Capítulo 7 - O verdadeiro poder de Matsuda
(3978 Palavras)
(Horas antes dos acontecimentos de Aisha e Dante)
A cena se inicia com Lírio dormindo dentro de um acampamento armado, enquanto todos os outros estavam próximos a ela. No entanto, Lírio demonstrava estar tendo pesadelos naquele momento.
Voz misteriosa: Fome... poder... fúria.
Voz misteriosa: Eu sei quem você é... Alma Pura. Não zombe do meu poder, não lute contra o meu domínio achando que poderá desfrutar disso por muito tempo.
Voz misteriosa: ALMA PURA!
Após o grito, Lírio acorda e, repentinamente, lança uma pequena rajada de fogo das mãos.
No momento de desespero, as chamas atingem o cobertor de Zen. Ao perceber que o fogo estava nas suas pernas, ele entra em pânico.
Zen: AH, PELOS DEUSES, FOGO!
Meryl: O que aconteceu?!
Zen: NÃO TÁ VENDO QUE EU ESTOU PEGANDO FOGO?! ME AJUDA!
Lírio, Bobby e Meryl tentam apagar o fogo, mas têm bastante dificuldade. Então, Matsuda surge e lança um feitiço de sopro gelado, apagando as chamas rapidamente.
Zen: (Ofegante) COMO ISSO ACONTECEU?!
Lírio: Desculpa, Zen, foi minha culpa... Eu... eu tive um pesadelo e acabei...
Zen: Você botou fogo em mim?!
Matsuda: Peraí, você sabe usar magia?
Meryl: É! Desde quando você sabia e não nos contou?
Lírio: Eu não sabia, na verdade... Foi algo que simplesmente aconteceu. Eu ando tendo esses pesadelos desde aquele dia na ruína. Ouço algumas vozes estranhas, mas logo passam. Porém, hoje foi diferente...
Matsuda: Entendo... Talvez aquilo tenha despertado algum dom oculto em você ou algo assim. Isso torna você mais impressionante.
Meryl: Concordo plenamente.
Bobby: Bobby não esperava menos de minha lady!
Todos olham para Zen e percebem que ele ainda estava com partes das roupas queimadas.
Zen: E eu quase morrendo queimado ninguém liga né?!
A cena corta para todos voltando à viagem a pé. O sol estava nascendo, e todos aparentavam estar meio cansados, mas continuavam em direção à cidade de Zengyroth.
Lírio narrando: Já se passaram algumas horas desde o "acidente" que causei no Zen... Ele está falando comigo normalmente, mas eu percebo que ainda está um pouco distante. Acho que é justo, mas espero que ele entenda logo que não foi minha intenção.
Lírio narrando: Aquele pesadelo com aquela voz feminina foi como se houvesse alguém falando comigo naquela hora, porém... Aquela mesma mulher ficou falando aquelas coisas estranhas e me chamou de Alma Pura. Eu nem sequer consigo imaginar o que isso significa.
Lírio narrando: Paramos em um vilarejo no caminho, e eu fui direto para uma biblioteca. Pesquisei bastante e, nas minhas anotações, descobri que os Almas Puras eram seres transferidos de outros mundos durante a antiga calamidade de Thronos.
Lírio narrando: As pessoas deste mundo não sabem explicar bem quem eles eram ou de onde vieram, mas esses seres foram cruciais para impedir o fim do mundo séculos atrás. Entre eles, o mais destacado foi uma Alma Pura que se tornou um Aekir. Dizem que ele ficou tão poderoso que conseguiu romper as barreiras entre planos usando o poder do seu relâmpago.
Lírio narrando: Descobri também que os Aekirs são seres equiparados aos deuses, mas com um papel diferente. Eles trazem equilíbrio e, ao mesmo tempo, instabilidade para os seres que habitam o plano terreno. Fico imaginando quantos Aekirs ainda existem por aí...
Lírio narrando: A mulher do meu pesadelo falava sobre eles com tanto ódio. Por que ela carrega essa fúria? E será que ainda existe algum Alma Pura viva por aí?
Após algum tempo, Lírio e seus companheiros finalmente chegam à famosa cidade de Zengyroth. Era a primeira vez que Lírio visitava uma cidade grande, mas a realidade estava distante de suas expectativas.
(Zengyroth - Imagem do Pinterest)
A cidade nitidamente transparecia uma aura pesada e triste, os moradores da cidade estava a maioria pálidos e com uma forte aparência de cansaço extremo, como se nem todo desse lugar conseguisse dormir.
