RESENHA 12
Fortaleza de Tormenta e Sangue
Naraway_Dore
Esse livro foi inscrito na edição passada, s/n tirou ele do ar, reescreveu e agora voltou para uma segunda resenha. Então vamos lá.
A capa continua a mesma de antes, ou seja, aprendeu nada.
A sinopse é uma pergunta:
Não.
A sinopse termina com esse tapa na sua cara:
Não crie! Copie.
O primeiro capítulo é uma lista dos concursos que ela já ganhou
por que não estou surpreso?
E esse concurso usando o nome da Netflix? Depois tem a coragem de dizer que plágio é crime. A Netflix deveria processar eles só por terem colocado o nome da marca nesse emblema feio.
E antes da história mais um capítulo para enrolar. Clássico.
Na "Dedicatória + Prefácio" s/n diz que essa nova versão do livro não é nada parecida com a anterior. Assim espero.
Tenho duas coisas para falar sobre esse prefácio:
1 - é uma bela sinopse.
2 - leves/fortes inspirações em jogos vorazes.
Agora vamos tentar ler esse prólogo que por algum motivo (qual não sei e tenho medo de saber) está dividido em duas partes. Estou com a leve impressão de que o prólogo vai ser um capítulo normal que s/n dividiu em duas partes, mas vou ter que ler para descobrir.
Fiquei imaginando a geladeira parando de funcionar por causa de um vírus de computador.
Não sei pra quem.
Querida personagem que narra a história, fazer frio no outono não é a natureza sendo bipolar é o aquecimento global.
A polícia não consegue achar o nome de uma pessoa em um navio clandestino (coisa que conseguiriam facilmente subornando qualquer um que trabalhasse na viagem) e agora eles não conseguem reconhecer um e-mail fake. Longe de mim querer questionar a capacidade da polícia, mas poderiam se esforçar um pouco, né?
Quem está narrando o prólogo? Primeiro eu achei que era um personagem, porque ela dá uma pausa na imensa aula de história para falar que aquilo tudo é o seu trabalho de escola, só que agora vem essa mensagem:
Fiquei mais confuso do que eu já estava.
Conclusão: li um monte de coisa sem entender nada pra no final s/n dizer que a história não é sobre aquilo.
Nera mais fácil colocar fragmentos disso tudo ao longo da história só para contextualizar para o leitor? Não, bota tudo de uma vez em dois capítulos e o leitor que lute pra lembrar de tudo depois. Eu li a cinco minutos atrás e já não lembro da metade dos nomes que o cara inventou, só lembro do vírus de computador que desligou a batedeira e a polícia que não sabe pedir informação.
Vamos ler o capítulo um que pelo visto também vai ser dividido em partes.
O prólogo é uma aula de história e o capítulo um é de geografia.
Eu queria saber como que uma região inteira conseguiu construir uma muralha, a maior do mundo, sem ninguém ver.
Olha gente, s/n lembrou da existência dos personagens, achei que já tinham morrido tudo de tédio.
O capítulo um é uma continuação do prólogo. Quem diria não é mesmo?
Alguém deve ter baixado o vírus que desligou a liquidificador neles.
Não dá pra entender essas cidades que não querem fazer parte do oceano, povo tóxico.
A menina acha que texto se divide em estrofe, minha teoria é: a professora, assim como eu, não prestou atenção em nenhuma palavra do texto porque era muito grande e chato, então ela deu uma nota boa para os alunos calarem a boca e votarem para seus lugares sem reclamar.
Pronto, agora a nota foi baixa, no começo do capítulo não era, mas enfim, é isso, terminei o prólogo parte três querendo não ter começado a parte um.
Como eu disse no começo, esse livro já tinha se inscrito em outra edição do projeto, então vamos ver o que mudou da RESENHA 04 para a RESENHA 12.
-- A capa continua a mesma, simples, bonita, uma fonte legal, porém s/n continua com o nome dela em uma fonte mo aleatória, com uma cor que nem combina com o resto, por cima do desenho, cagando com tudo que estava bom.
-- A sinopse não é mais duas frases sem sentido. Agora é uma só.
-- O prefácio continua sendo uma ótima sinopse.
-- Na versão anterior tinha cinco protagonistas, mas s/n focou só em dois. Nessa nova versão ela optou por focar em nenhum, os personagens do livro mal aparecem em três capítulos.
-- Os olhos do menino que antes eram "cor de violetas azuis. Não. Não azuis. Na verdade seus olhos são da cor de violetas africanas, só ficavam da cor de violetas azuis quando era manhã e ele tinha acabado de acordar, ou quando seu humor ficava sombrio. Às vezes mudavam para cor de ametista, às vezes azuis como o céu do meio dia, às vezes ganhavam um tom violeta azulado tão claro como gelo." Agora é só violeta, um simples violeta. Grande evolução.
Considerações finais: a versão antiga era bem confusa, essa nova também é só que com menos erros ortográficos, mas a minha versão favorita ainda é a antiga, porque pelo menos nela a protagonista tinha nome, um amigo com olhos únicos, morava sozinha junto com uma galera e tinha até uma prima que dormia no elevador.
Saudades prima que dormia no elevador porque não tinha espaço no quarto da protagonista porque a beliche dela foi feita pra guardar malas.
Prima do elevador, sentiremos sua falta.
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