26. A Festa de Halloween - Parte I

Oi leitores! Sejam bem-vindos a mais um capítulo! 🤗

Espero que gostem! 😉
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-- Parabéns para você, nessa data querida... -- canta meu pai todo bobo ao me acordar, eu desperto e ele sorri -- Feliz Aniversário filhinha!

A preocupação e correria da peça e com a festa de hoje, me fizeram até esquecer do meu aniversário.

-- Obrigada papai! -- digo com a voz ainda um pouco sonolenta.

-- Olha querida, esse é o meu presente. Quero que os use hoje à noite na festa. -- ele pede ao me entregar uma caixinha preta.

Meu pai sempre faz isso no meu aniversário, me acorda cantando e entrega um presente. Confesso que acho um pouco repetitivo, mas amo quando ele faz isso.

Abri a caixinha e dentro tinha um par de brincos de ouro com algumas pedrinhas cor de rosa. Eles eram muito brilhantes e detalhados. Lindos aos olhos de quem os ver.

-- Obrigada pai, são lindos, mas tenho medo de perdê-los indo com eles para festa. Você sabe como sou desastrada. -- digo franzindo o cenho.

-- Eu sei, mas mesmo correndo esse risco quero que vá com eles e também que use o seu colar de cerejeira. Irão ficar lindos com aquela fantasia de Fadinha. -- diz ele apontando para minha roupa.

-- Está bem, irei usá-los -- digo os colocando nas minhas orelhas -- Ficaram bonitos? -- mexo a minha cabeça.

-- Lindos, ficaram perfeitos em você! -- eu sorri -- Filhinha agora tenho que ir para o escritório, não sei que horas vou chegar, então se divirta bastante com seus amigos e aproveite essa noite. Tchau minha princesa!

Ele deu um beijinho na minha testa.

-- Ok. Obrigada papai! -- respondi e ele saiu apressado.

Olhei de um lado para o outro a procura da Nina, mas ela não estava.

-- Nina! -- chamei seu nome.

-- Eu tô aqui embaixo! -- ela gritou.

Fui até o meu espelho e vi como aqueles brincos eram realmente perfeitos em mim. Olhei-me da cabeça aos pés.

-- Cronologicamente eu faço dezoito hoje, mas fisicamente ainda tenho dezessete. -- digo em voz alta, ao me lembrar da cena de um filme dos anos 80 ao mudar algumas palavras.

Ainda de pijama, desci para a sala de jantar. Nick, Nina, minha mãe e a vovó estavam a minha espera, eles começaram a cantar "Parabéns" enquanto a minha mãe acendia as velas do bolo confeitado. Ele era lindo, tinha bastante chantilly e bombons de nozes ao redor.

-- Faz um desejo, Mali! -- Nick incentivou ainda batendo palmas.

Adoro comemorar aniversários, principalmente por conta da empolgação do meu irmão.
Fechei meus olhos.

Eu desejo que alguém especial apareça na minha vida, quando tempos difíceis surgirem. Alguém que seja a minha luz no fim do túnel, o meu arco-íris e alicerce. Alguém que sempre terá um coração puro, onde ninguém poderá corromper.

Então assoprei as pequenas velinhas.

-- O que pediu? -- minha mãe perguntou curiosa.

-- Se eu contar, não tem graça mãe. -- respondi e ela se conformou.

Minha avó partiu o bolo e nós pegamos algumas fatias. Aproximei meu corpo a mesa para fica mais perto do prato de porcelana, onde estava o terror das dietas. Cortei um pequeno pedaço com um garfo e senti meu corpo ir ao céu com aquela explosão de sabores em minha boca.
Chocolate, nozes, cerejas e chantilly, tudo que eu mais amo em um bolo de aniversário.

Enquanto ainda saboreavamos aquelas fatias, contei a todos a minha reconciliação com o Lucca e eles comemoram.

Após guardar o restante do bolo dentro da geladeira. Minha mãe saiu com a vovó e o Nick para o supermercado e Nina teve que ir em casa com a minha bicicleta - que depois de meses finalmente foi concertada - pegar mais algumas coisas que ela havia esquecido.

