Capítulo 15

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- Bryan, eu gosto de você! - Ah não!

- O que está dizendo? - Fico em choque com aquelas palavras saindo de sua boca, que me fez até arrepiar a espinha.

- Eu gosto de você, eu sei que o que eu posso ter feito foi errado, eu sinto muito - Zack se aproxima de mim, ergo a cabeça para olhá-lo nos olhos.

- Como posso ficar com você, se não ir além de apenas beijos - Cruzo os braços, ele se aproxima mais.

- Eu posso ir além, com você - Coloca sua mão no meu rosto, acariciando com o polegar.

- Pode mesmo, seu passado está te perturbando, e eu nem sei quase nada sobre você, a não ser seus traumas de infância - Ele arqueia a sobrancelha.

- Então, me conheça melhor. Vai ter uma festa, do meu sobrinho, vem comigo - Sinto na pele sua respiração, no meu pescoço, acelerada e quente.

- E sua irmã, você.... Como está a sua relação com ela? - Pergunto um pouco preocupado.

- Ela voltou faz quase dois meses - Zack me olhava profundamente, mas eu queria respostas sobre mais essa questão.

- O que mais não me contou? Seu não não é Zack mesmo? - Falo num tom engraçado.

- É garoto, meu nome é Zack - Ele abriu um sorriso nos lábios.

- Devia sorriso mais sabia - Falo.

- Já me disse isso - Zack fala.

- O que mais tem sobre sua irmã? - Pergunto.

- Eu e Neo, meu colega de trabalho e meu superior, ajudamos ela - Isso me deixou com mais perguntas.

- Olha, queria ver ele mandando em você na empresa Blue - Dou uma gargalhada.

- Não nos vemos assim exatamente, somos amigos - Zack se afasta alguns sentimos, dando até um espaço para eu respirar melhor.

- Tá, continua sobre sua irmã vai - Falo.

- O namorado dela, ateou fogo na casa dela, matou..... Matou minha mãe, e também ateou fogo na casa dela - Ele ficou calado, assim como eu também fiquei. Passava várias perguntas na minha cabeça.

- E você tá bem, com a morte de sua... - Ele interrompe.

- Não, nem um pouco. Bryan, eu a odiava, odiava meu pai e minha irmã! - Coloca as mãos no bolso e ficou em postura.

- E porque ajudou sua irmã? - Me aproximo.

- Ela foi com o Jacob, meu sobrinho, na empresa. Ela se chama Carolina, e implorou por ajuda, e eu disse não... - Zack olha para baixo, talvez até pensativo.

- Mas ajudou né? - Isso com certeza.

- Quando ia embora, naquela grande chuva, eu a vi num ponto de ônibus com Jacob. Mais cedo, ela havia me dito, que os dias que ela tinha pagado em um hotel haviam acabado, e viu uma foto minha no Instagram da empresa - Fico também pensativo.

- Aí ela foi atrás de você pedir ajuda - Ele assentiu com a cabeça.

- Eu neguei, mas depois que os vi naquele ponto de ônibus, eu os coloquei em meu carro e os trouxe aqui - Como não vi isso.

- Eu não ouvi criança ou ninguém aqui, nem mesmo no corredor com você e.. - Zack me interrompe novamente.

- Eles não ficaram muito tempo, Neo e eu falamos com um sócio imobiliário, compramos um casa e imobiliamos a casa. Ela trabalha no financiamento da empresa, junto com mais dois colegas, ela até que me surpreendeu neste cargo - Ele dá um sorriso de canto.

- Meu amigo também trabalha no financiamento de lá, o Chris! - Zack olha para cima e depois para mim.

- Ele é... Promissor. Mas vamos parar de falar sobre isso - Ele enche o peito e bufa, relaxando os ombros.

- Mas não me disse uma coisa! - Passo por ele e me sento no sofá.

- O que eu não te disse? - Vem até mim, parando na minha frente.

- Como está sua relação com ela? - Zack fica pensativo por alguns segundos.

- Não estamos cem por cento ainda, eu ainda lembro das minhas mãos quando a vejo, isso me deixa desconfortável - Zack me olhava demais, não desviava seu olhar de mim.

- Acho que isso tudo já passou, até sobre seu pai. É passado, deixa pra lá e viva o presente, o passado não vai mudar. E sobre sua irmã, eu sei que teve ter mágoa, mas da uma segunda chance, todos merecem uma segunda chance - Zack da um sorriso de canto e tira as mãos do bolso, se sentando ao meu lado.

Ele coloca suas mãos com aquelas luvas de couro sobre a minha coxa, apertando um pouco meu joelho. Coloco minha mão por cima, tirando sua mão, pois estava me fazendo cócegas.

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Bryan tirou minha mão de sua coxa, próxima ao joelho, ele me olhou risonho e de um certo modo animado. Eu fiquei feliz com a reação, mesmo ele tendo tirado minha mão. Nossos olhos se encontraram novamente, e foi como se o visse de corpo e alma, ele parecia perfeito aos meus olhos.

