Capítulo 30

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(...)

— Estou tão cansada que quase não quis tomar banho para dormir. — Chaeyoung choramingou se enfiando em baixo dos lençóis com Mina. — Você me fez carregar todas aquelas sacolas e ainda a comida daqui, folgada.

— Desculpa. — Mina pediu enquanto se aconchegava mais nos braços de Chaeyoung. — Mas as roupas eram suas e eu também trouxe algo da compra.

— Você trouxe uma bendita sacola e só. — Chaeyoung disse rindo, sentindo as mãos de Mina começarem a massagear suas costas. — Hmm.. Isso é bom.

— Para compensar o dia. Desculpe de novo. — Mina pediu e Chaeyoung assentiu. — Ao menos sabe o que tinha na sacola?

— Não. O quê? — Chaeyoung perguntou franzindo o cenho.

— Lubrificante. Muito lubrificante. — Mina respondeu rindo e Chaeyoung a fitou com malícia nos olhos.

— Sério?

— Sim, mas nem pense que é para usar comigo. É para quando precisar para nossos estudos. — Mina disse. — Comigo você não precisa... — Mina sussurrou contra os lábios de Chaeyoung antes de mordiscar seu lábio inferior.

— De repente eu perdi o sono, Minari. — Chaeyoung disse e Mina sorriu.

— Que bom, porque eu também. Tínhamos algo para esta noite, mas não lembro o que era. — Mina disse com a voz carregada de segundas intenções e Chaeyoung suspirou.

— Fazer o meninão decolar sozinho pela primeira vez. — Chaeyoung disse e Mina riu.

— Não chama seu pênis assim quando estamos prestes a transar, corta o clima. — Mina reclamou e Chaeyoung assentiu freneticamente, retirando a cueca na mesma hora.

— Estou pronta. — Mina voltou a rir.

— Geralmente a gente faz isso juntas, mas não tenho reclamações quanto a isso. — Mina disse, encarando o pênis de Chaeyoung semi ereto. — Eu nem fiz nada e você já está ficando excitada.

— Você já ouviu como fica sexy sua voz quando fala com esse tom provocante? — Chaeyoung perguntou e Mina sorriu, levando uma mão até o fecho do sutiã de Chaeyoung e o abrindo.

Os bicos rosados já estavam entumescidos e Mina não resistiu: Precisou deslizar a língua por um deles, murmurando em satisfação.

— Eu adoro te chupar, seja onde for, qualquer parte do seu corpo é tão deliciosa. — Mina murmurou, sentindo a mão de Chaeyoung subir a baínha de sua camisa.

A maior se sentou na cama e removeu a peça, vendo Chaeyoung gemer baixinho ao ver que ela não usava sutiã.

— Não entendo quando os homens dizem nos vídeos que precisam de estímulo para ficarem excitados. Provavelmente não te conheciam. — Chaeyoung disse, puxando Mina para se deitar novamente e ficando em cima dela. — Só sua voz me excita, não preciso dizer o que acontece ao ver seus seios, preciso?

— Não. Estou sentindo o acontecimento duro contra a minha coxa. — Mina disse e Chaeyoung assentiu, deitando, se apoiando em um braço e com a outra mão acariciou cada centímetro de pele da barriga de Mina antes de tocar um dos seus seios.

— Posso? — Chaeyoung perguntou ao aproximar a boca de um dos seios de Mina e a maior assentiu, fechando os olhos em puro deleite ao sentir a língua de Chaeyoung deslizar por seu seio vagarosamente.

— Você é boa nisso. — Mina sussurrou, enfiando seus dedos nos cabelos de Chaeyoung e jogando a cabeça para trás.

— Aprendi com você. — Chaeyoung rebateu, mordiscando, sem aplicar força, o seio enrijecido de Mina. Uma das mãos de Chaeyoung passeava pelas curvas de Mina, tocando suas coxas com toda a suavidade que havia em seu ser, antes de subir e desatar o laço que havia no short de moletom de Mina.

A menor se afastou um pouco somente para descer o short enquanto seus olhos capturavam cada detalhe no corpo logo ali.

— Vem cá... — Mina chamou, puxando Chaeyoung para cima de si. — Me beija... — Mina pediu com a respiração cortada e Chaeyoung obedeceu, sentindo seu membro doer de tão duro que estava. Ela impulsionou seu corpo para cima, saciando um pouco o tesão que sentia, fazendo ambas gemerem com o contato que só era separado pela calcinha de Mina.

Chaeyoung deu outra investida e Mina gemeu baixinho, mordendo o lábio de Chaeyoung fortemente.

— Tira a minha calcinha... — Mina pediu e Chaeyoung obedeceu, sentindo seu pau latejar conforme revelava a boceta pulsante e encharcada em sua frente.

— Vai ficar só olhando? — Mina perguntou em um tom provocante e Chaeyoung suspirou.

— Minhas bolas vão explodir antes de eu perder essa bendita virgindade. — Chaeyoung reclamou e Mina a puxou de volta, levando uma mão até o membro de Chaeyoung e massageando-o lentamente.

— Gostoso assim? — Mina perguntou e Chaeyoung assentiu, se inclinando para beijar Mina mais intensamente do que das outras vezes.

Chaeyoung gemeu roucamente quando sentiu a mão de Mina guiar seu pênis até sua entrada e esfregrar sua glande na entrada encharcada antes de subí-la lentamente e esfregar seu pênis em seu clitóris.

— Porra, Mina... — Chaeyoung gemeu fechando os olhos em puro êxtase. De repente Mina soltou o pênis de Chaeyoung e a olhou preocupada. — O que foi?

