⁰²| Viagem

Josephine

Encaro seu sorrido malicioso e tenho vontade de gargalhar da sua cara. Eu sabia muito bem que não transamos e também tenho a maior certeza que eu não tive essa audácia de querer dormir com ele.

— Eu queria? — pergunto apontando em minha direção fazendo minha melhor cara de confusa e ele assente. Escondo meu sorriso e nego com a cabeça — Bom, como assino o contrato? — pergunto mudando de assunto e ele ergue as sobrancelhas

— Não quer saber os detalhes? — nego e ele bufa fazendo um bico chateado — Você é toda sem graça — diz e sorriu dando de ombros — Bom não tenho muitas regras, somente sou mais caro pelo bom trabalho que faço — diz se gabando e reviro os olhos —  Se quiser incluir o sexo, pagará 1000 a mais — diz sorrindo fraco e fico vermelha.

— Não vou transar com você — digo envergonhada.

Vejo seu sorriso se alarga e me perco alguns segundos naquele sorriso.

— Bom, não sabemos o futuro, ragazza — reviro meus olhos quando me chama disso novamente.

— O que significa razazsa? — tento pronunciar mais não consigo.

Ele rir solta uma risada soprada.

— ragazza? — assinto — Moça — diz dando de ombros — Que dia iremos ao casamento do seu ex?

— Daqui a quatro dias — digo suspirando cansada — Se importaria de sair comigo em um lugar amanhã?

— Encontros também são cobrados ein — brinca e sorriu negando com a cabeça — mais falando sério, a onde vamos?

— Preciso ir em um estilista — digo e ele me olha curiosa — pedi que ele fizesse um terno combinando com meu vestido, só preciso de suas medidas — explico e ele assente.

— Quer assinar o contrato hoje? — pergunta se levantando e anda até uma estante abrindo uma gaveta logo em seguida — quando gosto da patroa,  eu costumo entregar o contrato eu mesmo — diz piscando e eu reviro os olhos tentando esconder um sorriso — aqui — me entrega o contrato — sei que vai ler, então vamos pra cozinha. Vou te fazer um belo jantar — diz sorrindo erguendo sua mão em minha direção e aceito de bom grado me levantando — Como conseguiu dormir de calça? — pergunta me encarando de cima abaixo.

— Acho que estava muito cansada para sentir o desconforto — digo fazendo uma careta quando o jeans começou a arranhar minha cintura — pode me emprestar uma camisa?

— Vem — Chama e passamos por uma porta, olho ao redor e percebo que é um closet — aqui — Murmurou erguendo uma camisa preta e uma cueca da mesma cor — a cueca é nova e a blusa foi usada ontem, faça bom proveito do meu cheiro — alfineta me lançando uma piscadela e reviro os olhos com sua audácia — bom, o banheiro fica ali e pode tomar banho se quiser — explica apontando na direção do banheiro — estou lá em baixo preparando nosso jantar — Avisa antes de sair do cômodo.

Antes de fazer uma promessa a mim mesma, de não me perder nesse banheiro chique. Opto por tomar um banho bem gostoso e revigorante.

Jimin

Eu picava a cebola com uma grande agilidade. Meu avô me ensinou muito na área da culinária, ele era um cozinheiro de mão cheia e ensinava todos aqueles que queriam aprender. Ele gostava de ajudar as pessoas como podia e esse sentimento de afeto com as pessoas indefesas passou pra mim. Parecia que, o que ele aprendia e fazia de melhor, era sempre passado de pessoa a pessoa.

Ouço passos sobre a escada de mármore escuro e sorriu, limpo a mão no pano e me viro na direção das escadas, o que eu me arrependo de fazer.

— Tudo bem? — pergunta risonha e saiu do transe voltando a atenção na panela com o molho e não nas suas belas pernas — o que está preparando?

— Pasta al ragù alla bolognese — digo em italiano e riu pela sua cara de confusa — Macarrão à Bolonhesa — traduzo e ela assente.

— Agora entendi — murmurou sentando no banco de madeira sobre a bancada de mármore — posso ajudar em algo?

— Non — nego e ela suspira.

