A Ilha dos Condenados
Hey, olá!!!!
O qie estão achando que agora que a diversão começou????
Espero que gostem, mas também pediria que alguém. Pelo menos 1 comentasse. Por favor....
Desejo a vocês ótimas leituras e uma boa terça-feira.
Bjs...
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O jovem caiu na Ilha dos Condenados no início da manhã, provavelmente demoraria mais se o dragão fosse mais jovem, porém, Gaelithox era experiente e mais velho, e suas asas aguentavam muito mais.
Eles poderiam ter continuado, mas sabia que provavelmente logo mais os dragões de seus pais estariam ao redor o procurando.
Seria mais seguro seguir de noite, quando sabia que seu pai sempre foi contra usar os dragões, afirmando que no manto da escuridão as criaturas se transformam.
Ele enviou sua montaria para caçar e ir descansar, tentando transmitir o quanto deveria ficar longe de ser visto, e não deixou de ficar feliz quando o mesmo parecia entender e entrou em uma das cavernas locais, o deixando na beirada da ilha antes disso.
Ele seguiu vendo os barcos destruídos, marcas de garras e sangue ao redor da areia e da relva mais a frente.
A ilha era a condenação a todos que mereciam a morte nas Terras dos Nohalor, pois independente de quanto tempo levasse para ser pego, a morte era certa, e a sobrevivência um milagre.
Ele seguiu lentamente a dentro, e observou atentamente ao redor em busca de ameaças, humanas ou não. Depois que verificou um pouco mais a dentro, onde as árvores o cobririam de ser visto dos céus, mas não tão fundo ao ponto de poder encontrar um dos dragões mais selvagens, ele se estabeleceu e se arrumou. Desejando um descanso rápido antes de encontrar comida.
Agora, ali, entrando mais a denteo da mata morta das terras, respirou fundo, puxando seu arco o mais silenciosamente possível. Lembrando-se do conselho que seu kepa havia dado a muito, ele puxou o arco com vários dedos em vez de beliscar a corda como a maioria costumava fazer.
A uma dúzia de metros de distância, um coelho branco saltava sobre a grossa camada da relva. Ele se misturava à floresta, mas ele sempre fora dotado de olhos aguçados. Além disso, os coelhos da ilha pareciam que eram os maiores do que os que já haviam encontrado em qualquer lugar. Ele ficaria desapontado consigo mesmo se não tivesse notado.
A flecha zumbiu no ar quando ele a lançou, atingindo o coelho no centro do corpo. O animal estava morto quando ele o alcançou, com sangue manchando o pelo branco e a mata. Uma pequena parte dele tinha pena da criatura, mas ele estava com fome.
Foi um trabalho rápido com sua faca remover a flecha, permitindo que ele pendurasse o coelho em seu cinto, junto com mais dois de sua espécie.
Depois de desencordoar seu arco, ele seguiu as pegadas de suas botas para encontrar seu acampamento, ficando mais certo quando notou uma pequena coluna de fumaça flutuando acima dos pinheiros. Ele já tinha montado sua tenda e acendido uma fogueiro para o anudar na volta de sua caça.
Ao entrar no acampamento, sorriu ao ver que tudo permaneceu o mesmo, sem invasão de algum animal selvagem ou outras surpresas como antes. Se sentando ao lado do fogo e cutucando-o com um pedaço de pau, pegou sua recompensa.
Os colocou em uma pedra próxima, tentando não se sentir orgulhoso demais por suas habilidades mostrarem sua força.
Seu pai teria orgulho dele ali. Eamon Nohallor era um homem que apreciava o esforço honesto, mesmo que seus filhos ainda não conseguissem dominar suas habilidades totalmente. Ele era rápido com elogios e mais rápido ainda com conselhos e correções.
Aprender com ele era muito mais envolvente do que com o meistre de armas do castelo ou qualquer outro guerreiro, embora ele gostasse deles, era os conselhos do seu kepa que levava no coração, e vez a prova disso em sua situação o deixava ainda mais envolvido.
Puxando sua faca, começou a trabalhar esfolando os coelhos como aprenderá a fazer com os outros animais a alguns anos.
Era um trabalho sujo e desagradável, mas ele havia conquistado os coelhos por meio de seus próprios esforços, e estava mais do que disposto a fazer o que tinha que ser feito para conseguir comer.
Estar perto do fogo era bem-vindo, no que dizia respeito a ele. Estava na época da primavera, mas aquelas terras fazia frio durante as noites, todos os livros diziam isso. E desde que chegou percebru também que era umido e liso até mesmo para andar. Quase como se tudo mudasse naquelas terras durante a noite.
