Capítulo 15 🦋
Estava correndo pela casa, havia derrubado um copo na cara de Damon sem querer quando ele estava no meu colo eu deixei cair e agora ele está atrás de mim.
— ME DESCULPA! FOI SEM QUERER — grito em meio as risadas e minha respiração já estava pesada.
Katerina ficou alguns dias e logo não soubemos mais dela, ela pode estar tramando algo mas realmente não estou me importando. Parei de correr no mesmo instante que meu celular tocou, desde que Klaus foi embora tenho estado atenta e isso faz quase duas semanas.
Sinto Damon através de mim mas não ligo, pego meu celular do bolso e vi que era Elijah, me viro para Damon que me olha com um sorriso travesso. Mostro celular para ele que revira os olhos e se senta no sofá após pegar um copo e encher de sua bebida favorita.
— Luna? — ele chama após eu ter atendido o telefone e solto um suspiro ao ouvir a sua voz.
— Oi Elijah, como está? Aconteceu algo? — questiono tudo de uma vez para poupar tempo e ele suspira, fico tensa no mesmo instante.
— Estou bem e você? Aconteceu sim, na verdade um fato extremamente surpreendente — ele diz e sua voz é quase cética.
Me sento no sofá ao lado de Damon que já parecia focado na minha conversa, deito minha cabeça em suas pernas e ouço tudo atentamente.
— Estou bem, é algo com o Klaus? — questiono preocupada com o que ele pode ter feito, ou pode ter acontecido com ele.
— Na verdade sim, Niklaus vai ter um filho — ele joga essa bomba de uma vez e arregalo os olhos, vejo Damon tão ou mais chocado do que eu.
Respiro fundo absorvendo a informação, isso deveria ser impossivel não é? Mas pensando bem ele também é lobisomem, ele pode ter filhos se ele...
— Espera aí, ele transou com uma lobisomem?! — questiono surpresa e Elijah afirma que sim, Klaus não tem algo que você pode fazer que é normal? — E me deixa advinhar, ele negou que é filho dele?
Isso é o mais óbvio, ele é muito cabeça dura para acreditar asssim que tem um filho, afinal seria impossível e ele é o híbrido original, teria muita gente querendo enganá-lo.
— Exatamente, mesmo com provas ele não aceita o seu filho e sabemos o porquê — se refere à Mikael e eu suspiro, ele precisa de mim e eu vou estar lá.
— Ok Elijah, obrigada por me avisar — agradeço e me levanto do sofá sentindo o olhar de Damon sobre mim. — Estarei aí amanhã, não comente nada com ele.
Ele agradece e desliga o telefone, segundos depois Damon aparece em minha frente, olho para ele que parece abalado.
— Você irá mesmo? — questiona com a voz séria e eu acinto.
O mesmo pega minha mão e eu olho atentamente seus movimentos, seus olhos demonstram certo medo e isso me fez abraçá-lo.
— Eu vou voltar Damon, eu prometo — afirmo e ele acente num resmungo sorri e beijo sua bochecha. — Nunca me pergunte algo como "quem você escolheria? " ou "você me deixará por ele?"
Digo antes que ele abra a boca para falar asneiras, sei bem como esse vampiro sexy pensa.
— Às vezes eu esqueço como estranhamente me conhece — ele diz e revira os olhos, começo a subir as escadas com ele em meu encalço. — Mas quem escolheria?
Consigo ver toda a insegurança que ele carrega com essa pergunta, só por isso não vou esmurrar sua cara, me viro para ele que estava dois degraus atrás de mim.
— Os dois, se eu tivesse que escolher entre te deixar aqui para ir com ele e ficar aqui e deixá-lo lá, eu te levaria comigo e ajudaria ele, com você comigo — digo sinceramente encarando seus profundos olhos azuis e um sorriso fora do comum cresce em seu rosto.
Um sorriso grande e verdadeiro que quase me fez ficar com as pernas bambas, coço a garganta e desvio o olhar voltando a subir as escadas. Arrumei minha mala com ele em silêncio, assim que terminei e me virei senti seus lábios sendo brutalmente precionados contra os meus.
Soltei minha respiração pelo nariz e agarrei seu cabelo, minhas pernas foram para sua cintura e a pressão do seu membro contra minha virilha me fez ofegar. Eu não deveria pensar nisso, mas vampiros estão mortos certo? Então eles não deveriam ficar de pau duro já que não tem sangue bombeando para eles.
Esqueço esse pensamento e desço minha boca pelo seu queixo e pescoço, mordendo e sugando a pele bronzeada. Suas mãos apertam minha bunda com força me deixando quase aérea.
— Não temos...tempo — sussurro em meio a ofegos e ele grunho irritado me apertando contra ele. — Quando eu voltar gatinho.
Beijo seus lábios agora de forma mais calma e pego meu celular ligando para Lorenzo, afinal não posso ir sem ao menos me despedir ou dizer algo para ele.
— Oi Enzo...
Hi pessoinhas
Mais ummm heheh dois hoje já hein, espero que estejam gostando dessas atualizações consecutivas. SIIIM Luna vai para a cidade do Jazz e da arte hehe.
Beijos, bye.
23/06/2021
845 palavras
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