Desejo - Capitulo único
https://youtu.be/lI5ORDi7yOs
Boa noite amoras 💙 Esse oneshot foi basicamente um surto criativo que tive ao ver a performance de Filter do Jimin ( inclusive, recomendo que vejam)
● Recomendo que leiam o hot escutando a música All of me- Billie Holiday, que é um Jazz bem relaxante, pois irá da uma sensação de literalmente está vivenciando a história enquanto eles estiverem dançando.
Nova York - 1933
A grandiosa década de trinta, uma década repleta de energia e alegria, bailes, festas, glamour e sem contar na moda extravagante da época. As moças muito bem vestidas, principalmente aquelas que eram de famílias ricas e que estavam loucas para encontrar um bom pretendente. Bem, com Emily Williams não era diferente... ou quase.
A jovem moça de apenas vinte anos vinha de uma família muito rica e bem falada para sua época, sendo considerada muito bela. Seus cabelos castanhos claros e longos que tinham um grande charme por suas pequenas ondulações, deixava o corpo da moça mais esbelto, já que ela possuía belas curvas, não muito exageradas, mas que eram notáveis. O rosto delicado sem possuir muitas marcas da adolescência que havia passado há pouquíssimos anos, digamos que um rosto agraciado pelos deuses.
Apesar da moça ser muito bonita ― sem exageros ― e muito desejada por vários homens de sua época, nenhum conseguira conquistar o coração da doce jovem. Por ser uma mulher de muita atitude, ainda sim conseguia ser muito reservada e acreditava fielmente que o homem certo apareceria na sua vida de uma maneira diferente... Como posso dizer? Um homem que surgiria em sua vida de uma forma tão repentina que até daria um nome àquele momento tão único. E parece que seu desejo foi concedido, já que o homem do chapéu preto surgiu em seu caminho de uma forma que nem mesmo ela com suas barreiras conseguiu aguentar ao charme do belo rapaz.
Emily Williams
Trajada em mais um dos caros vestidos que minha mãe escolheu para mim, estava admirando as belas ruas da cidade de Nova York enquanto o vento levianamente gelado batia contra a derme de meu rosto. Estávamos indo para um baile organizado pela família de um dos sócios de meu pai. Ele pediu calorosamente que sua família o acompanhasse em mais um desses bailes que para mim são chatos e desinteressantes, até porque são várias pessoas velhas que só falam de negócios e os poucos jovens só querem saber de encontrar belas moças ou rapazes ricos para ter um ótimo casamento, ou seja, não me encaixo nem um pouco.
Assim que chegamos em frente ao enorme edifício do local do baile, o manobrista abriu a porta do carro para que eu e minha família pudéssemos sair e, assim que descemos, me juntei ao meu irmão mais velho que estendeu o braço para mim e eu entrelacei ao dele.
— Boa noite, senhor e senhora Williams — o recepcionista cumprimentou meus pais que entraram e logo atrás também entramos, até que algo chamou a minha atenção.
— Boa noite, senhor Park. É uma honra recebê-lo aqui — o recepcionista falou, se referindo ao homem que estava com um belo chapéu preto, trajando um terno da mesma cor. Não era possível ver seu rosto, apenas um belo sorriso nos lábios que pareciam ser carnudos.
— Vamos, Emy? — Meu irmão chamou a minha atenção e eu apenas concordei, tentando desprender a atenção daquele curioso homem do chapéu preto.
Ao chegarmos no salão de festas, vi diversas pessoas da alta sociedade, assim como minha família. As mulheres vestindo adereços em seus cabelos presos, luvas que combinavam com suas roupas, vestidos cheios de pedrarias e brilhos, alguns vestidos mais retos outros um pouco bufantes na saia, mas sempre na altura da canela ou indo até os pés. As mulheres dessa época amam seguir a moda, isso era fato.