Lírio: Zengyroth é... bem diferente do que eu imaginava
Zen: É por que está diferente mesmo, ela está assim já faz algumas semanas, dês de uma ruína que fica na colina próxima a cidade ter sido aberta.
Lírio: Como assim deixaram aberta?
Meryl: Rumores de um grupo estranho de homens de mantos vermelhos apareceram, com certeza com uma aparência de membros de ceita completamente bizarros.
Zen: Não só bizarros, como também perigosos, chegaram na guilda exigindo a localização da ruína e chegarem ate a usar a hostilidade para conseguirem, e então... dês do dia que eles subiram até a colina e abriram oque quer que seja lá dentro a cidade nunca mais foi a mesma.
Matsuda: Vocês dois devem ter informantes dos bons pelo país pra saberem dessas coisas.
Meryl: Ah não, na verdade escutamos isso de uns bêbados em uma taverna que estávamos cantando.
Matsuda e Lírio: A... - Ambos se olhavam com uma expressão de desapontamento.
Zen: Ser bardos possuem essas vantagens afinal, você escuta muita coisa enquanto tenta ganhar a vida.
Matsuda (Suspiro): Se for esse o caso, provavelmente estamos falando de uma maldição poderosa, isso explicaria os rumores envolvendo pesadelos e monstros aparecem bastante nessas áreas.
Lírio: As autoridades não podem fazer nada? tipo é uma cidade grande o império devia fazer alguma coisa.
Meryl: Maldições não são tão simples de lidar desse jeito como parece Maisha.
Matsuda: Exatamente, a princípio nos quatro estamos bem por que justamente acabamos de chegar na cidade, mas quanto mais ficarmos aqui mais irá se manifestar os presságios das maldições, mas não se preocupem... tenho algo que vai nos ajudar.
Matsuda ele parava de andar nesse momento e logo recita um encantamento mágico: "Benção Arcana". o encantamento é lançado sobre todos eles nesse momento, deixando todos eles confusos.
Zen: Que diabos de encantamento é esse?
Matsuda: Um encantamento que vai nos dar uma proteção mais reforçada contra os efeitos dos presságios, mas se caso chegarmos perto da fonte máxima da maldição esse encantamento será inútil.
Enquanto ele explicava ambos haviam notado um tumultuado de pessoas em frente a guilda, pessoas de diversas raças demonstrando uma revolta naquele local, um representante que parecia ser o líder da guilda estava acalmando-o as pessoas, O sujeito era um Feranimal e essa seria a primeira vez que Lírio vê um.
(Mestre da guilda de Zengyroth - Imagem de Pinterest)
Lírio Pensamento: Meu deus é um Feranimal! é a primeira vez que vejo um de tão perto!
Mestre da guilda: Escutem cidadãos, eu entendo completamente a revolta de vocês, a cada dia que passa torna-se cada vez mais difícil de lidar com os presságios das maldições. a guilda está aberto a reclamações e pedidos, mas estamos fazendo o melhor possível.
Cidadão 1: O melhor possível? nossos impostos estão financiado a porcaria do trabalho de vocês e nem conseguem fazer um serviço direito.
Cidadão 2: Isso é uma desonra, não conseguimos produzir, não conseguimos trabalhar e viver nossas vidas!
Cidadão 3: Em vez disso vocês cada vez mais inventam mais desculpas.
Mestre da guilda: Estamos resolvendo as situações um passo de cada vez, os aventureiros finalmente conseguiram encontrar uma rota segura até a área de acesso da ruína, Estamos reunindo forças com mais aventureiros que queiram aceitar o serviço, então por favor se você é alguém que quer fazer a diferença e libertar Zengyroth dessa maldição, apresente-se no salão principal da guilda, e todos vocês... tenham um pouco mais de paciência, estamos fazendo o nosso máximo por todos vocês.
Nesse momento o mestre da guilda havia conseguido acalmar as pessoas com seu discurso, as pessoas apenas iam embora de cabeça embaixo, após toda essa cena Matsuda então decide entrar na guilda onde o mestre da guilda estava, Lírio e os outros veem logo atrás.
Após adentrarem a guilda eles notam diversos aventureiros no local, a maioria deles simplesmente saindo pela porta da frente como se estivesse dando as costas pro trabalho, a maioria deles temiam o perigo que era os presságios das maldições.
Mestre da guilda: Aventureiros?...
Matsuda: Digamos que sim...
