‹⟨ Episódio 5 ⟩›
No alto do prédio, ao lado de uma gárgula, observo atentamente a ação da gangue do Capuz.
Os padrões deles tem sido assaltos a protótipos de armas não testadas e invasões. Devem roubar, e vender por um preço alto. Essas armas nas mãos erradas podem causar um estrago, e tenho certeza que eles não se importam quem compra isso tudo.
Eles invadem o prédio, silenciosamente, mas não para mim. Dominam tudo e montam uma guarda nos andares altos do prédio. As armas estão num cofre, levarão cerca de 5 minutos para abri-lo, vou ter que ser mais rápido que isso.
Um guarda armado veste uma máscara vermelha, uma jaqueta preta com calça jeans, esse é o padrão de roupas deles, tirando o líder, que é mais chamativo.
Há uma janela grande aberta, se eu ser rápido, posso passar por ali sem ser notado pelo guarda. Lanço meu arpel na parede do prédio, me impulsiono e sou lançando pela janela para dentro do local. Guardo meu equipamento em meu cinto, fico com meus sentidos ligados, à espreita. Avanço pelas salas e chego em outra, três Capuzes Vermelhos, preciso derruba-los sem um notar o outro.
Pelos lados, avanço até chegar em um deles que se distrai. O seguro pelo pescoço e o dopo com um tranquilizando no pescoço. Arrasto seu corpo para trás de uma cabine, o deixando embaixo da mesa. Atiro um pequeno bumerangue que dopa um deles. Sou rápido em chegar no terceiro e agarra-lo, pressiono com os dedos pontos de nervos específicos em seu pescoço, e ele perde a consciência. Escondendo seus corpos, avanço na direção do cofre.
POV NARRADOR
Na sala do cofre, onde as armas são guardas, há vários caixotes cobertos por panos, mas nenhum é tão importando quando o que há atrás do cofre. Protótipos de armas tecnológicas, tecnologia nova vale muito no mercado negro... Bom, é o óbvio.
Um dos homens está no processo de abertura da porta de aço grosso, ele usa um equipamento para ouvir as trancas do cofre darem seus estalos, indicando que um número da numeração completa foi acertado.
—não dá pra andar mais rápido?!—um dos armados pergunta, nitidamente nervoso—ele já deve estar aqui!—diz quase como um sussurro.
—está com medo?—o líder que antes estava sentado nas sombras, saí delas soltando a pergunta.
—n-ão, e-eu...—tenta falar algo, mas o gaguejo o impede.
—dá pra sentir o cheiro daqui, hahah—ri do homem.
De repente as luzes se apagam, deixando tudo escuro, totalmente tomados pela escuridão.
—aahhh, ele chegou. O Batman, está aqui...—diz alegre.
—merda, merda, merda, merda, merda!
—calma, rapazes, isso já era previsto, uma hora ou outra, isso ocorreria hahah...
—você acha graça?!
—acho—responde simples—um encontro com o Batman, isso é uma honra haha.
Algo é lançado e atinge um dos homens, este grita de dor.
—aaahhh!!! Algo me acertou!
—o que?—pergunta outro. Em resposta, o homem retira o metal de sua perna e analisa o objeto.
—parece um morcego de metal...
—AAAAAHHHHH!!—de repente um dos homens é arrastado para a sombras.
—ATIREM!!
Os homens começam a descarregar na direção, e isso, deixa o cofre em último lugar em suas mentes. O líder deles também agarra uma arma e dispara na direção de onde o Batman está. A iluminação dos tiros, é a única luz no lugar, parecem flashes do Batman socando o bandido que capturou, seus olhos parecem que não tem alma. Não dizem que os olhos são ad janelas da alma? Pois bem, não há nenhuma ali. As balas parecem não acerta-lo, como se não estivesse lá...
Ele larga o corpo do homem e encara os outros... Como se nunca estivesse ali, ele some num piscar de olhos. Todos seção o tiroteio.
—onde ele está?!
—bem aqui.
Um dos homens é cobrindo pelo que parece ser a asa do ser e é levado para o alto. O Batman pula do teto indo para cima dos outros. Ele começa a derrubar um a um, desviando dos tiros. Os homens se assustam mais ainda, parece que o mostro é indestrutível.
—FAZ ALGUMA COISA!!—um dos homens grita para o seu líder, que parecia estar vidrado nos movimentos feitos pelo Batman... Admirado.
—é claro—responde pegando um celular do bolso.
—o que vai fazer?!
—quando um bandido fora da lei invade um lugar, o que se deve fazer? —o homem não consegue pensar em uma resposta—aahhhh, chamar a polícia, oras!
Após isso, ele disca o número da polícia e começa a chamada. Logo, ele é atendido.
—alô, Departamento de Polícia de Gotham City, em que posso ajudar?
—alô! O Batman invadiu o prédio da Army Conection, ele está lá junto da Gangue do Capuz! Por favor, sejam rápidos!
—ok, fique calmo, senhor. Estamos a caminho!
—pronto—desliga o aparelho e o guarda—vamos!
Com o Batman ocupado derrubando os outros homens, o Capuz Vermelho saí pelos cantos indo até uma porta de ferro, e escapa por ela junto de dois capangas.
POV BATMAN
Quebro o braço de um deles e o prendo pelo pescoço no meu antebraço. Dou um soco no outro que se aproxima e arremesso nele o capanga que segurei.
O último homen de pé começa a atirar desesperadamente. Ele não tem controle, não sabe onde atira. O alvo que ele mais atira é o grande morcego em meu peito... Ótimo, é exatamente o que quero. Desvio as balas apenas mexendo meus ombros, as vezes que não desvio, as balas acertam pontos resistentes do meu traje. Seguro a ponta da sua arma e entorto o tubo, o desarmo e faço ele desmaiar com uma cotovelada.
Olho ao redor vendo os homens caídos. O máximo de dano que eles devem ter é suas costelas terem quebrado. Seguro a arma em minhas mãos a analisando, olho seus detalhes e nome. É uma arma construída pelas indústrias Wayne, o símbolo é novo, a arma não está nem no mercado. Mas como isso?
A porta é arrombada e uma armada de policiais tanto da SWAT quando detetives adentram me cercando. As luzes se acendem e suas armas estão todas apontadas para mim, com os lasers de mira. Avisto o tenente Gordon entre eles...
—BATMAN! Você está preso em nome da lei!—diz o líder da SWAT que percebo que seu nome é Brendon após ler no seu traje a identificação—mãos para o alto!
Ergo minhas mãos para cima, em posição de rendição... Com meu polegar, ativo o botão na minha luva e as luzes se apagam, deixando tudo escuro. Ativo uma bomba de gás, que se espalha pela sala toda. Com isso, sumo das vistas deles.
Do lado de fora, em cima de uma gárgula deixando minha capa me cobrir, observo a perícia analisando a cena no cofre.
—como foi a noite, senhor?—ouço a voz de Alfred no meu comunicador.
—agitada... As armas que a Gangue do Capuz usa são das indústrias Wayne, a marca da empresa está lá. São armas nem lançadas ao mercado ainda.
—mas como isso?
—eu não sei... Vou ir para a empresa amanhã—respondo atento a tudo.
—que bom. Vai ter um encontro com a família. Seu tio ficará feliz em te rever.
—huh...
—o senhor está bastante atarefado essa semana.
—nem me fale...
[...]
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