Ao nos aproximarmos das pessoas à nossa volta, meu irmão acabou sendo atraído para dançar com Rachael. Digamos que ela é a grande paixão de meu irmão. Já faz quatro anos que Jin corteja a moça para se casar com ele e parece que está dando certo. Rachael é uma de minhas amigas mais próximas e sempre diz que a cada dia que passa se apaixona mais pelo meu irmão, que sonha em fazer parte de minha família e nos tornamos irmãs. Não seria nada mal.
Após ter ficado sozinha, fui até a mesa de bebidas e peguei um drinque que estava em uma taça, que possuía sua base em um tom dourado e, assim que me virei, vi uma pequena movimentação entre as mulheres no hall de entrada do salão.
— O que está acontecendo? — questionei a mim mesma vendo todos aqueles burburinhos. Provavelmente deve ser algum homem bem cobiçado que as mulheres devem está tentando conquistar. É o que mais tem nesses bailes.
Parece que eu acertei em cheio, após a pequena multidão se acalmar o homem surgiu em meu campo de visão. Tratava-se do homem do chapéu preto que vi na entrada mais cedo. Não entendo o porquê das mulheres insistirem tanto em ficar com um homem que nem sequer era possível ver o rosto. Bem, acho que fiquei o encarando por muito tempo, pois ele parece ter percebido e está vindo ao meu encontro.
— O que uma bela dama faz encarando um rapaz, ainda mais estando sozinha? — questionou assim que se aproximou, sendo possível somente ver seus lábios carnudos se movimentando, e sua voz, aquela voz era doce e calma.
— Eu... não estava o encarando, somente observando o motivo de tanta movimentação por parte das mulheres — respondi calmamente, mas fazendo de tudo para não transparecer meu nervosismo por está falando com um estranho. No entanto, um belo sorriso surgiu naqueles lábios.
— E se surpreendeu com o motivo? — sorriu.
— Nem um pouco — respondi, colocando minha bebida na mesa.
— E por quê? — questionou um tanto curioso com minha resposta.
— As mulheres sempre estão em cima de homens poderosos e bonitos. Então não foi difícil de adivinhar. — O homem colocou as mãos nos bolsos e abaixou a cabeça.
— Então quer dizer que me acha bonito? Isso é interessante — indagou retoricamente em um tom brincalhão, me fazendo sorrir.
— Bem, foi um palpite. Não tem como eu saber se é tão bonito para tantas mulheres o desejarem se eu não pude ver seu rosto ainda.
— Eu só mostro o meu rosto a quem me concede uma dança. Afinal, a música está muito boa para isso, não acha? — propõe descaradamente.
— Você é muito ousado mesmo — falei lançando um sorriso a ele, que abaixou a cabeça e voltou a me olhar.
— O que seria de mim sem a ousadia? Dizem que faz parte do meu charme. — Pegou uma taça de vinho da bandeja de um dos garçons que estava servindo os convidados, bebericando em seguida.
— Percebi. — Umedeci os lábios. — Muito bem, eu aceito seu convite. Até porquê do que adianta vir a um baile se não podemos dançar? — respondi, vendo uma risada gostosa sair daqueles lábios que chamavam tanto a minha atenção.
— Certamente. — Colocou a taça em cima do balcão do bar ao nosso lado. — Vamos, minha cara dama. — Estendeu o braço para mim e eu entrelacei ao seu.
Nós dois fomos andando em direção a pista de dança que já possuía alguns casais dançando, inclusive o meu irmão. Ao som da música ao vivo que era acompanhada pela bela voz de Billie Holiday, uma das mais novas cantoras de Jazz que estava fazendo sucesso em Nova York, o senhor Park e eu começamos a dançar.
O homem à minha frente colocou suas mãos em minha cintura enquanto eu coloquei ao redor de seu pescoço. Nós dois dançamos ao ritmo da música que estava lenta. Não conseguia ver muito bem o rosto do rapaz à minha frente, pois o chapéu fazia sombra em seus olhos e como eu desejaria ver o que tem embaixo desse chapéu!
