Capítulo 18

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Tudo que eu sentia naquele momento era pura satisfação, aquele momento em que eu me senti infinito, como se não houvesse tristeza, apenas a felicidade. Bryan estava junto ao meu corpo, e nós fizemos aquilo, eu passei por aquilo, eu superei tudo aquilo sobre meu pai. Bryan me levou nas nuvens, me trouxe paz naquele momento.

Nós ficamos nos olhando e se abraçando, não me importava com aquele líquido colando sobre nosso corpo. Apenas queria abraçá-lo e queria que aquele momento não acabasse, poderia ser um loop onde eu nunca queria sair.

- Ei, vamos tomar um banho agora? - Olho para ele que estava com um sorriso no rosto.

- Eu não tenho roupa, e tô com preguiça de ir no meu apartamento - Dou um leve gargalhada.

- Pode usar minhas roupas se quiser, você vai ficar lindo nelas sabia - Sussurro no seu ouvido.

- Que tal uma roupa que você usa pra ir no trabalho? - Sussura de volta.

- O que desejar - Mordo de leve sua orelha.

- Vamo então - Saímos da cama levando as roupas que ates estávamos usando, e fomos para o banheiro.

Joguei a roupa ao lado da estante de roupas sujas e liguei o chuveiro no gelado. Bryan ficou olhando, sem entrar para baixo do chuveiro comigo.

- O que foi? - Pergunto.

- Coloca no quente, eu não gosto do frio - Analizei suas expressões, e mudei a temperatura do chuveiro.

- Pode entrar agora - Estendo a minha mão e ele a pega. Trouxe ele junto a mim, sentindo a água cair sobre nossos corpo que antes estavam suados.

- Acho que algo está crescendo de novo - Ele fala, pegando no meu órgão genital.

- Não foi a minha intenção, você me faz sentir isso, só você - O abraço forte.

Nos esfregamos e escovamos os dentes embaixo do chuveiro, lavamos os cabelos, até brincamos com o shampoo. Pego minha toalha e saio, ele me vê seguindo até a porta.

- Onde vai? - Olho para trás.

- Vou trocar os lençóis - Ele abre a boca, mas não fala nada.

Volto para o quarto, e tiro tudo da cama, incluindo as fronhas dos travesseiros. Coloco todos na máquina de lavar e deixo lavando. Volto para o quarto, abro o segundo guarda roupa e tiro lençóis e fronhas, colocando tudo em seus devidos lugares. Ainda nem coloquei minha roupa, nem mesmo as separei. Então fiz isso, peguei uma roupa de trabalho, menos a parte de baixo, e peguei apenas uma cueca para mim, vesti e segui com a roupa nas mãos até o banheiro.

- Bryan, tá querendo secar a caixa da agua do prédio? - Ele ri.

- Olha só, suas roupas de homem sério - Ele desliga o chuveiro e pega a toalha da minha mão.

- Vai ficar como vestido em você - Falo.

- Não sou tão baixo assim - Pega a roupa da minha mão. Era apenas uma camiseta social, e um paletó preto com botões brancos a barras douradas.

- Que tal uma cueca hein - Lhe entrego e ele veste como se estivesse indignado.

- Sem carinha feia - Chego mais perto, ele se indireta e me olha.

- Quem disse que estou com cara feia - Sorri de canto, envolvendo seus braços na minha cintura, me trazendo mais perto.

- Que atrevido - Toco seus lábios com meus dedos. Ele não ligava pela minha mão parecer a do freddy kruger. Eu adorava isso nele.

- Porque não me beija logo - Ergue sua mão até meu pescoço e me puxa para um beijo selvagem. Colei meu corpo ao seu, sentindo sua tensão, eu estava ficando excitado novamente.

- Que tal irmos para cama - Arquieo a sobrancelha.

- É uma ótima ideia - Fomos nós beijando até a cama, fico por cima de Bryan, com uma perna no meio das suas, encostando nossos corpos.

- Poderíamos fazer aquilo de novo? - Olho para ele.

- Tem certeza, vai ter que trocar os lençóis de novo - Ele ri.

- Não tem problema, nem de tomar mais um banho - Ergo sua camiseta, que é minha. Tiro  sua cueca puxando para baixo.

- Vamos vai - Fala ele me apressando, como se estivéssemos fazendo escondido no quarto de limpeza de loja. Tiro minha cueca, já com meu órgão genital ereto e pronto.

- Você quer? Toma - Coloco dentro dele, ele dá um grito segurando meu pescoço com as duas mãos.

- Ei, calma, não disse assim - Bryan gargalha, o que me faz gargalhar também.

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- Foi mal, não queria te machucar - Zack fala preocupado, dou uma gargalhada o deixando aliviado.

- Pode continuar - Ele aproxima seu rosto do meu e me beija, continuamdo o movimento.

