-18-
— Eu já volto, vai ligando a banheira aí — ela disse enquanto saía do banheiro. Assenti e fui em direção a banheira.
Logo escutei o barulho do meu celular tocando, saí do banheiro e fui em direção a ele. Vi o nome da minha mãe no contato e não pensei duas vezes antes de atender.
— Oi, Jennie. Onde você tá? Já chegou em casa? — sorri ao perceber que ela estava preocupada comigo.
— Eu vou dormir na casa de uma amiga hoje, mãe.
— Tá bom. Eu espero que essa amiga não seja aquele fodido do Kai. Juízo, hein, mocinha. Eu vou aproveitar que você não tá em casa pra fazer uma faxina.
— Mas tá de noite.
— É o único momento que eu tenho tempo, Jennie. Vou tirar tudo o que possa lembrar o seu pai.
— Por quê? A casa é dele, não sua.
— Mas agora eu moro lá. Ele morreu e você tem que aceitar isso.
— Ele foi assassinado e estão investigando sobre isso, mãe. E eu não vou aceitar isso tão cedo, sabe por quê?
— Por quê?
— Porque ele não fugiu pra dar atenção ao trabalho. Ele pelo menos foi nas minhas apresentações da escola, você não.
— Amor, ainda está em ligação com aquela bastarda? — escutei a voz de um homem desconhecido, soar um pouco longe.
— Bastarda? Essa bastarda sou eu?
— Tenho que desligar. Tchau, Jennie — ela desligou. Logo em seguida, taquei meu celular na cama e segurei meu choro.
Eu preciso fazer alguma coisa para a minha mãe prestar mais atenção em mim. Perceber que ela tem uma filha que precisa do colo dela. É tão complicado viver assim. É tão complicado ser eu. Porra!
— Faxina, né?! — ri sarcásticamente.
— Tão nova e já tá falando sozinha, Ruby? — sentí o corpo de Lisa me abraçar por trás, enquanto escutava sua voz suave e baixa.
— Pra que isso? — me referi as algemas que Lisa estava segurando em suas mãos.
— Uma surpresinha — ela deixou um beijo molhado no meu pescoço e foi até o banheiro.
Não demorou muito para que ela voltasse e me empurrasse em direção a sua cama, fazendo com que eu caísse sentada na mesma. Ela continuou empurrando meu corpo até fazer-me deitar por completo na cama. Lisa subiu em cima de mim, pegando minhas duas mãos e levando elas para trás da minha cabeça, esticando meus braços. Logo ela prendeu meus pulsos com as algemas.
— O que está fazendo? Não íamos tomar banho?
— O banho pode esperar mais um pouco — ela me encarou. — Eu ainda não te fudi do jeito certo, Ruby...
— Por que está me chamando de Ruby?
— Combina mais com a ocasião — ela começou a beijar a minha clavícula.
— Combina, Manobal?
— Uhum... — seu murmúrio soou como uma melodia para os meus ouvidos, causando uma tensão sexual entre nós duas.
Arrepiei-me quando a morena começou a descer os beijos até o meu tórax, trilhando um caminho para os meus seios. Observei atentamente quando ela começou a chupar fortemente o meu bico rígido, apertando com força o outro peito com a sua mão grande e quente. Gemi alto por conta da dor, porém não afastei-a, pois aquilo era bom... muito bom.
— Filha da puta — gemi após ela deixar mais uma mordida. A garota traçou um caminho de beijos até o meu outro seio, desta vez, passando a língua pelo bico duro, que implorava por atenção.
Ela passou sua língua lentamente, me causando leves espasmos com este contato quente e macio. Enquanto isso acontecia, eu não podia mexer minhas mãos ou meus braços, já que eu estava presa, tecnicamente.
— Lisa... Desce mais — senti ela sorrindo enquanto chupava meu seio, trazendo um leve arrepio quando ela me obedeceu e começou a descer mais os beijos.
Ela encarava a minha intimidade com desejo. Eu não estava aguentando mais, meu corpo estava tendo leves espasmos, minha barriga estava revirando, esperando o que iria acontecer.
Gemi quando Lisa começou a me chupar rapidamente e sem me avisar ou dar sinais de que iria começar, ela apenas agiu num ato muito repentino. Sua língua fazia movimentos rápidos, impossíveis de raciocinar. Suas unhas pequenas estavam arranhando a lateral do meu tronco, trazendo uma ardência para o local. Os gemidos eram impossíveis de controlar. A minha barriga estava contraída, pois eu estava com dificuldade de deixá-la normal, porém, aquilo só estava me dando mais prazer. Minha boca não estava entreaberta, ela estava aberta, fazendo com que os meus gemidos saíssem mais alto a cada arranhada ou chupada mais forte que Lisa me proporcionava.
Encarei o teto enquanto tinha a garota fazendo sexo oral comigo. Podia sentir a língua de Lisa rodear o meu clitóris, enquanto sua boca se encaixava perfeitamente nos meus lábios pequenos, tendo meus gemidos altos e falhados como recompensa. Lisa passou a língua por toda a minha vagina até chegar na abertura, a garota rapidamente enfiou sua língua dentro de mim, começando a penetrar-me com força e vontade. Às vezes, ela tirava sua língua para sacudi-la sobre o meu clitóris, me deixando com mais prazer e tesão. Senti suas mãos descerem, arranhando um caminho até o meu clitóris, começando a massagear-lo rapidamente com o seu dedão, sem se preocupar com a dor que eu sentiria depois. Se nem eu estou me preocupando, quem dirá ela.
