🌸15🌸

Capítulo mais curto, porque tô sem tempo de escrever. E pra avisar que faltas alguns capítulos pro fim da história. Os capítulos estão em andamento, prometo não demorar a postar.

Era para eu ter postado antes, mas fiquei sem internet. Não me matem!

"Potter's little boy"

•Albus

Eu já havia acordado à algum tempo com a luz do sol entrando pela janela na qual a cortina estava aberta. A brisa da manhã entrando no quarto tornando um clima confortável.

O Scorpius ainda dormia com a cabeça sobre o meu peito.
Só que o grande problema era que eu precisava muito ir ao banheiro, eu estava realmente apertado e a cada vez que eu tentava sair da cama, ele ameaçava acordar e eu não queria atrapalhar seu sono.

O caso era tão grave que se ele descesse a cabeça para minha barriga com certeza a pressão me faria explodir de tanto líquido.

- Você é fofo, Albus - ouço uma risada baixinha.

- O que? - olho confuso para ele.

- Você aí quase morrendo só para não me acordar - ele senta e fica de frente para mim.

- Você estava acordado esse tempo todo? - eu o olho incrédulo.

- Talvez - ele dá de ombros.

- Isso é mau, Malfoy - eu falo levantando - Isso não se faz.

- Só para não perder o costume - ele sorri.

Mostro o dedo do meio para ele que apenas se joga na cama sorrindo.

- Não ganho nem um beijo de bom dia? - ele pergunta sorrindo.

- Você não merece - eu grito do banheiro.

Não recebi resposta.

Aproveito que já estava no banheiro, lavo o rosto e escovo os dentes antes de voltar.

...

Volto do banheiro e o vejo com o celular na mão respondendo algumas mensagens e sorrindo.

- Nossos pais acabaram de chegar ao  país - ele sorri - O Harry disse que estariam aqui em poucas horas, mas meu pai disse que do jeito que o Harry é, eles vão se perder algumas vezes e só chegar aqui à noite.

- Malfoys - reviro os olhos - sempre nos fazendo passar vergonha.

- Nós fazemos vocês passarem vergonha? - ele me olha com falsa incredulidade - O Harry se perdeu quando foi na escola. E olha que ele já foi aluno de lá.

- Aquela escola é enorme - eu justifico - Parece até que as escadas mudam de lugar.

- Isso mesmo, culpe as escadas - sorri e revira os olhos.

- Sim... - eu o encaro - Precisamos conversar.

- Depois do café - ele súplica - Não consigo pensar com fome. E nós estamos sem roupa.

- Gordo - brinco.

- Feliz - ele se levanta.

- Lily? - pergunto ao lembrar que ela já havia dito algo assim.

- Sim - ele sorri - Aquela garota é um ícone.

- Deveríamos juntar as frases dela e da Amy - falo sorrindo - E lançar num livro.

- Não - ele grita - A Amy já fala demais sem ser famosa.

- Deixa ela te ouvir falando isso - eu o alerto sorrindo.

- Eu fiz aula de luta - ele fala convencido.

- Sei - concordo com a cabeça, fingindo acreditar - Você não mata nem uma formiga.

- Não me teste, Potter - Ele caminha em minha direção com uma sobrancelha erguida dando uma feição sexy.

- O que você vai fazer? - mordo o lábio e me aproximo dele.

- Eu estou com um celular na mão e você está pelado - ele prende o riso - Seria um escândalo! Só de imaginar quantas pessoas pagariam pelas suas fotos. Eu ficaria rico!

Só aí percebi que ele havia vestido a boxer, enquanto eu tinha ido no banheiro.

- Seu estraga clima - eu murmuro revirando os olhos.

- Potter - ele seguro o meu queixo - Eu não preciso te provocar para ter sexo e além disso, nós temos que conversar.

Ele deixa um beijo casto em meus lábios e sai do quarto. Já que ele havia saído, resolvo tomar banho. Volto ao banheiro e tomo uma longa ducha.

...

