Christmas, gifts and the mystery

Agradeço a nywphadora por betar esse capítulo

Boa leitura!
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A véspera de Natal chega em um piscar de olhos e sei que vai acabar com a mesma rapidez. Isso é o que eu não gosto nas férias, então eu aproveito enquanto ainda posso. Esta noite, me encherei de um bom vinho, uma boa comida e uma boa companhia. No mínimo, eu quero que dure a noite toda, mas Blaise e Pansy estão parecendo inquietos. Não quero considerar o quão desesperado eu ficaria implorando para que ficassem mais uma hora depois. Aparências de pena já são ruins sem o insulto adicional de merda da pena. E, francamente, prefiro não passar a manhã de Natal catando cacos de lâmpada, porque aqueles dois acharam uma boa ideia explorar suas vagabundas interiores.

Os dois estão se beijando sob o visco, quando Potter finalmente chega. Não estou controlando o tempo, mas se o fizesse, Potter estaria quatro horas atrasado. Ele aparece na minha porta parecendo em partes iguais enlameado e congelado, carregando uma garrafa de vinho. Blaise e Pansy fazem uma saída dramática, e eu conduzo Potter para dentro. O fogo ainda está aceso e o ar está um pouco enjoativo com cheiros natalinos. Eu me sinto um pouco estimulado demais, mas posso dizer que Potter está bem à vontade. Ele me entrega seu casaco e se joga no meu sofá como se fosse o sofá de um local público. Eu me pergunto o que ele está disposto a compartilhar comigo.

Pego a garrafa de saquê de seus braços. 

— Noite difícil?

Ele cutuca uma fada pela asa. Ele murmura algo na linguagem das fadas. 

— Um pouco, e não da maneira que eu prefiro.

Não posso dizer se Potter está me zoando ou se ele está falando sério. Ele aparenta estar se sentindo um pouco enjoado por ter pulado o café da manhã e o almoço, então eu o lembro que o jantar ainda está sob o disfarce de um Feitiço de Aquecimento e que não vai se servir sozinho. O prato de Potter está cheio de peru, batata assada, couve de Bruxelas, cenoura e pudim de ameixa com manteiga de conhaque. Faço uma nota mental para levar Potter para um jantar requintado no dia seguinte de nossa visita ao alfaiate, para que ele não precise de roupas novas outra vez.

Enquanto Potter come, eu sirvo o saquê para nós. Honestamente, eu me pergunto como um homem que come dessa maneira poderia ter tal apreço por uma bebida dessa. Eu tenho esse desejo de desmontar Potter e colocá-lo de volta no lugar apenas para ver como ele funciona. Discutimos tópicos superficiais, trabalho, nossos planos para amanhã, nossos amigos, quadribol. E então Potter muda a conversa para assuntos mais sérios. Arrependimentos e coisas que não podemos mudar.

Eu tenho alguns. Eu só posso imaginar quantos Potter deve ter. Ele divide o que sobrou do saquê entre nós e olha para seu copo. 

— Tendo em conta que o Chapéu Seletor leva em consideração o seu pedido, se você pudesse, escolheria uma casa diferente?

Eu pensei sobre isso tantas vezes, e Potter foi apenas o primeiro a me perguntar. Tenho certeza de que tenho uma resposta bem ensaiada para isso, mas não consigo me lembrar disso, então falo com o coração. 

— Sim. — eu digo após uma ligeira pausa — Não morra de choque, Potter, mas minha resposta pode ser Grifinória.

— Mesmo?

Potter muda de posição no sofá para algo mais formal, indicando que deseja uma longa resposta minha. Ele não precisa se preocupar.

— Por uma série de razões. Pelo menos incluía um ciclo que precisava ser rompido, um núcleo familiar que precisava ser abalado. Não fui eu, e essa foi uma cruz bastante difícil de suportar. Mas estou feliz que tenha sido meu filho a quebrar isso, Corvinal é até mais forte para isso. 

Potter bebe pensativamente. 

— É diferente agora. Não existe mais esse estigma.

— Não mais... — eu digo.

O que eu não digo a Potter é que ser selecionado para a Grifinória teria incutido coragem em mim. A coragem que eu deveria ter herdado de meu pai se ele tivesse uma influência positiva. Eu balanço minha cabeça, para limpar o pensamento da minha mente. 

— E você, Potter? Algum arrependimento pela classificação da casa? Seja honesto.

