capítulo 20

                Gabrielly narrando
Amanheceu e logo tava na hora de ir para a escola, me ajeitei por completo e comecei a caminhar pela a minha rua, quando quatro caras me pararam e começaram a querer me tocar, parecia uma tortura, quando vi os meninos descendo do carro e brigando com eles. Ps:(os meninos:Gabriel, Felipe,Ray e Lucas).
Quando abrir meus olhos, tava encolhida num canto chorando e lembrando de todas as coisas ruins que já passei. Ray veio até mim e me ajudou a levantar.
-Ray: Você tá bem?
-Eu: vamos sair daqui por favor. - ele pegou minha mão e todos nós formos para a direção do carro. Chegamos na escola e eu não conseguia me concentrar, bateu para o recreio e eu não tava com cabeça para conversar e me sentei sozinha numa mesa, oq deixou meus amigos sem entender.
Ray: pq não senta ali com a gente?
Eu: não tô com ânimo, Ray.
Ray: pq aqueles caras estavam querendo te machucar?
Eu: história longa...
Ray: ei, me preocupo com você, vem comigo.
Eu: onde vamos?
Ray:logo vai saber. - o mesmo me guiou até a biblioteca, e eu sentei em cima da mesa e Ray ficou em pé.
Eu: fui abusada desde o 7 anos pelo meu pai, perdi minha mãe quando tinha 4 anos, e desde então minha vida tem sido assim, sombria, esses caras são parceiros do meu pai, só que parece que meu pai deve a eles, e não espero nada daquele homem. - abaixo a cabeça com vergonha. Ray vem até mim e me abraça e põe seu queixo sobre minha cabeça.
Ray: eu também perdi minha mãe,nunca tive a oportunidade de conhecê-la, ela morreu no parto. Meu pai é muito ocupado, nunca da atenção a mim nem a Klyvia, por isso sou desse jeito.
Eu: um fuck boy traíra?
Ray: talvez kkkkkkkkk, fica lá em casa, prometo cuidar de você.
Eu: não quero te da trabalho,eu me viro.
Ray: deixa de ser assim, por favor. - ele coloca as mão sobre meu rosto e fica me olhando, quando vai se aproximando uma pessoa o interrompe.
Melissa: aqui não pode, Rayzinho, o motel é daqui duas quadras,essas putas que você pega gostam de lá.
Eu não me aguentei e pulei me cima dela e comecei a bater nela, Ray me puxou e me levou para fora dali.
Eu: me solta, por favor.
Ray: não da ouvidos a ela, quero realmente cuidar de você.
Eu: não quero que ninguém sinta pena de mim, tchau.
Ray: vai onde maluca?
Eu: não interessa. - escutei o mesmo socar a parede e sair furioso.

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