— Então, senhor Park, ainda não me disse como se chama — me pronunciei, vendo o rapaz manter um sorriso nos lábios.
— Você também não me disse seu nome, senhorita dos olhos bonitos. — Acabei sorrindo de seu comentário.
— Emily Williams — assim que falei, seguidamente o rapaz me girou lentamente voltando à posição em que estávamos.
— Um belo nome para uma bela mulher — brincou de forma sedutora.
— E será que o seu também é? — questionei um tanto audaciosa vendo que o rapaz entendeu o que eu quis dizer.
— Park Jimin, esse é o meu nome — respondeu calmamente.
— Um belo nome para um homem misterioso — alterei sua frase anterior, percebendo que por baixo daquele belo chapéu se encontrava um homem confuso com minha afirmação.
— Misterioso? Por que acha isso?
— Porque ainda não pude ver o que tanto esconde debaixo desse belo chapéu preto.
— E gostaria de saber? — perguntou, se interessando pela conversa.
— Se me permitisse — respondi entrando em seu joguinho. Eu já sabia no que tudo aquilo iria nos levar e convenhamos que eu não sou uma mulher recatada como as outras de minha época. Digamos que sou a fruta podre que os agricultores retiram para não apodrecer as outras frutas. Porém, mais discreta.
— Não tem medo do que isso pode nos levar? — questionou quando levemente me curvou para trás, fazendo nossos rostos ficarem bem perto um do outro.
— Não. — Ele me voltou à posição original, fazendo com que nossos corpos ficassem bem próximos. Jimin colocou sua mão dominante sobre a pele de minha bochecha. — Não sou como as outras mulheres, se é que me entende — afirmei, olhando para aqueles lábios que tanto desejava em contato com os meus.
— Entendo perfeitamente — sorriu. — Você se admiraria se eu te falasse que também não sou? — Neguei, com a cabeça fazendo o rapaz levar seus lábios para perto de minha orelha, fazendo-me sentir seu cheiro amadeirado, que com certeza se tratava de uma colônia bem cara. — Então o que acha de sairmos daqui? — propõe, finalizando com uma leve mordida em meu lóbulo.
— Acho perfeito — respondi, ouvindo mais um sorriso anasalado vindo do homem que me causou arrepios por todo meu corpo.
Jimin se afastou lentamente de mim e estendeu a mão para que eu pegasse, e assim fiz. Como dois adolescentes que fugiram de casa, subimos as escadarias do enorme salão indo de encontro com um corredor extenso e bem sofisticado. Correndo por ele, entramos em um dos quartos que havia ali, já que o local que estava ocorrendo o baile se tratava de um hotel.
Assim que entramos no quarto, Jimin trancou a porta e se virou para mim, ainda rindo da enorme ousadia que tivemos ao nos retirarmos daquele baile. Aproximei-me do rapaz ainda rindo e coloquei meus braços em volta de seu pescoço, juntando meus lábios aos dele em seguida.
Os lábios do homem que tanto me chamava a atenção estavam ainda com o gosto doce e alcoólico do champanhe que ele bebera mais cedo. A maciez daquela boca era de outro nível, seus movimentos tão calmos e precisos me faziam esquecer da loucura e afronta social que estávamos fazendo naquele momento.
— Não deseja ver o rosto do homem misterioso? — perguntou um tanto ofegante quando nos separamos do ósculo pela falta de ar.
— Nesse momento é o que mais desejo, homem do chapéu preto. — Minha voz saiu um tanto ofegante e sexy.
— Veja seu desejo ser concedido à minha bela dama — respondeu, retirando seu belo chapéu preto, revelando o rosto que tanto desejava conhecer, e que rosto!
Seus traços pareciam ser desenhados detalhadamente a mão, olhos pequenos e puxados, orbes castanhas e intensas que deixava aquele olhar mais sexy, os lábios que acabara de degustar eram bem vermelhinhos, sua pele branquinha, ou seja, com certeza Jimin é um rapaz que muitas mulheres gostariam de se deitar, além de educado e rico possuía muita beleza.