— Não adianta mentir. Eu sempre me perguntei como seria na casa Sonserina.

— Posso profetizar isso em três frases.

— Certamente.

Ele incentiva com um gesto de sua mão.

— Um, você ficaria doente com tanto verde. Dois, só há espaço suficiente para um apanhador. E três, você ainda seria a ruína da existência de Snape.

Potter sorri para mim. 

— Você provavelmente está certo sobre isso.

Eu fico quieto logo depois. Momentos se passam antes de qualquer um de nós falar novamente. O apelo de Potter é quase um sussurro. 

— Eu realmente quero te beijar.

Ele sempre trata as coisas da maneira errada. Diz as coisas da maneira errada. Mas, Cristo, como eu enfraqueço com esse pensamento. Minha resposta é deselegante.

— Que porra você está esperando?

Potter vem até mim com a respiração acelerada. Ele monta em minhas coxas e me mantém como refém na poltrona em que estou sentado. Seus lábios são suaves, muito mais suaves do que eu esperava, e eu me perco em cada parte de sua boca. Ele pega meu rosto em suas mãos e me olha com um olhar entre o desejo e o desespero. Eu inclino meu queixo para cima, os lábios para cima, o suficiente para que ele possa se aproximar melhor. Eu quero que ele me alcance e me beije.

Sua boca se fecha na minha e eu coloco a mão em seu peito em desafio, o empurrando para trás com força enquanto sua luta para se aproximar aumenta. Eu anseio pela luta, e ela vem com uma vingança com a mera sugestão de uma negação. Potter pressiona sua virilha na minha barriga, e a linha longa e dura de seu pau me agrada. Potter está no controle demais para o meu gosto. Tenho que ditar as regras e faço isso deslocando o meu peso o máximo que posso. Sua frustração se reduz rapidamente, e eu aproveito a vantagem quando seu controle sobre mim afrouxa. Levanto Potter um pouco, deixando sua virilha na altura de minha boca. Tenho certeza de que existem maneiras mais fáceis de fazer isso, mas adoro chupar um pau, e não vou negar essa oportunidade. 

Ele não é tão tímido quanto eu imaginava, empurrando a cabeça de seu pau entre meus lábios. Eu resisto, embora esteja positivamente implorando por isso. Ele empurra com mais insistência, e eu afrouxo meus lábios um pouco, o suficiente para minha língua disparar e lamber sua glande. Eu quero apenas provar. Potter choraminga em total exasperação, e quase sinto pena dele. Eu daria a Potter tudo de mim, minha boca, meu pau, e minha bunda duas vezes, mas eu preciso de algo dele primeiro. Eu preciso ouvir o quanto ele me quer.

— Por favor?

Insisto com um olhar inocente. Uma gota de suor desce por sua testa. Ela atinge meus cílios e se agarra como uma lágrima. Eu pisco para limpar minha visão. Há um tom inconfundível em sua voz. 

— Por favor, o quê?

Minha língua desliza sobre a fenda, molhada, brilhante e inchada. 

— Você sabe muito bem o quê.

Potter umedece os lábios. 

— Quer que eu diga que eu quero você?

— Exatamente isso.

Ele acaricia minha bochecha com as costas dos dedos. 

— Você não tem limites, Draco, e sim
 Eu quero você pra caralho.

Em sua súplica, eu devoro Potter inteiro, como a vadia gananciosa que eu sou. Minha língua desliza para cima e para baixo. Eu me empenho com os movimentos até sentir suas bolas apertarem, quentes e pesadas em minhas mãos. Vou engolir cada gota que ele me der. Como todos os homens de poder, levo um momento para encontrar seu ponto fraco, mas quando o faço, ele se desfaz por mim com tanta doçura que fico boquiaberto. Minha boca se enche e eu o engulo enquanto ele mexe seu quadril. Quando ele se afasta um pouco, coloco a língua nos cantos da boca para limpar os resíduos. Não há necessidade de ser ganancioso e desarrumado.

Eu o quero na minha cama. Eu quero estar com as pernas abertas e com o traseiro para cima. A cadeira geme sob seu peso enquanto ele desce de meu colo. Depois de todo esse tempo, sua mão finalmente vem para mim. Eu a pego com um sorriso.

De manhã, acordo dolorido.

