CAPÍTULO VI

Depois do ocorrido no banheiro da boate, fui para casa sem nem avisar Felipe. Eu realmente não entendi que merda aconteceu lá. Só sei que não vou deixar Cristina em paz, ela vai ter que me aguentar.

Acordo antes do despertador tocar, me arrumo e vou até a casa dos meus pais antes de ir para empresa, sei que Cristina está no projeto da editora e preciso arrumar um jeito de fazer parte dele também.

- Bom dia Pedro, que surpresa o ver aqui essas horas!- Dona Lourdes fala assim que adentrei a cozinha, de onde senti que vinha um cheiro delicioso.

- Adivinhei que a senhora estava fazendo esse bolo de chocolate e vim para devorá-lo. - brinco e dou um beijo na cabeça daquela mulher que era como uma segunda mãe para mim.

- Sente-se querido, seus pais já devem estar descendo para fazer o desjejum - diz a mulher que trabalha aqui na casa dos meus pais desde que nasci.

Estou sentado lendo o jornal, quando meus pais descem as escadas e dão um enorme sorriso ao me verem a mesa. Ganho um beijo na bochecha da minha mãe, e um na cabeça do meu pai.

- Que alegria tê-lo aqui meu filho! - confessa minha mãe assim que se senta à mesa. Dona Carolina, mesmo nos seus quase cinquenta anos, esbanja sua beleza e jovialidade, herdei seus cabelos loiros e seus olhos verdes.

- Estava com saudade mamãe e também preciso conversar com papai sobre uma situação na empresa. - explico o motivo de estar ali tão cedo.

- Aconteceu algo que eu não esteja sabendo, Pedro? - meu pai pergunta um pouco preocupado.

- Não aconteceu nada não pai, é que eu queria participar do projeto da editora e vim aqui para ver se posso trabalhar com o senhor nele. - tento ao máximo ser sincero, omitindo o motivo pelo qual realmente quero estar nesse projeto.

- Que ótimo meu filho, estava esperando que se sentisse mais à vontade na empresa para lhe propor que tomasse a frente do projeto, eu ainda participarei de algumas reuniões e posso te orientar também, mas queria muito que fosse o engenheiro responsável. - ele direciona a mim um olhar carinhoso e meu coração se aquece.

- Seria uma honra senhor Olavo, conte comigo. - faço uma reverência e beijo sua testa.

Tomo café com meus pais e quando estou saindo, meus irmãos estão indo para escola. Dou um abraço em cada um e sigo para a empresa. Agora é esperar o horário da reunião com a equipe e surpreender Cristina.

Assim que entro na sala e me sento, vejo sua expressão de espanto. Explico a todos o motivo de estar ali e não perco a oportunidade de provocá-la.

A semana está no fim, e não acho que ela está dando o seu melhor, por isso a cobro todos os dias por melhorias.

Ela me surpreendeu em sua apresentação mais cedo, era aquilo que eu queria, acreditava em seu potencial.

Estou entrando no carro para ir para o bar onde a equipe marcou de se encontrar, confesso que estou indo na intenção de tê-la em meus braços de novo e dessa vez não vou deixá-la ir.

Quando chego no local combinado, encontro o pessoal e ela está junto deles, ela se vira de frente para mim, quando Joana fala algo e eu perco a respiração. Ela está linda, num conjunto vermelho de saia que vai até suas panturrilhas e um cropped, ela se destaque entre todos ali naquele bar, eu necessito daquela mulher.

- Boa noite gente! - cumprimentei os rapazes com um aperto de mãos, e as mulheres com um abraço e um beijo no rosto.

Quando segurei a cintura de Cristina, sinto seu corpo tremer e deposito um beijo entre o canto da sua boca e sua bochecha.

Depois de alguns drinks a conversa está mais solta, conversamos sobre fatos do dia a dia, sobre política e também sobre o projeto no qual estamos todos trabalhando juntos.

Cristina e eu trocamos alguns olhares, mas não tivemos oportunidade de ficarmos a sós.

Já são quase 3h da manhã, quando saímos do bar para irmos embora. Joana, Patrick e Patrícia moram em Vila Velha e dividiram um uber, Jorge mora no centro e veio em seu carro, ele oferece carona para Cristina, que recusa.

- Obrigada Jorge, mas você teria que desviar do seu caminho de casa. Eu peço um uber, é bem pertinho daqui. - ela parece não querer que o colega se sinta ofendido com a recusa e ele se despede, ligando o carro e indo embora.

- Eu posso levá-la, se quiser. - me ofereço, ansioso por sua resposta.

- Não precisa, já chamei o Uber - antes de terminar a frase ela solta - merda, ele cancelou. - ela resmunga.

- Acho que é o destino querendo que eu te leve para casa - dou um sorriso maroto.

