meu pescoço, e isso foi o cúmulo para mim. Assim que saí da escada, eu prensei seu corpo contra a parede, bem ao lado da porta do quarto.
— Já estamos quase lá, Manobal...
— Você que fez isso comigo — comecei a beijar seu pescoço rapidamente. — Sabe que seus beijos molhados no meu pescoço é o meu ponto fraco, Ruby — disse, com a voz sexy e encarando sua boca.
— Mais um pouquinho, Manobal...
— Para, Ruby. Pare de fazer isso. Eu vou perder meu controle, e você sabe o que acontece quando eu perco o meu controle, amor...
— Eu sei — ela mordeu o lábio inferior enquanto sorria. — Eu quero que você perca o controle.
Segurei-a mais firme, tendo seus braços entrelaçados no meu pescoço e um sorriso malicioso em seus lábios. Caminhei até o quarto, fechando a porta com o pé, sem dar muita importância para ela, já que moramos sozinhas. Aproximei-me da cama e joguei nossos corpos nela, ficando por cima da Kim. Encarei seu tronco coberto, e comecei a despi-lo rapidamente, deixando-a somente com um sutiã de renda preto.
Ataquei seus lábios com vontade, apertando sua cintura com bastante força, enquanto tinha o meu pescoço sendo arranhado pelas suas unhas. Pedi passagem para língua e ela logo cedeu, permitindo-me explorar cada parte já conhecida muito bem por mim. O jeito que nossas línguas se tocavam e entravam em uma linda disputa para ver quem iria ter o controle daquilo, era seduzente e quente. Os arrepios eram impossíveis de serem contidos quando Jennie deixava chupões no meu lábio interior, procurando por ar antes de voltar a me beijar. Aquela sensação era única e eu sentia ela desde quando eu e Jennie nos beijamos pela primeira vez, a partir daquele momento, a minha vida mudou para sempre.
Ela arfou quando parei de beijar-la, guiando um caminho de beijos até a lateral do seu pescoço. Apoiei minhas mãos ao lado do seu corpo, dando espaço para que ela pudesse arranhar minhas costas por baixo da minha camisa, fazendo-me tremer com o contato gelado do seus dedos com a minha pele quente. Me concentrei no que eu estava fazendo, com a missão de fazer Jennie gemer meu nome apenas com aquilo. Deixei mordidas um pouco forte, acompanhadas de chupões demorados em sua pele branca, na tentativa de conter um pouco sua dor. Enquanto isso, eu sentia algo queimar em minhas costas, percebendo que a cada mordida que eu dava, ela me arranhava mais forte.
— Manobal... — ela gemeu após uma mordida mais forte minha, fazendo os meus lábios se curvarem em um sorriso satisfeito. Olhei para ela, vendo suas pupilas escurecerem e aumentarem um pouco, podendo perceber o quanto aquela garota me amava, já que não é a primeira vez que isso acontece. — O meu pescoço não é o único que precisa de atenção, sabia?
Sorri maliciosamente enquanto mordia meu lábio inferior, passei minhas mãos pela a sua cintura, indo até suas costas, à procura do fecho de seu sutiã, e assim que o encontrei, desabotoei o mesmo, deslizando minha mão até o seu pescoço, a enforcando enquanto observava sua boca entreaberta. Sorri novamente, começando a passear com os meus dedos pela sua clavícula, trilhando um caminho lento até a alça de seu sutiã, e assim que tive contato com ela, peguei-a e comecei a desliza-la lentamente pelo os seus ombros e pelo os seus braços, enquanto beijava cada parte de seu seio que começava a aparecer em uma velocidade lenta, podendo sentir seus espasmos repentinos. Assim que tive a visão de seu mamilo totalmente rígido, ameacei beija-lo, aproximando minha boca até ficar a centímetros dele, porém não fiz isso, apenas levantei meu tronco para terminar de tirar seu sutiã.
Tirei minha camiseta e o meu top, deixando meus seios livres e recebendo o olhar sedento de Jennie como recompensa pelo meu ato.
— Quem tá me provocando hoje é você... — ela encarou meus seios com desejo.