Voltei para o meu quarto, fechei a porta, tirei os brincos colocando-os novamente dentro da caixinha e encima do criado-mudo onde já estava o meu colar e uma pulseira que combinava com os outros acessórios.

Analiso as nossas fantasias e toco nas asas que minha mãe fez, ela era holográfica e iria brilhar bastante com as luzes do salão.
O meu vestido é todo verde bebê com várias flores azuis, amarelas, brancas, laranja, lilases e rosas ao redor da saia, do corpete, e encima das mangas soltas que minha avó havia detalhado. Algumas tinham brilho e se destacavam em meio as outras.
No meu cabelo irei usar uma tiara com detalhes em dourado e com as mesmas flores do vestido. Nos pés, Nina me ajudou a colocar fitas com pequenas flores no sapato de salto, para que eu pudesse amarrar ao redor das minhas pernas até o meu joelho.

Nina também fez o mesmo com o sapato dela, só que não colocou flores como eu. O seu vestido de Deusa Grega é todo branco, mas possui um cinto dourado e também laços da mesma cor nos ombros, pois as leves mangas soltas ao vento como as minhas ficavam com mais destaque.
Ela me fez cobrir um pouco do decote, mas isso não mudou a essência daquele lindo vestido. Para o seu cabelo, há também uma tiara com várias folhas douradas que combinam com o restante dos acessórios.

Entro no banheiro a procura de um pote de glitter que vamos usar mais tarde. E ao olhar-me no espelho, vejo que estou toda suja de chantilly. Pareço até uma criança.

Lavei meu rosto, enquanto o secava com uma toalha fui pegar as jóias para deixá-las mais perto da penteadeira, só que para minha surpresa o colar não estava lá.

Minha alma saiu do corpo e eu entrei em desespero. Imediatamente larguei a toalha em cima da cama.
Revirei meu quarto de cabeça para baixo, procurei em todos os lugares possíveis daquele compartimento, mas nada encontrei além de uma enorme bagunça.

Ao me aproximar da varanda, já pensando que aquela jóia poderia está lá, percebi que a porta do meu quarto estava aberta. Quem a abriu?
Me lembro de tê-la fechado e também não saí daqui.

Ainda na varanda, vejo Carolina voltando balançando sua bolsa de um lado para outro.

-- Nina! -- ela se assusta com o meu grito.

-- O que aconteceu? -- ela pergunta preocupada enquanto abria o portão.

-- Vem para cá, que eu te conto.

Ela me obedeceu e entrou no meu quarto mais preocupada do que antes.

-- May? -- ela olha o meu quarto -- Menina, o que aconteceu aqui? A terceira guerra mundial?

-- Nina, não é hora para trocadilhos. -- digo nervosa -- O meu colar sumiu!

-- O quê?! Mas como?

-- Eu não sei. Eu coloquei ele aqui em cima e fui no banheiro -- digo apontando para o criado-mudo -- Quando eu voltei, não estava mais.

-- May, esse negócio não pode ter saído desse quarto sozinho. -- ela diz colocando a bolsa dela no chão. -- Tem certeza de que você colocou aqui em cima?

-- Sim. -- olho para a porta -- Carolina, será que alguém entrou aqui em casa?

-- Como? Se tivesse entrado eu teria visto alguma coisa suspeita.

-- Mas Nina, é que antes do colar evaporar eu tinha fechado a porta, e quando eu fui procurá-lo ela estava aberta.

Nina ficou pálida.

-- Puta merda, é um fantasma!

-- Carolina! Isso é sério, se a minha avó descobrir que eu perdi esse colar ela vai ficar muito decepcionada.

-- Tá legal -- ela respirou fundo -- Eu vou procurar novamente aqui no seu quarto, e você vai procurar lá na sala de jantar. Pode ser?

-- Pode.

Foi uma tentativa sem sucesso. Nós procuramos na casa inteira e nada do meu colar. Meu Deus, o que eu vou fazer se a vovó descobrir?

-- Nina e agora? -- fico mais desesperada e começo a chorar.

-- Calma. A gente vai encontrar esse colar por bem ou por mal. -- ela diz tentando me acalmar e pegando o seu celular.

-- O que você vai fazer? -- pergunto enxugando as minhas lágrimas.