Potter está encostado na cabeceira da cama ao meu lado, lendo um dos meus romances de mistério quando acordo. Ele está com uma expressão azeda no rosto, porque eu sei que ele não dormiu tão bem quanto poderia. Eu pensei que tinha sido muito claro antes que ele me fodesse. Se ele ia passar a noite, ele teria que ficar feliz com o lado esquerdo da cama. Eu sempre durmo à direita. Sem exceções. Minha cama, minhas regras.

Infelizmente para ele, fiz uma grande bagunça do lado dele. Sim, eu fiz Potter dormir no lado molhado da cama, e isso foi culpa dele. Embora eu seja excepcional com minhas mãos, ele é muito bom com seu pau. E se você estava pensando que eu não era do tipo que compartilha adjetivos, provavelmente está certo. Muito bom, entretanto, não é motivo de zombaria. Vou até o banheiro para tomar um banho, estremecendo enquanto caminho. Eu sei que Potter está me observando por cima do livro que ele não está realmente lendo, sei que está sorrindo com a lembrança. E oh! Valeu a pena cada golpe. 

Hoje, quando cumprimentar meus pais no jantar de Natal, o farei com uma música no meu coração e um sorriso de merda no rosto. Minha vida está uma bagunça. Quando eu saio do banheiro, com a toalha enrolada na minha cintura, Potter finalmente fecha o livro.

— Você é bem-vindo para tomar um banho e se juntar a mim para um café da manhã.

Eu digo. Potter passa descalço por mim e entra no banheiro. Eu dou uma olhada em suas costas e mal reprimo o riso. Ele espirra água fria no rosto. 

— Eu deveria ir. Se eu não chegar antes das dez, eles mandarão um patrono atrás de mim.

— Você realmente deveria tomar um banho.

Visto uma calça de lã cinza e uma camisa de botão elegante. Estou olhando meu relógio quando ele sai com um olhar horrorizado no rosto. 

— Mudei de ideia. Chá e torradas parecem bem. E acho que vou tomar um banho primeiro.

Ele deixa a porta entreaberta e eu admiro meu trabalho, rindo. Quando Potter me encontra lá embaixo, ele parece quase tão bom quanto eu. Isso pode ser em parte devido ao fato de ele estar usando minhas roupas. Ele está usando minhas calças favoritas e uma camisa cinza claro junto com uma gravata verde e prata. Tudo bem, então talvez eu tenha sido um pouco precipitado em acreditar que as cores da Sonserina não combinavam bem com Potter. Ele fica muito bem com eles.

— Essas roupas parecem familiares.

Eu reconheço com uma piscadela. Indico seu lugar na minha mesa com um aceno da faca de manteiga.

— Você não se importa, não é?

— Nós compartilhamos fluídos, Potter. Acho que estou bem com suas bolas nas minhas calças.

Potter ri e avalia a situação do chá. Seu nariz torce imperceptivelmente. 

— É assim que você gosta do seu chá?

Eu espio dentro da chaleira situada na bandeja de serviço. 

— Algo errado com isso?

— É só que está muito fraco. Sério, quem te ensinou a fazer chá?

Ele leva a chaleira para a pia e despeja o conteúdo. Eu encolho os ombros. Sempre tive elfos para fazer chá para mim. Esta é a primeira vez que faço sem ajuda.

— Honestamente, Malfoy, é um saco para cada 350ml. Essa é a regra fundamental de se fazer um chá. Como é que você não sabe disso?

Eu sorrio. 

— Dê ao menino de ouro. Ele sabe algo que eu não sei.

Enquanto Potter e eu esperamos o chá, reflito sobre o resto da minha tarde e noite. Terei o jantar de Natal na mansão com minha mãe e meu pai. Astoria virá mais tarde com Alessandro e Scorpius. Eu poderia pular todo o resto, mas estou especialmente ansioso para ver meu filho. Sua pele bronzeada é apenas um pequeno lembrete de como senti falta dele estar aqui comigo na Inglaterra. Ele parece realmente gostar de Alessandro, então é isso. É difícil confiar em outro homem a proteção de seu filho. Quando o chá termina, Potter serve uma xícara para cada um de nós, e tenho que admitir que o chá dele é muito melhor do que o meu. Por mais bobo que possa parecer, aquele primeiro gole realmente define o tom do meu dia. O café da manhã é normalmente uma coisa tranquila para mim, mas me vejo querendo conversar agora que tenho alguém sentado ao meu lado. Já que Potter parece incapaz de realizar dois milagres matinais.

— Você me surpreendeu na noite passada. 