— Você poderá se vingar mais tarde, Ruby — disse, com uma voz sexy e atraente, logo me inclinando lentamente até seu seio. — Mas primeiro, eu vou me vingar por todos esses anos que você me provocou...
Após a minha fala, eu passei a língua lentamente pelo seu mamilo, ouvindo sua arfada e sua respiração acelerada. Com a minha outra mão, eu comecei a massagear o seu outro seio, dando leves puxadas em seu mamilo rígido, enquanto eu chupava o outro com a minha boca, deixando mordidas e lambidas lentas e dolorosas, ouvindo a melodia que seus gemidos formavam dentro daquele cômodo, sentindo o meu membro começar a dar sinais, querendo atenção o mais rápido possível.
— Para de me morder, caralho — ela disse, entre gemidos de dor, o que me fez sorrir entre a mordida que eu deixava em seu mamilo.
— Eu sei que você gosta, Ruby... — após a minha fala, ela gemeu de novo, deixando-me com mais tesão do que eu já estava.
Comecei a descer os meus beijos, deixando chupões em cada parte de seu tronco, sentindo seus pelos arrepiarem com o meu toque macio e molhado, tendo meus cabelos sendo puxados pelas suas mãos. Senti um nervosismo quando cheguei até o cós de sua calça, encarando-a com ansiedade para tirá-la, fazendo isso logo em seguida. Com minhas mãos, eu deslizei sua calça junto com sua calcinha, lentamente até os seus pés, que estavam com um salto alto preto.
Assim que tirei as camadas de roupas que me impediam de vê-la nua por completa, fiquei de pé, observando seu corpo nu, apenas com um salto preto. Seu cabelo estava meio ondulado, seu rosto estava com uma expressão maliciosa, suas curvas continuavam perfeitas, seu salto alto deixando um charme especial em seu corpo... aquela era a verdadeira visão do paraíso.
Em questão de segundos, eu me aproximei de sua intimidade, pedindo permissão para tocar-la, na esperança de que ela cedesse logo, porém ela não fez isso.
— Quem manda aqui sou eu — ela se levantou, ficando de joelhos na cama e me empurrando na mesma, fazendo-me deitar em sua frente. — Aquela posição é tão clássica, você sempre faz ela, Manobal — ela inclinou seu tronco, passeando sua mão do cós da minha calça, até o meu pescoço. Eu tinha a visão de Jennie de quatro, enforcando-me com sua mão, aproximando sua boca da minha, preparando-se para me beijar, porém ela não fez isso. — Vamos mudar um pouco o roteiro, meu amor — ela sussurrou, contra a minha boca, logo se levantando com um sorriso pervertido em seus lábios.
Surpreendi-me quando ela ficou com uma perna de cada lado do meu corpo, olhando para mim enquanto mordia seu lábio inferior. Entendendo o que ela queria, coloquei minhas mãos em sua cintura e a puxei logo, tendo o encaixe perfeito da minha boca com a sua vagina, que estava completamente molhada.
Concentrei-me em seu clitóris, começando a chupa-lo com rapidez, escutando os gemidos de Jennie conforme eu fazia isso. Num ato repentino, Jennie começou a rebolar em minha boca, sorrindo com o lábio inferior sendo mordido, enquanto olhava para mim. Eu me esforçava em dar-la o maior prazer possível, apertando suas nádegas e deixando chupões, lambidas e mordidas francas em seu clitóris.
Fiz movimentos circulares com minha língua por toda a região, tendo o encaixe perfeito dos meus lábios com os seus, percebendo que ela rebolava cada vez mais rápido em minha boca. Me surpreendi quando ela inclinou seu corpo para frente, se apoiando na cama e começando a quicar em minha boca, não trazendo peso, já que ela estava inclinada, impedindo-me de ver a luz, só permitindo-me admirar seu lindo abdômen definido por conta da academia.
Deixei apertadas fortes em suas nádegas, enquanto chupava seu clitóris ainda mais rápido, com a garota quicando com rapidez em minha boca, gemendo alto e sem parar, com nenhuma preocupação de que poderia incomodar os vizinhos, já que agora não moramos mais em apartamento e as casas ficam longe uma da outra aqui.