-- Eu vou mandar uma mensagem no grupo. Talvez, esteja no Galaxy ou na escola.

-- Não Nina, ele tava ali em cima.

-- Mas e se você se confundiu? Não custa nada tentar.

Eu assenti.

-- Pronto, o pessoal respondeu. A Celine disse que ia dar uma olhada na escola já que ela é a filha do diretor, e os rapazes vão procurar no Galaxy.

Por um momento respirei aliviada.

-- Fica tranquila, vai dar tudo certo. Agora age normalmente na frente da sua avó para ela não desconfiar, ok?

-- Ok. -- digo respirando fundo.

Eu rezei para todos os santos que exitem. E até que por um momento, esqueci da existência do colar e foquei em outras coisas. Talvez, essa psicologia reversa funcionasse e quando eu menos esperasse ele iria aparecer na minha frente. Quem dera ter sido assim, as horas foram passando, a festa já estava prestes a começar e nada do meu colar aparecer.
Pensei até em desistir, e passar o meu sábado à noite sozinha no meu quarto, mas a Nina não deixou e eu a agradeço por isso.

-- Nina, você quer mais brilho? -- pergunto ao terminar de maquiá-la.

Nós fizemos babyliss e colocamos as nossas tiaras.

-- Não May, obrigada. -- ela me encara pelo espelho e segura na minha mão -- Não fica assim, ok? Melhora esse rostinho. Esse colar não pode ter saído daqui sozinho, ele vai ter que aparecer de alguma forma.

-- Você tá certa. Eu cansei de procurar esse colar! -- digo já irritada por ter perdido o meu amuleto. -- Agora bora para festa!

Ela me lança um olhar de compaixão.
E uma mensagem chega no celular dela.

-- É a Giulia, ela tá dizendo que já tá lá com o Samuel e os meninos.

-- Ok. A Flora também me mandou mensagem dizendo que tava só terminando de se maquiar e vai direto para lá. -- respondi ao também olhar o meu celular.

-- E aí, vamos? -- ela pergunta com um sorriso.

-- Vamos!

Descemos às escadas e minha mãe começa a tirar fotos, como se nós estivermos fazendo um ensaio.

-- Vocês estão lindas! -- minha avó elogia.

-- Eu tenho que admitir, vocês ficaram magníficas meninas! -- Nick diz cruzando os braços com razão. -- Mas, é uma pena que eu não vá dessa vez.

-- Obrigada maninho. Mas por que não?

-- Porque eu prometi que iria ficar com Hannah já que ela ainda não pode ir.

Assenti.

-- May, está faltando algo em você. -- minha avó diz ao me olhar e parei de respirar. Meu Deus ela vai descobrir que eu não tô com o colar, e agora? -- Mas eu não sei o que é.

-- Pois é dona Marianna, depois a gente conversa, nós já estamos atrasadas. -- Nina diz ao me salvar da situação.

-- Está bem. Tenham juízo meninas!

-- E se divirtam! -- minha mãe diz enquanto nós saiamos de casa.

-- Pode deixar! -- dissemos juntas.

Como o Galaxy não é muito longe da minha casa, fomos a pé mesmo. Assim que chegamos, as luzes já estavam ligadas e uma música tocava, havia várias pessoas chegavam junto conosco.

-- Maya, eu tô ficando com medo. -- Nina confessa.

-- Eu também. Estou preocupada, assustada e nervosa, mas nós temos que ser corajosas. Pronta?

-- Sim! -- ela responde e nós encontramos.

Praticamente todos os olhares foram diretamente para nós. Gustavo e Gabriel ficaram boquiabertos. Chiara, Celine e Isa nos olharam de longe também impressionadas.
Por incrível que pareça, o "Trio Fantástico" não estava com fantasias combinando.
Chiara era uma rainha, com um estilo um pouco diferente. Celine estava de pirata e Isadora de bruxinha.

O mauricinho e Gabriel, estavam de cavaleiro e príncipe. Que previsível.

Giulia se aproximou de nós vestida de Alice no país das maravilhas e Flora também chegou na mesma hora. Ela era a Chapeuzinho Vermelho e pelo visto as duas já tinham feito as pazes.