— Isso é um não? — pergunta cerrando os olhos e assinto pondo o macarrão sobre o prato — não acredito em você, vou pesquisar no Google —  Acusa decidida — me empresta seu celular? — pergunta com sorrindo parecendo envergonhada, sorriu e aponto pro sofá onde o celular estava jogado, ela levanta e o pega trazendo até mim, ponho a senha e a entrego, jorro o molho por cima do macarrão e repentinamente aparece um telefone estendido na direção da minha boca — fala.

— Non

— Desculpa — pede quando a tradutora fala exatamente, o que disse.

— tudo bem, é normal ficar curioso — dou de ombros com um sorriso leve — coma antes que esfrie — peço colocando o meu prato no lado do seu, ela dá uma leve mordida nos lábios antes de pegar o talher e finalmente comer — está bom?

— Hum, está delicioso. Do que está rindo?

— você é muito fofa — Elogio e ela abaixa a cabeça envergonhada — ainda mais com vergonha — Completo fazendo ela negar com a cabeça e dou a volta na bancada — Hum... mio dio —  murmuro de olhos fechados saboreando o macarrão assim que senti ao seu lado — valeu a pena meu avô ter me ensinado.

— Seu avô é um cozinheiro? — anuo — de que país veio? — pergunta e franzi a testa confuso.

— Não reconhece sotaque italiano? — ela nega — uau, isso foi a maior surpresa que tive em toda a minha vida.

— Exagerado.

— Gente do céu — digo ainda surpreso — esse sotaque é bem comum hoje em dia, é muito raro ter pessoas como você — digo girando o garfo sobre o macarrão.

— Ainda bem que sou rara em algo — diz limpando o excesso de molho com a língua — faço praticamente tudo, o que as pessoas fazem — fala em um suspiro — não por inveja, mais sim porque minha mãe quer que eu me atualize em tudo, até mesmo do passado ela quer que eu saiba para ela criar modelitos diferenciados — para um pouco para respirar — ser filha de um CEO e uma estilista não é nada fácil.

— Ainda mais que são famosos — complemento e ela concorda comigo — posso te perguntar uma coisa?

— Claro.

— Vou aparecer na TV? É que se eu for, vamos ter que criar uma bela história para quando acabar o serviço — aviso e ela se meche desconfortável sobre o banco — Tudo bem?

— Tem como não falar assim? Parece que tô te usando e não gosto desse sentimento — Avisa enquanto coça e boceja parecendo estar com sono — tem problemas eu dormir aqui essa noite? — nego — onde posso dormir?

— Em minha cama — digo dando de ombros e vejo seus olhos se arregalar em — calma, você vai dormir sozinha — completo e ela suspira de alívio — acabou? — anui — os pratos são seus — aviso e a mesma dá de ombros e vai pra pia com os dois pratos — vou pegar algumas cobertas para por no sofá —  aviso fazendo ela balançar a cabeça — pensei que se voluntaria a dormir no sofá.

— Desculpa mais não foi dessa vez.

Nego pela sua ousadia e subo as escadas indo ao quarto.

Dia seguinte...

Estava um caco, não dormir muito bem naquele sofá. Passar 2 horas assistindo TV nele era de boa, mas passar 8 horas? Você tá louco, to quebrado.

— Você tá bem mesmo? — pergunta Josh parecendo preocupada e anuo segurando a base da minha costela que latejava — chegamos — Avisa parando em frente a uma vitrine cheia de vestidos que aparentava ser bem caro.

— que lugar é esse?

— um dos ateliê de minha mãe — fala dando de ombros entrando na loja, suspiro frustrado e entro na loja atrás dela.

— bom dia Josh — fala uma moça com macacão azul com uma vassoura na mão,  um sorriso lindo se abre na face da loira e logo seus braços rodearam a mais velha.

— A quanto tempo tia rosa.

— A quanto tempo minha menina — diz sorrindo amorosamente e lembro da minha avó — está a cada dia mais linda — elogia e sorriu concordando com a mesma — não é mesmo meu rapaz?

— Sim, muito linda — Concordo com suas palavras vendo a bochecha dela ficar rosadas.

— Veio ver o vestido? — ela assente sorrindo — está glamoroso e ao mesmo tempo sem muito exagero.

— Perfeito — Murmura a loira com os olhos brilhando.

— Vai querer experimentar?

