1 - Meu Professor

Any Gabrielly

Eu nunca havia pensado na possibilidade de ficar com um professor meu antes, pra falar a verdade, sempre achei que aquilo era algo muito errado. Só que esse pensamento havia mudado no último mês, quando o professor substituto cruzou pela primeira a vez a porta da sala de aula.

Eu nunca tinha visto um homem tão bonito como aquele, estava simplesmente encantada. A idade dele me surpreendia muito, porém descobri que ele tinha começado a faculdade cedo.

Noah Urrea, 25 anos, professor de história da arte. Seu corpo sempre se destacava nas camisas sociais dobradas até o cotovelo, calças sócias um poucos justas e usava um óculos de grau que o tornava ainda mais sexy. O cabelo meio encaracolado num corte bem masculino, sempre estava meio desgrenhado e aquilo só me fazia ter a vontade de passar meus dedos por entre os fios.

Eu tentava ao máximo disfarçar que ele me causava arrepios, não podia me dá ao luxo de ser atirada como as minhas colegas de classe. Diferente de todos ali, eu era somente uma bolsista, não tinha dinheiro, nem carro e muito menos um celular de última geração. Eu não podia dá um passo em falso, isso acarretaria na minha expulsão.

Fecho meu armário depois de uma prova muito tranquila de matemática e pego minha bolsa para ir pra casa. Eu amava estudar, não foi atoa que consegui uma bolsa para estudar no melhor colégio particular do país, meus pais ficaram muito orgulhosos.

Inter Ativo College. Muito prestigiado e só riquinhos frequentavam.

Paro na saída quando noto a forte chuva que estava caindo. Era nessas horas que eu odiava não ter um carro, ou um motorista particular que me levasse para casa.

Não tinha ninguém além de mim e do porteiro ali, e pelo olhar dele eu devia sair pois ele tinha que fechar o colégio.

Passo pelo enorme portão e já sinto a chuva forte me ensopar. O ponto de ônibus fica a três quadras daqui.

Começo a correr e seguro a minha saia da farda para que ela não suba. Acabo escorregando numa poça de água e caio de bunda no chão, era só o que me faltava. Sinto meu tornozelo doer e respiro fundo.

Droga, me machuquei.

Levanto com cuidado e gemo de dor e de frio, ainda falta duas quadras.

Um carro preto para ao meu lado e já me preparo para o pior, porém um alívio toma conta de mim quando o vidro abaixa e vejo Noah.

-Senhorita Any, entre, te dou uma carona.

Mordo o lábio inferior pensando se devo ou não aceitar.

-Estou ensopada, vai molhar o carro do senhor...

-não tem problema, eu não me importo com isso.

Ele dá um meio sorriso e resolvo aceitar. Caminho com dificuldade até o carro e ele nota a expressão dolorosa em meu rosto. Entro no carro ocupando o lugar do passageiro e ele me ajuda a por o sinto.

-está tudo bem? Parece cansada.

Ele começa a dirigir e olho.

-eu escorreguei enquanto corria, acho que machuquei o tornozelo.

Ele encosta o carro perto de uma árvore e solta o sinto dele.

-deixe-me ver isso.

A delicadeza na voz dele faz meu coração acelerar e ergo um pouco a perna. Ele toca meu tornozelo coberto pela meia três quartos e gemo fraco ao sentir doer.

-temos que colocar gelo nisso o quanto antes, onde você mora?

-sobre isso, pode me deixar no próximo ponto de ônibus, não quero incomodar...

-Any...

-eu moro muito longe da escola, geralmente tenho que pegar o ônibus e o metrô.

Ele parece surpreso e resolvo explicar.

-eu sou bolsista professor, então não tenho luxo como os meus demais colegas.

Ele assenti e liga o carro voltando a dirigir. Acho que vai me largar em um ponto, ele não deve querer a companhia de uma aluna sem condições financeiras. E pensar que eu tenho uma queda por ele.

Ele passa direto do ponto de ônibus e olho querendo respostas. Um tempo depois paramos de frente a um prédio bonito e ele entra com o carro no subsolo, não estava entendo nada.

