2
Severus não esperava muito daquela noite, realmente. As férias estavam no fim, então tudo o que queria era aproveitar seus últimos momentos de paz e tranquilidade com um copo de firewisky e, com alguma sorte, uma companhia feminina disposta a ignorar sua feiúra em favor de seu pau grande.
Ele certamente, absolutamente, não esperava encontrar uma companhia tão disposta.
Jean Smith. Ele sabia que era um nome falso. Era genérico demais, sem personalidade. Mas ele não se importou o suficiente para afastar-se dela. Provavelmente era alguma jovem garota tola e afetada, cansada das regras rígidas dos pais e da sociedade, ansiosa por apenas uma noite de luxúria sendo uma ninguém. Uma Jean Smith.
Severus só não esperava que a bruxinha fosse tão... deliciosa. Ele empurrou e forçou, esperando o momento em que a supostamente inocente senhorita Smith recusaria e fugiria dele e de suas depravações. Mas a garota não o fez. Ela acatou cada comando com bochechas coradas e olhos verdes arregalados. E enquanto ela gozava semi oculta entre as sombras do pub... Oh, pelas bolas de Salazar... Ela foi perfeita.
Seu pau estava quase perfurando a calça, vazando, implorando atenção. Severus não duraria muito, mas ele não se importava. Em seus quarenta e três anos de idade, ele se sentia no auge de sua saúde e virilidade. Sem o peso da guerra, sem dois mestres para servir, sem a culpa para lamentar, ele encontrou dentro de si uma força chocante quando descobriu-se vivo após o ataque de Nagini. Foi preciso quase morrer para descobrir que Severus Snape, contra todas as probabilidades, realmente queria viver.
E ele viveu. Snape limpou seu nome da melhor maneira que pôde, mas algumas marcas não desapareceriam completamente nunca. Ele não se importava. Ele estava livre, finalmente livre, e dedicou-se a si mesmo pela primeira vez em muitos e muitos anos. Com tanto tempo disponível, ele se dedicou a gastá-lo em si mesmo. Era sua única opção, afinal. Ele focou em curar seu corpo, mente e espírito. Frequentou inúmeras sessões com um curador mental, e compreendeu que o auto cuidado era a chave para o bem estar que necessitava. Ele merecia isso. E ele se permitiu se cuidar e se curar.
Isso o mudou profundamente, mas algumas coisas eram tão fundamentadas que permaneceram inalteradas. Sua aparência geral melhorou muito, mas seu nariz absurdamente grande só mudaria numa próxima encarnação. Seu humor sombrio e sarcástico também permaneceu intacto, assim como seu cargo como professor de poções em Hogwarts. Apesar de tanto reclamar, Severus realmente não se via fazendo outra coisa, não depois de tantos anos. Havia algum tipo de magia em ver aqueles pequenos idiotas criarem cérebro, ou então em torturá-los até que adquirissem as mínimas habilidades intelectuais necessárias para aprovação. Acontece que Severus cogitou deixar o cargo, mas McGonagall implorou que ele ficasse, e ele aceitou.
Era segredo absoluto entre ambos que a atual diretora não precisou pedir duas vezes.
De todas as mudanças em Severus Snape, a mais significativa para ele foi a de seu coração. Finalmente Severus havia se redimido de seus erros mantendo o filho de Lily e James Potter vivo, e agora estava livre para seguir em frente. Não que estivesse ansioso por se estabelecer, longe disso, mas certamente estava ansioso por se divertir.
- Oh, meu Merlim... - Jean Smith suspirou num sussurro - Por favor...
O pau de Severus latejava enquanto o sabor doce e picante da jovem dominava sua língua. Ela estava linda. Corada, ofegante e implorando para fodê-la. Em sua entrega tão absoluta para obedecer ao comando dele, a bruxa havia conquistado uma pequena plateia para sua demonstração adulta. Dois homens e uma mulher estavam próximos a eles, observando-os indisfarcadamente. Seu exibicionismo não o incomodava, muito pelo contrário. O excitava saber que tantos desejavam essa bruxinha tão excepcional, mas apenas ele estaria dentro dela esta noite.
- Vamos, senhorita Smith. - ele se levantou, sem se incomodar em esconder a protuberância nas calças, e a puxou para ficar em pé também - Hora da sua recompensa.