— Não, confio nas habilidades da senhora — diz e a mais velha fica envergonhada.

— O terno já está pronto — Avisa e a Josh suspira — recebo medidas dá senhorita Eduarda.

— Está tudo bem ragazza?

— Não... Minha mãe está me vigiando de novo — bufa chateada — ela sabe que estou andando com você — explica — ou acha que estamos dormindo juntos, namorando e tals — Assinto compreensivo.

— Quer experimentar o terno, Bello ragazzo? — pergunta em italiano e a olho surpresa — meu marido é italiano.

— Non —respondo sorrindo — mi fido di te (Eu confio em você )

— Esperem um momento, vou buscar as vestimentas de vocês — diz andando em direção a uma porta branca e a abre entrando dentro dela.

— Sua mãe será um problema? 

— Não, ela só está querendo saber com quem eu ando — suspira — ela não quer que eu sofra outra vez.

— Aqui está — olhamos para a mais velha que carregava dois pacotes pretos.

— Obrigada rosa — pede pegando um dos pacotes e pego o outro — precisamos ir, se cuida ein. 

— Tchau crianças — acena de volta.

— crianças que fazem crianças — debocho Quando saímos da loja e a bela ragazza me bate — O que? É verdade.

— Tarado. 

— O tarado que você quer pegar.

Três dias depois...

Josephine.

— Só uma perguntinha, quanto tempo ficaremos lá em Londres? — pergunta e bato a porta do capo do carro.

— Duas semanas no máximo — respondo e ele assente entrando no carro, abro a porta e me sento atrás.

— Não mordo Josephine — diz de modo sedutor e resmungo por meu corpo ter reagido.

— Cala boca — mando o fazendo gargalhar de minha cara e apenas bufo olhando para a paisagem lá fora, vejo pelo canto dos olhos ele me olhando rapidamente e sorrir de um modo bobo.

De novo não... 

Engulo em seco e nego com a cabeça pra afastar essa sensação.

— Vamos ficar calados a viagem toda? — pergunta me fazendo encara-lo e vejo ele rodar o volante com maestria e seus cabelos balançam com o vento enquanto ele morde seus lábios gordinhos e inchados — Josh — me chama e saiu do transe.

— Do que, quer falar? — pergunto, desviando o olhar para janela.

— Me fala mais de você — pede dando de ombros e comprimi os lábios pensativa.

— Faça perguntas então.

— Qual sua comida favorita?

— Barbecue Ribs — respondo e vejo seu rostinho fofo ou melhor... feio, sim feio, me encarar confuso — é costela com molho Barbecue.

— não era mais fácil você ter falado isso logo? — pergunta um pouco incrédulo e riu fraco.

— pensei que soubesse, mora há um bom tempo aqui — falo vendo ele parar o carro no sinal e ele me encara por cima dos ombros.

— não sabia que costela com Barbecue se chamava assim.

— Qual é seu alimento preferido? — devolvo a pergunta e seu rosto se contorce em uma careta — falei algo de errado?

— não... Mas você saindo do dialogo pareceu... Ofensor — diz pensativo voltando a dar partida no carro e fico confusa, mas em seguida riu ao compreender.

— ok, ok vou fazer a pergunta certa — murmuro passando minha língua nos meus lábios secos — qual sua comida favorita?

— Arancino recheado com molho vermelho de carne e queijo — responde e mordo os lábios tentando decifrar o que é — sabe o que é? — nego de imediato e ouço sua risada. Eu a consideraria fofa se ele não fosse um Chihuahua Italiano que gosta de me xingar em outra língua — são bolinhos de arroz recheados — simplifica e solto um 'A' agudo compreendendo.

Ficamos alguns segundos em silencio e achei um pouco estranho, já que pensei que ele faria mais perguntas. Mas quando o olhei, percebi que ele estava pensativo.

— cor favorita? — pergunta e dou de ombros.

— Vermelho — murmuro colocando o capuz do meu moletom preto na cabeça — Então... Qual é o seu tom predileto? — pergunto curiosa e seu rosto se torna uma carranca por alguns segundos.

— Azul — responde mordendo os lábios enquanto batuca sem anéis no volante  — Por que vermelho? — pergunta parecendo curioso e sorriu um pouco sem graça.