De repente, o gemido alto, rouco e arrastado da Jennie foi ecoado pelo quarto, fazendo ela parar de quicar e rebolar lentamente na minha boca, enquanto eu continuava a chupando, tentando não deixar nenhum vestígio de orgasmo no local, aproveitando cada líquido que estava ali.
— Meio injusto isso, não acha? — ela perguntando, se sentando em minha barriga.
— O quê? — levei minhas mãos até suas coxas, que estavam ao lado direito e esquerdo do meu peitoral.
— Você ainda está de calça — ela fez beicinho, porém desta vez, este beicinho não conseguiu disfarçar seu semblante pervertido.
— Se está te incomodando tanto, tire-a! — ela sorriu, começando a tirar os tecidos que a impediam de me ver nua. — Aonde vai? — perguntei, assim que ela tirou a minha calça junto com a minha cueca, se afastando de mim logo em seguida.
— Já volto — ela gritou, entrando no closet.
Não demorou muito para que ela aparecesse com um vibrador e algemas, colocando o objeto cinza em cima da cômoda e vindo até mim, entregando o vibrador.
— As algemas ficão pra depois — ela disse e eu sorri maliciosamente, me sentando na cama enquanto observava ela se deitar.
Virei seu corpo de lado, vendo-a virar a cabeça para mim, me olhando com dúvida. Ignorei isso e apenas me deitei atrás dela, pegando sua perna e puxando para trás, apoiando-a encima da minha, dando espaço para que meu membro conseguisse chegar até a sua intimidade.
— Você disse que estava enjoada de posições clássicas... Vamos testar uma nova — disse, enfiando meu pênis lentamente em sua entrada, a vendo fechar os olhos lentamente, enquanto entreabria sua boca, sentindo uma dor imediata, porém passageira.
Liguei o vibrador, começando a passá-lo pelo seu clitóris, escutando seus gemidos altos e necessitados, enquanto eu a penetrava cada vez mais rápido, sem medo de machucar-la, já que o nosso sexo nunca foi um jogo limpo, nós sempre jogamos sujos uma com a outra. O sadomasoquismo domina nossos corpos e o sexo selvagem se torna comum em nossa vida sexual.
Comecei a fazer movimentos circulares com o pênis de borracha, aumentando a velocidade da vibração no máximo, penetrando-a com força e com vontade, ouvindo nossos gemidos se misturarem e criarem uma sinfonia maravilhosa, sendo o quarto a nossa arena e a cama o nosso palco.
Jennie levou sua mão até o meu pescoço, fazendo-me levar a minha atenção para ela. A garota me puxou para que eu pudesse beijar seu pescoço, e assim eu fiz. Eu não sabia como eu estava fazendo tudo aquilo ao mesmo tempo, mas o importante era que eu estava conseguindo sem dificuldades. Observei seus pelos arrepiarem conforme eu beijava seu pescoço, lentamente, usando minha língua para deixar rastros molhados pelo local, tentando conter os meus gemidos, porém às vezes era impossível e eu acabava gemendo contra o seu pescoço, deixando o ar quente da minha boca, atingir aquela região, fazendo-a arrepiar de minuto à minuto.
Demorou mais alguns minutos até que ambas chegassem no ápice, e quando aconteceu, o gemido de nós duas se misturou num volume bem alto e prazeroso.
***
— O que aconteceu, Minnie? Por que me chamou tão cedo? — perguntei, assim que cheguei na casa da minha irmã, que estava chorando.
— Cadê a Jennie?
— Ela ficou em casa dormindo. O que aconteceu? Por que está chorando?
— A Miyeon, Lisa... — ela se sentou no sofá e começou a chorar mais.
— O que aconteceu com ela, porra? A filha dela tá bem? — sentei-me ao seu lado, nervosa com o seu choro sofrido e rouco.
— Você sabe que sábado passado foi aniversário de casado dela e ela foi comemorar, né?
— Sim, por isso ela deixou a Eunjin com você. Mas o que tem?