Sem dizer mais nada Severus os apartou. Ele estava hospedado no Cabeça de Javali e sem perder tempo a arrastou para seu quarto no segundo andar. Ele trancou a porta e ergueu proteções e amuletos de privacidade. Satisfeito, Severus se virou para ela, bebendo da visão. A jovem bruxa usava um salto alto obsceno, torneando sua perna de uma maneira que deveria ser considerada criminosa.
- Tire seus sapatos. - ele ordenou, fazendo os olhos dela se arregararem.
Severus tinha a impressão de que a bruxa gostava de sua voz rouca e melodiosa. Ele pretendia fazer um bom uso disso.
Levou apenas alguns segundos para que ela obedecesse, tão perfeita sua garota. Senhorita Smith jogou os sapatos num canto, caindo vários centímetros em altura.
- Ora... A senhorita é bem baixa, senhorita Smith. Isso deve facilitar as coisas para mim.
- Facilitar, senhor? - a voz dela soou insegura, levemente trêmula.
Severus colocou as mãos nos bolsos da calça e deu alguns passos distraídos, rodeando a mulher em seu quarto.
- Eu proponho um jogo, senhorita Smith. Durante essa noite, eu a observarei e farei o meu melhor para descobrir sua identidade. - ele sorriu, divertido - Sou um espião, como bem sabe, e sou incapaz de resistir a um mistério. Acontece que a senhorita é o maior mistério que eu encontro nos últimos cinco anos.
A jovem considerou suas palavras, inclinando levemente o rosto bonito, pensativa.
- Diga sua proposta, senhor.
- Se em algum dos meus palpites eu acertar sua identidade, você me confirmará. E então... Eu esfolarei sua linda boceta olhando para o seu rosto de verdade enquanto a senhorita grita o meu nome.
- Merlim... - a jovem sussurrou, parecendo prestes a desmaiar.
Ele avançou e a segurou pelo pescoço, seu nariz tocando no dela, fúria fingida brilhando em seus olhos disfarçando o tesão absoluto que sentia.
- Severus Snape. Esse é o único nome masculino que sairá da sua boca bonita esta noite. Estamos combinados, bruxinha?
- S-sim, senhor. - ela lambeu os lábios, atraindo a atenção dele com o movimento.
Foi o suficiente para quebrar todo o autocontrole que Severus possuía. Ele avançou e tomou sua boca na dele, sem pedir permissão. Ele exigiu passagem e suas linguais se encontraram num choque perfeito e sensual. Jean suspirou, desfazendo-se por ele, as duas mãos pequenas tocando seu peito em busca de apoio. Eles se beijaram por vários minutos, imersos nas sensações que provocavam e recebiam. Severus inalou o cheiro dela, gravando-o na memória junto da textura de seu corpo macio e quente. Com a mão livre ele colou seus corpos, puxando-a pela cintura, e desceu a mão para a bunda dela, apertando-a.
- Deliciosa... - ele murmurou entre os lábios dela.
Jean Smith gemeu, completamente entregue.
Severus então finalizou o beijo com uma mordida no lábio inferior dela, e desceu sua atenção pelo pescoço da jovem, distribuindo beijos, lambidas e mordidas por sua pele corada.
- E se o senhor não descobrir minha identidade? - ela perguntou, ofegante, inclinando a cabeça para lhe dar mais espaço - O que eu ganho?
- O que a senhorita quer? - agora ele estava descendo em direção aos seios dela, enquanto sua mão deixava a bunda e deslizava em direção ao seu núcleo molhado.
- Oh... Severus...
Seus dedos habilidosos finalmente alcançaram a umidade entre as pernas dela. Jean estava pingando para ele, literalmente escorrendo seu desejo pelas coxas.
- Quando eu lhe fizer uma pergunta, espero que me responda, senhorita Smith.
- Eu não consigo pensar no que quero. - ele abaixou o decote do vestido dela, puxando um seio magnífico para fora.
- Engraçado... Eu consigo pensar em muitas coisas que quero agora mesmo. Como por exemplo...
Severus levou a boca ao seio dela no mesmo instante em que enfiou um dedo em sua boceta sedenta. Jean gemeu alto e arqueou o corpo, olhos fechados imersos nas coisas que ele estava fazendo ao corpo dela. O bruxo não foi delicado, algum instinto lhe dizia que ela não queria de sexo suave e romântico... Pelo menos não naquela noite. Severus chupou e mordeu o mamilo, seus dedos trabalhando entre estocadas e carícias no clitóris já inchado dela.