— Pela sua expressão devo definir que gosta do que ver. — Jimin me tirou do transe que se fez presente a partir do momento que parei para apreciá-lo.
— E você não está errado. — Comecei a brincar com seus fios de cabelos escuros de sua nuca.
— Chega de papo, quero saborear mais da bela dama a minha frente — disse antes de atacar novamente meus lábios, mas agora com mais necessidade.
Jimin passeava com suas mãos pela minha cintura e as descendo para meu bumbum, deixando vários apertos naquela região e me causando alguns arfares entre o beijo tão viciante. Minha mão não hesitava em entrar naqueles fios escuros e macios tentando aprofundar cada vez mais aquele ósculo cheio de malícia e desejo.
Jimin começou a andar para frente me fazendo ir para trás, sem nos separamos do beijo, até que senti a cama atrás de mim, onde sou deitada delicadamente pelo homem tão ardente. O castanho começou a distribuir selares em meu maxilar e foi descendo para o meu pescoço começando uma série de chupões e beijos extremamente quentes que me deixavam cada vez mais necessitada por aquele ser. Jimin aproximou seus belos lábios de minha orelha, deixando uma leve chupada em meu lóbulo.
— Me permita despi-la minha graciosa dama? — Aquela voz rouca e sexy invadiu meus ouvidos e eu apenas concordei. Quem não aceitaria um pedido desses vindo dele?
Jimin se levantou da cama, começando a tirar seu paletó preto rapidamente e logo depois em uma velocidade lenta e torturante começou a desabotoar os botões do pulso de sua camiseta social, indo em seguida desabotoar botão por botão de sua camisa. Parecia que ele queria me fazer apreciar cada movimento seu, como se estivesse me preparando para algo maior, e de fato estava.
Assim que ele desabotoou seu último botão, aquele peitoral branquinho e bem trabalhado fora revelado, me deixando com muita vontade de marcá-lo de todas as formas humanamente possíveis. Sem perceber estava mordendo meus lábios ao apreciar aquela bela visão a minha frente e parece que Jimin percebeu, pois vi um sorriso malicioso se formar em seus lábios.
O castanho se aproximou novamente de mim que permanecia sentada na beira da cama, ele colocou uma de suas mãos na lateral de meu vestido abrindo o fecho do mesmo. Suas mãos surpreendentemente macias passearam pelos meus ombros retirando o vestido que ficou na altura de minha barriga por conta de eu ainda estar sentada. Jimin sem exitar abriu o fecho de meu sutiã preto revelando meus seios que eram de um tamanho médio. As mãos do castanho passaram a acariciar e apertar o bico de meus seios me fazendo olhá-lo com certo ar de luxúria, enquanto arfava com aquele toque tão simples, mas que me fazia desejá-lo mais.
Jimin tirou sua mão dominante de um de meus seios e as colocou rente ao ao cinto de sua calça, começando a abrir. Vendo que ele tinha um pouco de dificuldade o ajudei a tirar seu cinto e abrir o zíper da calça do castanho, vendo seu membro que já se encontrava visivelmente ereto coberto pelo tecido branco de sua roupa íntima. Sem hesitar coloquei a mão dentro da peça branca de Jimin colocando seu membro para fora. Sentia o pau do castanho pulsando em minhas mãos de tanta excitação me deixando com mais vontade ainda de abocanhar e assim fiz. Passei a ponta da minha língua na glande de Jimin que já estava com pré-gozo fazendo o homem à minha frente soltar uma leve arfada. Com isso, lentamente coloquei o membro de Jimin na minha boca começando com movimentos de vai e vem bem lentos, fazendo o rapaz apreciar cada um de meus deles. Tirei seu membro de minha boca, deixando uma leve chupada na cabecinha e logo em seguida passei a língua em toda a extensão.