Mestre da guilda: Eu normalmente pediria credenciais oficiais mais... infelizmente estamos desesperados.
Lírio: Qual é a situação senhor?
Mestre da guilda: Pior que imaginávamos, não só possuem uma terrível onda de pressagio poderosa como também aparenta que a mortos vivos poderosos sobre as ruínas, temos entorno de vinte aventureiros voluntários que quiseram subir a colina até a ruína.
Zen: Em casos como esse vinte soldados seriam basicamente quase nada em comparação ao perigo que é as maldições.
Mestre da guilda: Infelizmente não são muitos mas necessitamos de toda força que pudermos, esse foi o mais longe que conseguimos alcançar até agora... essas pessoas infelizmente não tem para onde ir e estão desesperadas, precisamos fazer alguma coisa.
Matsuda: Não se preocupe senhor, nós vamos dar um jeito não é mesmo pessoal. - Matsuda se virava em direção aos seus companheiros.
Lírio (Sem pensar duas vezes sorri com orgulho): Com toda certeza.
Zen: É... fazer oque acho que encarar a morte tem de parecer a nossa cara ultimamente.
Meryl: A gente tentou ajudar essas pessoas com música uma vez, talvez nossos outros dons podem ser mais úteis dessa vez.
Mestre da guilda: Mas nem foi discutido os valores da recompensa.
Matsuda: Outra hora nós resolvemos isso bola de pelo, primeiro precisamos nos equipar... sabe me dizer onde tem um bom comerciante de equipamentos por perto?
(Música complementar opcional)
Logo a cena corta para tempo depois, Lírio estava dentro de uma loja com todos os outros, ele estavam comprando equipamentos novos e principalmente um traje novo para todos.
Zen e Meryl foram os primeiros, após bastante tempo medindo e fazendo a escolha das cores e tipo de proteção, os trajes com encantamento estavam prontos, nesse meio tempo Meryl havia mudado um pouco aparência cortando um pouco seu cabelo.
Lírio: Vocês dois estão incríveis!
Zen: Tenho que admitir tô bonitão demais pra alguém que pode morrer hoje.
Bobby: Se as coisas chegarem ao extremo, Bobby fará de tudo pra proteger minha lady.
Zen: Quanta consideração em o anão.
Lírio: Seu cabelo tá lindo Meryl!
Meryl: Brigada... eu só quis voltar minhas origens sabe.
(Zen e Meryl Houlson - Imagem de minha autoria)
Lírio Narrando: Existem coisas que são inexplicáveis de pensar, como por exemplo esses dois se combinam tanto apesar de algumas diferenças.
Lírio Narrando: Acho que... esse sentimento de amor, é algo que tende a ser mais profundo do que qualquer outra coisa.
Lírio Narrando: Eu negligenciei tanto essas coisas na minha vida passada que, acho impossível eu ser capaz de ter alguém assim.
Repentinamente Lírio sente uma leve cutucada atrás da orelha, ao se assusta de vira e depara com Matsuda sorrindo usando uma melhoria do seu traje.
(Matsuda com traje melhorado - Imagem de minha autoria)
Lírio ficava extremamente corada ao vê-lo tão perto assim desse jeito, mas ela redobra um pouco da consciência para falar com ele.
Lírio: O-oque foi?
Matsuda: Esqueceu que falta você, anda segura isso e vai lá se vestir. - Matsuda estava com traje da própria em mãos.
Lírio: Mas Matsuda, isso parece ser muito caro.
Matsuda: Para de frescura Mai, anda logo e vai se vestir. - Após essas palavras Lírio fica novamente corada
Lírio Narrando: ELE ME DEU UM APELIDO!!!!!
Lírio (Suspiro): T-ta bom... - Ela pega seu traje e vai pro provador se vestir.
Tempo depois, após a espera finalmente Lírio estava saindo, a expectativa era grande após vê-la e todos naquele momento se surpreendem.
Zen: Caramba tu realmente tá com cara de aventureira de alta classe agora.
Meryl: Você tá maravilhosa Maisha!.
Bobby: Se afastem, apenas Bobby pode descrever o quão linda está sua lady.
Matsuda: Não é necessário de muita descrição, apenas com os próprios olhos é possível ser capaz de ver o quão você ficou bem com esse traje.
Lírio: O-obrigada.
Matsuda: Tá protegida agora minha filha! - Diz isso dando um joinha.
(Lírio Emerald - Novo traje oficial - Imagem de minha autoria)
Matsuda: Tudo certo, já que estamos equipados, vamos... pois temos um trabalho importante a fazer.