-- Vocês duas estão deslumbrantes! -- elogiou Flora, maravilhada com a nossa fantasia.

-- Obrigada, vocês também estão lindas. -- elogiei.

-- Nós agradecemos também, e ai o que acharam da nossa fantasia de Alice e Chapeleiro Maluco? -- pergunta Giulia puxando o Samuel para perto de nós, o moreno estava com um copo na mão e quase o derrubou.

-- Eu adorei! -- diz Nina observando o Gabriel.

-- Eu também, vocês estão bem nostálgicos!

Eles sorriram e Tina se aproximou com Maitê.

-- Meninas vocês estão lindas! -- Maitê vestida de Cleópatra, ela estava linda. Afirmo, com toda certeza que o dourado lhe caiu muito bem.

-- Realmente estão perfeitas, são com certeza a atenção da noite. -- comenta Tina, a própria Marilyn Monroe.

-- Ai Tina, a fantasia delas me trouxe um pouco de nostalgia de quando éramos mais jovens.

-- Cruzes Maitê, não fale como se nós tivéssemos vindo de uma enciclopédia. Só temos 24 anos, agora que estamos na flor da idade! -- Tina revira os olhos -- Mas tenho que relembrar uma coisa, durante uma época nós duas só nos fantasiavamos de anjinha e diabinha. -- ela ri -- Eu sempre fui a mais atrevida, então vocês já devem imaginar quem eu era.

-- Sim. -- dissemos em coro.

-- Tina, eu já posso ir para o meu "palco"? -- Nina pergunta enquanto Tina da um gole em um drinque.

-- Sim, por favor. Pode transformar essa festa com sua música! É a sua hora de brilhar, garota!

-- Pode deixar! -- Nina diz afastando-se de nós.

-- E o seu colar, você conseguiu encontrá-lo? -- Maitê pergunta.

-- Não. -- digo em um tom triste.

-- Fique tranquila, esse colar vai aparecer quando você menos esperar.

Eu assenti com o comentário de Giulia.

-- Ah propósito, aconteceu uma coisa horrível comigo hoje! -- Maitê diz com irritação -- Uma mulher muito estranha, veio me pedir uma informação e me chamou de "plebéia".

-- Você também? -- Samuel pergunta parando de beber o seu drinque.

-- Como assim?

-- Hoje uma mulher com umas roupas estranhas, mas que era muito bonita, meu deus que mulher -- Giulia deu um tapinha no ombro dele, que resmungou -- Bem, ela foi muito mal educada comigo, só porque sem querer eu sujei o sapato dela. -- nós o olhamos -- Ela também me chamou de plebeu! Por acaso eu tenho cara de plebeu?! -- ele pergunta revoltado e nós rimos.

-- Que ridícula! -- Flora xinga.

-- Será que era a mesma mulher?

-- Isso eu não sei, mas ela era muito estranha.

-- Defina. -- pede Giulia.

-- Ah, ela usava um vestido chique e parecia até que ela já estava fantasiada para a festa.

-- Então é a mesma mulher! Ela era uma loira? -- Maitê pergunta, enquanto Nina coloca sua tão esperada playlist.

-- Sim.

-- Nossa que coincidência! -- digo.

Lucca, Martin e Juan se aproximam de nós para escutarem a história. Eles estavam de "Os 3 mosqueteiros".

-- Uau May, você está belíssima! -- Lucca diz me girando.

-- Obrigada meu caro Aramis. -- digo com um sorriso.

-- Como você sabe que eu sou o Aramis? -- ele perguntou franzindo o cenho.

-- Porque o Martin tem um espírito de liderança, então ele é o Athos. E também porque eu já sabia que o Juan seria o Porthos.

Eles se olharam.

-- Mas como? -- Juan perguntou.

-- Ah, porque eu escutei você reclamar sozinho sobre querer trocar o seu personagem.

-- Poxa Juan, você sempre acaba se entregando. -- diz Tina rindo do amigo.

-- Mas está faltando um mosqueteiro. Cadê o D'artagnan?

Eles encararam Samuel, que abaixou o seu chapéu.