— Porque é a cor que me acho atraente — murmuro sentindo minhas bochechas quentes.

— Tenho que concordar... — murmura e vejo seu pomo de adão descer e subir de novo demostrando que estava nervoso. Mas como ele fala isso, se nunca me viu de vermelho? Nem na televisão ou em eventos eu ia de vermelho, porque ficava meio com receio de parecer vulgar demais. Então... Como ele concorda com algo que nunca viu?

— por qu...

— Já foi naquela cafeteria? — pergunta apontando na direção do estabelecimento, parecendo querer mudar de assunto e assim o faço quando apenas nego com a cabeça para o responder.

o resto dá viagem é em silencio e como não sou besta, eu passei ela dormindo afinal seriam 32 horas de viagem, com algumas paradas para descansar é claro.

Jimin.

Estaciono o carro em meio aos muitos carros no estacionamento do hotel e olho bem ao redor, com certeza uma noite aqui não é nada barata.

— Chegamos Jose — comunico esperando uma resposta da mesma e apenas ouço um murmuro, olho pra trás e a encontro dormindo provavelmente no décimo sono — Loirinha — chamo um pouco mas alto e ela murmura um "hum?" preguiçoso — chegamos ragazza.

— Só mais cinco minutinhos amor — murmura manhosa e meu coração se acelera com sua fala.

Amor? Como assim amor?

Acho que tive um leve infarto.

— Então quer dizer que virei seu amor agora? — pergunto debochado chamando sua atenção, ela suspira ofegante com o susto da minha fala e ri — calma, ainda não falei nenhum absurdo pra você poder enfartar.

— Cala a boca, pelo amor de Deus — manda soltando um grunhido e sorriu divertido — tire esse sorrisinho irritante de seus lábios antes que eu arranque seus dentes — fecho a boca de imediato e seguro o riso.

— Vamos entrar? Estou faminto e doido para dormir — digo sentindo meus músculos tensos e agarro meu pescoço o estalando dos dois lados — passar 10 horas dirigindo não é nada fácil — digo bagunçando meus cabelos soltando um suspiro exausto, mesmo fazendo paradas para descansar, ainda precisava fechar os olhos e descansar seu interior — que foi? — pergunto estalando o meu pescoço.

— Como faz isso tão naturalmente? — pergunta me olhando admirada e sinto meu rosto esquentar — olha ele sente vergonha, que surpresa — debocha sorrindo ladino, que atrevida!

— Já é praticamente um hábito estalar o pescoço, se estou cansado ou com raiva, eu estalo o pescoço para diminuir a tensão do meu corpo — explico tirando a chave da ignição — e pra sua informação, mocinha. Eu tenho vergonha na minha linda cara — rebato a fazendo rir fraco.

— vou te alimentar logo antes que me de um coice — murmura ainda risonha saindo do carro, saiu do carro negando com a cabeça enquanto tenho um sorriso nos lábios.    

TERCEIRA PESSOA.

O ragazzo gentilmente arrastou a cadeira para a ragazza se sentar, o restaurante estava um pouco cheio e barulhento por conta das conversas animada das pessoas ao redor.

Ela realmente fica linda de vermelho.

Pensa o ragazzo sorrindo bobo ao olhar para as bochechas no tom avermelhado da ragazza. Ele sentia estranhamente acolhido com seu sorriso era... Uma... Certa calmaria ao admira-lo. Ela exalava inocência e fofura ao dar-lhe esse sorriso.

Mas sabemos muito bem que infelizmente não foi possível que a inocência dela permanecesse, pois seu ex-namorado era um caso traumatizante, não por agressão, mas por atitudes que a decepcionaram.

Ao ver que ela o encarava, ele saiu de seu leve transe e se sentou na cadeira envergonhado por ser pego no flagra. O Ragazzo chamou o garçom e pediu os cardápios. Mas ele estava tão distraído com a bela moça/ Ragazza que não os viu em baixo dos braços dela.

Jimin então ficou envergonhado e pediu desculpas. Então o garçom deixou a mesa enquanto eles não decidiram o que iriam pedir.

