Capítulo 41
— Luíza: Mas 24hrs eles não podem. Qualquer pessoa pode pegar os pivetes e sair correndo. Esconder numa casa, dar remédio pra dormir, pôr num carro e sair do morro. Os soldados lá do pé não param os carros que descem, só os que sobem.
— Fernanda: Aiaiai, Luíza. Falar contigo só me deu mais medo.
— Luíza: Porque eu tenho filha, né. Se tirarem a Dani de mim... velho, eu mato um e ainda como se for preciso pra tê-la de volta.
— Fernanda: Eu também.
Guardei a carta de volta, saímos do quarto e descemos. Fomos pra pracinha com os pivetes, e 16h30, fomos pra Rocinha — só eu e a Lu. Os pivetes ficaram com os pais. Pai serve pra cuidar dos filhos também, né? Chegamos lá 17h15 e fomos pra boca. A Duda não tava lá, só o Duca. Perguntamos por ela e ele disse que tava mó braba, na mansão. Fomos pra lá.
— Fernanda: ENTÃO QUER DIZER QUE VOCÊ ESTÁ BRABA? — Gritei entrando
— Eduarda: Estou — Disse deitada no sofá
— Soraia: Tia Fê — Disse alto, descendo as escadas
A Sosô pulou em cima de mim e me abraçou. Ri, peguei ela no colo, abracei-a com força e dei um beijo na testa dela.
— Fernanda: Beleza? — Disse dando um toque de mão nela
— Soraia: Beleza — Disse sorrindo e desceu do meu colo
Foi pro colo da Lu, que já tava sentada na poltrona. Sentei no sofá e botei as pernas da Eduarda no meu colo.
— Fernanda: Que foi?
— Eduarda: Tô com cólica.
— Fernanda: É diferente de estar braba.
— Eduarda: Quem disse que eu estou?
— Fernanda: O Duca e você mesma quando eu entrei gritando.
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