— Como sua boca... ah... consegue ser tão linda e... — Parou de falar assim que coloquei seu membro em minha boca novamente, repetindo os mesmos movimentos. — E fazer um belo trabalho? Ah! — Entrelaçou os dedos delicadamente entre meus fios de cabelo que ainda estava com um coque. — Ah... Emy. — Começou a ditar os movimentos, gemendo ainda mais. Coloquei uma de minhas mãos na base de seu pênis o masturbando, já que eu não conseguia alcançar. — Eu não...posso che-gar ainda. — Retirou seu membro de minha boca me deitando novamente na cama.
Sem hesitar, Jimin começou a puxar a barra de meu vestido para baixo me deixando somente de calcinha. Enquanto apreciava o meu corpo quase completamente exposto, o castanho retirou as últimas partes de suas roupas que faltava, deixando-o completamente exposto a mim e eu fiz o mesmo, tirando meus saltos e calcinha, enquanto Jimin apreciava cada um de meus movimentos que eu fazia questão de serem lentos e bem sexys.
Aquele olhar tão profundo e que exalava luxúria passeava pelo meu corpo desnudo. Lentamente Jimin se aproximou de mim subindo em cima da cama, ficando por cima. A mão do castanho começou a passear pela minha coxa a erguendo levianamente para sua cintura, o que resultou em um contato de seu membro com meu íntimo, nos causando um certo arrepio.
— Provar você- — Desferiu um beijo em meu queixo. — Se tornou- — Começou a descer os selares para meu busto. — O meu- — Desceu para o meu ventre. — Maior desejo. — Terminou a fala dando um selar em meu íntimo.
Em um ato repentino o castanho puxou minha perna para ficar sobre seus ombros, deixando minha vagina rente aqueles lábios que são a definição do pecado. Jimin começou passando sua língua macia nos lábios de meu íntimo causando uma leve tontura de prazer em meu ser que só foi se intensificando quando ele começou a chupar meu clitóris, misturando selares e lambidas que me fizeram gemer manhosamente.
Perdida naquele prazer tão intenso e viciante coloquei uma de minhas mãos nos fios escuros de Jimin, tentando intensificar mais o contato daqueles lábios com meu íntimo. Para piorar mais minha situação, Jimin levou um de seus dedos para entradinha de meu íntimo fingindo que iria me penetrar, o que me gerou um desespero enorme para ter aqueles dedos dentro de mim.
— Jim-in ah... me penetra...uh — pedi manhosamente, sentindo um sorriso safado se formar naqueles lábios que ainda estava em contato com meu clitóris.
Jimin penetrou um de seus dedos em meu interior começando a simular estocadas, a mistura perfeita de seu dedo com sua língua me fizeram delirar cada vez mais com toda aquela sintonia perfeita. Quando senti meu ápice se aproximar, minhas costas se arquearam para cima, causando um contato tão intenso com aquela boca rosada que tive a chegada de um clímax avassalador.
— Seu sabor é tão gostoso, minha dama — proferiu tais palavras, passando levemente a língua entre os lábios. — Mas quero saber se está dentro de você é melhor ainda.
Antes mesmo que ele subisse em cima de mim inverti as posições ficando em cima do mais velho, que ficou deitado na cama com sua cabeça apoiada no travesseiro, enquanto eu fiquei sentada em cima do falo de Jimin, causando uma fricção muito prazerosa.
— Me deixe guiar um pouco, meu senhor? — perguntei, aproximando meu rosto do dele fazendo nossas respirações quentes e pesadas colidirem.
— Faça o que quiser, minha dama. — Selou nossos lábios em um selinho um pouco demorado. Porém, em segundos é quebrado quando eu me sento novamente colocando as minhas mãos em meu cabelo para soltá-lo do coque perfeitamente arrumado por uma das governantas de minha casa. As madeixas longas que iam até o meio de minha cintura caem sobre minhas costas, fazendo Jimin morder os lábios de uma forma muito explícita e sexual.