A Ragazza tira os cardápios de baixo do seu braço e entrega um ao rapaz que sorriu agradecendo, ambos abriram o cardápio e logo de cara a Ragazza já pede uns canapés e um vinho. O vinho mais caro que tinha no hotel.

O Park aprendeu a gostar de canapés já que a maioria das clientes eram ricas. Mas algo o incomodou quando a Ragazza iria gastar tudo isso com apenas um jantar. Afinal eles eram amigos e ele não via necessidade de gastar tudo isso.

Ele sabia que além de amigos ele estava praticamente trabalhando ali , sendo todo a mercê da Ragazza. Mas antes de tudo, ele queria ser amigo mais que um empregado pra ela.

Ao ver que seus pensamentos eram tolos — já que a Ragazza gastaria o dinheiro de qualquer maneira — ele suspiro e deu de ombros pois ele não gastaria essa fortuna toda com comida , precisa do dinheiro para o tratamento de seu avô.

Como prato principal a Ragazza pediu um bife bem passado com farofa, feijão fradinho e arroz branco, comida típica do Brasil. Já o rapaz pediu uma macarronada típica da Itália.

— Aí amo uma comida típica do Brasil — murmura a Ragazza ansiosa para comer a comida. O Ragazzo por outro lado, a olhava incrédulo pois o que ela gastou com esse prato, ela poderia fazer um panelão de feijoada e ainda sobraria para fazer esse prato que escolheu, para um batalhão de gente.

Se seu amigo Jonatã estivesse nesse restaurante com certeza ele faria um chilique, como dá última vez que a cliente que queria gastar uma fortuna em um simples pudim - também típica do Brasil - ele a arrastou para fora do restaurante depois de devolver o prato e pagar - só de raiva - o que eles comeram e ele levou a cliente até o super mercado. No final das contas a cliente se apaixonou pelo doce feito por ele e hoje eles estão prestes a se casar.

Dá até pra fazer uma novela.

— Aqui está — murmura o garçom colocando os canapés e os servindo com o vinho. A Ragazza solta um gemido embriagada quando o gosto forte da uva misturada com o álcool chega em seu paladar.

— Magnífico — murmura sorrindo ladino e joga o resto dá bebida goela a baixo limpando o filete de bebida no fim do percurso — o que foi? — pergunta para o Ragazzo que a olhava assustado.

— assim... Acho que é melhor beber devagar... — murmura meio incerto de suas palavras e a Ragazza apenas dá de ombros enchendo a taça com mas vinho — espero que ela não tenha pouca tolerância com álcool — murmura para si suspirando fundo e morde um canapé de camarão.

Minutos depois a Ragazza ria de algo que nem mesmo ela sabia, só estava se sentindo leve e vontade de rir até do próprio vento.

— que merda Jose — murmura coçando as sobrancelha esquerda quando a Ragazza tropeça e quase caí no chão se não fosse o garçom que andava pelo hotel — foi mal aí cara — pede o Ragazzo meio constrangido e o garçom da de ombros murmurando um " tudo bem " voltando para o restaurante em seguida, de repente a Ragazza rir apontando para uma planta que tinha ali perto. Ela ria como se a Planta tivesse contado algo engraçado a ela.

Ragazzo incrédulo e sem saber o que fazer, acaba rindo junto com ela. Afinal já estava nessa mesmo, porque não mergulhar um pouco na loucura?

— Okay, já chega — murmura depois de se recuperar e segura os ombros da Ragazza.

— ei, ei campeão. Calma aí que eu não aceitei a parte do sexo — Fala com o dedo levantado em riste e sem se conter, o Ragazzo dá risada de sua loucura.

— Okay, amanhã vou te zuar por isso — murmura cessando a risada a pegando no colo. Ela dá um gritinho agudo chamando atenção de um casal de idosos que estavam passando pelo corredor — desculpa, ela está bêbada.

— Tudo bem rapaz, vê se cuida dela —  murmura a senhora com um sorriso carinhoso nos lábios e o Ragazzo lhe lança um sorriso acolhedor antes de pedir licença para levar a louca para o quarto.

O Ragazzo coloca a Ragazza na cama e... É puxado pela garota.

— O que está fazendo? — perguntou o asiático com os olhos arregalados e a mulher abaixo de si sorriu.

— Me beije, Park.

01/07/2024.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top