(Pare a música se estiver ouvindo)
Finalmente eles seguem caminho até a colina, a estrada estava mórbida sem folhas nas árvores e com uma aura densa vindo do presságio da maldição.
Enquanto cada vez mais subiam mais denso a aura se tornava, graças ao encantamento feito por Matsuda todos eles estavam imunes até então, mas ao se aproximarem mais eles logo vêem o real motivo dessa missão ser bastante difícil.
Um pequeno acampamento com alguns aventureiros sobre o lado de fora da ruína, a maioria dos aventureiros estavam feridos ou estagnados por conta do presságio, vários magos faziam feitiços de proteção mas a maioria deles também estavam sem mana e cansados.
Lírio caminhava sobre aquele campo e via a real a situação, mas também sabia que aquilo ali era só o começo, logo todos seguiam em direção de dentro da ruina.
Diante deles uma grande barreira de magia que impedida a passagem para continuar seguindo a ruína, outros sete aventureiros estavam determinados a romper a barreira usando força bruta ou feitiços mas nada adiantava.
Humano aventureiro: Pelos divinos que raios de feitiço desgraçado é esse, como não conseguimos passar.
Anão desconhecido: Talvez se você passar mais tempo tentando fazer alguma coisa do que reclamar feito um pau no cu idiota, seria muito mais efetivo não acha.
Humano aventureiro: Com quem pensa que tá falando seu anão miserável...
Matsuda: Estão tendo algum problema?
Humano aventureiro: Quem são vocês?
Zen: Diríamos que somos a cavalaria que a guilda mandou.
Humano aventureiro: Tá de sacanagem que a guilda mandou dois bardos frangotes, Um inumanos paspalho, Um pirralha de vermelho e... - Ele olhava para Bobby com mais desprezo ainda. "Eu sei lá que porcaria é essa daqui."
Meryl: Escuta aqui quem você pensa que é pra falar assim da gente!?
Repentinamente o pequeno robô Bobby saca de suas pequenas mãos dois canhões de energia, O próprio também havia mudado se transformando em um robô maior do tamanho de uma pessoa e muito mais mortal.
Bobby: Nunca mais refira-se a minha lady com palavras tão de baixo escalão, seu humano vagabundo.
O aventureiro rapidamente se coloca em seu lugar, vendo toda a cena o anão das cavernas começava a rir profundamente da situação.
Anão desconhecido: Haha! Já senti firmeza em vocês, é um prazer eu me chamo "Greaves" e ignorem completamente esse pedaço de merda aqui do lado... então vocês tem um plano?
(Greaves "O Harpista" - Imagem de minha autoria)
Lírio: Bem... quantos feitiçeiros ou magos vocês ainda tem que possam lutar?
Greaves: Garota! não vê que estamos ferrados? completamente fodidos? os magos tão incapacitados ou ocupados e só quem restou de feiticeiro foi esse gnomo medroso do caralho.
Gnomo (Se tremendo): Bom... eu tenho mana sobrando mas não sei por quanto tempo.
Zen: Então tirando a gente temos um feiticeiro, dois arqueiros para retaguarda e quatro guerreiros força bruta... não sei se damos conta.
Greaves: Ainda posso usar alguns encantamentos, mas nada é suficiente pra quebrar uma barreira dessa, quem colocou isso deve ser no mínimo nível Ascendente em magia.
(Nível Ascendente: Nível perito em habilidades mágicas ou de combate.)
Meryl: Tem que haver algum jeito, não tem pra onde correr a partir daqui, mesmo que abortem a missão e evacuem a cidade continuará e sendo um caos graças ao presságio.
Enquanto discutiam algum um plano, Matsuda andava lentamente até barreira de forma despercebida, até que o próprio estende sua mão sobre ela.
Lírio: Matsuda oque você tá fazendo?
Matsuda: Adiantando o serviço enquanto vocês ficam ai pensando. - Nesse mesmo momento o próprio havia dado um simples peteleco na barreira, ela logo havia sido desfeita deixando todos ali surpresos.
Greaves: O-oque?! como é possível?
Humano aventureiro: Como você fez isso?!
Matsuda: É só uma simples habilidade vinda de um "Inumano paspalho" - Diz em tom de deboche para o aventureiro arrogante. "Agora mantenham-se em alerta, o perigo real fica logo a frente."