A medida que ele movimentava, ele me beijava com mais intensidade e vontade. Eu já não sentia dor desta vez, sentia prazer. Ele estava se saindo tão bem, e eu apenas me deliciei daquele momento, daquela pessoa que eu sentia uma atração enorme. Me sentia à vontade perto dele, estávamos íntimos agora, e isso pode mudar muita coisa.

- Continua, continua - Ele acelera, mais e mais.

- Ah, Bryan.... - Ele geme, suando junto comigo, ele vai com sua mão até meu órgão e começa a masturbar. Até que ele para, aconteceu de novo, ejacula os juntos.

- Meu Deus - Jogo minha cabeça para trás e ele se deita no meu peito.

- Isso foi.... Bom demais - Beija meu pescoço.

- Sim.... Outro banho, outros lençóis e outra roupa agora né? - Falo.

- É - Ele solta um riso.

E fizemos o mesmo, banho quente, peguei roupas do seu trabalho, ele trocas os lençóis  de novo, nos deitamos. Ele ficou apenas de cueca, e eu apenas com sua camiseta social, além da cueca também, óbvio.

Apoiei minha cabeça no seu peito, passando os dedos no seu corpo. Segurei sua mão, deslizando meu polegar na palma da sua mão. Ele não tinha nem digitais, como ele tem documentos... Isso não importa, pergunta idiotas, mais curiosas.

- Zack? - Falo, sem olhar para ele.

- Hum? - Remunga.

- O que somos agora? - Falo.

- Eu não sei, acho que muitas coisas, não? Vizinhos, inimigos... - Ele ri. Ergo a cabeça e olho para ele.

- Namorados? - Ele fecha a boca e pensa por um momento.

- Namorados? - Ele fica confuso.

- Acho que deveríamos, não é? - Ele me começa a fazer cafuné.

- Não iríamos devagar? - Fala ele.

- Acabamos de transar duas vezes, e foi as nossas primeiras vezes - Sussurro.

- Eu sei, mas.... Eu quero ir devagar sabe, eu nunca fiz nada disso - Viro minha cabeça, olhando para suas coxas, e o que tem entre elas.

- Tá tudo bem, eu entendo. Vamos devagar - Eu realmente queria algo sério com alguem, mas Zack estava certo, tínhamos que ir devagar com as coisas.

- Você, vai dormir comigo né - Ele coloca sua mão na minha cabeça, mexendo seus dedos.

- Sim, eu vou - Abraço ele pela cintura, coloco minha perna em cima do seu órgão e de suas coxas.

- Eu poderia te encher de beijos garoto - Solto um riso.

- É mesmo? Faz isso - Falo.

Zack me vira ficando por cima de mim, com a depositsando beijos no meu pescoço, ele mordia de leve. Seus lábios estavam sedentos a baijar ainda mais. Dobrei o joelho, colando minhas coxas nas dele, seus músculos estavam aos dois lados, seu peito junto ao meu. Sua boca se juntou a minha e nossos lábios se tocaram, tanto ele quanto eu mordia de leve os lábios um do outro.

- Acho melhor eu parar, se não, eu não vou me segurar - Coloco minha mão na sua barriga e deslizo por dentro de sua cueca.

- O menino acordou - Falo sorrindo. Ele se deita ao lado e se cobre dom o edredom. Se junta a mim de conchinha e me abraça, envolvendo seus músculos no meu peito, e seu polegar, acariciando meus lábios.

- Você me faz esquecer tudo, me perco nos seus olhos, sorriso, no seu corpo... - Beija minhas costas.

- E você me faz sentir amado - Ouço ele suspirar. Tudo estava tão quieto, e eu não queria fugir.

- Boa noite garoto - Fala.

- Boa noite - Ficamos quietos, até ele dormir.

Acordo, agarrado no travesseiro, sinto o braço de Zack na minha cintura, viro meu corpo, olhando para ele, com o cabelo bagunçado. Zack dormia tranquilamente, ele parecia em paz, larguei o travesseiro e me juntei a ele, colocando uma perna entre as suas. Vejo ele lentamente abrindo os olhos.

- Acordou primeiro, bom dia - Ele fala aproximando mais de mim.

- Bom dia, vai trabalhar? - Pergunto, o fazendo pensar.

- Se quiser ficar comigo, eu não trabalho - Ele dá um sorriso malicioso.

- Não dá, hoje é meu primeiro dia de trabalho presencial, depois de tanto tempo - Zack fica um pouco sério.

- Tá bom, mas... Não se sobrecarre tá - Diz ele.

- Não vou, adoro escrever, ainda mais fatos da nossa cidade - Falo sorrindo.

- Um dia escreva sobre mim - Ele se senta na cama.

- Um dia.. Talvez - Ele arqueia a sobrancelha, mas estava com um sorriso divertido nos lábios. Ele realmente era mais lindo sorrindo.

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