- Eu vou gozar de novo... Quase lá... Snape!
Ele parou abruptamente, pegando-a no colo antes que tivesse tempo para protestar, e a jogou na cama. Severus não estava realmente pensando nas coisas que fazia com ela, ele estava totalmente entregue aos seus desejos mais primitivos e selvagens. Ambos estavam. Jean o encarou confusa, o olhar nublado pela luxúria, mas Snape não parou para realmente olhar para ela. Sua atenção estava totalmente focada em sua boceta. Ele ajoelhou-se entre as pernas dela, abrindo-as totalmente e puxando as saias do vestido para cima.
- Linda! Tão fodidamente linda, porra...
Jean estava depilada, mas havia uma faixa de pelos bem aparados acima do início de sua fenda, emoldurando a obra de arte que era sua boceta rosada, inchada e brilhante.
- Por favor... Snape... Severus!
O bruxo olhou para cima e seus olhares se encontraram. Oh, ele queria muito saber quem ela realmente era. Uma parte maléfica dele pensou em se afastar e recusar-se a lhe dar o que ela queria, a não ser que revelasse sua verdadeira identidade para ele. Mas a maior parte dele, que o dominava no momento, queria apenas meter o pau dentro dela.
Severus sorriu para a bruxa, predatório, e se inclinou para prová-la. A maldita mulher tinha o gosto do paraíso, doce e picante, e quando sua língua passou por seu clitóris em movimentos longos e profundos ela começou a gritar frases incoerentes. Ela quebraria em breve. Sem paciência para fazê-la se contorcer muito, pois ele próprio queria alívio urgente, ele enfiou três dedos dentro dela e os curvou para alcançar seu ponto secreto enquanto estocava com força e velocidade, ainda chupando-a com destreza.
- Ooh! Céus... Isso... Sim! Siiimm....
A bruxa começou a tremer, agarrando os lençóis e rebolando os quadris. Jean Smith era bem vocal durante o orgasmo, mas ele não se importava pois era uma carícia para seu orgulho ouvir seu nome sendo gritado de maneira tão divina entre os gemidos do prazer dela. A boceta pulsante apertou seus dedos com força enquanto jorrava mais e mais mel, que ele prontamente se dedicou a lamber e beber cada gota como um homem sedento. Conforme o corpo dela foi se acalmando após o orgasmo, suas carícias foram suavizando também. Ele diminuiu a intensidade das estocadas em seus dedos e a pressão de sua língua. Até que por fim se retirou dela e mudou sua boca por toda sua boceta chupando, beijando, lambendo e limpando.
- Ual... Isso foi... - ela estava ofegante e parecendo realmente surpresa - Quando eu ainda estava em Hogwarts haviam rumores sobre você, sabe. 'O professor Snape parece saber o que fazer com uma mulher', as meninas diziam aos sussurros na sala comunal...
- Bem...? - ele se sentou sobre os próprios pés, ainda ajoelhado entre as pernas dela, mas Jean se levantou sobre os cotovelos e estava deslizando suavemente em sua direção, sentando-se em seu colo e o abraçando pelo pescoço - Qual seu veredicto?
- Imagino que eu seja obrigada a concordar. - ela sorriu, brincando com ele, os olhos verdes brilhando em diversão.
- Imagino que a senhorita seja mesmo. - ele passou as mãos pela bunda dela, puxando-a para mais perto, e mesmo ainda vestido com as calças ele sentiu a temperatura quente dela aquecer seu pau desesperado - Qual era sua casa em Hogwarts?
Ela mordeu o lábio antes de responder, as mãos brincando com os cabelos da nuca dele.
- Nós acordamos que eu confirmaria minha identidade quando você a acertasse, não que eu lhe daria pistas. Não vamos trapacear, Severus.
- Você é uma bruxinha muito má, senhorita Smith. - ele a puxou sobre o pau novamente, roçando nela, fazendo-a gemer ofegante.
- Me sinto excepcionalmente má esta noite, sim - a maldita rebolou sobre o pau dele - Talvez eu mereça ser punida, senhor.