-onde estamos?- pergunto curiosa e ele estaciona o carro numa vaga.

-no meu apartamento, vamos colocar um gelo nesse tornozelo, botar sua roupa na secadora e depois que a chuva forte passar, eu vou te levar pra casa.

Fico tão surpresa com a ação dele que só agora noto que ele já tinha descido do carro e abriu a porta pra mim. Aquilo não era certo, eu não devia está ali com ele.

Noah me ajuda a descer do carro e me apoio nele.

-professor, e se as pessoas ficarem sabendo? Não quero trazer problemas...

-você sabe guardar segredo?- pergunta me olhando intensamente e apenas faço que sim- então esse é o nosso segredo, se bem que não estamos fazendo nada demais.

Ele tinha razão, ele só estava me ajudando, eu tinha que parar de ser paranóica.

Entramos num elevador e não demorou muito para descemos no andar dele. Aquele prédio era bem chique.
O apartamento do Noah era o 108, a última porta do corredor. Ele abriu a porta e me apoiei nele para entrar, passamos por um pequeno corredor e meu queixo caiu quando chegamos na sala.

Era simplesmente deslumbrante e a vista era espetacular.

-Senhor Urrea, que bom que chegou, e essa moça bonita?

Uma senhora que aparentava ter uns 45 anos surgiu e estava bem vestida.

-Ola Lucrécia, essa é a Any Gabrielly, uma aluna em apuros, será que você pode trazer gelo e uma toalha?

Acho que ela era a governanta. Ela assentiu e foi saindo. Noah me guiou até uma cadeira muito bonita transparente e sentei.

-sua casa é muito bonita- falei ainda olhando tudo e ele sorriu agradecido.

-aqui está.

Lucrécia apareceu com as coisas e segurava uma bolsa.

-tenha um bom fim de semana senhor, te vejo na segunda.

Eles se despedem com um abraço e ela sai.

Noah puxa uma cadeira e senta de frente pra mim. Eu o olhava com mais atenção, nunca fiquei tão perto assim dele. Ele tem os olhos tão lindos e aquela barba o deixava com um ar mais maduro.

-posso?

Acordo do transe com a voz dele soando e o olho. Sinto meu rosto esquentar e assinto. Noah segura minha perna e ergue colocando-a sobre o colo dele. Esse ato faz com que minha saia suba um pouco e consigo sentir o olhar dele queimar sobre minha coxa.

Ele desvia o olhar da minha coxa e retira minha sapatilha com cuidado, ele começa a retirar minha meia e sinto meu corpo arrepiar, minha respiração estava acelerada e eu tentava ao máximo disfarçar.

Noah coloca a bolsa de gelo sobre meu tornozelo e aperta de leve. Começo a sentir meu tornozelo gelar e olho.

-o senhor costumar dá carona sempre pros seus alunos?

Ele faz que não e tenta não olhar pra minha coxa um pouco descoberta. Sorrio de lado e fico o encarando.

-sua namorada não vai achar ruim eu está aqui com você?

Não sei porque perguntei aquilo, mas fez que ele me olhasse.

-não tenho namorada, mas você com certeza deve ter.

-por que?

-você é muito bonita e...

Ele para de falar ao perceber o que falou e me sinto vermelha como um tomate. Desvio o olhar do dele e foco num quadro meio explicito.

Era uma pintura de uma mulher nua sem cabeça. Como as pinturas gregas.

-então você é bolsista- a voz dele me faz olha-lo e faço que sim- suas notas realmente são impressionantes, merece a bolsa que tem.

-obrigada- ele segura meu pé com a outra mão e sem querer me mexo um pouco e meu pé bate no meio da calça dele.

Eu sei que não machucou pois ele não reclamou nem nada, mas eu pude sentir seu membro e agora eu estava toda vermelha. Ele tenta demonstrar que aquilo não o afetou e me sinto envergonhada.

-senhorita Any, eu gostaria de tirar uma dúvida com você...

Ele me olha todo divertido e assinto.

-eu notei que arranco muitos olhares seus durante as aulas, por quê?

Puta que pariu.

