Capítulo Doze
Vicente Johnson:
Com a lista das coisas que usaremos para a comida caseira que vamos fazer, meu pai me convenceu a cozinhar alguma coisa para jantarmos em família.
Quando reparei, minha cozinha estava cheia de utensílios de cozinha e ingredientes frescos sobre a bancada. Meu pai usando seu avental do melhor cozinheiro do mundo, cortando legumes em fatias finas. Ele me fez usar um avental igual a ele enquanto estava observando com respeito.
— Agora, filho, é assim que se corta uma cebola tão rápido que ficará com uma expressão abobada. Preste atenção nas minhas mãos e na faca. — Meu Pai falou com um sorriso. — Esse é um segredo que só eu sei, mas devo te ensinar para ser o melhor cozinheiro para os meus netos.
Estava atento, observando cada movimento do pai com fascinação, mesmo que já seja um cozinheiro ainda fico surpreso que meu pai consegue me ensinar ainda mais dicas sobre o que posso fazer com cada ingrediente.
— Entendi, pai. Vou tentar fazer igual para ser ainda melhor do que você, o aluno deve superar o mestre em algum momento — Falei assentindo e soltando uma risada pela cena de drama dele.
— É isso aí! Tenho certeza de que você vai se sair muito bem para me superar , afinal até meus netos crescerem e escolherem o caminho de cuidar do restaurante da família — Meu pai falou motivado. — Tem que cuidar de tudo.
Peguei uma faca e comecei a cortar os legumes, imitando meu pai. Estava concentrado, com a língua para fora, tentando fazer o melhor possível em seguir os passos com exatidão.
— Muito bem, filho! Você está indo muito bem! — Meu pai falou encorajando. — Talvez possa realmente me superar.
Nós dois continuamos a cortar os legumes juntos, em um ritmo animado. Meu pai ensina e dando algumas dicas e truques de culinária, enquanto estava aprendendo rapidamente, cheio de entusiasmo por tê-lo me ensinando algo que sinto todas as vezes que cozinhamos juntos.
— Uau, você está indo incrivelmente bem! Olha como cortou tudo tão fino e perfeito — Meu pai disse e assoviou.
— Sabe que aprendi com o melhor — Falei e notei seu sorriso de orgulho surgindo em seus lábios.
— Claro que sou um bom professor e ótimo chef! Eu estou muito orgulhoso do futuro que o restaurante terá em suas mãos. — Meu pai disse e piscou um olho.
Terminamos de cortar os legumes e começamos a preparar o restante da receita juntos. Estávamos trabalhando em perfeita sintonia, se ajudando mutuamente e se divertindo ao mesmo tempo.
Os ingredientes estavam cozinhando na panela no fogão. Com ambos ao redor, observando com expectativa.
— Hmm, parece que está ficando delicioso! — meu pai disse, avaliando o aroma.
— Tudo que fazemos juntos pode ficar uma delícia — Falei.
Nos dois estávamos rindo e se divertindo, impacientes para provar a refeição que prepararam juntos. Quando tudo estava pronto, fui tomar banho e dar um nos gêmeos que já estava resmungando de calor.
No meu caso a maneira que eles jogam água em cima de mim, foi até que rápido para me refrescar até que entrasse debaixo do chuveiro.
Coloquei um pijama de dinossauro neles que ficaram as coisas mais fofas do mundo inteiro que tive que tirar uma foto, meu pai foi em seguida voltando vestindo uma blusa com os dizeres de melhor avô do mundo.
Já eu não consegui abandonar o meu velho shorts e camiseta laranja velha que está até com alguns furos no tecido.
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A mesa de jantar está posta com os pratos preparados. Nós nos sentamos com um sorriso.
— Bom apetite, para todos — Meu pai falou.
— Bom apetite, pai — Falei.
— Atite — Otávia falou.
— Atite — Gabriel falou.
Começamos a comer, saboreando cada mordida do que prepararam juntos e dando um pouco para os gêmeos que se deliciaram a cada colherada e ficavam até com os olhos brilhantes de alegria.
Soltaram gritinhos de alegria que soltei uma rosa com a cena, a cada dia que passa ambos ficam cada vez mais fofos em cada uma das suas ações que envolviam tentar pegar a minha colher da minha mão.