Severus a observou atentamente, dividido entre curioso e absurdamente excitado. Ele decidiu que precisava gozar antes de ter algum palpite sobre quem essa mulher realmente era. Talvez assim seu cérebro voltasse a funcionar direito.
- Acredito que a senhorita merece, sim. Levante-se e tire suas roupas.
Jean sorriu e obedeceu imediatamente. Severus se levantou e a observou, completamente nua. Ela era pequena e magra, mas tinha as curvas suaves e mais deliciosas que ele já havia visto num corpo feminino. Ele levantou as mãos para os primeiros botões da camisa que usava.
- Senhorita Smith, a senhorita sabe do meu papel nas últimas guerras bruxas, suponho. - um botão, dois... a mulher observou atentamente seu avanço em se despir, mas acenou afirmativamente - Bom. Ainda assim, sinto-me na obrigação de informá-la de que tenho cicatrizes e...
- Eu não me importo. - os olhos verdes dela estavam arregalados e sinceros - De verdade. Eu...
Ela se calou, abruptamente. Severus não quis pensar sobre o que ela quase disse. Não, ele só precisava de alívio. Urgentemente.
- Ajoelhe-se.
Jean obedeceu e Severus descartou a camisa num canto. Ele se aproximou devagar, puxando o cinto e o abrindo com mais calma do que realmente sentia. A bruxa observou sua aproximação e lambeu os lábios, preparando-se para o que sabia que viria a seguir. Ele abriu um botão da calça e parou.
- Está com sede, senhorita Smith? - ela acenou afirmando, as pupilas dilatadas de tesão - Devo oferecer-lhe algo, então. O que gostaria de beber?
- Quero sua porra, Severus.
Oh, maldito Salazar... Essa bruxinha era perfeita, totalmente perfeita para ele.
- Você vai implorar por isso, senhorita Smith? - ele perguntou em voz baixa, vendo-a estremecer pela cadência no timbre rouco dele.
- Sim, senhor. Por favor, me deixe chupar seu pau. - ela pediu, esfregando as coxas, provavelmente já excitada novamente.
Uma submissa tão boa...
Severus tirou o restante da roupa com um feitiço sem varinha. Jean arregalou os olhos quando notou a totalidade de seu corpo nu e totalmente ereto, pronto para ela. Ele olhou para baixo, notando a cabeça lustrosa, uma gota vazando e escorrendo em antecipação.
- Venha, querida. - ele segurou o pau pela base e o baixou para ela.
- Senhor eu... Não tenho certeza se... - ela franziu as sobrancelhas, frustrada.
- Algum problema?
Por favor, não recue agora. Por favor não recue agora...
- O senhor é muito grande. Não sei se consigo... Você sabe. - ela corou numa tonalidade maravilhosa de vermelho.
A masculinidade de Severus praticamente ronronou com o elogio, em êxtase.
- Eu não sei, senhorita Smith. Por favor, me esclareça. - ele deu duas bombadas lentas, não sendo mais capaz de se conter.
Ele precisava ser tocado. Agora.
- Não sei se consigo colocá-lo inteiro na boca. - a bruxa franziu os lábios, claramente irritada com a mera possibilidade de não ser boa em alguma coisa.
Interessante.
- Há um feitiço para isso, se você estiver interessada.
- Um feitiço para impedir o reflexo de vômito? Eu nunca ouvi falar disso.
Severus deu um passo para perto dela, depois dois... Aproximando-se lentamente com o pau em riste como um mastro de navio, orgulhosamente em pé.
- Bem, eu precisei criar um. Você vê, eu sou realmente acima da média.... E aprecio muito os lábios de uma bruxa ao redor do meu pau. - ela gemeu, lambendo os lábios.
Que bruxinha suja e depravada... Severus se perguntava se conseguiria fazê-la gozar apenas com sua voz e algumas palavras obscenas.
- Faça isso. Por favor, Severus.
- Quantos anos você tem? - ele perguntou, tentando a sorte.
Ela sorriu, os olhos brilhando sábios ao notar a tentativa fraca dele de arrancar alguma informação dela. Talvez quando estivesse fodendo sua boceta, mais tarde, ela deixasse sair alguma coisa...
- Mais que vinte, menos que vinte e cinco.
