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Eu sei que eu posto um capítulo da Jennie e outro da Lisa, mas assim, a Jennie tá no hospital, não tem nada de interessante pra escrever lá.

Então vai ser dois capítulo seguidos da Lisa, se vcs não gostarem, pau no cu de vcs, tenho nada haver com isso.

Boa leitura! 🥰😘

Depois de queimar os papéis, caminhei lentamente até onde a Mina estava. Abri a porta do local, e entrei, vendo Felix discutir com a garota.

— O que está acontecendo aqui?

— Essa merdinha não cala a boca — ele falou, e a garota mostrou língua para ele.

— Se ela discutir com você de novo, faça ela calar a boca de um jeito cruel e malicioso. E caso ela tente te machucar, isso aqui vai te ajudar a se defender — joguei uma faca para ele, que pegou sem muita dificuldade. Observei o sorriso malicioso do rapaz, encarando a faca em sua mão. — Até mais, Felix. Não falhe no seu trabalho — ele assentiu. — Depois que terminar tudo, mate-a.

Após o pequeno diálogo, caminhei até a sala ao lado, onde estava o Jackson Woods. Adentrei e observei ele chorando, tentando se proteger do Bambam.

— Bambam — ele me olhou —, tome isso — joguei a faca. — Vamos ver se ele não vai ficar quieto agora. Após postar todas as fotos, mate-o.

— Pokpak, será que eu posso adicionar... um complemento? — olhei ele com dúvida sendo expressada por mim. — Tem alguma máscara do... — ele pareceu pensativo — ... Terrifier?

— A Minnie deve ter, mas pra quê? — cruzei os braços e o encarei se aproximando de mim.

— Ao invés de liberarmos fotos, que tal liberarmos um vídeo, um tanto quanto... pesado — seus lábios se formaram num sorriso malicioso, fazendo-me entender o que ele queria fazer.

— Grave o vídeo e me mostre, se ficar bom, você posta, caso o contrário, você tira as fotos — ele assentiu, e logo em seguida, eu me retirei.

Fui até a sala ao lado e abri a porta, ficando meio surpresa e desejando não ter visto aquela cena.

— Minnie, se continuar torturando a Kim Haeun assim, eu vou achar que você quer transar com ela — eu disse, rindo, enquanto observava a minha irmã sentada no colo da mais velha, cortando o tórax dela, admirando o sangue por entre os seus seios, que estavam sem sutiã ou algo do tipo.

— Olhando assim, até que ela tá bem de corpo — ela mordeu o lábio inferior.

— Você tá sedenta demais. Pra querer uma velha dessa, só pode estar implorando por sexo. Cadê a Miyeon?

— Namorando.

Meu queixo caiu, porém eu sorri vitoriosamente depois que percebi que, pela primeira vez, eu estava certa em algo, e a Minnie saiu como a burra.

— Eu avisei que a Miyeon iria desistir de você, Nicha Yortararak. Eu avisei. Eu avisei pra você parar de mostrar interesse só pelo o corpo dela, garota. Eu avisei...

— Cala a boca, porra. Eu já entendi, tá legal? Agora saía daqui e deixe-me terminar o meu trabalho.

— Claro — coloquei as mãos nos meus bolsos. — Tem uma faca aí?

— Nunca saio sem. Agora vaza, praga.

Sorri e saí da sala, ouvindo o grito de Haeun logo em seguida. Caminhei um pouco até chegar numa sala, que havia sangue escorrendo por debaixo da porta. Eu a abri, sem muita preocupação, apenas para ver quem estava morto.

— Chefe, Jake Miller está morto, assim como a senhora pediu — assenti, sorrindo, e vendo o corpo do rapaz cheio de buracos, causados pela arma.

Meu capanga Jin, estava com uma regata branca, bem colada e por dentro de sua calça jeans preta, seu cabelo estava molhado de suor, e seu corpo inteiro estava cheio de sangue.

— Ótimo. Guarde o corpo dele para queimarmos junto com os dos outros — ele assentiu, vendo-me sair da sala.

Escutei gritos vindo da outra sala, e assim que adentrei, observei Jihyo tentando bater no Jungkook. Eu ri quando vi o garoto imitando tudo o que a garota falava.

— Com dificuldades, Kookie?

— Essa merdinha deu um chute no meu saco — eu ri mais, cruzando os meus braços e entrando na sala.

— Félix disse a mesma coisa, só que a diferença, era que a Mina estava gritando pra caralho, e por isso ele reclamou.

Entreguei a faca para o garoto, recebendo o olhar julgador dele.

— Use isso e eu quero ver se ela vai continuar chutando o seu amiguinho — ele assentiu, se aproximando da garota. — Depois que você terminar o seu serviço, mate-a — ordenei e ele assentiu novamente.

— Com o maior prazer.

Sorri em satisfação, logo me retirando da sala, entrando onde Suga estava. Dei de cara com Taehyung cortando os pulsos do garoto, enquanto perguntava, firmemente:

— Era com essas mãos que você batia punheta olhando as fotos da Jennie? Era com essas mãos que você batia na bunda da Jennie? Era essas mãos que passava pelo o corpo da Jennie quando ninguém tava olhando? Era com essas mãos que você pegava nos peitos da Jennie sem a autorização dela?

— Como vocês descobriram isso? — ele perguntou, tentando conter seus gritos de dor.

— Assassinos nunca revelam os seus segredos, Min Yoongi — disse, tendo a atenção dos dois em mim.

— Chefe!?