— Não podemos transar.

— O quê? O que eu fiz de errado? — Chaeyoung perguntou confusa.

— Nada. É só que... — Mina suspirou aflita e a olhou. — Você não se controla muito, sabe?

— Sei, estou quase gozando.

— É disso que estou falando. Não temos camisinhas ou anticoncepcionais, sequer pílulas do dia seguinte porque não precisávamos disso. Eu não quero engravidar agora.

— Seria bonitinho um filhotinho nosso. — Chaeyoung disse e Mina concordou.

— Seria lindo, mas preciso terminar de converter seu DNA em outro primeiro.

— Por quê?

— Porque seus filhos vão ser só meus. Não quero quinhentas cópias suas por aí. — Mina disse e Chaeyoung sorriu.

— Isso quer dizer que estamos namorando?

— Não foi isso que eu disse. — Mina disse sem graça.

— Namora comigo, Minari. — Chaeyoung pediu, se inclinando e dando um beijo delicado contra a pele de seu pescoço.

— Que pedido romântico. Você nua em cima de mim. — Mina disse rindo e Chaeyoung assentiu.

— Se você me pedisse em namoro nua eu aceitaria até casamento. Prisão perpétua ao seu lado. — Chaeyoung disse rindo e Mina suspirou. — Vai, é sério. Namora comigo?

— Namoro... — Mina disse de olhos fechados, sentindo Chaeyoung distribuir beijos por sua clavícula.

— Eba! — Chaeyoung disse sorrindo. — Então vou continuar virgem?

— Por enquanto sim. Por sorte sou cientista e química. Fazer anticoncepcionais vai demorar alguns dias, mas logo estarão prontos.

— Então transaremos? — Chaeyoung perguntou animada e Mina riu.

— Não hoje, mas sim...

— Argh. Eu espero né, fazer o quê? — Chaeyoung disse fitando Mina intensamente antes de beijá-la nos lábios. — Posso repetir o que você fez com ele antes de ir para o banheiro me aliviar? — Perguntou ainda com a boca sobre a de Mina.

— Não. — Mina murmurou. — Repete o que fiz até nós duas gozarmos.

— Como assim? — Chaeyoung perguntou confusa, mas gemeu quando uma mão de Mina segurou seu pênis e o guiou até sua entrada, o lambuzando ali antes de subí-lo para seu clitóris.

— Simula uma penetração. — Mina pediu e Chaeyoung obedeceu, empurrando seu corpo para cima e gemendo ao sentir a fricção de suas intimidades. — Agora não para de fazer isso. — Mina ordenou, puxando Chaeyoung para um beijo intenso.

A menor obedeceu, esfregando seu membro ereto no clitóris de Mina, investindo cada vez mais rápido.

— Delícia... — Chaeyoung gemeu, sentindo o suor começar a se instalar eu seu corpo.

— Isso... — Mina gemeu contra a boca de Chaeyoung, prendendo as duas pernas ao redor de sua —agora— namorada. — Estou... quase... Mais rápido.

— Minari... — Chaeyoung chamou com dificuldade. — Vou sujar você...

— Goza na minha barriga, Chaeyoung... — Mina disse com firmeza, apesar do tremor querer começar a invadir seu corpo. — Não erra a direção, hein? Não quero bebês agora.

— Entendido. — Chaeyoung disse, firmando os dois braços no colchão antes de aumentar a velocidade das estocadas.

— Oh! Eu vou gozar... — Mina gemeu, arrastando as unhas fortemente nas costas de Chaeyoung ao sentir seus músculos internos se contraírem e seu corpo ter leves espasmos enquanto gozava nos testículos de Chaeyoung. A menor, ao ouvir Mina gemer mais fino, não aguentou e sentiu o sangue se concentrar lá embaixo antes de expelir três jatos quentes de esperma sobre a barriga de Mina.

Seu corpo caiu cansado sobre o de Mina e um sorriso genuíno invadiu seus lábios.

— Sou uma quase não virgem. — Chaeyoung disse e Mina riu baixinho.

— Só por mais alguns dias. — Mina murmurou, vendo Chaeyoung erguer a cabeça e a olhar, tendo a respiração ainda dificultosa.

— Você podia liberar... você sabe. — Chaeyoung disse sorrindo sugestiva.

— Não, não sei.

— Porra, Mina. — Chaeyoung disse rindo.

— Diz. — Mina falou e Chaeyoung revirou os olhos.

— O toba, Minari. O furico.

— Furico? — Mina perguntou rindo.

— É. O anel de couro.

— Chaeyoung, eu entendi. — Mina disse rindo. — Não vou te dar lá atrás.

— Qual o medo de dizer cu?

— Ânus. — Mina corrigiu. — E não faço sexo anal. Custa tanto esperar? Parece que só pensa em sexo. — Mina rebateu e Chaeyoung colocou um biquinho em seus lábios.

— Desculpe. Eu penso bastante em sexo, mas também penso muito em você além de nua, então não vou mais tocar no assunto, tudo bem? Perdão, namorada linda. — Mina sorriu bobamente e assentiu.

— Perdoada. Agora traz papel para limparmos a sua baguncinha.

— Que tal se tomarmos banho? — Chaeyoung perguntou e Mina sorriu.

— Adorei a ideia. Pode ir primeiro. — Chaeyoung deixou os ombros caírem, mas assentiu, dando um beijo manso em Mina antes de ir para o banheiro.

Não havia perdido sua virgindade ainda, mas havia ganhado Mina. Estava mais do que satisfeita.

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