Severus guardou a informação para mais tarde, e se aproximou mais da garota. Ele se inclinou, abaixando-se sobre ela e agarrou a garganta dela, delicadamente, com a mão dominante. Seus olhos se cruzaram e ela estava tão entregue, tão sedutora, que ele foi incapaz de resistir a puxá-la para mais um beijo. Suas línguas dançaram, brincando, mas ele foi rápido em se afastar dela. Ele murmurou o feitiço para extinguir o reflexo em sua garganta por alguns minutos, e ela suspirou ao sentir o suave formigamento.
- Me chupe agora, querida. - ele tentou ordenar, mas saiu ofegante, soando mais como pedido.
Jean Smith não hesitou em levá-lo até a boca, engolindo-o totalmente. Ambos gemeram. Severus fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, deliciado. A jovem bruxa subia e descia em seu pau, uma mão pequena acompanhando o movimento, intensificando as sensações. Ele estremeceu quando a outra mão dela começou a acariciar e apertar suas bolas, e ele sabia que não duraria muito, ridiculamente excitado como estava.
- Que bruxa boa... Tão boa, tão perfeita...
Seus elogios soaram como incentivos, e ela se dedicou ainda mais. Ela o soltou com um pop e passou a língua por todo seu cumprimento, desde a base até a cabeça, que circulou repetidamente enquanto o masturbava sem parar, ainda apertando suas bolas. Severus abaixou os olhos, absorvendo a visão esplendorosa. Ele já estava pensando em quantas vezes reviveria essa memória na penseira.
- Eu vou foder sua boca agora, senhorita Smith.
Ela parou seus movimentos para sorrir para ele por um momento e dizer um:
- Sim, senhor. - meio gemido, meio sussurrado.
Isso foi o fim do autocontrole dele.
Severus agarrou a cabeça dela, enfiando a mão entre os cabelos castanhos ondulados e a puxou trazendo sua boca perfeita para ele. A sensação dos lábios dela no seu pau, a cabeça inchada batendo fundo na garganta quente dela, era indescritível. Ele meteu nela, sem se conter, permitindo-se buscar seu prazer, e meteu de novo e de novo e talvez ele estivesse dizendo alguma coisa enquanto sentia seu orgasmo quebrar e sua porra jorrar no fundo da garganta dela. Lentamente ele foi diminuindo os movimentos, as batidas do coração se acalmando, mas ele permaneceu fodendo aquela boca deliciosa por mais um minuto inteiro antes de se retirar, quase desequilibrado pela intensidade de sua liberação.
Eles trocaram um olhar intenso, os olhos verdes dela brilhando de puro contentamento com o prazer dele. Jean engoliu visivelmente, depois passou a língua pelos lábios buscando qualquer resquício de porra que tenha escapado dela. Então a maldita sorriu para ele, os cabelos ondulados bagunçados e a pele rosada pelo calor e ela estava tão linda ali, ajoelhada, que ele não conseguia mais esperar para estar dentro da boceta dela. Severus rosnou e se abaixou, pegando-a no colo pelos quadris. Imediatamente ela arfou, surpresa, mas reagiu circulando a cintura dele com as pernas e os braços em seu pescoço.
- Mas... Mas já? Você não precisa de um tempo para...
Severus entrou nela numa estocada forte, deslizando deliciosamente pela umidade e calor da jovem senhorita Smith, enquanto ele gemeu e ela gritou com a invasão. Seu corpo se retesou, inconscientemente, ao sentir o quão apertada ela era.
- Porra... Você é virgem?
Ele ficou parado, não querendo machucá-la, mas quase enlouquecendo com o contato. Jean parecia distante, meio trêmula, choramingando por ele.
- Não sou... Perdi minha virgindade já faz anos, eu só... Por favor.
- Você só o quê? - ele rosnou, apertando a bunda dela.
A bruxa gemeu, afundando a cabeça na curva do pescoço dele, as mãos pequenas apertando os músculos de seus ombros. Ela rebolou e Severus precisou se conter muito para não perder os sentidos e meter com força nela.
- Eu só tive um. Mas ele... Não é tão avantajado quando você.
Oh, isso o irritou. Severus Snape praticamente viu vermelho.
- Você está comprometida?
- Não! - ela levantou o rosto para encará-lo com firmeza, olhos nos olhos - Nós terminamos. Recentemente.
- Recentemente quanto?