Tenho certeza que eu estava tão vermelha que podia reluzir. Meu coração agora estava acelerado e eu temia que ele pudesse ouvir as batidas forte.

-é... é... Eu-eu não...

Noah se aproxima lentamente e nossos lábios se encontram. A boca dele é tão quente e macia. Nossas línguas dançavam em sincronia.

Ele sorri um pouco malicioso e sua mão sobe lentamente pela minha perna. Eu já podia sentir minha intimidade latejar e aquilo era muito bom. O olho com expectativa e a mão dele alcança minha coxa. Noah aperta de leve e arfo baixinho.

Ele termina de subir minha saia e minha calcinha azul fica amostra. Noah passa o polegar sobre minha intimidade ainda coberta e começa a fazer círculos. Aperto as laterais da cadeira e abro mais as pernas. Ele põe meu pé no chão e se ajoelha na minha frente.

Noah segura minha cintura e me puxa mais pra frente. Ele afasta minha calcinha pro lado e esconde o rosto entre minhas pernas. Sinto a língua quente dele me chupando e solto um gemido fraco.

Isso é tão bom.

Seguro os fios do cabelo dele e são tão sedosos quanto imaginei. A língua dele subia e descia e gemia loucamente. Apoio minha perna no ombro dele e escuto algo rasgando, acho que foi minha calcinha.

Olho pra baixo e noto a mão dele apertando seu próprio membro.

-ah Any, a dias que eu quero foder você.

A confissão dele me faz ficar mais quente ainda e mordo o lábio sentindo minha intimidade pulsar.

-goze minha doce aluna.

Sinto meu corpo relaxar e suspiro alto. Noah ainda lambia minha intimidade e eu estava mole.

Ele fica de pé e o olhar dele sobre mim era muito sexy e excitante. Noah desabotoa a camisa e a tira. Olho pro volume em sua calça e o ajudo a tirar aquela peça.

-você é virgem?- faço que não, o que era verdade de fato.

Tinha perdido minha virgindade com meu ex.

-você quer ser minha hoje?

Faço que sim e ele me ergue em seu colo. Enlaço minhas pernas em sua cintura e ele me leva até o quarto. Noah abre os botões da minha camisa e a joga longe. Eu não acredito que estou mesmo fazendo isso.

Ele arranca meu sutiã e começa a chupar meu seio. Sentia o membro dele coberto pela cueca roçando na minha intimidade e aquilo estava me matando. Ele estava tão duro.

-professor, isso é errado.

-ninguem vai ficar sabendo, e me chame de Noah.

Asinto e ele retira a cueca e põe uma camisinha voltando a ficar sobre mim. Minha saia estava acima da minha cintura e Noah se posiciona para me tornar dele.

Um gemido rouco escapa dos lábios dele quando ele nos uni e aperto os ombros dele.

Noah estocava lentamente e me sentia nas nuvens. O abraço para tê-lo mais perto de mim e ele volta a me beijar. Brinco com os fios do cabelo dele e ele fica todo arrepiado.

Noah começa a ir mais rápido e tento não gemer alto demais, porém era praticamente impossível.

-vai ser uma boa aluna sempre?

A voz dele sai arrastadamente sexy e faço que sim.

-sempre Noah.

Ele inverte as posições e fico por cima. Espalmo a mão sobre o peito dele e ele agarra minha cintura me ajudando. Inclino o corpo pra frente e o beijo com muita vontade.
Noah volta a ficar por cima e beijo o queixo dele.

Minhas pernas estavam mole e eu sabia que estava chegando lá. Noah cola nossas testas e vai diminuindo a velocidade, sinto meu interior se contrair e me desmancho. Noah continua estocando e vai parando quando o ápice o atinge.

(...)

Noah estaciona o carro de frente a minha casa e o olho ainda envergonhada. Sim, estou com vergonha.

-obrigada pela carona professor- sorrio agradecida.

Me preparo para descer, mas ele me impede segurando minha mão.

-até segunda senhorita Any.

-até.

Noah me surpreende segurando meu queixo e une nossos lábios em um selinho rápido. O olho toda comovida e por fim desço do carro.

Onde foi que eu me meti?

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