A passagem após ser liberada naquele momento, a onda de presságio saíndo daquele lugar havia ficado maior e mais densa, os outros aventureiros se preparavam usando feitiços de fortalecimento e usavam poções como garantia.
Em seguida todos caminhavam em direção a área central da ruína, minutos andando se aproximaram do portão principal onde estava completamente aberta, era nítido ser visto uma espécie de círculo de pressagio poderoso no centro da sala, havia dezenas de feiticeiros de preto controlando aquele poder massivo. porém, a maioria deles estavam com uma aparência mórbida como se aquilo sugasse a vida deles.
(Presságio concentrado na sala - Imagem do Pinterest)
Todos eles ficavam citando um idioma estranho Naquele momento, todos ficavam com expressão de desentendido, pelo menos Zen e Meryl estavam demonstrando uma expressão diferente.
Zen: Mas que merda... eles estão agraciando alguem.
Greaves: Como é que você consegue entender eles porra?
Meryl: Digamos que... nós conseguimos entender certos idiomas.
Lírio: E oque ele estão dizendo?
Meryl: "Vossa graciosidade, banhado em sangue e trevas, aglomerado pelo seu nome e rodeado por sua verdade, impere a dor aos fracos e aos seus donos...
Meryl: "E ressurja de seu recinto meu proclamado pai Thronos."
Matsuda: Eles disseram Thronos.
Lírio: Pera ai gente quem de fato seria esse Thronos?
Greaves: Não dá tempo de explicar, só temos que parar esses idiotas agora!
O anão acompanhado dos outros aventureiros nem pensaram duas vezes naquele momento, eles corriam em direção aos cultistas feiticeiros que estavam realizando o ritual que punia a cidade de Zengyroth.
Porém Matsuda realçando sua grandiosa percepção de é capaz de notar um círculo mágico sobre o chão, aparentava ser uma armadilha e sabendo da morte daqueles aventureiros o próprio em suas direções, sua velocidade era impressionante e ele não só os haviam alcançados como também havia os salvado.
Greaves: Cacete você salvou nossas vidas.
Matsuda: Não me agradeçam ainda.
Matsuda olhava para a parte escura daquela ruína, revelando notar outra presença naquele mesmo local, esse ser sabendo que já havia sido notado acaba se revelando das sombras.
Cultista Mestre: Pelo visto, parece que anda tendo certos aventureiros competentes pelo jeito.
(Cultista Mestre - Imagem de minha autoria)
Greaves: Então foram vocês os filhos de uma puta desgraçados que condenaram essa cidade.
Cultista Mestre: Poupe-nos de sua ignorância anão, O presságio nunca foi uma maldição como mentes impuras como vocês a vêem.
Cultista Mestre (Ergue os braços): O Presságio é aquilo que honra os que se foram, que permanece conhecimentos e traz a clareza diante dos pés do ímpios e os ignorantes, pois no fim das contas...
Cultista Mestre: ELA TRAZ A VERDADEIRA NATUREZA DAQUELES QUE MENTEM.
Enquanto fazia seu discurso, os feiticeiros que estavam no presságio consegue despertar a maldição em seu total poder, como resultado o presságio não só mata os feiticeiros cultista como consegui crescer a cada minuto que se passa.
Zen: Mas que droga que merda foi que aconteceu.
Lírio: Eu não... faço a mínima ideia.
Meryl: Nesse ritmo ela vai crescer tanto que vai dominar a cidade toda.
Cultista Mestre: Vocês não impedirá purificação da verdade.
O cultista estava preste lançar uma rajada de fogo em direção a Lírio, que estava distraída e de costas.
Porém repentinamente Matsuda surge avançado sobre o cultista com uma força tremenda, ambos atravessam várias paredes e vão parar fora da ruína do outro lado da floresta.
Lírio: MATSUDA!... E agora, oque faremos?
Zen: Não tem muito oque fazer além de... - Zen olhava para Meryl nesse momento..
Ambos sabendo que tinham que fazer, eles puxam seus alaúdes e começavam a tocar o instrumento enquanto usavam seus encantamento do idioma Fur-Shool, graças ao poder da magia antiga o presságio começou a parar de crescer temporáriamente.
Lírio: Vocês conseguiram.
Meryl (Se esforçando): Não por muito tempo... conseguimos parar apenas por um breve momento, temos que pensar em algo se não... tudo vai ser tomado.
Lírio Pensamento: Essa não... oque eu faço, dessa vez a situação é bem mais tensa do que parece, O Matsuda apareceu lá pra salvar a gente... mas agora ele não tá mais aqui.