Ela hesitou. Jean mordeu os lábios e desviou os olhos dos dele, subitamente alarmada.
- Foi essa semana. Oh, droga... - ela gemeu - Por favor, eu não consigo pensar direito com você dentro de mim.
Sua boceta faminta piscou, e Severus apertou os dentes para se conter.
- Então talvez seja o momento perfeito para algumas perguntas, a senhorita não acha, senhorita Smith?
- Não! Severus, por favor...
Ele não entendia bem sua própria reação. Um ciúmes brutal o dominou ao pensar que sua bruxinha deliciosa pertencia a outro homem. Uma parte dele, sua parte racional, compreendia que era infantil e absolutamente ridículo. Ele decidiu ignorar essa parte no momento.
- Eu proponho um novo acordo, querida. Vou lhe fazer algumas perguntas e, caso a senhorita me responda, eu lhe darei uma metida forte e profunda. O que acha? Uma resposta por uma estocada do meu pau.
- Isso não é justo! - ela protestou irada.
- A senhorita é livre para ir embora se não quiser se submeter aos meus termos.
Jean franziu as sobrancelhas, e para evitar que ela realmente considerasse isso, Severus deu uma estocada rápida enquanto apertava a bunda dela. A bruxa jogou a cabeça para trás e gemeu, extasiada.
- Ohh... Eu... Me reservo o direito de ser evasiva. E me recuso a responder caso eu ache que a resposta revelará direta ou indiretamente minha identidade.
- Senhorita Smith, ambos sabemos que eventualmente eu saberei quem você é. - ele caminhou até a cama, deitando a garota sobre o colchão e se ajeitando por cima dela, ainda dentro dela - Eu poderia, agora mesmo, desfazer seu feitiço de charme e descobrir quem você é. Nem precisaria da minha varinha para isso.
Eles se encararam novamente, mas ele não viu alarme nos olhos verdes dela. O tempo pareceu parar quando uma mão pequena o tocou na bochecha, acariciando-o suavemente. Depois deslizou para os cabelos dele, puxando carinhosamente uma mexa negra para traz de sua orelha.
- Eu sei que você não vai fazer isso.
- E por que eu não faria?
- Porque eu confio em você.
Severus parou, atento. Ele ouviu aquelas palavras poucas vezes em sua vida. E menos vezes ainda foram ditas com sinceridade. Ele a observou em busca de sinais de engano, de mentiras, mas tudo o que viu foi sinceridade crua. Ele poderia deslizar na mente dela, seria tão fácil.... Mas Severus Snape era fundamentalmente um homem leal, e não quebraria uma confiança depositada nele, seja de quem fosse.
- Você é da Sonserina? - ele perguntou.
Depois de hesitar por alguns segundos, ela finalmente respondeu.
- Não.
Ele meteu nela, profundamente. Jean gritou, arqueando as costas, a boca aberta em surpresa numa expressão perfeitamente perfeita.
- Oh! Por favor...
- Eu realmente adoro quando a senhorita implora. Continuando... Seu relacionamento durou quanto tempo?
- Não vou responder isso.
Severus sorriu.
- Muito tempo, então. - Severus se levantou, ajoelhando na cama, observando a linda bruxa deitada sob ele, o corpo deles conectado. Ele passou a massagear o clitóris dela com o polegar, ganhando um suspiro e um revirar de olhos como resposta. Ele realmente amava como ela era sensível - Ele foi bom para você? Como eu estou sendo esta noite?
- Não ele... Nunca me satisfez, realmente. Eu sempre... Hã... Tive que terminar sozinha. Depois.
Ele estocou dentro dela, três vezes agora. Jean gemeu e gritou, implorando que ele não parasse, mas ele o fez.
- Severus, por favor....
- Mais três perguntas, só isso. Meu palpite era a jovem senhorita Parkinson ou alguma das irmãs Gangrass.
- Não me ofenda, Severus Snape.
Ele abriu um sorriso.
- Eu reconheceria esse brilho no olhar e esse tom de voz de desprezo há milhas de distância. - seu polegar continuou trabalhando, e a cada segundo a bruxa estava mais e mais ofegante - Você é uma grifinória, senhorita Smith?
- Oh... Merda! - ela rebolou, piscando a boceta enquanto mordia os lábios - Sim!