Em um movimento lento subi um pouco o meu quadril, pegando o membro do castanho e encaixando perfeitamente em meu interior, sentando em seguida me fazendo sentir uma sensação de estar sendo preenchida. Com as mãos de Jimin em meu bumbum comecei a cavalgar em seu pau enquanto marcava levianamente com as unhas o peitoral perfeitamente trabalhado do mais velho.
Conforme os segundos, o prazer, o desejo e os gemidos foram se intensificando a velocidade começou a seguir o mesmo ritmo. O vai e vem dos movimentos que eu fazia em cima daquele homem estavam começando a resultar em uma onda de prazer que se intensificava cada vez mais. Porém, em um movimento rápido Jimin se sentou na cama abraçando o meu corpo ao seu, causando uma fricção de meus mamilos ao seu peitoral, me fazendo gemer mais.
— Ah, Jimin — gemi seu nome manhosamente, sentindo aquelas mãos desferir apertos em meu bumbum.
— Seus... ah gemidos são a melh-or melodia que já ouvi. — Sua voz saiu em um rouco tão profundo e promíscuo que desfirei meu prazer em suas costas. Parecia que a cada arranhada a velocidade dele aumentava chegando em meu ponto G várias vezes.
— Jimin, eu... ah. — Tentei falar algo, mas era impossível pronunciar alguma coisa. Aquela onda de prazer estava cada vez mais profunda e intensa.
Quando sinto Jimin apertar minha cintura com mais vigor meu ápice chega e pouco segundos depois o dele, gerando um gemido harmonioso de nós
Minha cabeça caiu sobre um dos ombros do mais velho que estava ofegante, sentindo nossos íntimos latejarem pela chegada do ápice tão repentino, o cheiro de sexo invadir aquele quarto e nossos corpos cansados entrarem em uma sintonia assustadoramente perfeita representando nosso cansaço.
— Eu... — Ergui meu rosto, juntando nossas testas. — Eu sei que isso pode parecer loucura, mas sinto que você era o que eu tanto esperava — confessei, vendo um sorriso se formar naqueles lábios.
— Um homem misterioso que chegou com seu chapéu preto... — disse rente aos meus lábios.
— Uma mulher desesperada por algo diferente que a atraísse — completei, selando nossos lábios em um beijo calmo e sem movimentos tão rápidos, mas sim expressivos. Sua mão dominante foi de encontro com a minha bochecha aprofundando um pouco mais o beijo, nossas línguas faziam um papel mais coadjuvante naquele ósculo tão doce.
— Se me permitir quero te conhecer mais — Jimin propõe ao finalizar o beijo, me causando um sorriso.
— Desejo o mesmo. — Dou um beijo na ponta de seu nariz.
— Se prepare para se surpreender — disse divertidamente, me causando algumas risadas. Jimin passou a me fazer leves cosquinhas e aquele ambiente que antes estava sendo habitado por prazer passou-se a ser substituído por risadas de dois amantes que se conheceram de uma forma um tanto diferente.
[...]
O homem do chapéu preto não se tornará somente a pessoa que Emily Williams tanto esperava, mas um amor de uma vida inteira. Os dois amantes se conheceram cada vez mais e depois de um ano Jimin pediu a mão da Williams, onde se casaram em menos de dois meses. Em 1936 o amor dos dois geraram dois frutos muito precisos para o casal, Park Hoaly e Park Taehyung que vinte cinco anos depois se casaram com seus respectivos cônjuges e geraram netos para o casal que contaram como se conheceram. Após oitenta e sete anos do ocorrido a história se passa de geração a geração até chegar no bisneto do casal Jeon Jungkook de trinta e cinco anos, que conta a história de seus bisavós já falecidos para seus filhos.
O homem do chapéu preto. Fim!
Sério gente, fiquei apaixonada por esse final 💙💙Espero ter conseguido levar vocês a um universo um pouco diferente nessa quarentena. Se pelo menos ter conseguido fazer você sorri, meus esforços já vão ter válido a pena💙
{Não esqueçam de deixar seu voto e cometar e lembre-se que sua imaginação te leva a lugares incríveis}
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