Eu digo, espalhando uma linha uniforme de geleia de laranja sobre uma torrada. Ele alisa a gravata antes de colocar um guardanapo no colo. Acho estranhamente encantador que ele esteja se comportando da melhor maneira possível comigo. Tenho certeza de que ele não faz isso em casa.

— Como assim?

Não sei como dizer isso sem fazer Potter parecer um idiota homofóbico. 

— O fato de que você gosta de homens. É que você parecia tão tenso com minha provocação sugestiva antes. E, bem, aquela coisa que você faz com sua língua, eu…

Minhas bochechas esquentam. Eu estou corando. Na verdade, estou corando só de pensar na língua de Potter fazendo aquela maravilha. Potter sorri. 

— Em primeiro lugar, Malfoy...

Eu o interrompo por um momento. 

— Me chame de Draco. Você me chamou assim ontem à noite, e eu acho que gosto quando você fala meu primeiro nome.

Potter sorri. Posso dizer que ele gosta quase tanto quanto eu. 

— Tudo bem. Em primeiro lugar, Draco , eu não gosto de homens. Nem de mulheres. Eu gosto de pessoas. Somos a soma de todas as nossas partes, não apenas da nossa genitália. Se eu pareci nervoso, foi porque eu estava lutando com meus próprios sentimentos. Isso e o fato de que este não é um bom momento para nós dois. 

Eu aceno em concordância e faço um gesto para ele continuar.

— Em segundo lugar, não tenha nenhuma ideia sobre roubar a manobra com a língua. Isso me foi ensinado por uma pessoa muito especial.

Tento uma risada despreocupada. 

— Seu Tengu, hein? Você é muito protetor com ele, ou ela, ou o que for.

Potter não especifica gênero. Ele não especifica mais nada na verdade.

— Gostaria de manter as coisas assim, por favor.

Eu mudo de assunto. Novamente. 

— Quais são os seus planos para hoje à noite?

Terminado de comer, Potter pousa o guardanapo no prato. 

— Ginny mandou uma coruja. Ela está trazendo as crianças para casa mais cedo. Vamos jantar na minha casa. E você?

— Astoria vai trazer Scorpius para a mansão para jantar. Não muito além disso. Papai vai sentar em sua cadeira, tomando um copo de conhaque. Mamãe vai insistir para que ele se junte aos vivos. Espero que ela me bombardeie com perguntas ligadas ao meu bem estar. Ela se tornou intrometida sobre meus companheiros de cama. Se importa de aparecer e causar ataques cardíacos aos dois? 

Estou brincando, claro. Sobre os ataques cardíacos, quero dizer, não sobre a visita de Potter. Ele poderia dizer uma série de coisas podres sobre meu pai, e ele estaria bem dentro de seus direitos. Ele não diz, entretanto, optando por seguir o caminho certo. 

— Não é possível, mas você é bem-vindo para vir comer a sobremesa mais tarde com Scorpius. Eu sei que Albus gostaria disso.

Eu tenho os presentes para os filhos de Potter, então funciona muito bem. 

— Sim, eu gostaria disso.

Potter se levanta, e eu também. Ele faz um gesto para eu ficar parado e volto a me sentar, ele dá a volta na minha cadeira e me beija na bochecha. Sua mandíbula está escura e espinhosa com a barba por fazer.

— Até logo?

Estas foram vinte e quatro horas muito agradáveis ​​e isso transparece na minha voz.

— Absolutamente.

Potter desaparata, e fico satisfeito em vários níveis. Eu esqueci como é ter uma pessoa especial me dando um beijo de despedida. É verdade, eu me sinto atraído por indivíduos poderosos, mas eu me sentiria tão seguro quanto Potter se ele fosse um fabricante de varinhas ou um vendedor de vassouras. Ele é um auror, entretanto. Um com habilidades admiráveis. E esses dois detalhes combinados me tornam positivamente fraco. Claro, não faz mal que ele seja um auror. Eu amo muito isso.

Por volta das oito da noite, a casa de Potter é um alívio bem-vindo. O fato de eu estar entregando presentes para os filhos de Potter é um álibi interessante. Minha mãe sorri gentilmente, mas meu pai responde saindo da sala para seu escritório. Eu faço uma rápida viagem ao meu escritório para tentar persuadir Severus a falar um pouco com meu pai. Se eu conheço Severus, ele vai tirar meu pai de seu retrato habilmente por causa de um jogo de xadrez de bruxo, meu pai é realmente um homem simples no coração. Ele quer que todos apelem a ele e somente a ele. Infelizmente, ninguém está mais disposto a fazer isso.