A Lily ainda dormia, o James e o Teddy assistiam uma série de comédia qualquer que passava naquela manhã de sábado. Murmurei um “bom dia" ao passar por eles e me dirigi a cozinha.
Coloquei cereal com leite, sentei de frente para a bancada e comecei a comer.

Escuto passos na escada, alguns cumprimentos na sala e logo vejo o garoto loiro entrar na cozinha.
Ele abre a geladeira ,pega algumas frutas e corta rapidamente. Coloca granola por cima e logo depois se senta a minha frente começando a comer.

- Dieta? - pergunto olhando para o prato dele.

- Comida saudável o nome disso - ele sorri de canto - Não esses cubos de açúcar que você chama de cereal.

- Foda-se - Murmuro.

- Idiota! - ele revira os olhos.

- Eu tava brincando - seguro sua mão sobre a bancada.

- Sei - murmura.

- Então... - eu o encaro - Sobre nós...

- O que? - ele me olha confuso.

- O que somos? - mantenho meu olhar fixo ao dele - Só meio irmãos que se pegam de vez em quando?

- Como você mesmo disse - ele me encarou - Sem títulos, rótulos ou sei lá o quê.

- Eu disse por enquanto - o olho exasperado e passo as mãos pelos cabelos rebeldes.

- Não precisa me pedir em namoro só porquê transamos - ele abaixa a cabeça e da de ombros.

- Você está sendo um babaca - olho de cara fechada - Você sabe que eu gosto de você.

- Hum - ele suspira e me encara.

- O que você quer? - eu o olho sem entender - Um grande pedido?

- Talvez - ele morde o lábio e sorri.

- Então considere feito - me levanto.

- Potter - ele me chama e eu o encaro - Eu tava brincando!

- Eu não - digo sério e sorrio de canto ao sair da cozinha.

[...]

Assim como o Draco havia previsto, ele e meu pai só chegaram em casa a noite. Nós já havíamos feito o jantar ( no caso, o Teddy havia ligado para a pizzaria, já que ninguém estava a fim de cozinhar).

Foi um longo tempo de abraços e de perguntas que eles só responderam durante o jantar em que todos nós estávamos sentados no tapete da sala em frente a tv.
Claro que eles não deram todos os detalhes da viagem.
Ainda bem, não tenho nenhum interesse sobre a vida sexual do meu pai.

Foi como ter a família completa de novo. O barulho das vozes falando ao mesmo tempo e o Draco tentando organizar a conversa, meu pai não se importava muito com isso. Talvez isso fosse bom pra gente.

Já tarde subi para o quarto, pois eu tinha planos para o dia seguinte e precisava acordar cedo.

...

Eu estava em sentado em um dos bancos do parque da cidade, nessa manhã gelada de domingo, escutando música no volume mais alto que meu celular suportava quando vi a Amy caminhando em minha direção usando um enorme casaco branco.

Retiro os fones e sorrio com a tentativa falha de andar dela.

- Qual a situação de vida ao morte? - ela me olha preocupada - Você me tirou da cama as sete horas da manhã de um domingo.

- Quero que você me ajude - coloco as mãos nos bolsos da frente da minha calça - Quero pedir o Scorpius em namoro.

- Wow - ele diz com o sorriso se alargando - Deixa eu sentar pra pensar, porque esse casaco pesa muito.

- Eu sei que tá frio - falo a olhando - Mas não está nevando não.

- Coisas da minha mãe - ela dá de ombros.

- Tem que ser algo grande - digo.

- Você sabe que ele morre de vergonha não é? - ela me analisa.

- Por isso mesmo - eu sorrio - Foi ideia dele.

- Sendo assim - ela segura em minha mão e me puxa - mãos a obra.

...

A Amy teve uma ideia e eu simplesmente segui ela pela cidade, enquanto ela me contava o que pensou.
Gostei da ideia, então fomos colocá-la em prática.

Fomos até o local e eu não sabia que seria tão caro. Mas no fim iria ser muito bonito.
Gastei todas as minhas economias naquela ideia.