Por impulso, ergo minha mãos segurando sua camiseta bruscamente, ele se assusta na hora, mas nossos olhos ainda estavam em contato. Aproximei meu rosto e o beijei, eu estava sedento por aquilo, e finalmente saciei minha vontade por aqueles lábios.

Nos beijamos rápido. Toquei seu pescoço, percorrendo até seu tórax. Ele levou seus braços até meu ombros, o abraçando, chegando mais perto de mim. Bryan se vira e fica por cima de mim, me mantive sentado, o observando tirar sua camiseta e jogar ao meu lado. Toquei sua barriga com as mãos e subi até seus ombros, com calma.

- Olha, se não quiser, está tudo bem. Se quiser parar me avisa, eu juro que vou te entender - Ele me fala com as mãos na minha nuca.

- Tá bom - Falo.

Em seguida, o trago junto a mim, beijando seus ombros e o pescoço, fazendo zigue-zague. Bryan soltava alguns gemidos, que me faziam até morder seu pescoço de leve. Beijava seus lábios, minha língua dançava em sincronia com a dele. Bryan começa a desabotoar minha camiseta, passando a mão sobre meu peito.

- Eu posso - Estava com a mão na barriga, querendo ir mais além. Eu comecei a ficar em pânico.

- Pode - Falei rapidamente.

Bryan desce sua mão, enfiando ela dentro da minha calça, dentro da minha cueca, remexendo seus dedos no meu órgão, que começou a crescer enquanto ele mexia. Quanto Bryan me beijava e remexia mais meu órgão com sua mão. Eu travei olhando para seus olhos, está boquiaberto e assustado.

- O que foi? - Bryan me pergunta tirando sua mão.

- O que? - Falo.

- Aconteceu alguma coisa? - Pergunta preocupado.

- Não, pode continuar! - Falo suspirando.

- Não precisamos transar, é só ter calma - Ele sai de sina de mim, e fica em pé na minha frente.

Olho para ele, vendo ele se agachar entre minhas pernas, ele ia fazer o que eu estava pensando. Colocou suas mão na minha coxa, massageando ela até minha cintura. Tocou meu órgão por cima da calça e desabotoou o botão e desceu o zíper, deixando à mostra minha cueca. Bryan puxa minha calça junto de minha cueca até as coxas, ele não tirava seus olhos dos meus, que com certeza estavam em preocupação extrema naquele momento.

- Relaxe agora - Fala com uma voz doce.

- Tá, vou relax.... - Antes de eu terminar ele coloca meu órgão em sua boca, fazendo movimentos sutis.

A medida que a rapidez da sua boca com meu órgão iam aumentando, minha excitação também ia. Eu não podia chegar ao ápice naquele momento, seria embaraçoso pra mim e para Bryan. Minhas mãos estavam em sua cabeça, sincronizando o movimento para cima e para baixo. Até que parei seu movimento com meu órgão.

- Melhor parar - Falo e vejo ele se afastando um pouco, mais ainda entre minhas pernas.

- Tá tudo bem? - Pergunta. Bryan estava bem preocupado com essas coisas sexuais sobre mim, pelo que meu pai fez no passado.

- Sim, é que eu tava quase.. - Fico com a boca aberta, mas não saia nada, ele parecia ter entendido, e soltou um riso.

- Ah, não tinha problema - Ele se levanta e se senta ao meu lado. Vira seu corpo e apoia a cabeça no meu peito.

Ergo minhas calças novamente, abotoo e fecho o zíper, ele colocou a mão lá, mas não fez nada além de deixar a mão por cima.

- Acho melhor eu ir tomar banho, melhor ir também - Ele me olha.

- Vou tomar banho na minha casa né? - Me olha com um sorriso.

- Sim, claro que vai - Olho um pouco bobo para ele, que parecia se divertir.

- Ata, que bom. Então, eu vou indo - Ele pega sua camiseta e a veste. Bryan vestiu a camiseta do avesso, mas deixei isso quieto e deixá-lo descobrir sozinho.

- Espera, vai ir comigo? No aniversário? - Ele me olha.

- Quando é? - Eu esqueci mesmo de dizer?

- No sábado, acho que já falei? - Não tô me lembrando.

- Eu vou com você - Ele se levanta do sofá e vai em direção a porta.

- Ei! - O chamo, me lavantando também.

- O que? - Se vira.

- Desculpa se eu não... - Ele ri. É sério que ele riu?

- Tá tudo bem. De qualquer jeito valeu a pena, você é.... - Ele faz gestos de tamanho com a mão.

- Ok, ok. Eu entendi, até mais - Vejo ele abrir a porta e sair.

Voltei para o sofá, pensando sobre o que aconteceu, parece que estamos nos entendendo bem. Mas eu tenho que ir mais além, eu quero ir.

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