Lírio Pensamento: Se bem que... eu, eu sobrevivi naquele dia, eu resisti ao poder de corrupção do presságio, se oque eu vi até agora for verdade, era pra eu ter sucumbido a muito tempo mas eu não fui, eu posso morrer se eu tentar denovo... mas não tem mais nada que nós possamos fazer!
Lírio Pensamento: Quem eu tô enganando, eu passei a vida toda com contendo minhas decisões por medo ou receio, mas eu já morri e tô tendo uma segunda chance em um mundo novo... nem a pau que vou ficar vivendo essa merda de looping a vida toda.
(Música complementar opcional)
O olhar de determinação e finalmente de não ter mais medo estava nítido nos olhos de Lírio, enquanto todos estavam desesperados discutindo um plano ela só andava lentamente em direção ao presságio.
Meryl: Maisha Oque você tá fazendo?
Zen: Maisha não!!!
Greaves: TA FICANDO LOUCA PORRA?! SAI LOGO DAI.
Bobby: Minha Lady! - Bobby tentava ir em direção a Lírio mas só passar a barreira de proteção dos bardos, é empurrado pela onda de presságio para trás.
Logo todos vêem nitidamente Lírio andando em direção ao presságio sem sofrer nenhum dano, e de forma surpreendente após chegar no centro de toda aquele poder amaldiçoado algo curioso acontece.
Seus cabelos pretos brilhavam com uma aura densa e seus olhos vermelhos ficavam florescentes, parece que algo de dentro dela se soltava para fora como se fosse...
(Uma Gula)
Assim todo o presságio que habitava a ruína desaparecia em um segundo.
Por fim a cena corta para a floresta onde o cultista havia sido arremessado, ele estava bastante ferido mas havia notado o poder da maldição desaparecido e ficava confuso com aquilo.
Cultista Mestre: Como... como consumiram o poder do presságio em minutos?...
Matsuda (Surge atrás do cultista escorando seu braço no ombro dele): Sabe, são perguntas que até eu quero saber as respostas.
Cultista Mestre: GRHH DESGRAÇADO! - Ele tenta acerta-lo com uma bola de fogo mas Matsuda aparece na frente do próprio rapidamente.
Matsuda: Que isso amigão pra que tanto ódio no coração assim...
Cultista Mestre: Você é um ser bastante curioso para um simples inumano, mas infelizmente pra você trarei o fim da sua vida... e estará indisposto a ver o terror na terra.
Matsuda (Tom de deboche): Ui! que meda, isso era pra me assustar mesmo amigão... eu só tenho uma perguntinha a fazer.
Matsuda: Oque pessoas como vocês... andam cultuando e espalhando maldições em nome da calamidade de Thronos.
Cultista Mestre: Jamais uma criatura ridícula como você saberá a verdade.
Matsuda: Imaginei que essa seria a resposta... bem, você é realmente sem valor pois deve ser apenas um peão nesse jogo, afinal de contas você é extremamente fraco.
Cultista Mestre: FRACO! VOU FAZER VOCE ENGOLIR SEU SORRISO COM MINHA MAGIA-...
Matsuda: Não precisa... eu tô sem tempo pra perder com alguém como você, farei isso ser indolor como oferta de misericórdia... "Encantamento nível arcano... plano de purificação."
O cultista apenas fechas os olhos e quando os abre, apenas vê algo jamais capaz de ser visto ou sentido, aquilo parecia ser completamente absoluto.
(??? - Imagem do Pinterest)
Cultista Mestre: Ele disse... Nível arcano? não, não é possível... da pra contar nos dedos seres nesse mundo que são capazes de dominar algo no conhecimento arcano, nunca ouve um Inumano vivo na história capaz de chegar nesse nível e...-
Cultista Mestre: Ah não ser que... que as lendas sobre aquele acontecimento a mais de vinte anos atrás são verdadeiros, Aqueles dois nascidos na aura mágica no dia do eclipse no país dos inumanos, os dois gêmeos com poderes divinos, se o guerreiro dos inumanos está lutando nessa guerra... significa que o outro, é esse sujeito, então é esse o poder... absoluto?
Matsuda logo surge atrás do próprio e após toca-lo, o cultista se desaparece com uma simples poeira mágica.
Tempo depois a cena volta para floresta onde só estava Matsuda, após revelar secretamente seu verdadeiro ser ele corre em direção a ruína.
Em breve: Capítulo 8 - A Revolta do Príncipe
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top