Ele a fodeu mais um pouco, apenas alguns segundos até parar novamente, deixando-a suplicante.
- Sei que prometi apenas uma estocada, mas a senhorita é tão deliciosa que sou incapaz de afundar meu pau só uma vez na sua boceta molhada. Continuando... A senhorita se formou em 1998?
- Não! Foi depois, Severus, por favor... - ela choramingou e ele podia jurar que haviam lágrimas em seus olhos - Eu preciso que você me foda agora, por favor...
- Só mais uma pergunta, querida, só mais uma. - ela estava rebolando no ritmo contrário do polegar que ainda a acariciava - Você é amiga de Harry Potter?
A bruxa parou imediatamente, prendendo a respiração, os olhos verdes arregalados. O coração de Severus palpitava alucinado, ameaçando escapar do peito. Ele começou a se arrepender de tantas perguntas, temendo estragar a brincadeira deles com uma revelação desconfortável demais. Não poderia ser... ela. Poderia? Não a garota de ouro, princesa da Grifinória. Ela era perfeita demais para se submeter a tanta devassidão, com ele, dentre todos os homens.
Perfeita demais, de fato. Oh, Salazar... Severus precisava saber. Mas ele não tinha certeza se queria.
- Todas na grifinória são amigas de Harry Potter. Ele salvou nossas vidas. - ela falou, a voz num sussurro tenso.
Severus decidiu que não se importava com quem ela era. Ele aceitaria o mistério e a incerteza, e ela seria apenas Jean Smith, uma jovem bruxa que uma vez viveu uma noite de luxúria com ele.
- Foda-se... Eu me pergunto se a senhorita está mentindo para mim. Essa foi uma resposta perfeitamente sonserina, minha querida.
Chega de conversas, ele decidiu. Severus arremeteu seu pau com estocadas brutas e profundas, fazendo a jovem gritar de prazer e murmurar pedidos inteligíveis. Ele meteu e a fodeu gostoso, entregando-se em busca do próprio clímax pois sabia que o dela estava próximo. Severus pegou os tornozelos dela, apoiando-os em seus ombros e o ângulo o favoreceu a ir mais fundo.
- Oh... Severus! Céus... Eu não... Sim! Siimm...
Ele a fodeu com vontade, luxúria e devassidão. Ele mordeu as pernas dela, apertou suas nádegas e os peitos deliciosos. Severus cuspiu entre o corpo conectado deles, e se empenhou no clitóris novamente. O volume dos gritos dela aumentou, mais e mais, e em algum momento ele se ouviu falando junto com ela, sem saber realmente o que dizia. Tudo o que lhe importava eram as sensações, o toque, a temperatura do corpo deles... Logo as paredes da boceta dela começaram a apertar, pulsando, ordenhando seu pau... A jovem senhorita Smith se contorceu embaixo dele, choramingando, gemendo, implorando, puxando o orgasmo de Severus enquanto ainda estava alta nos hormônios de sua própria libertação.
Severus gozou dentro dela em meio a gemidos roucos e arremetidas violentas. Não havia nada mais em sua mente além do prazer e do cheiro do sexo deles. Foi glorioso. Inesquecível. Quando terminou, ele não quis sair de dentro dela, de forma alguma. O bruxo se deitou e a puxou para ele e ambos dormiram abraçados, completamente exaustos.
Mas não saciados. Durante a madrugada, Severus a acordou para mais uma rodada de prazer. Mas foi diferente. Não havia o ímpeto e desespero de antes. Eles fizeram amor, lânguido e suave. E gozaram juntos antes do nascer do sol, em sintonia e com suspiros entre os beijos e mordidas compartilhados.
Quando Severus acordou novamente, ele estava sozinho na cama. Ele franziu as sobrancelhas, olhando ao redor do quarto, mas ela não estava mais lá. Ele suspirou, lembrando-se de cada momento que passaram juntos, do timbre da sua voz, o perfume de sua pele e o sabor de sua excitação. Parecia um sonho, mas ele sabia que tinha sido real. Ele não precisava cheirar os lençóis ou procurar a calcinha que sabia estar no bolso de sua calça. Naquela manhã, Severus Snape tinha duas certezas em sua mente.
Primeira: ele encontraria Jean Smith.
Segunda: ele a foderia novamente, dessa vez olhando nos olhos de seu rosto verdadeiro.
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