-- Porque esse tratante desistiu de ir com a gente em cima da hora, só para se fantasiar com a Giulia! -- Martin responde batendo sua falsa espada em Samuel.

-- Ah, então eu não fui a única a ser trocada. -- Flora diz semicerrando os olhos e isso nos fez rir novamente.

Giulia e Samuel ficam um pouco envergonhados, mas logo caiem da risada conosco.

Com o passar do tempo, comecei a dançar com as meninas. Durante a música, o "Trio Fantástico" se aproximou de nós com animação.

-- Nossa, uma cena dessas não acontecem sempre! As "princesinhas" dançando com a "plebe"? -- debochou Flora.

-- Meninas, é uma festa e eu tenho uma personalidade diferente. Então vamos fingir que somos amiguinhas há anos e vamos nos divertir?

-- Chiara você bebeu? -- perguntei alto, já que a música Échame La Culpa - Luis Fonsi ft. Demi Lovato tocava. As batidas da canção estava em sincronia com as luzes coloridas do local.

-- Só um drinque, mas eu não estou bêbada! -- ela afirmou fazendo um movimento de negação com as mãos -- Maya, eu só fico bêbada depois de uns oito desses, aí subo em cima daquele balcão e começo a dançar feito uma louca -- ela aponta para o balcão em que Lucca estava separando algumas bebidas -- E sinceramente, não quero que isso aconteça de novo. Já basta a vergonha que eu passei na última festa!

Nós rimos, pois Chiara não era a mesma que tanto conhecíamos.
Tina e Maitê dançaram conosco e elas eram incríveis, talvez até melhores que a Chiara.

-- Carolina você arrasou nessa playlist garota! -- diz Chiara já tomando o seu terceiro drinque.

Nina a olhou confusa e voltou a mexer no seu equipamento.

-- Obrigada Chiara. -- ela responde um pouco desconfiada do elogio da loira

Quando Chiara se afasta de nós, em busca de mais uma bebida, Nina revira os olhos.

-- May ela ficou maluca?

-- Talvez. -- franzi o cenho -- Mas em uma coisa ela tem razão, você arrasou nessa playlist.

-- Eu sei disso, muito obrigada.

-- Convencida! -- digo com deboche.

-- Sou mesmo.

Nós rimos.

Carolina colocou vários estilos de músicas. Internacionais, nacionais, brasileiras, antigos e novos lançamentos. Somente as melhores das que foram selecionadas passaram no teste de Carolina Martins.

-- Nina, chegou a hora da nossa música! -- diz Tina deixando o seu copo em cima de uma cadeira.

-- Ok, pega o microfone.

-- Ah não, você também vai dançar mocinha. Nada de passar à noite inteira detrás dessa mesa de equipamento! -- diz Tina com chateação. -- Vem comigo.

-- Mas Tina... -- Nina tentar argumentar, mas é interrompida quando Tina nos puxa para o meio do salão.

-- Carolina você sabe ser surpreendente quando quer, então arrasa nessa pista de dança! -- Tina dá uma piscadinha e as meninas se aproximam de nós.

Nina vira-se de costas e as primeiras notas começam a ser tocadas em violão. Era Reggaetón Lento - CNCO ft. Little Mix, que já dava as caras no salão.

De forma sútil, Carolina dublou a primeira estrofe ao fazer leves movimentos. Nós a acompanhamos e pude perceber certos olhares nos alfinetarem.
Gabriel era um deles. O moreno estava perdidamente encantado, fixado, impressionado, observava detalhadamente cada giro, movimento, rebolado que a minha amiga fazia.
Quando me dei conta, os meninos também haviam vindo dançar conosco. Aquela música era envolvente, dominante e cativante.
No decorrer dela, nós gritavamos, pulavamos, batiamos palmas, em uma delas Gustavo e eu trocamos olhares intensos. Confesso que senti algumas borboletas no estômago, mas logo passaram quando Chiara e eu dançamos juntas, nós rebolamos até o chão e depois começamos a rir.

(3.082 palavras)
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Qualquer comentário é válido pessoal, seja ele bom ou não! 😉

Tchau e até o próximo capítulo! 👋🏻💕

Ass: May ✨🌸

Obs: Esse capítulo foi reescrito. 📝

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