— Viu como meus fofinhos se deliciam com a comida que o pai e o avô fazem — Meu pai disse orgulhoso de si-mesmo.
— Deicia — Gabriel disse e notei quando pediu um pouco de suco. — Papai.
— icia — Otávia falou e apontou para o suco.
— Viu como eles têm paladares aguçados em uma idade tão jovem — Meu pai disse e pegou o celular. — Preciso tirar algumas fotos.
Soltei uma risada e as crianças me acompanharam assim que viram a câmera do telefone, meu pai virou a tela e tirou um dele junto com a gente.
— Essa vai para o álbum — Meu pai disse e olhou para a panela. — Agora percebi que a gente fez muita coisa para comermos, acho que não vamos dar conta.
Olhei para as panelas e tive que concordar, meu pai exageramos na quantidade de comida que fizemos para o jantar.
— Como sempre acabamos exagerando na quantidade que podemos comer — Falei. — Talvez possa dar um pouco para os meus vizinhos, Milena e Donald estão culpados hoje então não poderão vir aqui para jantar. Jéssica está em um encontro e a tia Sarah e o tio Josué já devem ter almoçado.
— Bem vou pegar alguns tupperwares — Meu pai disse. — Temos que lembrar de fazer as coisas em menor quantidade. Não conta para a sua tia que fiz isso de novo, ela detesta que faço isso quando venho visitar.
— Seu segredo está seguro com a gente — falei e os gêmeos concordaram.
— Então vamos fazer logo tudo isso, para assistir um filme antes dos gêmeos terem que dormir — Meu pai falou.
— Ninguém vai dormir — Otávia falou.
— Sem dormir — Gabriel concordou.
— Claro — Falei risonho.
Meu pai pegou os potes e fui levar junto dele e dos gêmeos que quiseram entregar quando viram a Shirley e o marido abrindo a porta, agradecendo fui até a porta de Stefano e bati com os gêmeos segurando o pote de comida mais leve para eles.
— Estava esperando a muito tempo por um pouco da sua deliciosa comida — Shirley falou. — Bill é muito bom rever você, estava pensando em o chamar para ir jogar um pouco de golfe amanhã pela manhã.
— Sabe que não sou muito bom no golf — Meu pai disse.
— Bem, é complicado dizer isso mas você e o Davi são bons em comparação com quem jogamos — Shirley falou.
— Ele não é tão péssimo — meu pai falou rindo. — Lembra quando joguei uma vez e consegui jogar o taco no lago.
— Diga que vai jogar vai ser incrível no campo — Davi falou. — Precisamos unir nosso grupo.
Os gêmeos estavam impacientes para levar os potes de comida, então deixamos meu pai e os outros dois conversando sobre como são incríveis no golf diferente dos outros competidores.
Isso mesmo, esse é um segredo que ninguém sabe mas meu pai fica um pouco competitivo quando se trata de esportes assim como a Shirley e o Davi por essa questão os três se tornaram amigos.
Soltando uma risada fui na direção da casa de Stefano.
Toquei a campainha e quando a porta abriu, um homem de meia-idade surgiu no meu campo de visão, ele usava uma camisa xadrez e calça jeans.
— Boa noite — Falei. — Trouxemos um pouco da comida que fiz com meu pai para vocês.
— Boa noite — Otávia falou. — Aqui, senhor comida.
— Homem alto — Gabriel falou.
— Gabriel, desculpa senhor.... — Falei.
— Luciano Greco — O homem falou ao mesmo tempo que uma voz soou atrás de mim.
— Luciano Greco — a voz do meu pai disse, me virei para ver que ele estava com a expressão pálida.
— Bill Johnson — O senhor greco falou e para minha surpresa passou por mim, puxando meu pai para um abraço e beijou ele na boca. — mio prezioso amore!
Meu queixo foi ao chão.
— Pai — Falei junto de Stefano e Luigi, os três em choque.
— Vovô — Os gêmeos disseram e bateram palmas divertidos.
— Sogro — Mario disse e ouvi quando ele derrubou alguma coisa.
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Gostaram?
Até a próxima 😘
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