— Não vou te dar bronca, apenas continue fazendo o que estava fazendo, e depois mate-o. Arranque o pau dele também. Seu assediadorzinho de merda — me referi ao Yoongi.

— Pode deixar.

Por fim, a última sala. Adentrei no local, vendo a Jeon Somi pendurada por correntes. Seus dois braços estavam inclinados para cima e bem longe um do outro, sendo presos por correntes de ferro, que machuca bastante. Ela estava cheia de sangue, com sua cara sangrando, seu pescoço, seu tórax, sua barriga. Tudo estava sangrando. Suas coxas tinham cortes profundos, com sangue pingando no chão, tornando aquilo muito torturante e nojento de ver.

— Hoseok?

O rapaz, que estava sentando, afiando sua faca, se levantou num pulo, respirando rapidamente.

— Sim, chefe — ele arrumou a postura, fazendo-me dar um sorriso de canto, enquanto eu me aproximava de Somi, que não tinha forças nem para abrir os olhos direito.

— Não mate-a agora. Eu ainda quero brincar com ela e com o Jongin. Os dois vão sofrer mais do que os outros.

— Claro. Como a senhora desejar. Eu paro de tortura-la, então?

— Sim. Pode parar. Não a deixe morrer até que o Jongin esteja aqui, caso o contrário, você já sabe — dei-lhe uma piscadela para o garoto, junto com um sorriso de canto.

Após este breve passeio pelas salas, eu fui para o meu escritório, podendo suspirar pesadamente e livremente. Me joguei no sofá, sem me preocupar se eu iria ou não estragar-lo, eu só precisava me deitar.

Deixei uma mão na minha barriga, e levei o outro antebraço para a minha testa. Olhei para o teto e comecei a repensar em tudo o que eu vi. Eles fizeram a Jennie sofrer, e agora eles estão sofrendo, você não está fazendo nada de errado.

Você matou o pai dela, está torturando a mãe da garota, para depois, tirar a vida da mesma. A Jennie vai te matar, ela nunca vai querer olhar na sua cara se descobrir o que você faz e fez com todos ao redor dela.

Um toque no celular me fez sair dos meus pensamentos intrusos, que brigavam para saber qual era o certo. Observei para ver quem estava me ligando, logo vendo o número da Jisoo, fazendo-me atender rapidamente.

— Lisa, onde você está? Poderia vir ficar com a Jennie? Eu preciso ir buscar o meu irmão no Jutsu.

— Você tem irmão?

— Sim. Mas eu nunca falo dele pra vocês. Ele não é legal, sabe?

— Na minha cabeça, ele é legal e você só não fala dele pra gente, porque tem ciúmes e medo de perder o seu irmão pra nós.

— Ele nunca ficaria ao lado de uma assassina. Cala a boca!

— Como é que ele aguenta você assistindo Hello Kitty 24 horas por dia?

— Eu tenho dó é do Love, que tem que ficar vendo vocês assistir séries torturantes de assassinato.

— Como você pode ter tanta certeza de que eu não estou assistindo Barbie?

— Não combina com a sua cara.

— Cala a boca, Hello Kitty falsificada. Você não tem bom gosto, tá legal?

— Olha quem fala. Você escuta uma depressiva que fuma cigarro e bandas que só sabem falar de punheta.

— Você respeita a Lana, seu buldogue francês. E as minhas bandas não falam de punheta.

— Ah, não? E falam do quê?

— Sexo... — disse, meio sem jeito, escutando uma risada sarcástica do outro lado da ligação.

— Viu?! Não mudou quase nada.

— Ah, vai se foder, Jisoo! Eu vou desligar antes que eu te mate via bluetooth.

— Nossa que medinho — ela afinou a voz, fazendo-me revirar os olhos.

Desliguei, bufando logo em seguida.

Escutei uma batida na porta, e permiti a entrada, para ver quem era. Logo Bambam se jogou no sofá, sentando em cima da minha perna.

— Filho da puta! — o xinguei, forçando um pouco a voz, e tentando não gritar de dor. — Sai daqui, tribufu do caralho.

— Grossa. Vai se foder! Eu só vim te mostrar o vídeo.

— Ah, claro. Deixa eu ver — me sentei ao lado dele, o vendo colocar o vídeo no celular. — Credo, você tá com cheiro de orgasmo e todo soado.

— Você já vai entender o porquê estou assim, Pokpak.

Ele deu play no vídeo. Logo de cara, vi o Bambam com uma máscara do Terrifier, com a mesma calça preta que ele estava, porém, para contemplar a roupa dele, ele tinha tirado a camiseta, ficando apenas com dois cintos por cima dos seus dois ombros, os cintos faziam um caminho pelo o seu tronco, até a barra de sua calça, onde estavam prendidos.

Bambam começou a "seduzir" o garoto, tirando a roupa do mesmo, lentamente, tornando o movimento sexy, porém torturante, já que ele tinha uma faca em sua mão, ameaçando o Jackson com ela.

— Ok, não preciso de mais detalhes. Pode postar — disse, assim que vi o Bambam começando a tirar o cinto da calça do rapaz.

— Você vê pau todo o dia.

— Eu vejo o MEU pau todo dia. Isso não significa que eu quero ver o dos outros.

— Claro, claro — ele riu, arrumando o vídeo para ser publicado.

— Não pensa, não, porra? — ele me olhou, confuso. — Vão rastrear de onde você postou o vídeo. Use o celular do Jackson, poste o vídeo longe daqui, e logo após, se livre do celular.

— Beleza.

Gnt, eu tava vendo aqui, e os capítulos de hot são os que tem mais visualizações...

Cês são um bando de safado, pqp 😏😏

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