Nunca tinha viajado por terras como essas, as florestas, a relva, era muito mais tensa e pesada do que qualquer coisa que já viu. E Vallalha Negra havia sido atingida pela Perdição. Ali elas eram profundas e perigosas, embora não por causa de bandidos. Mesmo agora, ele conseguia ouvir uivos grotescos e estranhos à distância.
Com seus coelhos completamente esfolados, começou a remover os ossos e a carne indesejada, o que foi um processo ainda mais macabro. O primeiro coelho foi o pior, pois ele não tinha experiência com a tarefa.
Ele quase podia ouvir a risada leve de seu pai para ele ao ver as tiras irregulares de carne. No segundo coelho, no entanto, ele havia refinado sua técnica.
As tiras estavam quase tão boas quanto quando vira seu pai fazer com a carne de um cavalo ano passado.
Ele juntou os ossos em uma bolsa de couro, que fechou com um pequeno laço e enterrou em uma de suas mochilas. A carne, ele colocou em sua pequena bacia de aço e levou ao fogo.
Ele embora achasse sua comida muito... baixa, comparado a sua alimentação a vida inteira, ainda poderia se dizer um bom cozinheiro nessas circunstâncias.
Movendo-se em direção a bolsa que recuperou da margem da ilha, se pelas pernas decepadas, um infeliz que encontrou sem fim imediatamente ao chegar, observou os sacos menores com cuidado vendo o que mais poderia haver ali.
Alexios levantou um pacote que estava encostado na pedra, vasculhando o pacote sorriu ao encontrar algumas sementes de spignel. Savia que tinham um sabor agradável. Um pouco de tempero.
Provavelmente um pai desesperado por tentar ajudar o filho condenado de alguma forma, ou mãe, ou mesmo uma esposa.
Estavam velhos, e a maior parte encharcado de areia, mas nada que uma boa lavada não tirasse.
Era bom. Sabia que cresciam em áreas com calcário, e poderiam ser encontrados proximos das Colinas.
Ao longo dos anos, com seu pai e alguns soldados, eles e seus irmãos, algumas vezes ate com sua mãe e irmãs, eles iriam acampar, onde aprenderiam guardar esse conhecimento na memória, como sobreviver na natureza, lidar com problemas naturais e como se alimentar.
Mesmo que sua mãe não, seu pai via como uma ação necessária. Afirmando que estar perdido em uma floresta não era tão diferente de estar em um campo de guerra. Você precisava lutar para sobreviver e aprender a se adaptar.
Agora, mas do que nunca, estava imensamente feliz por ter prestado atenção a essas lições.
Ele tinha chegado ao ponto de esboçar cada planta e animal que conhecerá ao longo da vida, e ate mesmo comtinuou a desejar fazer isso ali, embora seu caderno tivesse tambem muito mais esbocos de suas ações, desejos por aventuras, e agora, algumas palavras como cartas de saudade da sua família.
Havia encontrado também alguns cogumelos velhos ao redor das árvores não qieimadas pelos dragões ou pela infiltração da água negra no solo, e também por cenouras selvagens.
Essas últimas eram uma boa coisa. Essas cenouras poderiam ser encontradas ao longo da estrada e em campos áridos. Pareceria cicuta, mas a planta da cenoura tem um caule verde sólido e a cicuta tem um pouco de roxo. A cicuta é mortal no entanto, e por isso ele sempre tinha que ficar muito atento entre os dois.
Havia uma plantação disso em uma das casas de vidro perto do castelo, Alexios cresceu as vendo e ficou satisfeito por poder reconhecer isso com facilidade.
Na bolsa havia ainda cebolas selvagens, pimenta-d’água, alguns cogumelos coloridos, o que o fez xingar porque atingiu as boas batatas.
Cogumelos coloridos eram venenosos. Aparentemente o idiota não sabia disso. Por sorte aquilo não atingiu tudo, caso contrário não havia chance de comer qualquer coisa dali. Eles eram pequenas coisas desprezíveis que soltavam veneno ao menor toque áspero.
As batatas tinham já pequenos toques verdes e pretos onde estavam unidos. Irritado, ele tirou todo o resto com cuidado e jogou a bolsa para longe com raiva. Dessa forma, até a bolsa estava perdida, pois absorverá o veneno e era perigoso ficar com isso.
Suspirando, observou o resto e pode ao menos salvar algumas das coisas, embora fizesse uma careta para aquelas malditas pimenta-d’água.