- Espero que ele goste - eu respiro fundo.

- Quem não gostaria? - ela fala sorrindo - Eu sou um gênio!

- Vou deixar tudo na sua casa - digo caminhando com o peso para o carro.

- Certo - ela concorda com a cabeça - Eu vou levar para o colégio com meu pai e falar com a senhorita Lovegood, ela vai nos ajudar.

Scorpius

O Potter havia saído.
Foi tudo que o Harry me disse quando eu acordei. Tomei café da manhã e fiquei jogado na espreguiçadeira me protegendo do sol, enquanto minha nova família curtia a piscina.

Meu pai caminhou até o meu lado e se sentou pegando uma toalha e começou a enxugar o cabelo.

- O que o Albus fez? - ele pergunta prendendo o riso.

- O que? - o olho confuso.

- Pra você estar com essa cara - ele diz franzindo a sobrancelha.

- Não é nada - eu dou de ombros - Eu estou só preocupado. Ele saiu e sabe-se lá o que pode acontecer.

- Hum - ele concorda com a cabeça - Talvez ele tenha saído com uns amigos.

- É - suspiro - Pode ser.

- Agora desmancha esse bico - aperta minha bochecha - E vem curtir a piscina.

- Tá frio - nego com a cabeça e o vejo voltar para água.

[...]

O Albus só chegou quando já estávamos almoçando, ele entrou sorridente e deixou um beijo em minha bochecha antes de sentar para comer.

- Onde você foi? - pergunto como quem não quer nada.

- Eu fui ajudar a Amy a comprar um presente para o  Jensen Henry - ele responde dando de ombros - Sabe o capitão da Corvinal?

- Ah sei sim - murmuro - Não sabia que era aniversário dele.

- Pois é - ele dá de ombros - Eu conheço ele sabe, aí ela pediu minha ajuda.

- Hum - eu concordo com a cabeça.

A nossa família que era sempre barulhenta comia em silêncio. A Lily como um anjo começou a falar sobre a nova música que o cantor favorito dela havia lançado, acabando com o clima chato.

Sorrio para ela em agradecimento.

Fizemos uma sessão de filmes a tarde e a noite saímos todos juntos para jantar.
Dormi cedo por causa da escola no outro dia.

...

Eu estava atrasado!
Havia esquecido de colocar meu celular para despertar. Corro para o banheiro e faço minhas higienes.
Coloco o uniforme do colégio e pego minha bolsa.
Passo as mãos pelos fios loiros bagunçados, enquanto descia as escadas rapidamente.

- Bom dia! - cumprimento todos e pego uma maçã.

- Tome café direito - meu pai pede.

- Estou atrasado - falo após morder maçã - Cadê o Albus?

- Te esperando lá fora - o Harry diz.

- Passo num Starbucks então - deixo um beijo na bochecha dele e depois na do Harry antes de sair.

- Bom dia - o Albus sorri pra mim.

- Bom dia - falo ainda rouco por causa do sono - Podemos passar num Starbucks antes? Preciso de cafeína.

- Podemos sim - ele dá de ombros e me entrega o capacete.

Pegamos nossos cafés e logo chegamos na escola. Entreguei um café para ele e fiquei com um.
Com a mão que estava livre ele segura a minha e começamos a andar de mãos dadas.

Baixei a cabeça evitando corar com o ato. Eu era um bobo.

As pessoas olhavam para nós e o Albus parecia não se importar.
Entramos na sala e sentamos nas nossas bancas de sempre. Logo depois a Amy chegou e nos cumprimentou animada.
O Albus balançava a perna freneticamente enquanto conversávamos.

Algo estava o deixando nervoso e vez ou outra ele mordiscava a pele do polegar.

A senhorita Lovegood entra na sala para começar a aula de filosofia e todos sentam animados em seus lugares. A aula dela era uma das melhores.

A aula estava em curso quando um aluno bate na porta e entra com um livro e uma rosa na mão.