— Eles estavam voltando pra Busan ontem a noite, mas um carreta bateu no carro deles e... bom — ela engoliu seco, tentando controlar o choro. — O marido dela morreu na hora, mas ela está em coma, também teve que fazer várias cirurgias e... — ela começou a sentir faltar de ar, portanto, tentei acalmar-la, tendo sucesso com isso. — Os médicos disseram que as chances de ela continuar viva, não é muita — ela se inclinou para frente, tapando seu rosto com suas mãos e começando a chorar.
Abracei-a com força, percebendo o quanto ela gostava da Miyeon, já que a Minnie não é de chorar. A última vez que eu vi ela chorando, foi na cadeia por causa da Miyeon, depois ela derramou algumas lágrimas no meu casamento, mas não foram muitas também.
— Não chore assim, a Eunjin irá perguntar o que aconteceu e você não sabe como ela vai reagir.
— Ela tem só sete anos, Lisa. Não posso esconder isso dela, mas também tenho que arranjar um jeito leve e menos triste de contar isso, pra que ela não tenha um ataque de asma ou sei lá.
— Olha só, a Miyeon e forte e vai sair dessa. E quando ela sair, você vai estar aqui, você e a Eunjin estarão aqui pra darem o maior apoio pra ela. Eu sei o quanto você ama ela, e eu tive certeza quando você aceitou que ela estava feliz com outra pessoa — ela me olhou. — Olha como você é forte, Minnie. Quando você percebeu o quanto a Miyeon estava feliz, você apenas aceitou e seguiu a sua vida, sem se afastar dela porque ela te vê como uma melhor amiga. E mesmo sofrendo, você não deixou de ama-la e nem desprezou ela, e isso é muito lindo. A Eunjin ama você, a Miyeon ama você, e você vai conseguir passar por mais um desafio, ok? Se precisar, eu te ajudo a cuidar dela enquanto a Miyeon está em coma, só não chore assim...
— Você disse tantas coisas em uma fala só que eu até me perdi. Merda! A burrice do Bambam tá passando pra mim.
— Verdade — rimos enquanto ela me batia. — Você quer ajuda pra conversar com a Eunjin?
— Não precisa. Eu vou conversar com ela quando ela acordar... Eu sou a madrinha dela, né? Tenho que cuidar da minha afilhada e é isso que eu vou fazer. Obrigada por vir aqui!
— Somos irmãs. Quando quiser um abraço, é só me chamar. Eu já chorei tantas vezes no seu colo, nada mais justo do que você poder chorar no meu quando precisar.
— Muita vezes mesmo. Eu lembro que sentia muita dor nas costas porque você era muito pesada. Eu passava noites tentando te acalmar.
— Desculpa por isso, mas eu era um bebê, não podia controlar as minhas emoções.
— Mas valeu a pena. Eu fazia de tudo pra ouvir aquela sua gargalhada gostosa — ela sorriu em meio as lágrimas. — Você não tem ideia das palhaçadas que o Bambam fazia pra você.
— Vindo dele, eu acho que não pode ser chamada de palhaçada.
— Tem razão. Ele era um esquizofrênico quando estava com você — rimos. — Bom, agora eu vou deixar você ir descansar. Está com uma baita olheira.
— Eu fui dormir quatro horas da manhã e agora são seis e meia, eu não dormi nada.
— Tava fazendo o que de tão importante? — olhei para ela que estava com um sorriso pervertido, vendo-a semicerrar seus olhos.
— Assistindo Dorama. Agora eu já vou, tchau — me levantei, indo até a porta, tentando conter a minha vergonha.
Não gosto de falar sobre a minha vida sexual para os meus irmãos e nem para ninguém, isso é estranho. É um momento pessoal meu e da Jennie, ninguém precisa saber disso.
— Hum, Dorama, sei. Sua safada! — ela gritou enquanto observava eu sair de sua casa, rindo de mim.
Eu pulei o hot pq tava com preguiça de terminar de escrever 😭😭😭😭 desculpem
Mas elas transaram pra caramba 🥵🥵🥵
Se o baby não vier agora, ele n vem mais não
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