- Tá bem, é só uma carona mesmo. - ela responde, me seguindo em direção ao meu carro. Noto que seus olhos se arregalam, quando destravo minha Ferrari.

- Porra, que carrão! - ela analisa cada detalhe do interior do carro.

- É mesmo! O que acha de irmos para o meu apartamento e tomarmos alguns drinks? Não estou com nenhum pingo de sono. - tento ser cauteloso com minhas palavras.

- Eu disse que seria apenas uma carona, Pedro! - ela revira os olhos.

- E é, Cris. Só te fiz um convite, sem maldade alguma. - sou sincero com ela.

- Ok, vamos lá. - ela aceita, me fazendo dar um sorriso bobo.

Estaciono na garagem, e entramos no elevador, moro na cobertura de um prédio de luxo entre a Praça dos namorados e a Praça dos desejos, sempre gostei dessa parte da cidade.

- Essa é minha casa! Vem, vamos ali na varanda, tenho um barzinho lá. - pego sua mão e a levo junto comigo.

- Que vista maravilhosa, eu ficaria aqui para o resto da vida. Amo observar a noite, principalmente com uma lua dessas. - pelas suas feições é possível notar o quanto está encantada.

- O que quer beber? - pergunto, enquanto me sirvo de uma dose de uísque.

- Você tem gin? - ela questiona, confirmo com a cabeça e a sirvo.

A gente fica por um tempo em silêncio, fico a observando, como olha pro céu. Ela se vira e nossos olhos se encontram, um calor sobe pelo meu corpo, me aproximo dela e ela não se afasta.

- Ah Cris! - suspirei e alisei seu rosto. Peguei a taça de sua mão e coloco junto com meu copo em cima da mesinha na lateral, encaixei seu rosto em minhas mãos e a beijo de leve, sentindo todo o sabor de sua boca.

Entramos para a sala sem desgrudar nossas bocas, deslizo minhas mãos sobre sua cintura e é o suficiente para aumentarmos o ritmo do beijo.

Passeio por todo seu corpo, aperto suas belas coxas, e toco seus seios, que cabem direitinho em minhas mãos.

- Tão perfeita! - deixo escapar. Sugo seu pescoço, assim como fiz da outra vez e suas costas arquearam, vou descendo minhas mãos, enquanto as dela está em meus cabelos.

Encontro a parte inferior de suas coxas, levantando um pouco a saia, e toco sua parte íntima por cima da calcinha, e ela puxa meu cabelo de leve.

- Tão molhadinha, preciso sentir seu gosto Cristina - minha voz sai mais rouca do que o normal, estou embriagado pelo desejo.

Ela solta um gemido, entre nossos beijos, a deito no sofá, me inclinando sobre ela e rasgo sua calcinha.

Toco sua genitália, agora sem sua calcinha como barreira, massageio seu clitóris, que está inchado e introduzi dois dedos nela, e meu pau lateja de tanto tesão.

- Ahh que delícia! - ela sussurra e me faz delirar, arranco sua blusa e aperto seus mamilos e seguida os abocanho, oscilando entre chupadas e mordidas.

Vou descendo com a língua por sua barriga, enquanto tiro sua saia. Encaixo minha cabeça entre suas pernas e beijo sua boceta, passo a língua sob o seu clitóris e o chupo em seguida, enfiando os dois dedos novamente em sua vagina.

Percebo que ela está quase gozando, então aumento o movimento da língua e dos dedos e ela desaba gritando meu nome.

- Ohh Pedro!! - escutar isso me faz perder o controle e o que desejo é sentir sua boca em volta do meu pau duro.

Ela parece ler meus pensamentos, trocando de lugar comigo me deitando e subindo em mim.

- Seu gosto é incrível - digo lambendo meus lábios.

- Minha vez, querido! - ela diz, com o sorriso mais sexy que já vi na vida. Ela começa beijando meu pescoço, - para apenas para tirar minha roupa - desce para o meu peitoral e lambe meu abdômen, suas mãos vão em direção ao meu sexo, e faz movimentos lentos e fortes.

Ela desce um pouco mais e sua língua passa pela cabeça do meu pau e em seguida ele é engolido inteiro por sua boca úmida e quente.

- Porraaaa, caralho! - ela aumenta o ritmo e eu não vou conseguir me segurar por muito tempo e aviso.

- Eu vou gozar Cristina! - ela continua me chupando e jorro meu gozo em sua boca enquanto grito por seu nome.

- C-crisss - jogo a cabeça para trás e a puxo pra cima, necessito do seu beijo.

Nos beijamos por algum tempo, de forma sensual e a convido para ir para o meu quarto, não tenho condições de deixá-la ir embora, sou egoísta, preciso de mais dela, mesmo que seja só para dormir.

Eii, me conta aí, o que achou do capítulo? Espero que tenha gostado. Deixe aqui o seu comentário e não se esqueça de votar! Um beijoo!

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