- Me pediram para entregar isso ao Scorpius, professora Lovegood - o garoto falou envergonhado.

- Claro - ela sorriu para ele, que rapidamente deixou o livro em minha mesa.

Olho para o livro e vejo o título “Querido John" com o “Q" destacado e a numeração 1 na frente ao lado da rosa.

- O que é? - a Amy me olhou curiosa.

- Eu não sei - dou de ombros e mostro para ela - Foi você? - aponto para o Albus.

- Eu? - ele nega com a cabeça - Como seria eu? Se eu estou aqui na sala.

- Tá - dou de ombros.

- Silêncio, garotos! - a professora pede.

Alguns minutos depois, uma garota bate na porta. Do mesmo modo que o outro garoto, ela tinha um livro na mão e uma rosa.

- Seu aniversário, Scorpius? - a professora perguntou.

- Não - nego com a cabeça envergonhado.

- Então deve ser um admirador secreto - ela pisca e dá um sorrisinho.

Agradeço a garota e vejo a capa do livro com o “U" destacado no título “A Última música" e como o outro esse tinha a numeração 2.

Isso aconteceu mais 14 vezes, antes de chegar o último com o “O" destacado no nome “O lado mais sombrio" e com uma interrogação colada na capa.

Ao segurá-lo caiu um papel de dentro com a seguinte frase “os coloque em ordem"

Como ninguém mais prestava atenção na aula, a professora nos deixou espalhar os livros pela mesa dela formando a seguinte frase:

               Querido Jhon
           A Ultima musica
               Em chamas
               Rainha Vermelha

               Não se apega não
               Anjo mecânico
           A Maldição de Titã
               O teorema Katherine
           AtRás do espelho
               As crônicas de Magnus Bane
QualqueR outro lugar

                Cidade dos ossos
                O canto mais escuro
                    da floresta
         QueM é você Alasca?
Desastre Iminente
                Garota exemplar
                O lado mais sombrio

- Albus Severus Potter! - eu o olho surpreso.

- Eu falei que era sério - ele fala sorrindo.

- Você ajudou! - eu olhei para a Amy surpreso.

- Claro! - ela sorriu para mim - Você acreditou mesmo naquele Papinho do Potter ? Presente pro Henry. O aniversário dele já passou.

- Eu também ajudei - a professora sorri e  passa o braço pelo meu pescoço.

- Bom... - o moreno tosse limpando a garganta - Scorpius Hyperion Malfoy, aceita namorar comigo?

Ele se ajoelha com as rosas que estavam presas no livro na mão formando um buquê.
Todos nos olhavam abismados.

- Bom... - Eu respiro fundo - Se eu responder não ainda posso ficar com os livros? - brinco.

- Scorpius! - a Amy me lançou um olhar reprovador.

- Eu aceito - sorrio e me ajoelho para dar um beijo nele.

Algumas pessoas comemoraram, outras ficaram caladas e aceitaram, outras murmuraram.

- abre o último livro - ele dá de ombros - aonde tem o marcador de tecido.

Abri e vi um anel dentro e meus olhos se encheram de lágrimas. Havia duas pedras juntas o vermelho e o verde.

- Seu pai me deu - ele fala sorridente - Foi a primeira aliança que meu pai deu a ele.

- Isso é lindo - eu sussurro sorrindo.

- Eu sou apaixonado por você, por você tentar me colocar juízo e me fazer ver que existia um cara melhor aqui dentro - aponta para o próprio peito.

- Eu sou apaixonado por cada uma das nossas diferenças - eu digo - Elas nos completam - eu sorrio - Isso foi tão clichê.

- Cala boca! - ele murmura sorrindo e me puxa para um beijo mais demorado.

- Arrumem um quarto! - ouço alguém gritar.

- Agora não podemos mais zoar o Scorpius - Alguém comentou rindo - Ele é o garotinho do Potter.

Eu apenas ignoro, não deixando ninguém estragar o nosso momento.

[...]

Na hora do almoço pegamos nossas bandejas e caminhamos até o jardim.

