Cap. 84
Jhonatan P.O.V.
Os dias foram passando e deixei acontecer para ver até onde aquilo chegaria. Elena voltou a dividir o apartamento comigo, por uma decisão minha por querê-la perto e cuidar do nosso filho. Os pais dela voltaram para Los Angeles, e combinamos que iríamos para lá no natal, que estava próximo. Não tive mais notícias da Ângela, nem sequer terminamos o namoro, ela só sumiu e a procurei para conversarmos mas sua mãe não quis me dar seu paradeiro.
Nesse instante terminava de preparar pipoca para assistir um filme com a garota na sala, que estava enrolada em dois edredons devido o frio. Era sábado a noite e não tínhamos muito o que fazer, então optamos em ficar em casa. Sento ao seu lado e dou play na televisão. Abraço a morena para esquentá-la e senti-la próxima, e assim ficamos assistindo juntos.
Eu: Que tal Thor? - sugiro e ouço sua risada, que preenche o quarto.
Elena: Ele é da Terra, e não de Asgard. - sorrio com seu comentário.
Eu: Poxa, seria um nome bacana. - faço bico.
Elena: Não seria. - balança a cabeça. - Melhor Savanna.
Eu: Não! - exclamo. - Aurora!
Elena: Aurora é bonito. - afirma.
Estávamos sem sono, às três horas da madrugada e resolvemos pensar em nomes para nosso filho que ainda não sabíamos o sexo. Ela estava com oito meses e mesmo podendo fazer o ultrasson não optamos por isso. Queríamos ser surpreendidos.
Eu: Tá, Aurora se for menina...
Elena: E Louis se for menino. - completou.
Sorrimos e deposito um selinho nela. Era capaz da bolsa romper no final de dezembro ou no início de janeiro, já estava marcado. Não compramos muitos acessórios, pois com a carta da faculdade pra chegar, assim que fosse aceito em alguma universidade iríamos nos mudar. Queria ambos comigo para protegê-los.
Em meio ao clima ouço batidas na porta, que nos deixa assustados. Da última vez foi a aparição da garota ali deitada, e temia que fosse o cara que a tirou de mim. Levanto da cama e peço que ela me espere naquele cômodo, então vou ao hall principal. Destranco a maçaneta e abro a porta.
Eu: O que está fazendo aqui? - franzo a testa.
Ângela: Podemos conversar?
Eu: Se podemos? Fiquei atrás de vocês durante dias. Você não atendia minhas ligações e não respondia minhas mensagens, nem sequer sua mão soube me dizer aonde estava. - exclamo.
Ângela: Sinto muito mesmo, mas foi necessário. Sabemos o que houve nos últimos dias... - ressaltou.
Eu: E custava me dar notícias sua? Ter me deixado preocupado com você?
Ângela: Não foi minha intenção... - choramingou.
Eu: Afinal, porque veio aqui? - questiono.
Ângela: Pedir que me desculpe e que possamos tentar de novo. - aproximou-se.
Elena: Jhonatan... - pronuncia, logo atrás de mim.
Ângela: O que ela está fazendo na sua casa? - indaga, ríspida.
Eu: Está morando comigo. - desdenho.
Ângela: Ela... O que? Como você pôde? E o nosso namoro?
Eu: Foi por esse motivo que procurei você, para resolvermos esse mal entendido, mas não sabia onde estava. - dou de ombros.
Ângela: Você não presta! Nenhum de vocês! Eu odeio vocês dois! - gritou, enquanto derramava lágrimas. - Acabou, tá bom?! Está tudo acabado! - a mesma jogou a aliança em mim e saiu pisando forte.
Eu: Então tá. - digo sozinho e fecho a porta.
Elena: Disse que conversou com ela. - cruzou os braços. - Mentiu para mim?
Eu: Só disse isso porque queria que viesse morar aqui e sabia que não viria enquanto não falasse com ela. Mas não tinha ideia de onde estava. - justifico.
Elena: Por que queria que viesse morar contigo? - arqueia a sobrancelha.
Eu: Porque... Porque... - balbucio. - Posso cuidar do nosso filho melhor aqui e proteger você.
Elena: Só tem esse motivo? - caminha em minha direção.
Eu: Ahn... Ér... A-Acho que sim... - gaguejo.
Elena: É feio mentir, Jhonatan. - sussurrou.
Eu: Ahn... Acho que é porque... porque amo você. - digo e vejo seu sorriso encantador.
Elena: Ama? - questiona e toca meu peito nu.
Eu: Pensei que fosse mais resistente a você. - constato.
Novamente ela sorri e a pego no colo, em seguida subo para o quarto e a deito vagarosamente na cama. Beijo seu pescoço, que a faz arfar. Desço até a barra da blusa que vestia, consequentemente era minha, logo retiro a mesma. Vejo seu corpo coberto apenas pela lingerie preta, que me faz molhar os lábios de excitação.
Eu: Senti saudade disso. - murmuro.
Distribuo selinhos por toda parte e deixo marcas acima dos seios. Tiro sua calcinha e penetro um dedo em sua vagina, movimentando o mesmo que a deixa molhada. Em seguida tiro seu sutiã e chupo seus peitos, emitindo gemidos dela. Aquilo era um som que nunca quis deixar de ouvir.
Penetro em instantes meu pênis dentro dela, sem sequer usar preservativo. Se ela engravidaria? Ela já estava grávida. Do que adianta agora? Dou estocadas lentas, que a faz pedir para ir mais rápido e obedeço. A mesma arranha minhas costas com o prazer, enquanto sincronizamos os gemidos.
Depois de um tempo chegamos ao orgasmo e assim fomos tomar um banho juntos.
Eu: Oi, bebê. - digo, enquanto acaricio a barriga da morena.
Elena: Você é idiota. - a mesma dá risada.
Eu: Ei, ele está ouvindo! - a repreendo.
Elena: Como sabe que é menino, besta? - questiona.
Eu: Ele tá chutando. - aponto e ela observa. - Meu meninão.
Aquilo era emocionante, uma cena que jamais tinha presenciado e que adoraria ter mais vezes na minha vida. Se já estava assim no primeiro filho, imagina nos outros que virão. Isso se Elena cooperar também, pois gostaria de ter vários catarrentos com ela.
♡
Estão tão ansiosos quanto eu para o fechamento desta estória?
Estou triste também, pois falta poucos capítulos para o término do livro. Mas há uma outra obra chamada Traição Imperfeita, que é uma ideia da queridíssima Karols_Girl.
Já tem um bom conteúdo por lá e é tão interessante, quanto O Inesperado. Dêem uma olhada e votem se possível.
Quero agradecer pelas visualizações e votos. Chegamos em 5K e espero que continue crescendo com a ajuda de cada um de vocês.
Um beijo e até mais.
♡
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