Dean Thomas atende a porta e trocamos gentilezas. A Weasley fêmea não parece exatamente feliz em me ver, mas ela é fácil de ignorar. Espero que ela vá embora em breve, de qualquer maneira. Potter me encontra na porta e eu apresento minha bolsa especial. Dentro estão os presentes que criei para James, Albus e Lily. Um toque em cada presente e eles têm o tamanho normal novamente. Há uma orquestra de aplausos que deixa este maestro dos brinquedos muito satisfeito. Potter está absolutamente fora de si com a alegria do feriado, e meu coração incha um pouco. Eu sei que ele teve uma infância péssima. O fato de ele poder encontrar alegria novamente nesta temporada se deve em grande parte a seus filhos. Scorpius se ilumina ao ver Albus, então eu o conduzo para brincar no andar de cima. Os adultos vão para a cozinha para comer a sobremesa.

Depois de uma conversa afetada, Weasley e Thomas saem imediatamente após o chá. Eles mencionam algo sobre fazer passeios e parar mais tarde para pegar os filhos de Potter. Eles estarão de volta na casa dos Weasley para o dia de abrir os presentes, e eu recusei alegremente o convite para me juntar a eles. Tenho dificuldade em me imaginar socializando com ruivos. Tenho dúvidas de que algum dia estarei nessa fase, mas coisas estranhas aconteceram. Estou ansioso por uma noite sem ocorrências estranhas, mas isso não parece estar nas cartas, pois logo descobrirei. Quando Potter vai limpar a louça suja, Weasley me puxa de lado.

— Se você machucar até mesmo um fio de cabelo da cabeça dele, eu vou te matar, Malfoy.

Thomas me lança um olhar de pena. Eu aceno e sorrio como um idiota. Weasley deve ter sido uma Tentácula Venenosa em sua vida anterior por todas as coisas desagradáveis ​​que ela encarna. 

— Feliz Natal.

Digo sem mover muito os lábios. Minhas bolas e eu respiramos aliviados quando Weasley e Thomas vão embora. Eu me jogo no sofá e considero meu chá morno quando Potter entra na sala secando as mãos em um pano de prato. Meus olhos se fecham, mas sinto o sofá afundar ao meu lado quando ele se acomoda. 

— O que é isso?

Estou tão exausto mentalmente neste momento que é uma tarefa até mesmo abrir meus olhos. 

— Do que está falando? 

Eu pergunto depois de um bocejo particularmente longo. Eu sinto o ar ficar cheio de magia, Potter usa Accio para alguma coisa. Quando abro um olho, Potter está virando um pacote de papel comum em suas mãos. 

— Não diz pra quem é.

— É melhor você torcer para que o que quer que esteja dentro dessa caixa não seja frágil. Ou pior ainda, enfeitiçado.

Potter coloca uma cápsula de alcaçuz de minha loja no meu braço e quase salto para fora da minha pele quando ela me morde. 

— Esse pensamento me ocorreu — diz ele, com sarcasmo aparente.

Ele realiza uma inspeção completa de segurança antes de ficar satisfeito. Trinta segundos depois, ficamos ambos olhando para uma bexiga e um pedaço de pergaminho em branco. Eu levanto uma sobrancelha com o significado. 

— Sou só eu ou essa é a nossa bexiga perdida?

Potter levita as duas peças até que elas pairem sobre a boca da caixa. 

— Até onde eu posso dizer. O pergaminho está em branco, no entanto. Pode ter algo escrito com tinta invisível. Meu Revelio não expõe nada. Eu tento todos os Feitiços Reveladores que posso pensar e ainda nada.

— O assassino está entediado. Não estávamos engajados o suficiente antes. Agora estamos sendo tentados a sair de nossas zonas de conforto.

— Com abandono imprudente?

— Mais como uma chance de o capturar. A goles está do nosso lado do campo, por assim dizer.

— Certo.

Eu digo bocejando. Eu forço Potter a ir para a outra extremidade do sofá, esticando minhas pernas. 

— Vou apenas tirar uma soneca rápida, então. Acorde-me apenas se eu pegar fogo.

Potter resmunga, e eu olho para o teto, os sons musicais de uma locomotiva de brinquedo me embalando para dormir.

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