- Você sabe que vai ser complicado no começo, não sabe? - eu suspiro.

- Como assim complicado? - ele me olha confuso.

- As pessoas são ruins, Albus - eu falo sério - Elas muitas vezes vão fazer coisas que vão nos machucar por causa do que sentimos.

- Mas os nossos pais nos apoiam - ele diz sorrindo - Isso é o que importa.

- Eu sei - sorrio de canto - Nós temos pais incríveis. Mas nem todos são como eles.

- A gente encara - ele aperta minha mão.

Ele não entendia, mas eu já havia passado por tanta coisa. Queria que ele não passasse por isso, mas as pessoas ainda não sabem respeitar o amor dos outros.

Apenas deixei esses pensamentos no canto e fiquei  a naquele momento bom. Comemos em silêncio, trocando alguns beijos.

Albus

Deixei um beijo na testa do Scorpius e corri para o treino, eu não podia desperdiçar a chance que eu havia recebido.

Chego no gramado e vejo meus colegas de time me olhando estranho e fazendo algumas piadinhas. As líderes de torcida davam risadinhas e conversavam baixo.

A sensação das pessoas estarem falando de mim me incomodava.

Fui ao vestiário e coloquei meu uniforme. Voltei ao campo e o treinador nos mandou aquecer.  Fiquei afastado dos outros e fiz meu aquecimento em silêncio, enquanto os outros conversavam.

Começamos realmente a treinar e os garotos não seguirem as minhas ordens estava começando a me irritar.

Eu era a porra do capitão do time! Isso deveria significar alguma coisa.

- Que merda você está fazendo, Jonathan? - eu esbravejei - Eu estava livre!

- Foi mal - ele deu uma risadinha - Não te vi.

- Adan, pro Clay passa pro Clay! - gritei, mas ele fez tudo ao contrário.

- O Dan estava mais próximo - ele deu de ombros.

Acabei sendo empurrado algumas vezes, minha roupa estava suja, meu corpo dolorido e eu estava cansado.

- Pro chuveiro! - o treinador gritou após apitar.

Levantei limpando a terra dos meus joelhos, respirando fundo e tentando controlar meus nervos.
Andei calmamente até o chuveiro e escutei a conversa deles antes de entrar.

- O Potter realmente nos enganou - ouvi o Daniel falar - Aquela pose de machão... Coitada da Rose.

- O Potter é uma bixinha mesmo - outro garoto gracejou - Agora entendo a raiva dele com o Scorpius.

- Tensão sexual reprimida - o Hans completou.

- Viadinho! - outro soltou uma risada ao falar.

Meus olhos arderam e eu senti a lágrima quente escorrer pela minha face. Eu não sabia que seria tão doloroso quando o Scorpius falou.

Era horrível... Senti um aperto em meu peito.

Pessoas que se diziam meus amigos fazerem aquilo.

Era como se tudo que eu soubesse fazer parasse de valer só porque eu namorava um garoto.

Isso era uma babaquice!

Entrei no vestiário e ignorei os olhares, muitos deles se vestiram ao me ver entrar.

Não era porque eu curtia garotos que eles seriam atraentes pra mim.

Eles me enojavam!

Tomei uma chuveirada rápida, apenas para tirar a sujeira e me vesti. Joguei o uniforme sujo na mochila e sai de lá o mais rápido possível.

Esbarrei na Rose ao sair, ela me olhou suspresa ao ver meu rosto vermelho.

- O que aconteceu? - perguntou já sabendo o que era.

- Nada - nego com a cabeça rapidamente.

- Você sabe que isso é culpa sua - me encara com uma sobrancelha erguida - Não sabe?

- Como? - olhei pra ela confuso.

- Ninguém vai te respeitar como capitão, Albus - ela fala calma - Não namorando um garoto. É repulsivo!

- Você é repulsiva - gritei e sai andando irritado - Não acredito como eu pude gostar de você!

Eu só queria chegar em casa e deitar a cabeça no colo do meu pai e me sentir amado.

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