— Caralho... — gemi com dificuldade quando consegui chegar no meu ápice, tendo um orgasmo com sua língua dentro de mim. Lisa não parou de me penetrar até ter certeza que já tinha todo o líquido que saiu de mim, em sua boca. Eu acho isso nojento, mas vê-la tão sedenta à ponto de não deixar nada ali na região, me fez morder meu lábio inferior enquanto observava a garota se levantar e ficar em frente a cama. — Você vai me desprender ou eu vou continuar assim?
— A brincadeira ainda nem começou e você já cansou, Ruby — ela segurou meus tornozelos e puxou meu corpo com força, fazendo-me ficar com a minha intimidade na beirada da cama, na posição perfeita para que Lisa pudesse enfiar seu pênis em mim.
— Quem disse que eu cansei?
— É o que está parecendo.
— Me fode, Lalisa. Me fode de verdade. Não seja soca fofo que nem da última vez.
— Você me chamou do quê? — ela perguntou enquanto ia até o controle de sua televisão.
— Soca fofo — o som de "Slow Down" começou a ser tocado pela a sua TV. Observei aquele corpo nu vindo em minha direção, com seu pênis totalmente ereto e implorando por atenção.
— Você acha que eu sou soca fofo? — ela perguntou enquanto virava meu corpo, fazendo-me ficar de barriga para baixo. Olhei a garota por cima do meu ombro, observando ela me entregar um travesseiro e aumentar o volume da TV.
— Eu não acho, eu tenho certeza — ela puxou meu quadril, fazendo-me ficar de quatro para ela, logo ela apertou com força o meu quadril enquanto se ajoelhava em sua cama.
— Use o travesseiro pra abafar seus gemidos, a música não vai adiantar muita coisa — ela não me deu chances de responde-la, e logo senti seu membro entrar com força dentro de mim.
Lisa não teve o mínimo cuidado comigo, apenas penetrou-me com força e rapidez, fazendo a cama balançar e eu enterrar minha cabeça no travesseiro, pois estava impossível controlar meus gemidos. A morena também gemia, porém ela conseguia controlar. A cada murmúrio alto soltado pela a mesma, era um tapa forte que ela deixava na minha nádega, enquanto apertava com bastante força o meu quadril, beliscando-o com vontade, às vezes. A cada gesto bruto deixado por ela, era um gemido de dor e abafado ecoado por mim. A cada penetrada mais forte que ela fazia, era um gemido de dor e satisfação ecoado por mim. Aquilo era como estar viajando entre as nuvens, mas ao mesmo tempo, era como estar passeando pelo o inferno. Trazendo uma sensação boa e ruim ao mesmo tempo; trazendo dor e prazer junto com um trilhão de emoções e sentimentos que só poderia ser sentindo naquele momento.
— Eu sou soca fofo ainda, Ruby?
— Com certeza — provoquei-a, me arrependendo logo em seguida após receber um soco na lateral do meu tronco, junto com uma penetração mais forte vinda da Lisa. Aquilo era bom e ruim ao mesmo tempo. Eu quero fazer isso mais vezes com ela, sou tão estranha por querer um sexo masoquista ao invés de um sexo normal.
Lisa inclinou-se e segurou meu cabelo em um rabo de cavalo, aproximando seu rosto do meu corpo, jamais deixando de me penetrar. Arrepiei quando senti um beijo molhado nas minhas costas, acompanhado de uma chupada forte, tornando a dor um sentimento impossível de não sentir.
— Me chama de soco fofo mais uma vez e eu te deixo manca... princesa Kim — ela cochichou, fazendo meus pelos arrepiarem ao sentir o ar quente liberado de sua boca.
— Acho que vou precisar de cadeira de rodas então. Você ainda tá socando fofo, Manobal...
— Sua puta! — ela se afastou e agarrou com força o meu quadril com suas duas mãos, fazendo-me sentir uma dor na região. Lisa começou a puxar meu corpo com força, enquanto ela me penetrava, alcançando o meu ponto G, tornando-me frágil a qualquer ato que fosse fazer. Soltei um alto gemido quando isso aconteceu, pois foi como se tudo em minha volta não existisse, foi como se eu estivesse no paraíso. Me esforcei para não ter um orgasmo primeiro que ela. — Goza pra mim, Ruby Jane.
Filha da puta! Por que ela faz esta voz tão sexy quando me chama de Ruby Jane? Isso acaba comigo completamente.
— Você é teimosa, né? — mais um tapa foi deixado pela a garota, tornando minhas nádegas muito mais frágis do que antes. — Me obedeça, Ruby!
— Não — tentei dizer, porém não saiu como uma voz, e sim como um murmúrio arrastado e um pouco alto.
Lisa se inclinou novamente, agarrando meu quadril com suas duas mãos.
— Goza pra mim, Ruby Jane — ela cochichou, com sua voz sexy e atraente, me tornando frágil e fazendo-me ter mais um orgasmo com a garota. Ela continuou me penetrando por um tempo até ter o seu orgasmo também.
Três capítulos só de sexo.
Enfim, tô decidindo se vou continuar escrevendo essa cena, ou vou acabar ela com esse capítulo e pular pro que interessa 😑
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