Capítulo 17 🦋

Seus olhos tem um brilho de determinação e isso me fez relaxar internamente, o encaro esperando minha resposta e sinto os vampiros se distanciarem.

— Pronto, agora pode soltar o meu companheiro? — ele questiona e eu sorri  soltando o vampiro que rapidamente foi para o lado dele. — O que quer comigo?

Olho em volta e presto atenção em qualquer movimentação, ele não deixaria Elijah solto ou em um lugar desprotegido.

— Não com você, eu quero o Elijah Mikaelson — sussurro vendo uma taça de vinho sobre a mesa, a pego e sinto o cheiro agridoce da bebida. — Acredite quando digo que não vai querer ter problemas comigo, nem Niklaus quer.

Aviso e isso parece ter chamado sua atenção pois ele se aproxima, tomo um pequeno gole do líquido sentindo meu corpo relaxar. Logo Marcel estava a minha frente com uma expressão interessada, ótimo filho esse que você arrumou Klaus.

— Eu gostaria de saber o que você quer dizer com isso — ele diz com um sorriso encantador, ouço o barulho incrivelmente baixo no andar de cima.

Sorri levemente, uma bruxa com ele. Feitiços não funcionam em mim, nem na minha audição ou olfato. Consigo ver e sentir através deles.

— Nada que seja da sua conta, agora o vampiro preso no quarto enfeitiçado é do meu interesse — digo o assutando e me aproximo dele colocando a adaga em seu coração, seu corpo paralisa no mesmo momento. — Eu não me importo com seu acordo com o Klaus, que se foda! Mas eu quero o Elijah e lhe aconselho a entregá-lo para mim se não quer perder seus cachorrinhos imortais ou a bruxinha lá encima.

Seu olhar vacilou juntamente com sua expressão, retiro a adaga de seu coração e me viro de costas começando a subir as escadas, ninguém me seguiu. Ouço um violino e segui o som baixo tendo a certeza que a um feitiço sonoro aqui, vejo que a porta está trancada e pego a chave mestra em meu bolso abrindo a porta rapidamente.

— Bom, olá — digo mostrando minha presença para a garota que tocava o violino, sua expressão é temerosa mas seu olhar é ameaçador.

A bruxa desaparecida, já ouvi falar disso e não duvido que seja ela, como ela se chamava mesmo?

— Davina não é? É um prazer te conhecer — digo com um sorriso e adentro o quarto sentindo como se tivesse passado por uma parede invisível.

Seu olhar se arregalou, fecho a porta e olho em volta vendo um caixão ao meu lado, abro ele rapidamente e vejo Elijah com uma adaga em seu coração. Ah Niklaus você está ferrado!

— Quem é você? E o que quer com o antigo? — ela questiona mantendo um tom desinteressado, solto um riso e a olho de cima a baixo, uma adolescente que não consegue fazer nada sem poderes.

— Não é importante quem eu sou, já eu vou levar o Elijah para casa — aviso e sua mão se ergue, como para fazer um feitiço. — Não gaste energia, seus poderes não funcionam comigo.

Seu olhar se tornou confuso e eu sorri, acho que as únicas pessoas que poderiam me machucar já estão do meu lado, vulgo os Originais. Retiro a adaga de Elijah e logo seu corpo foi voltando a ter cor, corto meu pulso e o coloco em seus lábios.

Logo ele começou a se alimentar com afinco, assim que percebe que sou eu, me solta mas acho que tinha tomado o suficiente. Sorri levemente e ele se levanta olhando em volta.

— O que faz aqui Luna? — ele questiona, seu tom é rude mas a preocupação transparece em seus olhos.

— Alguém tem que concertar as merdas do Klaus — murmuro e abro novamente a porta vendo vários vampiros parados ali, reviro os olhos e espero eles entrarem, mas percebi que não conseguem.

Então, Elijah não consegue sair?

— Por favor, controle seus palavreados — ele pede franzindo as sombrancelhas e eu acenti segurando o riso.

— Davina querida, poderia permitir que ele saia ou eu vou ter que fazer isso? — questiono com gentileza e ela cruza os braços e me olha como se a resposta fosse óbvio, sorri levemente e me aproximo, ela parece ser uma boa garota e realmente não queria ter que a ameaçar. — Você é muito habilidosa para estar presa, o que acha de ganhar alguns grimorios?

Ofereço e seu olhar interessado me fez ver a vitória, conversamos por alguns minutos e isso foi o suficiente para conseguirmos sair, mas assim que pisei o pé para fora da sala os vampiros me atacaram.

Desvio da maioria deles, pego minhas estacas escondidas no meu quadril e coloquei no coração deles, pego mais umas e faço o mesmo, mas sem que eu visse um vampiro grudou sua boca em meu pescoço. Gemi de dor, mas logo ele me soltou, vi Elijah com um coração em mãos e sorri ignorando a dor e continuamos a nos livrar deles.

Isso foi mais difícil do que pensei, toco a mordida e tremi pela dor, foi mais fundo do que pareceu.

Hi pessoinhas

Mais umm kskskks dois só hoje hein, eu vou escrever essa história até o vinte e parar, aí vou ficar em My Little Flower kkkkk se não escrevo esssa o tempo todo, espero que tenham gostado. Estou sem internet desde ontem gente kkkk só agora que coloquei crédito, o fio da internet da minha casa partiu por conta de um caminhão kkkkkk.

Beijos, bye.

25/06/2021
901 palavras

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