Aquilo era algo para tomar cuidado. Os cozinheiros do castelo muitas vezes perdiam um banquete inteiro por conta de uma colher disso.
Ele se lembra quando seu pai o levou com seu irmão em um passeio na margem da floresta do castelo e os desafios a isso.
Flashback
“Esta é pimenta-d’água”, kepa disse aos dois filhos mais velhos. Um pequeno Alexios de oito anos e um Yraelys de cinco.
“Tem muito ardor e pouco sabor. Esse é um substuto as comidas ricas de Dorne e Essos. Pode ser colhida na beira de alguns riachos, mas prestem atenção al seu formaro para que não os confunda. Ele perde todo o ardor se você cozinhá-lo, então você tem que polvilhar depois quando for usá-lo. "
Disse entregando duas pequenas folhas aos meninos, que os tocaram com cuidado e atenção.
Yraelys então zombou. “Não pode ser tão picante..." disse, imaginando por que seu kepa havia descrito isso em um tom tão sério.
“Você quer tentar?” Eamon perguntou, sorrindo levemente. Isso, se nada mais, convenceu eles de que tinham que provar a si mesmos.
Pegando se apriximando da margem do rio, alcançou e beliscou várias das pequenas folhas.
"Você tem certeza de que quer tantas assim, Alexios?”
O menino olhou para as folhas. Elas eram minúsculas. Ele sorriu para seu kepa e as comeu todas de uma vez, certificando-se de mastigar para que liberassem seu sabor.
"Não tem um gosto tão ruim." disse. Não tinha gosto de nada mesmo. Seu irmão concordou com ele.
“Espere só." disse o mais velho, com uma expressão maligna no rosto.
Mais alguns momentos se passaram, então os meninos começaram a sentir. Seus olhos começaram a lacrimejar e sua boca parecia estar pegando fogo.
"Que diabos?"
Eles engasgaram, quase esfregando os olhos, mas se contendo no último momento.
"Kepa, por quê?" O mais novo perguntou, horrorizado. Parecia que ele estava morrendo.
Eamon bufou divertido, passando-lhe uma pequena garrafa de água doce que ambos compartilharam imediatamente, ainda piscando para as lágrimas em seus olhos.
“Você tem comido comida daqui a vida toda. Isso seria considerado normal em Dorne. Mas não tem sabor, então eles não cozinham com isso. A maioria das pessoas usa para se livrar de pulgas.”
Alexios tossiu, então tomou outro gole do cantil. “Você é mau.." ele acusou, o vendo rir enquanto ambos tinham pequenos bicos em seus rostos fumegantes e vermelhos.
No entanto, o homem não riu de noite, quando durante o jantar foi atingido pelo gosto forte das pimentas no que parecia mil vezes pior, ao que os meninos haviam invadido a cozinha e afirmado ao comandante que o pai pediu um prato especial para ele com as pimenta-d’água, pois estava com saudades da comida da casa de seu bom amigo, mas que pela gravidez, não queria que sua mãe fosse forçada a isso.
Suas irmãs caíram na risada, seu pai estava vermelho feito sangue e não conseguia fazer muito além de os olhar com lágrimas nos olhos e sua mãe estava entre brigar com eles, e então brigar com o marido quando ouviu o que fez com os meninos mais cedo.
Flashback.
Era uma boa memória, pensou Alexios, movendo na bacia. Ele não conseguiria comer os três coelhos agora, mas fazer isso economizaria um tempo futuro, e ele pode embrulhar as tiras em folhas. É uma maneira decente de conservar a carne, embora eles façam disso uma arte em Yi Ti.
Logo, um aroma delicioso estava subindo na fumaça da fogueira, quando satisfeito, tirou a panela do fogo e a colocou sobre uma pedra.
Juntou a pequena bacia de madeira que havia trazido e as facas menores que não estavam cobertas de sangue dos coelhos, e espetando algumas tiras de coelho e algumas fatias de cenoura, os colocou em seu prato passando a comer silenciosamente.
Fazia horas, mas já comecava a sentia saudades de casa. Era uma sensação poderosa que atravessava todo o seu ser. Mas seu desejo por ver Valíria parecia ser tão grande quanto.
Era como se algo o chamasse constantemente. Que ficava mais alto e mais forte a cada dia, noite e lua até quase o deixar louco.
Ele faria isso. Descobriria o que havia lá e então voltaria para casa. Para sua família. Talvez até conseguisse recuperar algo perdido de lá para eles...
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